Chegamos em casa por volta das 4:50 da manhã, o SUV ainda cheirando a sexo, perfume e suor. O portão automático fechou atrás com um clique surdo, e o silêncio da rua de Santa Luzia contrastava com o barulho que ainda ecoava na minha cabeça.Jéssica saiu do carro primeiro, saltos ecoando no piso da garagem. O vestido vermelho estava amarrotado, com manchas brancas secas nos peitos e nas coxas — resquícios da noite. Nem se importou em ajeitar. Virou pra mim com um sorriso safado, olhos brilhando de cansaço e tesão residual. — Vem, amor. A festa não acabou.As quatro amigas desceram atrás: Carol tropeçando um pouco de tanto champanhe, Gabi já tirando o vestido na garagem mesmo, ficando só de salto alto e nada mais, Luana lambendo os lábios ainda com gosto de porra na boca, e Paty rindo alto enquanto abria o zíper do top, deixando os piercings nos bicos brilharem sob a luz fraca.Tranquei o carro, sentindo o meu pau pulsar de novo só de olhar pra aquele bando de putas meladas entrando na minha casa como se fosse delas.A sala principal estava escura, só a luz da piscina iluminando pelas janelas de vidro do chão ao teto. Jéssica acendeu as luzes baixas, aquele tom âmbar que deixava tudo mais pecaminoso. Elas se jogaram nos sofás de couro branco. — Carol de bruços, bunda empinada; Gabi de pernas abertas, esfregando a buceta devagar; Luana e Paty se beijando com língua, mãos nos peitos uma da outra.Jéssica veio até mim, colou o corpo suado no meu, roçando os peitos nos botões da camisa. — Elas querem continuar aqui,amor. Querem provar você... Mas primeiro, eu quero te mostrar o quanto tô destruída por dentro.Puxou-me pelo meu pau até o centro da sala, empurrou-me pra sentar na poltrona de couro que ficava de frente pro sofá principal. Virou-se de costas, levantou a saia do vestido (ou o que restava dele) e se abaixou devagar, abrindo a bunda com as duas mãos.A buceta ainda vermelha, inchada, lábios grandes abertos como se não quisessem fechar mais. Porra seca nas bordas, mas ainda escorrendo fresco do cu e da buceta,mistura de Marcus, Rafael, Thiago e quem mais tenha metido depois. O cuzinho piscava, marcado de tanto ser arrombado. — Olha o que eles fizeram comigo, amor... —sussurrou, rebolando devagar. — Tá sentindo o cheiro? — Tá vendo como tá aberta? — Abri a calça sem pressa,liberando a minha rola que já babava pré-gozo. As amigas olharam, gemendo baixinho. — Vem cá,suas putas vadias. — Jéssica chamou. — Mostrem pro meu macho o que vocês trouxeram da festa.Carol se arrastou de quatro até mim, parou entre minhas pernas e começou a chupar devagar, lambendo da base até a cabeça, gemendo com a boca cheia.Gabi se ajoelhou atrás de Jéssica, enfiou a língua no cuzinho dela, lambendo a porra que escorria, depois subiu e chupou a buceta melada, fazendo barulho molhado.Luana e Paty se aproximaram dos lados. Luana com o piercing na língua roçando na minha pele enquanto chupava meu saco; Paty masturbando-me com a mão enquanto beijava meu pescoço.Jéssica se virou, sentou no meu colo de frente, encaixando a buceta cheia direto na minha rola. Desceu devagar, gemendo alto quando sentiu eu entrar na bagunça quente e escorregadia. — Isso... me fode por cima deles, amor. Sente como tá molhado? Sente os outros gozando dentro de mim ainda?Segurei a cintura dela, soquei pra cima com força, batendo fundo. O som era obsceno: molhado, pegajoso, gemidos dela misturados com os das amigas.Carol subiu no sofá, sentou na cara de Jéssica, esfregando a buceta melíflua enquanto eu metia. Gabi veio por trás, enfiou dois dedos no cu da minha mulher enquanto eu socava a buceta, depois trocou e enfiou a língua.Luana e Paty se revezavam chupando meus mamilos, mordendo de leve, mãos em todo lugar.Senti o gozo subindo rápido demais. Segurei Jéssica pelos cabelos, puxei a cabeça pra trás. — Vou gozar, sua puta... vou encher você de novo. — Goza, amor... mistura tudo... me enche até transbordar!Meti até o talo, gozei forte, jatos grossos e quentes se juntando àquela sopa de porras lá dentro. Jéssica gozou junto, tremendo inteira, gritando meu nome enquanto apertava por dentro.Quando saí, a porra escorreu em cascata pelas coxas dela, pingando no chão de porcelanato. As amigas se jogaram no chão, lambendo tudo. — Carol chupando a buceta dela, Gabi o cu, Luana e Paty lambendo as coxas e o pau que ainda pingava.Jéssica se arrastou até mim, beijou minha boca devagar, passando o gosto de tudo. — E agora? — perguntou, voz rouca.Sorri, ainda ofegante. — Agora vocês dormem aqui. Amanhã de manhã eu acordo vocês uma por uma... e fodo cada buraco de vocês até ninguém aguentar mais andar.Paty riu, deitada no chão com as pernas abertas. — Promessa é dívida,em Wellington.Jéssica se aninhou no meu peito, ainda melada.— Eu amo quando você manda, amor. Amanhã a gente continua... e da próxima vez, quem sabe a gente leva elas pra um fim de semana inteiro numa chácara. Só putaria, sem parar.Apertei a bunda dela, sentindo o pau dar sinal de vida de novo. Combinado. Mas lembra: no final, quem manda sou eu.Ela sorriu safada. — Sempre soube disso, meu rei.A noite terminou com todos embolados no sofá grande, corpos suados e melados, respirando pesado. O sol já começava a nascer lá fora, mas ninguém tinha pressa de dormir.A putaria só estava começando.
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