A Fernanda é muito bonita, 35 anos, pele branca, cabelo castanho claro, olhos verdes e um corpo pequeno, baixa, magra, barriga trincada. O Marcelo, tem 25 anos, é branco, 1,90m, corpo sarado de academia, cabelo raspado e gostava de dar em cima das garotas na academia.
Uma das vezes em que saímos os três juntos, no meio da transa, Fernanda pediu que eu participasse. Ela queria transar com dois homens ao mesmo tempo, mas eu não quis. Não era minha, meu negócio era assistir mesmo. O Marcelo escutou e gostou da ideia, ele ofereceu trazer um amigo na próxima vez.
Umas semanas depois combinamos de nos encontrar num bar de samba na região da Barra Funda. Chegamos no meio da tarde. Fernanda usava um vestido curto, soltinho, sem sutiã, ela estava uma delícia. Marcelo já estava lá, com seu amigo, tomando uma caipirinha no balcão.
Renan era um colega da faculdade, e trabalhava como professor de Crossfit. Um homem negro, forte, com 1,80m. A reação da Fernanda foi imediata. Ela foi direto cumprimentá-lo com um beijo no rosto e um abraço mais colado do que o necessário.
O Marcelo não perdeu tempo, beijou Fernanda na boca, como se ela fosse sua namorada e não minha esposa. No começo, o Renan estava visivelmente tímido. Chegou a me dar “oi” com certo constrangimento, olhava desconcertado o Marcelo beijando de língua minha esposa, bem na minha frente. Mas o gelo durou pouco. Ele e a Fernanda logo engataram uma conversa animada e quando o Marcelo saiu pra ir ao banheiro, o Renan se aproximou sem cerimônia e também beijou minha esposa.
Ficamos ali por umas duas horas. O bar estava cheio, o samba bom, e os dois homens revezavam a minha esposa na pista de dança improvisada. Fernanda não demonstrava pudor. Ela dançava com um, depois com o outro, e ficava com os dois. Eles também não tinham nenhum pudor, encoxavam a Fernanda, apertavam a bunda dela por baixo do vestido. Eu só observava, com o copo na mão e o pau duro dentro da bermuda.
O clima era de muito tesão e ninguém aguentava mais esperar. Então entramos todos no meu carro e levei eles direto para o Motel Caribe, ali perto. A suíte que estava vaga era das mais simples. Cama grande, espelho no teto, uma mesa de pedra para refeições, uma hidromassagem pequena no canto, dividindo espaço com o box.
Assim que a porta do quarto bateu, houve um ataque. Marcelo e Renan cercaram Fernanda antes mesmo dela chegar à beira da cama. Era uma imagem hipnotizante: minha esposa, pequena e delicada, desaparecendo entre dois homens. As mãos deles não pediam licença e exploravam todo o corpo de Fernanda. Marcelo tomou a boca dela com um beijo de língua, enquanto Renan puxou o vestido por cima, em segundos, o vestido voou para longe, seguido pela calcinha. Ela estava claramente excitada, gemendo alto contra os lábios de um e depois do outro e esfregando o corpo neles com uma vontade que eu nunca tinha visto.
Eles também arrancaram as próprias roupas. Reparei nos olhos verdes da Fernanda se arregalarem quando o pau do Renan saiu da cueca: longo e grosso, uma rola que parecia ter saído do xvideos. Enquanto isso eu apenas me ajeitei na poltrona do canto, já com o pau duro na mão.
Eles jogaram Fernanda na beirada da cama com as pernas abertas. Marcelo abaixou-se para chupar a sua buceta. Os gemidos de Fernanda foram interrompidos quando Renan subiu na cama e ajoelhou-se ao lado da cabeça dela e passou a esfregar o pau nos seus lábios. “Chupa tudo, sua puta gulosa”. Ela abriu a boca, mas o pau era grande demais; ela mal conseguia colocar metade, babando e gemendo enquanto tentava engolir aquela espessura.
Depois de alguns minutos, eles trocaram. Renan desceu para a beirada da cama para lamber a buceta dela, enquanto Marcelo subia para assumir a sua boca. Minha mulher estava entregue, uma puta entre dois homens, e eu só assistia do canto, batendo uma punheta discreta. Então, os dois ficaram de pé, lado a lado e Fernanda ajoelhou-se no chão, segurou um pau em cada mão e passou a chupar os dois ao mesmo tempo.
Marcelo ficou de pé entre as pernas dela, provocando, esfregando a cabeça do pau no grelinho da Fernanda, de cima para baixo. Ela se contorcia, implorando para ele entrar. Marcelo olhou para Fernanda e, sem colocar camisinha, meteu tudo de uma vez. Foi a primeira vez que eles transavam no pelo.
Renan assistia ao lado, masturbando o próprio pau enquanto esperava sua vez. Quando Marcelo saiu, Renan tomou o lugar. Ao sentir aquela rola imensa e sem capa, Fernanda arqueou as costas e gozou ali mesmo, com as pernas tremendo descontroladas. Os dois homens riram da reação dela. "Olha só, Marcelo, ela treme as pernas igual a uma cachorrinha”.
Eles seguiram revezando. Primeiro ela cavalgava em um enquanto o outro observava de perto, acariciando o corpo dela; depois invertiam. Até que colocaram ela de quatro, com a bunda empinada. Marcelo entrou por trás enquanto Renan ajoelhou-se na frente, oferecendo o pau para a boca dela. Eles fodiam minha mulher com gosto, sem pressa, trocavam de lugar, chamavam de puta e de cadela, e ela amava cada segundo daquela humilhação.
Quando chegaram no limite, Marcelo puxou Fernanda pelos cabelos e a fez ficar de joelhos no meio da cama e ordenou "Abre bem essa boca de puta". Segurando a nuca dela com firmeza, ele enfiou o pau fundo na garganta dela e gozou direto na língua dela. Assim que Marcelo se afastou, Renan ocupou o espaço. Ele nem deu tempo dela respirar; aproximou aquela rola imensa e gozou na cara dela, melando o rosto e a boca da minha esposa, que se esforçava para não perder uma gota.
Ela ficou ali, ajoelhada entre os dois machos, com o sêmen escorrendo pelo queixo e os olhos verdes brilhando de satisfação. Fernanda foi a primeira a deixar a cama e desfilou nua pelo quarto antes de entrar no chuveiro. Como o espaço era pequeno, chamou um de cada vez. Primeiro o Marcelo, que ensaboava o corpinho dela enquanto se beijavam como namorados. Depois foi a vez do Renan, que sem aviso começou a mijar nas pernas dela. “Pronto, agora a cadela está demarcada". Fernanda soltou um riso curto, surpresa, mas não se afastou; ela parecia adorar aquela marcação de território.
Fernanda saiu do banho renovada e deitou-se entre os dois na cama. Ela os beijava com doçura enquanto trocavam olhares, mas a calmaria durou pouco. Os toques suaves logo se tornaram carícias íntimas. As mãos de Marcelo e Renan deslizavam por toda a sua pele. Fernanda suspirava fundo enquanto Marcelo voltava a morder seu pescoço e descia até os seios. Do outro lado, Renan usava os dedos firmes para explorar as coxas dela. Em um movimento sincronizado, eles a viraram de bruços, deixando ela com a bunda empinada. Eu assistia hipnotizado, do meu canto, minha esposa ser novamente devorada por dois homens que exploravam cada centímetro do seu corpo.
Eles começaram a lamber o seu cú, enquanto Fernanda gemia e rebolava, fazendo charme ao dizer que não ia aguentar, que estavam exagerando. Logo vieram os dedos; línguas e dedos se revezavam explorando os dois buraquinhos. Fernanda não resistiu e gozou ali mesmo, tremendo agarrada ao lençol.
Sem dar descanso, os dois a puxaram para a beirada da cama, com a bunda para cima. Renan ajudou abrindo as nádegas dela para que Marcelo penetrasse no cu. Apesar de saírem há meses, Marcelo nunca tinha comido o cu da Fernanda, aquela era a primeira vez dele ali. Ele encaixou a cabeça e empurrou com vontade, estocando com força. Assim que ele saía, Renan já entrava em seguida, revezando o buraco com uma agilidade que fazia Fernanda urrar de dor e prazer.
A cena era de filme: minha esposa sendo fodida no cu com toda a força, enquanto o outro homem, deitado à sua frente, enfiava o pau grosso na sua boca até ela engasgar. "Você é nossa, Fernanda. Só nossa. Fala quem são seus donos!", rosnava Renan. "Sou de vocês... sou a puta de vocês...", ela gemia, com o rosto vermelho e os cabelos suados. A bunda da Fernanda já estava vermelha de tanto apanhar e ser esbofeteada pelos dois, exibindo as marcas dos dedos e dos tapas que levara durante toda a tarde.
Marcelo se deitou na cama, de barriga para cima, com o pau ereto apontando para cima. Fernanda, sentou-se sobre ele, encaixando o pau na sua buceta. Imediatamente Renan se aproximou por trás, ele abriu espaço entre as nádegas dela. Nesse momento Fernanda suplicou. “Por favor, os dois ao mesmo tempo não! Eu não aguento!”. O Renan ignorou, se posicionou e, com um empurrão firme, penetrou seu ânus. Fernanda soltou um grito de dor e voltou a suplicar. “Por favor, para, Renan. O seu pau é muito grosso”. Mas ele não se importou e seguir comendo até que o corpo dela tremeu de excitação com a dupla penetração.
Minha esposa gemia e gritava que era a puta deles, que podiam fazer o que quisessem com ela. Depois de alguns minutos, eles trocaram de posição, garantindo que cada um explorasse ambos os buracos dela. Aquele show não tinha fim, e minha punheta chegava ao ápice com a visão da minha mulher sendo totalmente possuída.
A dupla penetração acabou quando a Fernanda teve o terceiro orgasmo daquela tarde. Ela se tremeu toda, com um pau em cada buraco, enquanto era espremida pelos dois. Logo depois foi o Marcelo, que a comia de quatro no cu enquanto ela mamava o Renan. Ele não aguentou mais, segurou firme no quadril dela e gozou tudo dentro, no fundo do ânus. Logo em seguida, foi a vez do Renan assumir o cu dela. Ele estocou com força até gozar fundo. Minha punheta chegou ao ápice nesse exato momento; eu gozei vendo minha esposa ser totalmente possuída por dois homens.
Passaram-se quatro horas dentro daquele quarto e ainda teve tempo para mais uma transa antes de sairmos. Minha esposa foi devorada até o fim. No caminho de volta para casa, deixamos os dois na estação Barra Funda. Na despedida, Fernanda beijou de língua cada um deles, beijos muito mais demorados do que seria necessário. Eu voltei para casa com meu pau inchado e dolorido depois de bater três punhetas assistindo a cada detalhe daquela tarde.

Maravilhoso e detalhado o conto. Transbordando de tesão e luxúria. Votado!!