Eu me chamo Cris, tenho 20 anos, 1,76m, moreninha de corpo gostoso que eu mesma admiro no espelho todo dia kkkk. Peitos firmes, cintura fina, bunda empinada e uma buceta sempre molhada de safadeza. Sou muito, muito putinha. Adoro putaria pesada, especialmente com negão pauzudo. O Luiz trabalhava pra meu pai na fazenda. Tipo faz-tudo: cuida dos animais, conserta cerca, cava buraco… e o que mais me interessava era o que ele escondia na calça. 1,98m de altura, corpo forte de quem carrega saco de ração o dia inteiro e uma rola monstra de quase 24,5 cm, grossa pra caralho. Eu já tinha ouvido a mulher dele contando pras amigas que na primeira vez quase desmaiou de tanto que doeu e gozou. Meus pais viajaram pro fim de semana. Aproveitei e chamei ele: — Luiz, bora andar de cavalo comigo? Quero passear no campo. Ele aceitou. Montamos e fomos até aquele gramado lindo perto de casa, cheio de verde e silêncio. O sol batia quente. Eu ia na frente, rebolando de propósito no selim, sabendo que ele olhava minha bunda. De repente meu cavalo se assustou com alguma coisa, deu um salto e eu caí no chão macio. Não foi nada grave. Senti só um leve impacto. Mas na hora que ele desmontou preocupado e veio até mim, meu cuzinho já tava piscando de tesão. — Cris, você tá bem? — ele perguntou, ajoelhando do meu lado, a mão grande na minha perna. Eu segurei o pulso dele e puxei mais perto. — Tô bem… só um pouco mole. Me ajuda a levantar? Quando ele se inclinou, eu enfiei a mão na calça dele e apertei aquela rola já semi-dura. Os olhos dele arregalaram. — Porra, menina… — Cala a boca e me fode, Luiz. Meus pais não estão. Quero sentir esse pau monstro que quase matou sua mulher. Ele olhou em volta, mas o campo estava vazio. Não resistiu. Tirei a blusa, fiquei de quatro no gramado e empinhei a bunda. Ele tirou a calça e a rola saltou pesada, veia saltada, a cabeça rosada e enorme. Meu cu piscou sozinho. Primeiro ele passou a língua na minha buceta e no meu cuzinho, me preparando. Depois posicionou aquela ponta grossa e começou a empurrar. Eu gemi alto, sentindo cada centímetro me abrir. — Caralho… é grande demais… — eu falava ofegante, mas empurrava a bunda pra trás. Ele enterrou tudo devagar até o saco bater em mim. A rola era tão grossa que eu sentia o ar sair do peito. Começou a meter forte, o barulho molhado ecoando no campo. Eu rebolava, pedindo mais fundo, mais forte. — Mete no meu cu agora — eu mandei, sou safada pra caralho kkkkk. Ele cuspiu, forçou a entrada e foi entrando. Meu cuzinho ardeu gostoso, se esticando ao máximo pra caber aqueles quase 24,5 cm. Quando entrou tudo, eu gozei gritando, o corpo tremendo no gramado. Ele meteu sem dó, segurando minha cintura com as mãos grandes, me arrombando gostoso enquanto eu gemia sem parar. — Sua putinha… olha esse cuzinho engolindo meu pau — ele falava baixo, ofegante. Eu gozei de novo, apertando forte. Ele não aguentou: enterrou até o fundo e gozou jatos quentes e grossos dentro do meu cu, enchendo tudo. Quando puxou, a porra escorreu pelo meu rabo e molhou a grama. Ficamos ali deitados, suados, o sol quente em cima da gente. Eu sorri, ainda com a bunda latejando: — Amanhã você volta. Quero sentir essa monstra de novo
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