Mesmo sendo um conto independente. Ler o conto: (244974 - O Pai Do Meu Amigo Me Fez De Putinha) , te fará entender melhor o que se segue.
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Tem coisas que acontecem com a gente, que nos coloca para pensar e analisar os mistérios da vida e tudo o que envolve os encontros entre pessoas.
Todas as vezes em que eu fui fodido pelos seguranças lá da obra no colégio, eles sempre falavam que iriam chamar o supervisor da obra para me foder junto com eles.
Agora eu já tinha conhecido o supervisor, ele era o pai do meu amigo, o André. Ele já tinha me fodido e sentenciado que eu seria sua putinha.
Essas coisas martelavam minha cabeça de uma maneira forte. Não era nada negativo, era só surpreendente e inusitado. Eu sentia até meu cuzinho piscando só de pensar nisso tudo.
Depois da foda com o Vicente, pai do André, eu fui pra casa e fiquei pensando em tudo, principalmente no fato de ter visto os dois conversando e olhando para mim, quando eu estava indo embora.
Aquela sensação de que eles falavam sobre mim ainda pairava sobre minha cabeça, me deixando curioso, excitado e com medo, tudo ao mesmo tempo. Eu não sabia como o André reagiria aos saber que o amigo dele era um putinho que levou muita rola do pai dele.
Tudo tinha acontecido no sábado e eu consegui falar vagamente com o André no domingo à tarde, só para saber se ele tinha conseguido se virar com o resumo do trabalho que eu entreguei para ele, pois a apresentação do mesmo seria na quinta-feira. Ele falou brevemente comigo, disse que estava tudo bem e, ao terminarmos o papo, ele me perguntou:
— E aí Vitão, gostou de ter conhecido meu pai? Ele te tratou bem?
— Gostei sim, ele me tratou bem. Conversamos um pouco, na esperança de você chegar em casa, foi isso. – Falei meio nervoso e sentindo uma curiosidade maliciosa na pergunta dele.
— Eu te falei que o velho é bacana. Nós somos muito ligados, só temos um ao outro. Ele também me falou sobre você. – Eu ouvi isso e meu coração disparou. O que será que o Vicente tinha falado para o André?
— O que ele falou sobre mim? – Eu perguntei ansioso e ouvi um certo risinho do outro lado. Acho que ele notou minha ansiedade.
— Calma amigão! Ele só me falou que você é um carinha muito legal e é para eu te trazer mais vezes aqui em casa.
— Que bom! Fico feliz que ele tenha gostado de me conhecer. – Eu respondi tentando passar uma calma que eu não estava sentindo.
— Eu sei. Imagino como você está feliz. – Ele disse isso e deligou o telefone, me deixando com uma pulga enorme atrás da orelha.
A quinta-feira chegou rapidamente e com ela a ansiedade pela apresentação do trabalho. Eu tinha certeza que o trabalho estava bom, minha preocupação era saber se o professor não notaria que os dois trabalhos tinham sido feitos por mim.
O André, ao contrário de mim, estava completamente tranquilo. Ele apresentou o seu trabalho, eu apresentei o meu e, para minha surpresa, a nota dele foi maior do que a minha. Eu tinha feito o trabalho, ele tirou nota nove e eu nota oito. Ele riu muito da minha cara e ainda me provocou bastante. Me fazendo rir também.
— Obrigado amigão! Você é um carinha muito especial e merece uma boa recompensa. Vamos lá em casa tomar alguma coisa para comemorar.
— Não sei se devo André. Eu não avisei nada para minha mãe. – Eu ponderei. Não tinha certeza se deveria voltar àquela casa, assim tão rapidamente. Não sabia se encontraria o pai dele por lá.
— Deixa de ser cuzão, moleque. A gente liga pra sua mãe e avisa. Se for preciso eu falo com ela. – Ele disse sorrindo e me abraçando calorosamente. Eu não resisti àquele abraço e liguei para minha mãe que, mesmo reclamando um pouco, não se opôs a minha ida à casa do André.
Assim que chegamos à casa dele, ele foi direto para o quarto para se trocar e eu fiquei na sala bebendo um copo d’água que ele havia me servido.
— Chega aqui Vitão. Vem aqui no quarto pra gente ficar conversando. – Eu me levantei e fui em direção ao quarto do André que ficava no fim de um corredor lateral que leva em direção ao quintal, onde ficava a piscina.
Ao entrar eu fiquei surpreso, pois ele estava só de cueca branca, já tinha tirado a roupa e jogado ao lado da cama. Eu fiquei em pé, olhando para seu corpo exposto. Eu sabia que ele era bonito, mas nunca tinha visto ele assim só de cueca. Era um corpo que lembrava o do pai dele, só que numa versão mais jovem. Demorei tanto olhando que ele deu um risinho e logo falou:
— Que foi parceiro, nunca viu macho de cueca não? Gostou do corpão do macho aqui? – Ele falou em tom de brincadeira, me tirando daquele transe em que eu me encontrava.
— Você é muito bobo moleque. Tá me estranhando? – Eu disse bancando o surpreso, mas vendo um brilho diferente nos olhos do meu amigo, um brilho que ele nunca tinha me mostrado. Nessa hora senti meu peito acelerar e o meu cuzinho aquecer.
— Bobo é você Vitão. Eu estou vendo teus olhos gulosos para meu corpo. Pega nada não amigo. Não é de hoje que eu te observo. Fica com medo não. Se tiver com vontade pode tocar, eu deixo. – Ele disse isso apertando o pau que já ficava duro na cueca e se aproximando mais de mim.
— Estou te estranhando André. Você nunca falou assim comigo. Nunca teve essas ideias para meu lado.
— Eu te conheço bem, moleque. Mesmo tendo pouco tempo de amizade. Também já ouvi umas coisas por aí. Sabe como é cidade pequena. – Eu ouvi aquilo e engoli em seco. Sentindo o cheiro dele perto de mim.
— De quem você ouviu is... – Eu nem cheguei a concluir a pergunta. Ele puxou minha mão que estava trêmula e suada e passou pela sua barriga sarada, descendo em direção à cueca.
— Aproveita amigão. Hoje eu tô facinho e muito a fim de putaria. Vamos comemorar a nossa nota no trabalho. Esse é o teu prêmio. Eu sei que você curte.
Meu cuzinho piscou e eu realmente não estava nem um pouco a fim de resistir. Apertei seu pauzão por cima da cueca e colei meu corpo ao dele, para sentir o seu calor.
— Tira essa roupa. Tá muito quente aqui e eu estou pelado, em desvantagem. Vou à cozinha pegar uma bebida pra gente, já volto.
Ele saiu e eu arranquei minha roupa fora, ficando só com a cuequinha minúscula que eu usava. Ele voltou com duas cervejas na mão e me entregou uma, virando a outra na boca, bebendo rapidamente.
— Tá com sede, né? – Eu falei, dando um gole na minha e passando a mão na barriga dele.
— Uma cervejinha deixa a gente mais leve, mais solto para uma boa sacanagem. – Ele apertou o pauzão novamente e me puxou pra perto dele, me empurrando para baixo. Eu desci passando a língua por sua barriga, sentindo sua pele se arrepiar. Ao chegar na cintura eu puxei a cueca pra baixo e o pau dele pulou para fora. Duro, comprido e torto para a direita. Era grande, não do tamanho do pau do pai dele, mas era um belo pau que eu logo fiz questão de lamber e engolir todo.
— Caralho parceiro! Que boquinha é essa? Quente e macia. Engole meu pau, vai. Mama gostoso. – O puto falou isso e atolou o pau em minha garganta, segurando a minha nuca como se eu quisesse fugir. Isso nem passava pela minha cabeça.
Eu mamei aquele pau, sentido o cheiro e a fome com que ele estava. Ele gemia e empurrava o pau em minha garganta, como se quisesse testar até onde eu conseguiria engolir seu caralho.
Ele sentou na beirada da cama e eu me ajoelhei entre suas pernas. Lambi bem seu pau, indo da cabeça até as bolas, onde eu brincava com a língua, fazendo ele gemer muito e se arrepiar inteiro. Ele se curvou mais para trás e eu desci minha língua em direção ao seu cuzinho, tocando de leve a ponta da língua e sentindo a respiração dele acelerar.
— Assim você me assusta. Brinca com meu cuzinho não. – Ele falava, mas não mudava de posição.
— Fica tranquilo, eu gosto de rola. Só quero te dar prazer. Ergue um pouco mais as pernas. Experimenta novas sensações. – Eu falei isso, sabendo como uma língua no cu é gostoso, tanto para o passivo como para o ativo.
Ele me encarou com um olhar entre desejo e insegurança, mas ergueu um pouco as pernas e eu lambi de leve seu rego, forçando a ponta da língua em seu buraquinho apertado. Ele soltou um gemido alto e segurou minha cabeça.
— Caralho, o que é isso? – Ele gemeu forte.
— É prazer, cara! Os machos deviam se abrir mais para isso. Se permitir mais. – Eu continuei lambendo seu cuzinho, sentindo o corpo dele vibrar.
— Muito bom! Vem cá, eu quero retribuir. – Ele me puxou e me colocou de quatro na cama. Em seguida meteu a língua em meu cuzinho e lambeu gostoso. Chupou e mordeu, me fazendo gemer alto. Eu estava entregue àquela putaria que jamais esperei acontecer. Embora desejasse.
— Tá muito bom André! Fode meu cuzinho com a língua. Mete em meu rabo essa língua quente. Tá muito gostoso. – Eu gemia e pedia como um louco no cio.
— Bundinha gostosa você tem, moleque! Vou foder sim. Vou foder com a língua e com meu pauzão. Vou arrombar esse teu cuzinho.
— Pode fazer o que quiser comigo, seu puto. – Eu falei isso e me abri ainda mais, sentindo-o chupar meu cuzinho, e me foder com a ponta da língua.
Ele parecia já ter feito isso antes. Tinha o jeito certo de chupar um cuzinho. Eu senti o pauzão dele deslizando em meu reguinho, lubrificado com sua saliva. Logo a cabeça estava sendo forçada em meu cuzinho. Eu gemi um pouco, mesmo lubrificado, eu sabia que ia doer um pouquinho na entrada.
Ele se esticou um pouco e abriu uma gavetinha na parte baixa do guarda-roupas e pegou um tubinho de gel, me surpreendendo novamente. O que ele fazia com aquele gel guardado ali? Fiquei imaginando. Nem deu tempo de pensar muito, pois senti o gel frio sendo espalhado em meu rabo e logo a cabeça voltou a ser forçada.
— Vai com calma. Mete devagar. – Eu gemi baixinho.
— Relaxa moleque. Eu sei que você aguenta muita rola nesse cuzinho. – Pelo jeito ele tinha muitas informações sobre meu lado sexual. Eu senti a cabeça de seu pau deslizando pra dentro e gemi gostoso. Sentindo aquela dor deliciosa da penetração.
— Mete, puto! Fode meu cuzinho. – Eu gemi alto. Senti seu pau mergulhar em meu buraco quentinho.
— Tô metendo parceiro. Tô metendo! Hoje você vai ser bem fodido, do jeito que merece. – Ele segurou em minha cintura e deu um tranco forte, me arrancando um gritinho. Em seguida puxou o pau quase todo pra fora e voltou a meter até o talo. Me fazendo gritar novamente.
— Delícia! É assim que se faz. Mete fundo no cuzinho dele, filhão. Aqui tá muito animado. Posso brincar também?
Eu ouvi isso e virei minha cabeça para o lado da porta, vendo o Vicente, pai do André, entrando no quarto só de cueca, com duas latinhas de cerveja na mão. Uma ele já virava na boca e outra ele passou para o filho que virou na boca, dando um golão e depois pôs na minha, que acabei de beber o que sobrou. Tentei me mexer, mas ouvi o comando:
— Quieto putinho! Estou com meu pau enterrado no teu cu. Tem mais rola pra você aqui. Topas? – O André falou, deu um tapa em meu rabo e piscou o olho para o pai, que já abaixava a cueca e mostrava o pauzão duro. Eu nada falei, só abri a boca e logo estava mamando o pai e sendo arrombado pelo filho.
O Vicente castigou minha garganta e meteu com gosto, enquanto o filho abria meu rabo para ver a rola sumir dentro do meu cuzinho.
Minutos depois ele passou o meu rabo para o pai e eu senti a diferença do tamanho. Gemi ao sentir a cabeçona entrando:
— Ah meu cuzinho! Tá me arrombando porra. Delícia esse teu pauzão. Arromba meu cuzinho, seus putos.
— É filhão! De todos os putinhos que a gente já dividiu esse é o melhor, além de aguentar muita rola no cu, ainda gosta e pede mais. Geme putinho! Geme na minha rola. Hoje é entre pai e filho.
A partir daquele momento eles se revezaram em meu cu e meteram sem dó. Arrombaram e arregaçaram meu cuzinho com fúria e muito tesão. Aqueles dois eram putos de longa data. Pervertidos.
— Vou gozar paizão! Vou encher esse cuzinho de leite. – Gemeu o André!
—Goza filho! Enche esse rabo de leite que eu também vou gozar.
— Ah porra!!! Tô gozando. Tô enchendo teu cu de leite, filho da puta gostoso. – O André urrou e eu senti seu pau pulsando dentro de mim. Nessa hora meu pau pingou de tesão. Eu estava prestes a gozar.
O André puxou o pau de dentro do meu cuzinho e eu senti o leite dele escorrendo, saindo de mim e descendo pelas minhas coxas.
— Vira, putinho! Quero te dar leite olhando em tua carinha safada. – O Vicente falou grosso e me virou de costas na cama, me puxou pra perto da beirada e colocou minhas pernas em seus ombros. Meteu o pauzão em meu cuzinho e olhou dentro de meus olhos, enquanto bombava, indo fundo dentro de mim.
— Ah caralho, meu cuzinho. Goza putão. Me dá leite no cu. – Eu gemia desesperado, sentindo meu gozo chegar. Ele percebeu o meu desespero, aumentou as bombadas e segurou meu pau com aquelas mãos imensas. Bateu uma punheta apertando meu pau e logo nós dois explodimos num gozo intenso, que me deixou tonto.
Fomos para o banheiro, os três. Depois fomos para a piscina e lá eles me foderam novamente, arregaçando meu rabo, me deixando assado de tanto levar rola.
A partir daquele dia eu virei o putinho e o depósito de porra daqueles dois. Eles me fodiam toda semana, às vezes até mais de uma vez por semana.
Até meu pai percebeu que eu estava tendo um caso fixo. Ele brincou comigo, dizendo que agora eu iria esquecer o pau dele.
Terminamos o ano letivo e chegou a hora de decidir que curso fazer. O André não queria muito ir para a faculdade, mas o pai fez questão de que ele fizesse o vestibular para ter uma profissão decente.
Eu também não sabia muito bem o que queria fazer, estava em dúvida entre nutrição, pois já sabia cozinhar, aprendi tudo com minha mãe e também tinha muito prazer fazendo isso. Também pensava em administração. Estava em dúvida, mas era chegada a hora de decidir.
Enquanto isso eu continuava servindo meus dois putos, dando meu cuzinho sempre que eles queriam.
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Conto Registrado no Escritório De Artes e protegido pela Lei 9.610 de Fevereiro de 1998. Proibida a reprodução sem autorização do autor.
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