Oi eu me chamo Heloísa,tenho 25 anos e tenho 1,69cm, morena de corpo bem distribuído pela academia, peitos fartos, cintura fina e uma bunda redonda que faz as cabeças virarem. Aquela noite eu ia realizar o fetiche da Mary, a esposa corninha de 23 aninhos, 1,70cm, moreninha gostosinha que adorava ver o marido Fábio fodendo outras mulheres. Fábio era um gordinho barbudo de 1,78cm 27anos, dono de uma rola grossa de 18cm que eu já tinha ouvido Mary elogiar tantas vezes. Ela mesma me convidou. — Heloísa, vem pra casa. Quero ver você sentando nesse pau até eu gozar só de olhar. Cheguei no apartamento deles e Mary já estava de Baby Doll , olhos brilhando de tesão. Fábio me recebeu de bermuda, a marca da rola já aparecendo. Mary me puxou pela mão direto pra cama dela e se sentou bem na frente, abrindo as pernas e enfiando a mão na própria calcinha. — Pode começar. Quero ver tudo. Eu me ajoelhei na frente de Fábio, puxei a bermuda e soltei aquela rola grossa e veia. O cheiro de homem me deixou molhada na hora. Enrolei a mão e comecei a chupar, engolindo até a metade, babando, olhando pra Mary enquanto ela se masturbava. — Isso, engole tudo… — Mary gemeu, mordendo o lábio. — Mais fundo, Heloísa. Quero ver ele arrebentar sua garganta. Fábio segurou meu cabelo e começou a meter na minha boca com força. Eu engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, enquanto Mary gemia alto só de ver. Quando eu já estava ofegante, ele me levantou, tirou minha roupa e me jogou de quatro na cama. Mary se aproximou, ajoelhou ao lado e abriu minha bunda com as duas mãos. — Enfia nela, amor. Quero ver essa rola sumir. Fábio posicionou a cabeça grossa na minha buceta molhada e enterrou de uma vez. Um gemido saiu da minha garganta. Ele era grosso pra caralho, esticando tudo. Começou a meter forte, o saco batendo na minha pele, enquanto Mary beijava minha boca e me provocava: — Gosta de levar pau do meu marido, sua puta? Olha como ele tá te comendo… isso é meu e eu tô só te emprestando. Eu rebolava de costas, sentindo cada centímetro. Fábio me virava de lado, me levantava no colo, me colocava de quatro de novo. Mary não parava de se tocar, a calcinha já encharcada, gemendo cada vez que ele batia fundo em mim. — Agora no cuzinho dela. — Mary mandou, a voz embargada de tesão. Fábio cuspiu na minha entrada e forçou a rola no meu cuzinho. Eu gritei de prazer e dor mais uma dor gostosa de puro tesão. Ele foi entrando devagar até enterrar tudo. Mary se sentou na minha frente, abriu as pernas e enfiou meus dedos na buceta dela enquanto Fábio me fodia o cuzinho com força. — Olha pra mim enquanto ele te arromba. — ela ordenou, gozando nos meus dedos, o corpo tremendo. Fábio metia cada vez mais rápido. Eu gozei apertando o pau dele no meu cuzinho, gritando. Ele não aguentou: puxou, me virou de frente e gozou jato grosso na minha cara e nos peitos, enquanto Mary lambia a porra escorrendo e me beijava suja. Nos três ficamos ofegantes na cama. Mary, ainda com os dedos molhados, sorriu safada: — Próxima vez você dorme aqui.Quero ver ele te foder a noite inteira enquanto eu assisto. Tomamos um banho e eu fui embora doida pela próxima vez.
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