Minha filha não usa mais calcinha, Capítulo 5

NOTA: Este capítulo é uma continuação direta do Capítulo 4. Se você não leu este conto, clique no meu perfil e leia.

O quarto da minha filha estava mergulhado numa luz suave, um refúgio de confidências que o cheiro de maresia ainda teimava em perfumar. Sentadas na cama, nuas, mãe e filha pareciam duas cúmplices planejando o próximo capítulo de uma história que a moral comum jamais ousaria imprimir.
— Então — começou minha mulher, ajeitando-se entre as almofadas com um brilho de curiosidade genuína nos olhos — o "campeão" da praia... ele era tudo aquilo que parecia de longe?
A menina soltou uma risadinha, os dedos ainda brincando com os cabelos loiros.
— E mais um pouco, mãe. A conversa começou boba, sobre o sol, as dunas... mas ele tinha um jeito de olhar que tirava qualquer roupa, mesmo eu já estando nua. A conversa foi esquentando, as palavras ficando mais curtas e os olhares mais demorados, até que ele apontou para um canto da praia, depois das pedras, onde as dunas faziam uma espécie de quarto natural.
— E você, claro, não se fez de rogada — comentou a mãe, encorajando-a com um sorriso.
— De jeito nenhum. Chegando lá, o beijo foi como um incêndio. Eu não esperei. Passei a mão naquela rola dele e quase não acreditei. Eu disse a ele que estava feliz de ver aquilo tudo de perto, mas que agora o que eu queria mesmo era sentir tudo aquilo dentro de mim.
— Essa é a minha filha — elogiou a mãe, orgulhosa. — E como foi?
— Eu me ajoelhei na areia, mãe. Queria sentir o peso. Chupá-lo com gosto foi como descobrir um novo mundo. O pau dele na boca... era firme, quente, pulsava de um jeito que eu sentia na garganta. Era um preenchimento total, quase impossível de ignorar. Depois de um tempo, eu não aguentava mais só o gosto. Pedi para ele me foder. Fiquei de quatro na areia, sentindo a brisa nas costas e ele entrando com tudo por trás. Foi uma sensação de invasão absoluta, deliciosa. Eu sentia cada centímetro daquela rigidez me explorando.
— E você aguentou aquilo tudo? — perguntou minha mulher, a voz ficando ligeiramente mais rouca.
— Eu quis o controle, mãe. Fiquei por cima, encaixei aquele pau enorme e comecei a cavalgar. Remexia os quadris, pulava nele até sentir que o mundo ia sumir. Ele estava quase perdendo o juízo, dizendo que ia gozar a qualquer momento. Eu fiquei com medo de ele gozar dentro, sabe? Não queria surpresas.
— Fez muito bem — aprovou a mãe. — A liberdade exige responsabilidade.
— Então eu saí de cima e terminei com as mãos, vendo o jato dele se perder na areia. Foi intenso, rápido e perfeito.
Minha mulher suspirou, impressionada com a narrativa.
— Foi a sua primeira vez assim, em público, tão escancarado?
— Ah, mãe... eu já aprontei um pouco em festas de faculdade, em algumas trilhas com amigos... mas nada como hoje. Nada com essa adrenalina de saber que vocês estavam por perto. E você? Já viveu algo assim?
A menina olhou para a mãe com surpresa ao ver o sorriso enigmático que surgiu em seus lábios.
— Sério? Não acredito que o papai topou algo assim alguma vez! — disse a filha, incrédula.
Minha mulher deu uma piscadela maliciosa.
— Quem disse que foi com o seu pai? Isso foi muito antes dele. Eu também sempre gostei dessas aventuras, dessa eletricidade de ser vista, de sentir o perigo e o prazer ao mesmo tempo.
A filha olhou para a mãe, notando como o meio das suas pernas parecia mostrar uma umidade.
— Tô vendo, mãe... você está encharcada só de ouvir a minha história.
A mãe soltou uma gargalhada curta, sem um pingo de vergonha.
—Não se pode fugir da natureza, querida.
Para confirmar o atrevimento da filha, ela passou a mão por baixo do robe, deslizando os dedos pela própria buceta e retirando-os brilhantes e pegajosos, mostrando-os para a menina como um troféu de sinceridade biológica. A filha, numa resposta imediata, abriu as pernas, fez o mesmo e exibiu a própria umidade, rindo de uma forma travessa que selava o pacto de sangue e desejo.
As duas trocaram um último olhar cúmplice, rindo daquele segredo que o resto do mundo jamais entenderia. Minha mulher levantou-se e caminhou até a porta.
— Vou deixar você agora — disse ela, sorrindo — para que você possa aproveitar o resto da noite em paz com as suas próprias memórias.
E saiu, deixando no quarto apenas o silêncio de duas mulheres que haviam descoberto que a maior liberdade é não ter nada a esconder uma da outra.
Mas como eu sei disso tudo? Minha mulher me contou, assim que entrou no nosso quarto, com aquele olhar de quem acaba de guardar o livro mais excitante da estante. Ela se deitou ao meu lado e, em sussurros, despejou cada detalhe da confissão da menina, como se as palavras fossem um licor que precisasse ser partilhado para não embriagar sozinha.
Eu estava sonolento, o corpo ainda pesado pelo sexo da tarde e pelo sol da praia. A tarefa de me despertar parecia hercúlea. Mas ela não desistiu. Começou a usar a boca com uma paciência estratégica, enquanto murmurava sobre a filha ajoelhada na areia, sobre a textura do "campeão" e sobre o gosto daquele momento selvagem.
Em vez da raiva que o figurino de pai exigiria, senti uma onda de calor escuro me invadir. A ideia da minha filha, com aquele cacete na boca, explorando a própria liberdade enquanto estávamos a poucos metros, começou a agir como um combustível potente.
Assim que fiquei no ponto — uma resposta vigorosa que parecia brotar da própria surpresa — minha mulher pulou em cima de mim. Encaixou-se com uma precisão faminta e começou a cavalgar, os olhos fixos nos meus, mas com uma expressão que me dizia que ela já não estava mais apenas ali.
As caretas que ela fazia, o modo como arqueava as costas e a intensidade com que pulava, denunciavam o jogo mental. Ela não estava apenas transando comigo; ela estava mimetizando a filha, vivendo através do relato da menina aquela mesma montanha-russa de carne e areia. Eu a segurava pelos quadris, sentindo cada impacto, enquanto a imagem daquela tarde na praia se transformava em uma alucinação compartilhada.
O clímax veio como um raio, bruto e sem aviso, selando aquele pacto de sombra e luz. Ficamos ali, ofegantes, sob o teto da casa que agora abrigava três adultos sem nenhum véu.
A conversa depois do sexo tinha aquele tom de balanço final, as vozes baixas e roucas se misturando ao escuro do quarto. Eu estava naquele estado de fronteira, mais dormindo que acordado, enquanto minha mulher descansava a cabeça no meu peito, ainda sentindo o calor do nosso encontro.
— Você acha que demos uma boa educação para ela, querido? — perguntou ela, a voz flutuando na penumbra.
— Uhum... — respondi, com um meio sorriso que ela não podia ver.
— Ensinamos a ela o que importa: a liberdade — afirmou minha mulher, convicta. — A liberdade de ser dona do próprio corpo, do próprio desejo. Sem as amarras que nos prenderam por tanto tempo.
Eu não respondi, mas o pensamento corria solto. Eu sabia, no fundo, que minha mulher sempre fora a detentora dos arquivos secretos daquela menina. Ela sabia de muito mais coisas do que eu jamais saberia — o primeiro beijo, as primeiras descobertas, o dia exato em que ela deixou de ser virgem. Eu não tinha ilusões quanto a isso; o papel do pai é, muitas vezes, o de um espectador que recebe a versão editada dos fatos.
Mas ser bombardeado pela verdade daquela forma, nua e crua — e nua mesmo, nesse caso — era algo que eu não previra. A imagem da minha filha na praia, entregue àquele estranho, não trouxe a indignação que o exigia o meu papel de pai. Trouxe, curiosamente, uma sombria e profunda excitação.


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Ficha do conto

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olibertino510

Nome do conto:
Minha filha não usa mais calcinha, Capítulo 5

Codigo do conto:
253838

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/02/2026

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