Rosa flagrada pelo filho

A noite de sexta-feira na residência do casal era o retrato da sofisticação: o aroma de manjericão e massa artesanal perfumava o ar, enquanto garrafas de um encorpado Tannat eram esvaziadas sobre a mesa de mogno. Os três amigos do marido — todos homens de meia-idade, influentes e de modos polidos — conversavam sobre política e o mercado imobiliário, mas seus olhos, com o passar das horas e do álcool, não conseguiam evitar o decote profundo de Rosa.
Rosa, a anfitriã impecável, servia as fatias de pizza com uma graciosidade estudada. Sob o vestido de seda preta, ela não usava nada, exceto a coleira de couro fino que o marido exigira que ela escondesse sob um lenço de grife. Quando a última garrafa foi aberta, o marido, sentindo o clima de tensão sexual atingir o ponto de fervura, deu o sinal.
— Meus amigos, a pizza estava excelente, mas Rosa preparou uma sobremesa que não está no cardápio — anunciou ele, com um sorriso enigmático.
Ele puxou o lenço do pescoço de Rosa, revelando a coleira. Sob o olhar atônito e faminto dos convidados, o marido ordenou que ela se ajoelhasse no centro do tapete persa da sala de estar e levantasse o vestido. O choque inicial dos amigos foi rapidamente substituído por uma luxúria desenfreada ao verem a nudez farta e já úmida da professora.
— Ela é de vocês esta noite — sentenciou o marido, acomodando-se em sua poltrona favorita com uma taça de vinho na mão, assumindo o papel de espectador soberano.
O que se seguiu foi um gangbang coreografado pelo desejo bruto. Os três homens cercaram Rosa ali mesmo, no chão da sala. Arnaldo, o mais impaciente, libertou o pênis e invadiu a buceta de Rosa com uma estocada seca, enquanto Ricardo, ajoelhado à frente dela, forçava a boca da anfitriã. O terceiro, Maurício, explorava os seios de Rosa, mordendo os mamilos enquanto aguardava a sua vez de reivindicar um buraco.
Rosa delira sob a ação dos três. Ela sentia a pressão da carne de Arnaldo rasgando sua intimidade, o sabor metálico de Ricardo inundando sua garganta e o peso das mãos de Maurício em seu corpo. A humilhação de ser usada pelos amigos do marido, em sua própria sala, cercada por restos de pizza e taças de vinho, era o combustível que a fazia gemer de forma animalesca.
— Fodam ela com vontade! — incentivava o marido da poltrona. — Quero ver a professora perder a compostura!
A troca de posições era constante. Rosa foi colocada de quatro, com o "retiro" empinado para a luz do lustre. Maurício, aproveitando a abertura, invadiu o cu de Rosa sem qualquer aviso. Ela soltou um grito abafado pela mão de Arnaldo, que agora tomava sua boca novamente. Rosa era um túnel de carne preenchido por todos os lados: a buceta ocupada por Ricardo, o cu sendo dilatado por Maurício e a boca devorada por Arnaldo.
O som na sala era uma mistura de estalos de pele, respirações pesadas e o tilintar do gelo nos copos. Rosa sentia-se a "vadiagem doméstica" personificada, uma mola de carne que recebia as estocadas de três homens diferentes enquanto seu dono assistia a tudo, masturbando-se calmamente em sua poltrona.
No clímax da noite, os três amigos atingiram o limite quase simultaneamente. Rosa recebeu os jatos quentes e espessos de sêmen em todas as suas cavidades. Maurício gozou fundo em seu cu, Ricardo preencheu sua buceta até transbordar e Arnaldo descarregou em sua garganta, obrigando-a a engolir a mistura de prazer e desonra.
Quando os homens se afastaram, exaustos e recompondo suas roupas com mãos trêmulas, Rosa permaneceu deitada no tapete, coberta pelos fluidos dos convidados, o corpo marcado e o olhar perdido no teto. O marido levantou-se, caminhou até ela e derramou o resto de seu vinho sobre o ventre de Rosa, batizando a cena.
— Excelente recepção, Rosa — disse ele, com um beijo frio em sua testa. — Os convidados estão satisfeitos. Agora, limpe-se e prepare o café. Temos um longo sábado pela frente.
O barulho da chave na fechadura foi abafado pelos gemidos rítmicos e pelo som da carne batendo contra a carne na sala de estar. Enzo, voltando mais cedo de um encontro, parou no hall de entrada, o corpo paralisado pelo que os seus olhos custavam a processar sob a luz morna do lustre de cristal.
Ali, no centro do tapete persa, entre garrafas de vinho vazias e restos de pizza, a sua mãe estava desaparecida sob o corpo de três homens. Rosa estava de quatro, os cabelos presos nas mãos de Ricardo, que a fodia pela boca com uma força bruta. Mas o que fez o sangue de Enzo ferver foi ver a dupla penetração simultânea: Arnaldo castigava a buceta de Rosa com estocadas curtas, enquanto Maurício, com um esforço visível, dilatava o cu da professora, invadindo o seu retiro com uma fúria possessiva.
O pai de Enzo estava sentado na poltrona lateral, uma taça de vinho na mão, assistindo ao espetáculo com o olhar de um imperador romano. Rosa não era mais a mãe que lhe dava conselhos; era uma mola de carne, um túnel orgiástico que recebia o vigor dos amigos do pai. Enzo sentiu um choque elétrico percorrer a espinha, seguido por uma ereção violenta que tencionou o tecido da sua calça. Ele ficou ali, nas sombras, observando o rosto da mãe transfigurado pela dor e pelo prazer abjeto, antes de subir as escadas sorrateiramente, o coração martelando nas costelas.
Já trancado no quarto, ele desabou na cama, o fôlego curto. Pegou o celular com as mãos trêmulas e abriu a conversa com Emily.
Enzo: "Cara, você não tem noção do que tá rolando na sala agora."
Emily: "O que foi? Outro jantar de negócios do papai?"
Enzo: "Muito pior. Ou melhor. Entrei agora e vi a mãe no tapete. Três caras em cima dela. O Arnaldo e o Maurício estão abrindo ela no meio. Dupla penetração, Emily. O cu e a buceta ao mesmo tempo, e ela tá engolindo o Ricardo."
Emily: "Pqp... Sério?? O papai deixou você ver?"
Enzo: "Ele nem me viu. Entrei de fininho. Mas a cena... a mãe tá parecendo uma cadela no cio, Emily. Ela tá toda lambuzada de vinho e de... você sabe. Eu nunca vi ela tão destruída e tão entregue."
Emily: "Eu sabia que esse jantar ia terminar assim. O cheiro de pau deve tá chegando aí em cima kkkk. Ela tá gritando?"
Enzo: "Abafado, porque a boca tá ocupada. Mas o barulho da carne batendo tá ecoando na casa toda. Meu pau tá parecendo uma pedra. Acho que o papai finalmente transformou ela na servidora oficial do grupo."
Emily: "Grava um áudio se conseguir. Quero ouvir a professora perdendo a linha."
Enzo bloqueou o celular e ficou olhando para o teto, ouvindo os estalos que vinham do andar de baixo. A imagem do cu da mãe sendo dilatado pelo amigo do pai não saía da sua mente, transformando o respeito filial em uma cumplicidade perversa e excitada que mudaria para sempre a dinâmica daquela casa.
Enzo deslizou pelas sombras da escadaria com a cautela de um larápio em sua própria morada. O celular, empunhado como uma arma de voyeurismo, já estava no modo de vídeo, a lente sedenta pelo flagrante que Sabino descreveria como o avesso da moral mineira. Ao atingir o último degrau, a visão que se descortinou era uma tela viva de vadiagem doméstica, iluminada pela luz amarelada que conferia à pele de Rosa um brilho de suor e entrega.
Pelo visor do aparelho, Enzo enquadrou a cena. Rosa estava agora em uma posição de sacrifício total: deitada de costas sobre a mesa de jantar, entre pratos sujos e taças caídas. Arnaldo mantinha as pernas dela jogadas sobre os ombros, expondo a fenda escancarada que era bombardeada por Ricardo. Simultaneamente, Maurício, de pé na cabeceira, forçava o "retiro" de Rosa, que se dilatava de forma obscena a cada estocada anal.
“Olha só para essa cadela...”, pensou Enzo, o polegar tremendo sobre o botão de gravar. “A professora de literatura, a mulher que cita versos de amor no jantar, agora é apenas um pedaço de carne sendo rasgado por todos os lados. Olha como o cu dela abre para o Maurício... parece que nasceu para ser arrombada pelos amigos do papai.”
O zoom da câmera focou no rosto de Rosa. Ela estava com a boca entreaberta, um fio de saliva escapando enquanto recebia os dedos de Arnaldo para morder. Não havia dor no olhar dela, apenas uma abnegação bovina, uma aceitação de que o seu corpo era o território onde a hospitalidade do marido se manifestava.
“Ela adora”, Enzo comentou mentalmente, sentindo o pau latejar contra o jeans. “Vejam como ela empurra o quadril contra o Ricardo enquanto o outro entra no rabo dela. É uma mola de luxúria. O papai transformou a mamãe no prato principal, e ela está adorando ser devorada. Que vadia... a maior puta de Minas Gerais está na minha sala e eu a chamo de mãe.”
O som na sala era uma mistura de respirações pesadas e o estalo rítmico da pele batendo contra a madeira da mesa. Enzo registrava cada detalhe: a pele avermelhada das nádegas de Rosa sob as mãos de Maurício, a umidade farta que pingava no tapete, e o olhar gélido de seu pai, que assistia a tudo como quem aprecia um bom investimento.
“A Emily vai enlouquecer com isso”, pensou ele, enquanto captava o momento em que Maurício retirava o pau do cu de Rosa e o enfiava na boca dela, trocando de lugar com Ricardo. “A boca dela agora é o receptáculo do sêmen de todos eles. Que descaramento. Amanhã ela vai estar na missa com esse mesmo rosto, mas eu vou saber que essa garganta foi explorada até o fundo por três homens hoje.”
Satisfeito com o registro daquela infâmia familiar, Enzo recuou para a escuridão, guardando no bolso o tesouro digital que transformaria a imagem de Rosa em algo que nenhum livro poderia explicar.
Enzo subiu as escadas degrau por degrau, o coração ainda disparado e o celular queimando na mão. Já trancado no quarto, ele selecionou o vídeo — um arquivo pesado, carregado de gemidos abafados e do som rítmico da carne batendo contra a mesa de jantar — e enviou para Emily.
Não demorou dez segundos para o "visualizado" aparecer.
Emily: "PQP, Enzo! Eu não achei que o papai fosse chegar a esse ponto na sala de jantar! Olha o estado dela..."
Enzo: "Você viu o zoom que eu dei no rabo dela? O Maurício estava entrando com tudo. A mamãe foi completamente arrombada hoje, Emily. Olha como o cu dela dilatou."
Emily: "E as tetas? Elas estão enormes, parecem que vão explodir com aquelas correntes puxando. Ela está com um corpo de absoluta vadia. O papai realmente soube 'treinar' a carne dela. Olha a cara de transe que ela faz quando o Ricardo puxa o cabelo dela."
Enzo: "O que mais me choca é a passividade. Ela não reclama, ela se oferece. Ela empurra a bunda contra o pau do Maurício enquanto engole o outro. É uma performance de profissional. Se eu não soubesse que é nossa mãe, eu diria que é a puta mais cara da cidade servindo os donos do poder."
Emily: "Mas ela É a puta da cidade, Enzo. Só que exclusiva do papai e dos amigos dele. Olha o brilho da pele dela, tá toda lambuzada de suor e... bom, você sabe. Amanhã no café da manhã eu vou olhar para essa boca e só vou conseguir imaginar ela sendo explorada por esses três."
Enzo: "Eu não vou conseguir olhar na cara dela sem rir. O corpo dela é perfeito para isso, Emily. Aquelas coxas grossas aguentando o peso dos caras... O papai tem um troféu em casa e a gente finalmente viu como ele usa."
Emily: "Guarda bem esse vídeo. É a prova de que a moral dessa casa é só fachada. A mamãe é uma mola de carne e o papai é o mestre das cerimônias. Quero só ver a cara dela amanhã quando eu perguntar se o jantar estava 'saboroso'."
Enzo bloqueou a tela, sentindo um misto de poder e uma excitação proibida que pairava no ar da casa como o cheiro de incenso em uma igreja profana. Lá embaixo, o silêncio finalmente se instalava, interrompido apenas pelo som de uma última garrafa de vinho sendo aberta.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 05/01/2026

Um relato muito Ilustre




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Rosa flagrada pelo filho

Codigo do conto:
251040

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
04/01/2026

Quant.de Votos:
6

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