Meu marido e eu deixamos nosso filho nos ver transar - Capítulo 3

A tarde caía mansa sobre o bairro, mas dentro do quarto o ar ainda estava espesso e carregado. O Juninho tinha saído para encontrar uns amigos, e o silêncio da casa parecia estranhamente vazio. Meu marido e eu tínhamos acabado de transar, uma foda boa, rápido e eficiente. Enquanto nos recuperávamos entre os lençóis revolvidos, a sensação era de que faltava alguma coisa.
— Sabe, querida... — começou o Otávio, passando a mão pelo peito suado enquanto olhava para a poltrona vazia no canto do quarto. — É engraçado dizer isso, mas parece que falta uma peça no tabuleiro.
Eu soltei uma risada baixa, rolando para o lado e apoiando o queixo em seu ombro.
— Eu estava pensando a mesma coisa. O silêncio do Juninho lá no pé da cama faz um barulho danado, não faz? Senti falta do olhar dele, daquela respiração curta que ele tenta esconder e não consegue.
— É um vício, não é? — Otávio sorriu, virando o rosto para me encarar. — Nunca imaginei que ter o nosso filho ali, vendo a gente fodendo, fosse dar esse combustível todo. Eu me sinto um garanhão de cinema quando percebo que ele não consegue tirar os olhos de você.
— E eu amo o fato de que ele gosta de nos observar — confessei, sentindo um calafrio de prazer só de lembrar. — Ver a mão dele trabalhando freneticamente por baixo do jeans ou sob a toalha, saber que ele está se masturbando com cada movimento nosso... Isso me dá um poder que eu não sabia que tinha. Eu me sinto a mulher mais desejada do mundo por ter os dois homens da casa em transe por causa do meu corpo.
Otávio me puxou para mais perto, a voz baixando para aquele tom de confidência que sempre me desarmava.
— E as coisas que você diz, meu amor? Quando você começa a falar aquelas sacanagens no meu ouvido, sabendo que ele está ouvindo cada detalhe obsceno... meu pau fica parecendo uma barra de ferro. Você sabe que eu fico com um tesão absurdo quando você se exibe para ele através das palavras, não sabe?
— Eu já me dei conta disso há muito tempo, Otávio — respondi, dando uma mordida leve no lóbulo da orelha dele. — Você reparou que a gente está cada vez mais safado? Nossa energia mudou. Parece que voltamos para os vinte anos, mas com uma malícia que a gente não tinha naquela época. Estamos mais criativos, mais dispostos... mais animais.
— Verdade — concordou ele, rindo. — Se não fosse pelo Juninho, acho que a gente nunca teria tentado aquela posição na bancada da cozinha, ou aquela de você pendurada na cabeceira enquanto eu te segurava pelas coxas. Aquilo foi... demais. E a cara dele vendo você gozar daquele jeito? Impagável.
— Verdade — suspirei. — A gente passou a experimentar ângulos que eu nem sabia que eram fisicamente possíveis. O fato de ter uma plateia nos obriga a caprichar.
Ficamos em silêncio por um momento, as mentes trabalhando na mesma frequência. O sol terminava de se pôr, tingindo o quarto de um laranja profundo.
— Então — eu disse, quebrando o silêncio com um olhar malicioso —, já que estamos sozinhos e com tempo para planejar... o que vamos oferecer para o nosso espectador favorito na próxima vez?
Otávio sentou-se na cama, os olhos brilhando com uma nova ideia.
— Eu andei pensando em algo... Uma ideia que...
Quando o meu marido terminou de contar a sua ideia, eu disse:
— Gostei. E eu vou exigir que ele fique ainda mais perto. Vamos fazer o Juninho perder o fôlego de vez.
— Combinado — selou o Otávio, dando-me um beijo faminto. — Mal posso esperar para ouvir a chave dele virar na fechadura.
...
O jantar naquela noite teve um sabor diferente. O frango ao curry exalava um aroma forte, mas o que realmente preenchia o ar era a eletricidade entre nós três. O Juninho, recém-chegado da rua, parecia pressentir que havia alguma coisa no ar. Eu o observava pelo canto do olho enquanto levava o vinho aos lábios; ele estava inquieto, desviando o olhar toda vez que meus olhos encontravam os dele.
Otávio, no cabeceira, mantinha um sorriso enigmático. Ele me olhava com uma posse renovada, como se estivéssemos compartilhando um segredo militar. Quando terminei minha taça, afastei o prato com uma lentidão deliberada e me levantei.
— Otávio — eu disse, a voz baixa e aveludada —, vamos para o quarto?
Meu marido se levantou no mesmo instante, jogando o guardanapo sobre a mesa. Virei-me então para o Juninho, que estava com o garfo parado no ar, a respiração já começando a acelerar.
— Você também, filho.
O quarto estava na penumbra, mas o espelho de corpo inteiro do corredor havia sido movido para uma posição estratégica, refletindo a lateral da cama e o banquinho alto de madeira que trouxemos do bar da sala.
No início, ignoramos a presença dele. O Juninho se acomodou em seu lugar habitual, mas o Otávio e eu começamos o ato como se estivéssemos em uma ilha deserta. Ele me jogou sobre a cama e me possuiu com uma urgência bruta, sem preliminares, apenas o som da carne batendo e os nossos gemidos preenchendo o vácuo. Eu arranhava as costas dele, perdida naquela fúria inicial, enquanto via, pelo canto do olho, a silhueta do meu filho vibrando na escuridão, a mão subindo e descendo pelo seu pau num ritmo desesperado.
Mas então, Otávio parou. Ele me olhou nos olhos e deu o sinal. Ele se levantou e me puxou pela mão. Fomos até o banquinho posicionado diante do espelho. O Juninho, percebendo a mudança, arrastou-se pelo chão até ficar a poucos centímetros de nós, a luz do abajur iluminando seu rosto suado e sua ereção latejante, que ele exibia com um orgulho quase agressivo.
— Fique bem aqui, Juninho — ordenei, sentando-me no banquinho e abrindo as pernas diante do espelho. — Quero que você veja o que eu vou fazer para o seu pai... e para você.
Eu comecei a me tocar, abrindo meus lábios com os dedos e olhando meu próprio reflexo, sabendo que o Juninho via tudo em dobro: a visão direta e a do espelho. O Otávio posicionou-se atrás de mim, em pé. Ele segurou minha cintura com força, seus dedos cravando na minha pele, e guiou seu membro para a entrada do meu cu.
Quando ele entrou, foi com uma estocada que me fez arquear as costas e gritar. No espelho, a cena era obscena: eu via o pau do meu marido desaparecendo dentro de mim por trás, enquanto minhas mãos trabalhavam meu clitóris com uma fúria técnica. O Juninho estava tão perto que eu podia sentir o cheiro do suor dele.
— Mãe... meu Deus... — o Juninho soltou o primeiro comentário ousado, a voz rouca de puro delírio.
Só aquelas palavras já foram o suficiente. O Otávio começou a me foder com uma cadência assassina, fazendo o banquinho ranger. Eu gritava obscenidades para o reflexo, olhando para o Juninho através do vidro enquanto o Otávio me possuía.
— Olha como o seu pai me fode, Juninho! Olha como ele me abre! — eu gritava, perdendo o juízo.
O ápice foi um caos de fluidos e sons. O Otávio descarregou-se dentro de mim, me prensando contra o banquinho, enquanto o Juninho, num urro animal, disparou jatos violentos que atingiram o espelho, escorrendo pelo reflexo da nossa união. Ficamos os três ali, ofegantes, contemplando a imagem borrada pelo sêmen dele no vidro, um retrato perfeito da nossa nova e deliciosa etiqueta familiar.
— Foi... — o Juninho tentou falar, ainda tremendo — ...foi melhor do que Búzios, não foi?
Eu apenas lambi os lábios, olhando para o sêmen dele escorrendo pelo meu reflexo no espelho, e sorri.
— Muito melhor, meu filho. Muito melhor.
Foto 1 do Conto erotico: Meu marido e eu deixamos nosso filho nos ver transar - Capítulo 3


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu marido e eu deixamos nosso filho nos ver transar - Capítulo 3

Codigo do conto:
253230

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/01/2026

Quant.de Votos:
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