020 - DESCOBRINDO-SE BI: A PRIMEIRA BOQUETE A GENTE NUNCA ESQUECE...
Voltemos no tempo para alguns meses atrás. É o necessário para reviver aquela sexta feira depois de um dia de trabalho. O pessoal do meu agora ex-trampo era animado. Sempre rolava "happy hour" e coisas afins, então naquele dia fomos todos juntos pela primeira vez naquele bar de "amor livre". Para ninguém daquela equipe isso se quer cogitou-se ser um problema, mesmo por que a galerinha que frequenta o lugar é sempre respeitadora, independente de como você se defina. Havia passado das 2 da madrugada e a maioria do grupo já havia ido embora, sobrando alguns poucos e persistentes "guerreiros" incluindo eu. Não tinha pressa nenhuma de voltar pra casa, nessa época estava solteiro. Antes disso, tinha um esqueminha com uma mina muito legal. Ela era tatuadora e gostosinha, mas isso foi longínquos 3 meses antes do acontecido. Fiquei sozinho por um tempo e foi nesse intervalo que "Jean" encostou perto de mim alcoolizado e me confundiu com alguém de nome "Aldo" que certamente havia feito parte de sua vida, mesmo que em um momento ínfimo. Juro que tentei explicar que eu não era quem ele pensava, mas, não bastasse o grau etílico do rapaz ainda tinhamos que tentar falar mais alto que o som ambiente. Uma de suas várias frases cujo entendimento era mínimo por sorte (minha) soou clara e de fácil entendimento: Ele disse que tinha maconha no carro e eu como um indivíduo ervo-afetivo, aceitei o convite de prontidão. No lado de fora a comunicação tornou-se mais eficaz, porém, Jean ainda não dava o braço a torcer de que eu não era "Aldo". Achava aquilo engraçado e ao invés de continuar aquela discussão de qual seria minha identidade, preferi manter o foco na flor que degustávamos. Antes de continuar vale ressaltar que já fazia um tempo que minha curiosidade por sentir o gosto de uma rola aumentava a cada vídeo pornográfico que eu assistia, principalmente os de conteúdo trans. Mas naquele momento, nada disso passava pela minha cabeça. Um de meus colegas que ainda teimava em não voltar para casa mandou-me mensagem perguntando onde eu estava. Expliquei pra ele que havia recebido um convite irrecusável e não o chamei por motivo de "caretisse" da parte dele. Seguros dentro do estacionamento do estabelecimento, conversa e fumaça fluíam até que novamente o assunto era eu ser o "Aldo", ou pelo menos seu irmão gêmeo. Descobri tudo sobre o personagem em questão: Que era gay como Jean, estava fazendo o curso de odontologia e não respondia mais as mensagens. Pedi uma foto para ver se parecia mesmo comigo, mas meu colega maconheiro não encontrou já que parecia estar bloqueado por Aldo em todas as redes sociais possíveis. Enfim convencido de que eu era outra pessoa, Jean me perguntou se eu era gay. Titubiei por um milésimo de segundo mas expliquei como me sentia: Eu sempre fui hétero mas acreditava que havia uma bissexualidade querendo aparecer, já que começava a sentir atração por piroca. Não existe vontade de relação afetiva, apenas sexual. Talvez a curiosidade sendo sanada, faria com que esfriasse essas minhas vontades... Eu realmente não sabia onque iria acontecer a seguir. O baseado estava na minha mão, quando Jean tentou me beijar. Por reflexo, impulso e susto me afastei negando a investida. Jean entendeu e apesar de claramente bêbado, não insistiu. Expliquei para ele mais uma vez sobre minha situação. Em seguida, quando ele me perguntou se eu queria ver seu pau fiquei em silêncio e desta vez não neguei mada, permitindo que ele colocasse minha mão em cima da rola dele, ainda dentro da calça. Lembro que tremia e senti meu rosto esquentar, pois era a primeira vez que segurava uma piroca que não era a minha. Sentia aquele pau ficando duro, engolia toda a saliva que se formava em minha boca e notava minha timidez indo embora. De repente, o pau estava para fora e eu o segurava ainda sem saber o que fazer. O que sei é que a partir daquele momento não olhei mais para o rosto de Jean e de algum lugar veio a coragem para iniciar uma punheta devagar, sentindo o calor e o cheiro da rola do maconheiro. Tudo acontecia enquanto também estava de caralho duro. No banco do passageiro já deslocado para trás, senti a mão de Jean em minha nuca, direcionando minha boca para sua piroca dura e assim obedeci. Sem experiência (apenas os milhares de vídeos de boquete assistidos), abocanhei primeiro a cabeça sentindo meu corpo todo arrepiar. Após o primeiro contato, segui com o básico: engolia o máximo que conseguia fazendo movimentos de "vai-e-vem". Jean estava em silêncio tendo dito algo como: "chupa gostoso" ou "tá gostando?" duas vezes talvez... Eu estava aproveitando a situação e na minha cabeça estava fazendo tudo certo. Após lambidas, chupadas e engasgadas naquela escuridão, percebi duas mãos segurando minha cabeça com força. Jean tomou as rédeas da situação e começou a mexer os quadris fodendo minha boca com vontade. Eu apertava suas coxas me esforçando para não vomitar quando interrompi por um segundo pedindo que fosse com calma. Era óbvio que ele queria gozar e não vou mentir que estava ansioso por esse momento. Punhetei seu pau com a cabeça dentro da minha boca. Jean me avisou segundos antes de eu sentir a porra jorrando de seu caralho enchendo minha boca. Ao menos o que sobrou dentro dela, engoli tudinho. Por ter sido presenteado com vários boquetes no decorrer da vida, acredito que aprendi algumas coisas por isso ainda dei algumas chupadinhas só para sentir Jean se contorcendo no banco do motorista. Não sei se é regra, mas eu fico com todas as partes do corpo bem sensíveis quando fumo um, e confirmei que acontecia também com Jean. Como disse anteriormente, meu pau estava duro feito pedra. Aquele dia terminou bem diferente dos outros: Eu chupei e depois fui chupado por alguém que não fosse uma menina, pela primeira vez! Não vou entrar em detalhes pois o foco desse relato é meu primeiro boquete. Jean ainda me deu um pouco da cannabis, trocamos telefone e eu segui novamente para o interior do bar, enquanto ele foi embora. Mantenho esse "segredinho" até então e foi conversando com um leitor daqui que me atrevi a relatar alguma experiência própria e real. Continuo da mesma maneira: Prefiro relações afetivas com mulheres mas não nego NENHUM tipo de prazer sexual. Abraços e beijos do cronista LITERALMENTE pelado (Sempre escrevo meus contos e quanto estou nú, leve e solto pela casa.)
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