Continuação: Putatia com minha esposa e suas amigas
O sol de domingo já batia forte pelas janelas da sala quando o primeiro gemido ecoou de novo. Eram quase 10 da manhã, e ninguém tinha fechado os olhos por mais de meia hora. Os corpos ainda fediam a sexo da noite anterior suor seco, porra velha, perfume misturado com buceta e cu arrombados. O ar-condicionado estava no máximo, mas o calor era outro: o das peles coladas, respirações pesadas, bocas que não paravam de chupar, lamber, gemer.Acordei primeiro, com a rola já dura roçando na coxa de Jéssica, que dormia de lado no sofá grande, uma perna jogada por cima da minha. Carol estava de quatro no chão, cabeça apoiada no braço do sofá, dormindo com a bunda empinada e ainda melada. Gabi e Luana emboladas no tapete, uma com a mão dentro da buceta da outra. Paty de bruços na poltrona, piercings nos bicos vermelhos de tanto chupar e ser chupada.Não resisti. Passei a mão na buceta de Jéssica devagar, sentindo ela ainda inchada, quente, escorregadia. Ela abriu os olhos devagar, sorriu safada e sussurrou: — Já quer mais, amor? Então acorda as meninas... hoje ninguém dorme. Só fode.Levantei-me nu, rola apontando pro teto, veias saltadas. Fui até Carol primeiro. Dei um tapa firme na bunda dela, que acordou gemendo. Abri as pernas dela com as mãos e enfiou a língua no cu, lambendo o que restava da porra da noite. Ela empinou mais, gemendo alto: — Isso, Wellington... me acorda assim e me faz de sua puta ...Enquanto isso, Jéssica já estava de joelhos no sofá, chupando Gabi que acordava devagar. Luana se arrastou até mim, pegou minha rola na boca e começou a chupar fundo, o piercing na língua roçando na cabeça do meu pau era uma coisa de louco. Paty acordou com o barulho, veio por trás de mim e enfiou a língua no meu cu, lambendo devagar enquanto me masturbava.A putaria do domingo começou ali mesmo, sem pausa pra café, sem roupa, sem vergonha.Migrarmos pra cozinha. Jéssica sentou na bancada de granito frio, abriu as pernas e chamou: — Vem, amor. Me fode enquanto eu como as meninas.Encaixei na buceta dela, socando forte, o corpo dela balançando. Carol subiu na bancada ao lado, sentou na cara de Jéssica, esfregando a buceta melada. Gabi se ajoelhou entre minhas pernas e chupou minhas bolas enquanto eu metia. Luana e Paty se revezavam chupando os peitos de Jéssica, mordendo os bicos siliconados.Gozei rápido demais, enchendo Jéssica de novo. Saí pingando, e Gabi lambeu tudo, depois beijou Jéssica passando minha porra na boca dela.Almoço???? Nem pensar. Pedimos delivery de pizza e sushi , mas comemos pelados na mesa da sala, com uma delas deitada no centro como “prato”. Paty deitada de costas, buceta aberta; colocamos pedaços de salmão e cream cheese nela, lambendo tudo. Meti na boca dela enquanto comia, gozei na barriga e as meninas lamberam.A tarde virou piscina. A área externa da casa, com a piscina infinita olhando pro vale de Santa Luzia. Sol quente, água gelada. Elas mergulhavam nuas, saíam pingando, peitos balançando. Sentei na borda, rola dura. Jéssica veio primeiro, sentou no meu colo na água, encaixou e rebolou devagar. — Olha pras meninas, amor... elas querem tudo hoje.Carol e Gabi se beijavam na escada da piscina, dedos uma na buceta da outra. Luana e Paty na boia inflável, 69 molhado, água batendo nos corpos.Tirei Jéssica da água, deitei ela na espreguiçadeira, abri as pernas e meti no cu dela ainda aberto da noite anterior. Soquei forte, água escorrendo, ela gritando: — Arromba meu cu, amor! Me fode como se fosse a última vez!As outras se juntaram: Carol sentou na cara dela, Gabi chupou meu pau quando eu saía do cu de Jéssica pra meter na buceta, Luana e Paty lambiam minhas coxas,bolas e cu.Gozo atrás de gozo. Eu enchia uma, saía, metia na outra. Elas se revezavam na minha rola, na minha boca, nos dedos. Porra escorrendo por todo lado, misturada com água da piscina.A noite caiu. Luzes da piscina acesas, música eletrônica baixa no som da casa. Elas colocaram uma playlist de putaria: batidas pesadas, gemidos sampleados. Dançaram peladas na sala, rebolando, se tocando. Eu no meio, sentado no sofá, elas rodando em volta.Jéssica se ajoelhou primeiro: — Hoje é tudo liberado, amor. —Escolhe quem você quer foder primeiro... ou fode todas ao mesmo tempo.Ela me beijou me dando um comprimido não entendi mais aceitei,era tadalafila ela queria que a noite fosse a melhor noite nossa.Peguei Carol de quatro no sofá, meti na buceta enquanto ela chupava Jéssica. Troquei pra Gabi, que sentou no meu colo rebolando forte. Luana veio por trás, enfiou um plug no meu cu enquanto eu metia nela — sensação nova, tesão dobrado. Paty se masturbava vendo tudo, depois sentou na minha cara.A madrugada virou um borrão:gangbang comigo no centro, elas se revezando na minha rola até eu gozar na boca de cada uma, uma depois da outra.Por volta das 5 da manhã, todos exaustos, mas ninguém querendo parar. Deitamos no chão da sala, corpos embolados, suados, melados. Jéssica deitada no meu peito, mão na minha rola mole, sussurrando: — Domingo inteiro fodendo... e ainda tem a segunda, amor. Quer que a gente continue? Ou quer que eu mande elas embora e fique só nós dois?Apertei a bunda dela, sentindo o pau endurecer de novo. — Manda elas ficarem amor. A putaria não para enquanto eu quiser.Ela riu baixo, beijou minha boca e minha rola. — Então se prepara, meu rei me deu outro tafala. Porque segunda-feira a gente vai pro trabalho com as pernas tremendo... mas a noite volta pra cá. E aí ninguém dorme de novo.As amigas gemeram em aprovação, já se tocando de leve, prontas pro próximo round.O sol nasceu de novo, e a casa ainda cheirava a sexo. Ninguém quis dormir. Ninguém quis parar.
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