Minha Filha não usa mais calcinha, Capítulo 4 - A praia

A sugestão pairou no ar da sala como uma nuvem de incenso, perfumando o ambiente com a irreverência que se tornara a nova moeda corrente da casa. Era uma tarde preguiçosa, daquelas de sol a pino, e o tédio já começava a fazer a sua ronda habitual.
— Devíamos fazer algo divertido — propôs minha mulher, esticando os braços e o corpo nu, que parecia ainda vibrar com as memórias da noite anterior.
Minha filha, sentada no chão, dedilhava um violão desafinado. Ergueu os olhos para nós, um brilho de travessura dançando neles.
— Eu topo. Que tal uma praia? Mas não uma praia qualquer... — fez uma pausa dramática, os lábios se curvando num sorriso malicioso — Que tal uma praia de nudismo?
O violão silenciou. Olhei para minha mulher. Seus olhos, antes sonhadores, agora brilhavam com uma aprovação imediata.
— Excelente ideia! — exclamou ela, batendo palmas. — Uma praia onde a gente não precise se preocupar com marcas de biquíni.
Eu senti um calafrio na espinha. A ideia de expor publicamente aquela nova dinâmica familiar me causava um misto de pavor e uma curiosidade inconfessável. Mas o "não" já não era uma opção viável naquela casa.
— Ah, é?... — Fingi que pensava no assunto. — Tudo bem. Vocês venceram. Uma praia de nudismo seja. Mas eu vou de sunga.
Mãe e filha trocaram um olhar de vitória, e minha filha deu um pulo, abandonando o violão.
A preparação para a praia foi um espetáculo à parte. Quando finalmente desci, vestido com minha regata e meu bermudão por cima da sunga, encontrei as duas já na sala. Elas haviam optado por uma elegância minimalista: cada uma enrolava no corpo uma canga estampada, amarrada acima dos seios, como se fossem vestidos de verão. Mas a forma como as cangas caíam revelava, sem sombra de dúvida, a nudez completa por baixo. Não havia volume de calcinhas ou sutiãs; apenas a fluidez do tecido sobre a pele, e os contornos evidentes de seus corpos.
Minha mulher vestia uma canga de tons terrosos, que realçava a sua pele bronzeada, enquanto minha filha optara por uma estampa vibrante, com desenhos de pássaros tropicais que pareciam dançar sobre sua juventude. Elas pareciam duas deusas de uma tribo ancestral, prontas para um rito de passagem.
— Pronto, pai? — perguntou a menina, com um sorriso que prometia mais travessuras do que a brisa do mar. — O carro já está nos esperando?
No carro, o ambiente era de uma leveza contagiante. Minha filha cantarolava uma música pop enquanto minha mulher, ao meu lado, dava risadinhas e me lançava olhares cúmplices.
— Não precisa ficar tão tenso, meu amor — disse minha mulher, tocando minha coxa por cima do tecido. — É só uma praia. E afinal, você já viu tudo o que tinha para ver. Qual é a diferença de ver outras pessoas?
— A diferença é que as "outras pessoas" não são a minha família — respondi, tentando manter a compostura enquanto o pensamento da filha nua na praia de nudismo martelava em minha mente.
A menina, do banco de trás, inclinou-se entre os bancos.
— Ah, pai, qual é? Não seja careta. Imagine a liberdade! Sem areia na calcinha, sem marca de bronzeado esquisita... É o paraíso!
Eu soltei um suspiro, mas um sorriso acabou escapando. O paraíso, pensei, às vezes vem em embalagens inusitadas e nos força a reavaliar todos os nossos conceitos sobre o que é aceitável. A estrada seguia, levando-nos para a beira-mar, e eu sabia que, em breve, meu corpo e minha mente seriam desafiados a abraçar uma nova forma de desnudamento.
A estrada de terra chacoalhava o carro, e o som das ondas, inicialmente distante, começava a se impor. Quando finalmente estacionamos, o cheiro de maresia invadiu o ambiente, e com ele, a realidade do que estávamos prestes a fazer. Pelo caminho estreito de dunas, já se podia avistar a faixa de areia.
Minha primeira impressão foi de um certo alívio, misturado a uma estranha familiaridade. Havia pessoas de todas as idades, corpos de todas as formas, despidos com uma naturalidade que, paradoxalmente, parecia mais vestida de honestidade do que as roupas que havíamos deixado no carro. Homens liam à sombra de guarda-sóis, mulheres conversavam em grupos, crianças brincavam na areia. Tudo normal, exceto pela ausência total de panos.
Minha mulher e minha filha, com suas cangas coloridas, pareciam duas borboletas prestes a se libertar. Tiraram as cangas com a mesma desenvoltura de quem tira um casaco. E lá estavam elas, meus dois faróis de ousadia, completamente nuas, caminhando pela areia quente com uma liberdade que eu, em minha sunga, observava com uma mistura de admiração e uma pontada de... inveja?
— Viu só, pai? Não é o fim do mundo — disse minha filha, girando sobre os calcanhares, os cabelos loiros voando com a brisa, a pele jovem brilhando sob o sol. A mata escura entre as pernas era um contraste gritante com a claridade da areia.
Minha mulher, com a pele mais bronzeada e as curvas mais maduras, abriu um sorriso para mim.
— Venha, Fernando. O sol está uma delícia.
Fiz como pude para acompanhar o ritmo delas. Estendi minha toalha, tirei a bermuda e a regata, ficando apenas com a sunga. Era o meu último bastião, a minha última concessão à civilidade que teimava em se agarrar a mim. Elas deitaram-se ao sol, minha mulher de bruços, o corpo pleno e relaxado, e minha filha, de costas, a pele dourando rapidamente.
O tempo passou. O barulho do mar, o calor na pele, a ausência de inibições alheias... comecei a me sentir mais à vontade. Até que minha filha se levantou.
— Vou dar um mergulho! — gritou ela, e saiu correndo em direção às ondas, o corpo nu balançando ritmicamente, cada músculo em movimento.
E foi nesse momento que a realidade me atingiu com a força de uma onda. Não pude deixar de notar os olhares. Não eram olhares lascivos ou invasivos, mas olhares. De homens deitados na areia, de outros caminhando pela orla, todos os olhos pareciam seguir a figura esbelta da minha filha, que entrava no mar como uma sereia moderna. Aos poucos, percebi que meu próprio corpo, subitamente, estava reagindo àquela visão. Por baixo da sunga, uma ereção inconfundível começou a se formar, firme e teimosa.
Minha mulher, que até então parecia absorta em seu banho de sol, virou ligeiramente a cabeça para o lado. Seus olhos semicerrados caíram sobre mim, e depois, desceram, notando o volume que eu tentava, inutilmente, disfarçar.
— Ora, ora, Fernando — disse ela, com um tom de voz arrastado, carregado de uma doçura irônica. — Parece que a sua "crônica" particular está ganhando vida própria por baixo dessa sunga. Pelo visto, o naturismo tem seus encantos, não é mesmo? E quem diria, a nossa sereiazinha consegue ser inspiradora até para o próprio pai.
Ela deu uma risadinha baixa, voltando a fechar os olhos, como se a cena fosse a coisa mais natural do mundo. Eu fiquei ali, de pau duro, entre o sol, o mar e o olhar de minha mulher, sentindo que o limite entre o desejo e a família havia sido, mais uma vez, maravilhosamente borrado.
A areia escaldante parecia ferver sob meus pés, mas o calor que subia pela minha espinha era de outra natureza. Minha filha saiu do mar, a água escorrendo pelos seios firmes e pela mata escura, que agora, ensopada, parecia ainda mais densa e selvagem. Ela parou diante de mim, notando imediatamente a minha luta inglória contra o tecido da sunga.
— Nossa, pai! — ela soltou uma gargalhada, sacudindo o cabelo e jogando gotículas de água salgada no meu rosto. — Pelo visto, a brisa do mar é afrodisíaca por aqui. Ou será que foi o meu mergulho?
— É o sol, minha filha... o sol — tentei balbuciar.
Minha mulher sentou-se, os seios fartos balançando com o movimento, e trocou um olhar de puro deboche com a menina.
— Deixe o seu pai, querida. Ele está em estado de choque estético.
As duas riram. Minha filha se deitou ao lado da mãe para pegar sol. A visão das minhas duas musas, juntas, não ajudava em nada o meu estado.
De repente, escuto melhor a conversa das duas. Elas estavam comentando sobre os homens que passavam por ali. Tentei protestar, mas fui silencioado:
— Querido, nós também temos o direito de apreciar a paisagem! – disse minha esposa, seguida de uma risadinha travessa e cúmplice de minha filha.
E assim começou o meu suplício. As duas, totalmente nuas e relaxadas, a observar cada homem que cruzava a nossa frente como se estivessem julgando uma exposição de arte. Eu, entre o ciúme que me corroía e um tesão que me sufocava, ouvia o diálogo:
— Aquele ali? Muito tímido. Um "amendoim" triste — disse a mãe, apontando para um senhor que passava.
— E aquele loiro, mãe? — perguntou a filha. — Parece um salame italiano, mas meio pálido.
Eu tentava fingir não escutar. Dali um tempo, um cara de meia idade passa a poucos metros de onde estávamos.
— Aquele de barba... — comentou a mãe. — O pau parece um cogumelo, muito cabeçudo para pouca haste.
— Credo! Não parece muito anatômico.
As duas riram. E assim continuaram a julgar, sem pudores, cada um dos homens que a vista alcançava.
— Olha aquele ali, mãe. Parece que tem uma salsicha enrugada pendurada — riu a filha.
— Veja o moreno, filha. Um clássico. Proporcional, mas falta... personalidade.
— Aquele surfista! — exclamou a menina. — O pau dele parece uma berinjela, grosso, deve ser pesado para carregar.
— Aquele ali é o "curvo". Aponta para a esquerda. Deve ser um labirinto — ironizou a mãe.
— Olha o garoto da bola! Não é só no futebol que ele bate um bolão...
— Aquele velho... parece um pedaço de corda velha — disse a mãe, sem piedade.
— E aquele... — a filha parou, os olhos fixos num jovem que caminhava devagar. — Meu Deus, mãe. Olha o tamanho daquilo... mole.
— Temos um campeão — decretou minha mulher, os olhos brilhando. — Aquele pau ali, se acordar, vira uma arma.
Eu estava lívido. O ciúme latejava junto com a minha ereção. A ideia delas avaliando outros homens com tamanha crueza me deixava perturbado, mas a visão das duas, pernas abertas, comentando sobre carnes alheias, era o combustível mais sujo e eficaz para o meu tesão.
— O prêmio para o campeão deveria ser uma entrevista exclusiva — provocou a filha, levantando-se. — Eu vou lá conversar um pouquinho com ele.
— Você não vai a lugar nenhum! — protestei, a voz saindo mais alta do que eu pretendia. — Ficou louca?
A menina parou, nua em toda a sua glória, e me olhou com um desprezo brincalhão.
— Credo, pai. Que possessivo. Então tá... vai você, mamãe.
Eu ia protestar novamente, mas as palavras morreram na garganta. Minha mulher já estava de pé, sacudindo a areia da bunda generosa e lançando um olhar de desafio para a filha.
— Olha e aprenda, querida. É assim que se faz.
Ela caminhou pela areia, os quadris balançando de forma hipnótica, e parou na frente do rapaz. Vi, de longe, o jovem quase engasgar ao ver aquela mulher madura e nua sorrindo para ele. Eles começaram a conversar animadamente, e eu pude ver os olhos dela descendo propositalmente para o volume entre as pernas do rapaz.
— Não fica assim, pai — sussurrou minha filha, sentando-se ao meu lado e roçando o ombro nu no meu braço. — A mamãe só está conversando. Ou quem sabe ela não o convida para passar o resto da tarde com a gente? Imagina aquele pau enorme aqui, entre nós três...
Senti um soco no estômago e um jato de sangue invadir meu sexo. Eu estava contrariado, humilhado em minha autoridade de pai e marido, mas a imagem sugerida pela minha filha — aquele jovem dotado entre as duas mulheres da minha vida — era a fantasia mais explícita e avassaladora que eu já tivera. Eu era um homem derrotado, mas nunca estive tão vivo.
Minha mulher voltou caminhando com aquela indolência de quem sabe que acaba de plantar um incêndio. Sentou-se na toalha, ajeitou os cabelos e lançou um olhar de soslaio para a nossa filha.
— De perto, querida, é ainda mais bonito — comentou, com a voz carregada de uma satisfação maliciosa. — Uma escultura em estado de repouso. A genética, às vezes, é generosa demais.
Eu estava lívido. O ciúme era uma ferroada seca, mas o volume na minha sunga, alimentado por aquela atmosfera de voyeurismo doméstico, não me deixava mentir sobre o meu estado de excitação. Minha mulher percebeu a minha expressão de poucos amigos e sorriu, tocando meu rosto com os dedos salgados.
— Não fique com essa cara de personagem trágico de romance antigo, Fernando. Vamos lavar essa alma. O mar cura tudo, até o excesso de zelo.
Levantei-me, meio contrariado, e a segui até a água. Meus pés afundavam na areia úmida enquanto eu tentava, inutilmente, manter uma postura de autoridade.
— Você não acha que passou dos limites? — perguntei, enquanto a água fria batia nos nossos tornozelos. — Ir lá falar com o rapaz, incentivar esse tipo de coisa...
— Limites são para quem não tem imaginação, meu bem — ela respondeu, parando quando a água chegou à cintura. Ela se virou para mim e apontou discretamente para a areia. — Olha só se eu não sou uma ótima mãe?
Virei-me e senti o sangue fugir da cabeça. O rapaz estava lá, sentado na nossa toalha, conversando animadamente com a nossa filha. Os dois, nus, emoldurados pelo sol, pareciam ter uma intimidade de anos. A visão daquela "arma" que minha mulher descrevera, agora tão próxima da inocência (ou falta dela) da minha filha, me deu vertigem.
— Isso é perigoso, você sabe — murmurei, fingindo uma preocupação paternal que mal escondia o meu abalo.
— Perigoso é viver sem sentir o pulso da vida — ela me tranquilizou, puxando-me para um mergulho. — Deixa eles.
Ficamos na água por um tempo que me pareceu uma eternidade. Quando finalmente decidimos voltar, a toalha estava vazia. O rapaz e a menina haviam sumido. Olhei para os lados, varrendo a orla com os olhos, e não vi sinal de nenhum dos dois. Minha mulher secou o rosto com as mãos e soltou uma risadinha curta.
— Bom, parece que eles se entenderam muito bem.
Passou-se mais ou menos uma hora. Eu estava inquieto, o jornal na mão servindo apenas de escudo para o meu nervosismo. Foi quando ela surgiu, caminhando pelas dunas com um brilho no olhar que eu nunca tinha visto. Vinha radiante, com uma leveza que transcendia o cansaço do sol.
Quando ela se sentou na toalha, meu olhar, como se tivesse vontade própria, desceu automaticamente para o seu sexo. A mata escura estava bagunçada, e os lábios da sua buceta, antes discretos, estavam nitidamente inchados, rosados e úmidos, exibindo a marca inconfundível de um uso recente e intenso. O rastro do rapaz estava ali, impresso na carne dela.
Ninguém disse uma palavra. O silêncio era preenchido apenas pelo som do mar e pelas trocas de olhares entre mãe e filha — olhares de cumplicidade absoluta, pontuados por risadinhas abafadas que me excluíam e, ao mesmo tempo, me convidavam para aquele segredo escancarado.
— Chega de praia por hoje — eu disse, levantando-me abruptamente e começando a juntar as coisas. — É hora de irmos embora.
Eu era o pai, o marido... mas naquela tarde, eu era apenas um homem carregando o peso de uma descoberta que mudaria para sempre o tom das nossas férias. No carro, o cheiro de sexo e maresia que emanava do banco de trás era a crônica mais explícita que eu jamais teria a coragem de escrever.
As duas recolheram as cangas da areia com a displicência de quem acabou de viver uma epifania. Enrolaram os tecidos sobre os corpos ainda quentes do sol, mas a transparência da umidade e a pressa do gesto deixavam claro que ali nada se escondia.
No caminho para o carro, minha filha não desgrudava do celular. Seus dedos voavam sobre a tela, o rosto iluminado por um sorriso que não era mais o de uma universitária voltando para casa, mas de uma mulher que acabara de descobrir o peso e a medida de um prazer real. Pelo retrovisor, vi o olhar da minha mulher: uma cumplicidade silenciosa, um "eu sei" que atravessava gerações.
Ao chegarmos em casa, o silêncio da sala era quase tátil. Cada um buscou seu refúgio. Fui direto para o banho, deixando que a água doce levasse o sal, mas não a imagem daquele sexo inchado e vitorioso da minha filha. Logo depois, minha mulher entrou. Ouvi o barulho da água e, minutos depois, ela saiu do banheiro, envolta apenas em vapor e naquele perfume de pele limpa que sempre me desarmou.
— E então, querido? — perguntou ela, sentando-se na ponta da cama e soltando o cabelo. — Gostou do nosso dia de praia?
Ela se levantou, caminhou até a minha direção e agarrou meu pau.
— Eu, pessoalmente, achei revigorante. E sabia que você também gostaria.
O tom era de uma provocação tão cristalina que minha última barreira de "pai de família" ruiu. Não houve diálogo, nem nada. Houve apenas o bicho. Agarrei-a com uma urgência que a pegou de surpresa, mas que ela recebeu com um gemido de aprovação. Joguei-a na cama, virando-a de quatro sem a menor cerimônia. Ali, com as mãos espalmadas nas suas nádegas fartas, eu a penetrei com uma fúria que tentava expurgar todo o ciúme, toda a visão do rapaz, todo o desejo acumulado ao ver minha filha recém fodida diante dos meus olhos.
Foi um sexo intenso, bruto, marcado pelo som rítmico da carne e pelos gritos dela que pediam por mais. Depois de minutos que pareceram horas de uma entrega absoluta, gozamos juntos, um desabafo que nos deixou exaustos sobre os lençóis amassados.
Fiquei no quarto, imóvel, sentindo o pulsar do sangue voltando ao ritmo normal. Minha mulher, após se lavar novamente, vestiu apenas um robe leve e seguiu para a cozinha. Minha filha já estava lá, devorando uma fruta, ainda conectada ao mundo através do celular. Ao ver a mãe, as duas trocaram um olhar malicioso, um reconhecimento de território que dispensava explicações. Minha mulher apenas sorriu, serviu-se de um copo d'água e, com a voz tranquila de quem resume uma crônica perfeita, comentou:
— A praia fez muito bem para o seu pai, querida. Muito bem mesmo.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


253457 - Amor, teus amigos só querem me comer! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
253303 - Rosa inspeciona os filhos - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 0
253302 - Minha esposa engravidou em um gangbang com meus amigos - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
253230 - Meu marido e eu deixamos nosso filho nos ver transar - Capítulo 3 - Categoria: Incesto - Votos: 13
253228 - Minha filha não usa mais calcinha, Capítulo 3 - Categoria: Incesto - Votos: 7
253072 - Minha filha não usa mais calcinha, Capítulo 2 - Categoria: Incesto - Votos: 7
252965 - Minha filha não usa mais calcinha - Categoria: Incesto - Votos: 8
252963 - Meu marido e eu deixamos nosso filho nos ver transar - Capítulo 2 - Categoria: Incesto - Votos: 7
252271 - Transei com um homem na frente do meu filho - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
251578 - Grávida e gozando como nunca - Categoria: Fetiches - Votos: 7
251576 - Meu marido e eu deixamos nosso filho nos ver transar - Categoria: Incesto - Votos: 20
251416 - Aniversário de Casamento de Bella - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
251046 - Flagrei minha mãe se masturbando - Categoria: Incesto - Votos: 13
251043 - Estou transando com uma mulher de 53 anos, na frente do marido dela - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
251040 - Rosa flagrada pelo filho - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 11
250681 - Meu cunhado e meu marido me comeram na festa de aniversário da minha filha - Categoria: Traição/Corno - Votos: 22
250474 - A Noite de Bella - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
250381 - Rosa recebe convidados - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 4
250380 - Rosa, esposa, mãe, professora, puta - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 3
250019 - Rosa, puta oficial de uma família tão unida - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 3
250017 - Rosa - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 3
250000 - Um Conto de Natal - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 1
249773 - Bella: origens. - Categoria: Cuckold - Votos: 2
249722 - Segredo de Família - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
249706 - A Esposa Exposta - Categoria: Fetiches - Votos: 5
249561 - O Santuário de Luxúria de Bella - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
249446 - Bella (Capítulo 2) - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
249442 - Bella - Categoria: Cuckold - Votos: 1
249061 - Pai, a mãe tá pelada lá fora, de novo! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 13

Ficha do conto

Foto Perfil olibertino510
olibertino510

Nome do conto:
Minha Filha não usa mais calcinha, Capítulo 4 - A praia

Codigo do conto:
253539

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
31/01/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0