Estava de férias e fui convidado por um amigo a passar alguns dias em sua casa. Na mesma época, uma tia minha estava indo com seu marido e filho (meu primo) para o mesmo estado em questão. Assim, aproveitei a carona até a cidade onde havia o parque que era o destino deles e de lá completei meu trajeto de ônibus até a casa do amigo "anfitrião" onde passei 11 dias antes de voltar para casa. Foram dias muito agradáveis pois além do lugar (Uma praia da região sul do país), eu estava rodeado de pessoas muito agradáveis. Éramos em 7 na casa: 4 meninos e 3 meninas. No segundo dia, conhecemos outro pessoal que também aproveitava o verão no litoral e dentre eles, havia a Bruna que estava acompanhada de alguns familiares e amigos. Ela era uma garota muito simpática e chamou minha atenção. Na noite do dia que nos conhecemos comversamos bastante, e chegou até a rolar alguns beijos e carícias. Lembro que na "rodinha" em que estávamos rolava todo tipo de assunto, principalmente sobre sexo e tudo que envolvia o tema. Naquela época, já havia chupado um pau (como contei no conto anterior sobre ser bi) mas ainda me sentia propenso para o lado da heterosexualidade. Não disse sobre a boquete naquele momento, mas deixei claro que não via problemas em aproveitar tudo que nossos corpos tem a oferecer. Eram conversas livres de tabus e com pessoas de todos os tipos de preferências, como por exemplo Eduardo que era primo de Bruna e seu amigo Fábio, ambos gays que mais pra frente descobri serem ativos. A madrugada chegou e entre baseados e cervejas Bruna adormeceu na areia, fazendo com que eu a leva-se para dentro. Peguei ela no colo e deixei-a em segurança em uma das camas de solteiro que havia na casa que alugaram. Voltei para onde estava o resto do pessoal e continuamos ali por mais algumas horas até sobrarmos apenas eu, Edu e Fabinho. Houve um momento em que Eduardo elogiou minha bunda, o que acontecia com frequência desde minha adolescência e como sempre, levei na brincadeira. Além disso, também nos aprofundamos sobre algumas experiências, chegando ao ponto em que assumi que havia tido a oportunidade de "mamar" um cara e descobria aos poucos minha bissexualidade. Chapado, disse que iria enfim voltar para casa que estava hospedado para descansar o que fui impedido por Eduardo, que me ofertou um colchão de casal e ar condicionado (coisa que eu não usufruía em meu "aposento original"), me convenceu a ficar e até hoje não sei se o que aconteceu a seguir foi acaso ou proposital. Lembro de ter "apagado" bem rápido, sem ter idéia de que alguns minutos depois estaria acordado novamente. Eu estava deitado de lado e fui recobrando a consciência devagar percebendo que havia algo em minha bunda por dentro da cueca. Em seguida senti que alguém estava bem perto de mim e usava a lanterna do celular para iluminar minha bunda vestida apenas de cueca, já que a bermuda estava baixada até as canelas. Percebendo que eu despertava, uma mão cobriu minha boca e a voz até então sem rosto pediu pra que eu ficasse quieto. Ele continuou a enfiar o pau entre minha cueca e minhas nádegas fazendo com que eu sentisse a rigidez e temperatura daquela rola esfregando em mim. Agora sabendo de quem se tratava, Eduardo deixou de cobrir minha boca e deixando o celular de lado, e perguntou sussurrando em meu ouvido se eu queria que aquilo parasse. Foi nesse instante que disse que meu cuzinho era virgem e tinha receio de que aquilo me machucasse. Apesar do tesão tomar conta daquele colchão, Edu teve paciência e cuidado para que tudo acontecesse da melhor maneira possível. Não saí da posição que estava desde o momento que despertei, já que acreditava em tudo que saia de sua boca quando dentre outras coisas que disse, era que daquele "jeitinho" era a melhor forma de acontecer. Ainda deitado atrás de mim ele primeiro abriu minha bunda apertando minhas nádegas com força e chupou meu cuzinho lisinho (sempre me mantenho depilado), o que me deu a melhor sensação que até então tive em toda minha vida. Eu segurava os gemidos para que não saíssem da minha boca com a mesma força que agarrava o colchão enquanto ele enfiava a língua dentro de mim. De repente parei de sentir a língua o que fez eu olhar para trás pela primeira vez. Vi seu pau duro apontando para cima e suas mãos abrindo um pote que depois descobri ser vaselina. Pedindo pra que eu relaxasse e aproveitasse o momento, Edu enfiou no meu cuzinho dois dedos besuntados em gel. Não dá para negar que inicialmente senti dor, principalmente quando contraía involuntariamente. Aos poucos fui percebendo que relaxar realmente era o segredo. Poucos movimentos depois, apenas o tesão tomava conta e me esforçando um pouco, alcancei o pau dele com uma das mãos por iniciativa própria. Pegar na rola dele me fez sentir o rosto ferver de calor. Após me foder com a língua e com os dedos, parecia que eu estava pronto pra "perder o cabaço" do cú: "- Agora vou te foder bem gostoso". Olhei para trás mais uma vez e sentia o tremor do meu corpo enquanto via ele vestindo a camisinha. O nervosismo e o tesão estavam caminhando juntos, e eu sabia que não tinha mais volta. Antes de encostar a cabeça ele ainda passou mais gel no meu cuzinho. Uma de suas mãos me segurou na cintura entre o colchão e meu corpo repousado, a outra abriu minha bunda puxando uma das nádegas e o pau foi entrando e machucando minhas pregas bem devagar. A partir de um momento veio a dor novamente, o que eu avisava apertando sua coxa com a mão direita. Com a mesma velocidade que entrou, começaram os movimentos de bombeamento. O ritmo foi aumentando comigo ainda controlando o Edu pelos apertões em sua coxa. Meu pau ficou duro a partir do momento que as dores cessaram, acompanhadas do som de sua pélvis batendo em minha bunda. Meu tesão aumentou consideravelmente quando ele me segurou pelo pescoço enquanto me abraçava por trás e minha reação foi acariciar e "punhetar" o meu pau enquanto era fodido. O ar quente que a cada gemido saia de sua boca esquentava minha orelha. Uma das poucas vezes que ele falou algo enquanto me comia, foi quando avisou que estava prestes a gozar. Por pouco não pedi que fosse dentro da minha boca. Assim como eu fazia enquanto apenas hétero, os sinais entregam quando o orgasmo está prestes a acontecer: A velocidade e a força com que as mãos lhe seguram aumentam. Consegui sentir o pau pulsando dentro do meu cuzinho acompanhado de bombadas espaçadas e mais fundas. A camisinha impediu que toda aquela porra espirrasse ao contrário da "bagunça" que minha rola fez no colchão. Eu realmente não senti ter gozado, mas não era o que toda aquela umidade no lençol dizia. Quando ele tirou o pau de dentro do meu cú, eu senti minhas pernas amolecerem como se eu estivesse gozado, além de um arrepio que subiu dos pés até a nuca. Enfim, virei de barriga para cima, olhei para ele, ri e sem saber o que dizer tapei meus rosto com a mão enquanto morria de vergonha. Ele, diferente de mim por estar acostumado em foder cús alheios, me perguntou se tinha gostado. E sim, foi uma boa experiência e acredito que pode ter contribuido muito o fato do Eduardo não ter o pau tão grande, ao contrário do que aconteceu naquele mesmo dia horas depois. Depois de dormir, acordei sozinho no colchão por volta de 13 horas e fui tomar um banho. A maioria do pessoal ainda descansava nos quartos, enquanto alguns já estavam animados para curtir a praia. Faminto, comi uma salada que estava preparada e algumas frutas antes de ir ao banho de mar. Tanto a casa do meu amigo, quanto a dos meus "novos" amigos além de perto uma da outra, eram praticamente de frente para o mar. Entrei na água e voltando para a areia percebi que alguns deles estavam na areia inclusive a Bruna, Eduardo e Fábio, além de outros. Todos consumiam bebida alcoólica menos eu que preferi me hidratar naquele momento. Notei que Bruna estava muito diferente do dia anterior e parecia me ignorar. Após algum tempo "trocando idéia", Bruna volta pra casa depois de Eduardo que já havia retornado a algum tempo, sobrando Fabio que era com quem tinha criado mais afinidade além deles. Comentei sobre o fato da Bruna estar me tratando daquele jeito e descobri o motivo: Eduardo contou pelo menos aos dois o que aconteceu naquela madrugada. Agora estava claro e compreensível por parte dela. Fabinho também disse que teria comentado com o Edu sobre o fato de ter me achado atraente e ter despertado nele a vontade de "me pegar," mas que não chegou em mim por acreditar que não rolaria nada. Lamentou também o fato do Eduardo ter o "atravessado" em relação a isso por várias vezes. Mesmo com vergonha diante daquela situação e honestidade ao falar aquilo para mim, expliquei que não imaginaria que aquilo aconteceria e de certa forma fui surpreendido, sem culpar o Edu em momento algum, já que poderia ter negado se assim quisesse. Fabio me dava algumas indiretas tímidas (ele era um cara tímido) que foram escalonando conforme ia aumentando o nível de álcool em seu sangue. Me despedi dele e dos outros que estavam ali e fui para casa do meu amigo, pois havíamos combinado por telefone (já que não via ele desde o dia anterior) que iríamos curtir uma balada naquele dia a noite. Acredito que eram mais ou menos 21 horas daquele mesmo dia quando recebi uma mensagem do Fabio dizendo que ele e o pessoal que estavam juntos decidiram que voltariam pra sua cidade no dia seguinte. Convidei ele e o resto de sua "galerinha" para vir a boate conosco, porém apenas ele e mais uma outra menina resolveram nos acompanhar. Combinamos que os dois passariam na casa em que eunestava e de lá seguiríamos juntos. O pessoal da casa (animados e ansiosos) foram na frente, já que os dois precisaram se atrasar e como iria esperar um pouco suas chegadas, aproveitei o tempo para conversar com a Bruna pelo Whatsapp. No fim, a outra menina desistiu e só chegou o Fábio. Pedi para ele esperar que só iria escovar os dentes antes de saírmos. Sem eu chamar ele me seguiu até o banheiro sabendo que não tinha mais ninguém na casa além de nós dois. Lembro de estar vestido com uma camiseta over size branca e um shorts "mauricinho" floral. Estava em frente a pia com a escova na boca quando o Fabinho encostado na porta disse que queria pedir algo mas estava sem coragem. Tendo quase certeza do que se tratava disse que poderia deixar a timidez de lado e falar sobre qualquer coisa. Depois de alguns segundos em silêncio e percebendo que não tinha nada a perder, ele perguntou se poderia ver a minha bunda nua. Confesso que pensei ser outra coisa que ele pediria, tipo, "ficar" comigo ou algo assim, mas mesmo assim aquilo mexeu comigo. Foram anos sendo elogiado nesse sentido e agora eu parecia gostar de expôr meu rabo. Então, ainda no banheiro, baixei o shorts junto da cueca deixando-os escorregar pelas minhas pernas até no chão e levantei a camiseta até a altura do busto enquanto estava de costas para ele, sentindo o calor tomando conta do meu corpo. Olhando para o meu rabo ele elogiou-o dizendo que realmente era "gostosinho" antes de apertar com carinho verificando que realmente era "durinho" como parecia. Assim como horas antes com o Edu, não me opus a nada e deixei fluir com o tesão me deixando disposto a qualquer coisa que acontecesse dali em diante. Perguntei se ele tava satisfeito e ele me pediu mais um pouco de tempo ao abaixar e ficar bem perto de mim. Com ambas as mãos ele abriu minha bundinha pra revelar meu cuzinho fazendo com que eu me desequilibrasse e apoiasse as duas mãos na pia, não parecendo o rapaz tímido de outrora. Ele ficou de pé novamente e mostrando o volume na sua bermuda disse que eu era o responsável daquilo. Apalpei o pau dele por cima da roupa e no tato percebi que era uma rola maior que a de Eduardo. Dizendo que gostaria de vê-la puxei ela para fora de sua bermuda: "- Caralho que pau grande!". Juro que tentei resistir mas precisava sentir o gosto daquela piroca e foi o que eu fiz. Vesti só a cueca direcionando ele ao quarto e com ele sentado na cama comecei a mamar agachado no meio de suas pernas. Meu cabelo era puxado enquanto eu tentava engolir aquela tora enorme o máximo que conseguia. No meio daquele boquete "babado", me procupei quando vi ele pegando uma camisinha de dentro da carteira. Com certeza o tamanho daquele pau iria arrombar meu cuzinho já machucado e fiz questão de deixá-lo ciente do meu receio, mas como eu iria parar se já chegamos até aquele ponto? Ali naquela casa, não sabia da existência de algum gel ou algo que poderia me ajudar, então depositei toda esperança na lubrificação do preservativo. Obedeci quando foi solicitado que ficassr de quatro na cama e com o busto encostado no colchão assisti olhando para trás ele chupando meu cuzinho enquanto eu punhetava minha rola até ele tirar minha mão, e fazê-lo para mim. Não sei se é o normal, mas uma bela chupada no meu cuzinho faz com que eu sinta ainda mais vontade de "dar" e notei que o momento havia chegado quando ele abriu a embalagem da camisinha com a boca e a vestiu. Abrindo mais uma vez minha bunda ele deixou a saliva escorrer de sua boca do alto com a mira precisa eu senti escorrer no meu cuzinho. Antes de empurrar para dentro, passou a cabeça do pau pincelando e espalhando sua saliva e alguns cuspes que ainda deu pensando em meu bem estar. Pedi pra que fosse devagar quando senti que aquele monstro estava invadindo meu cú apertado, e fui atendido. Lá estava eu, sendo fodido mais uma vez dentro de 24 horas. Rapidamente a dor deu lugar apenas ao prazer e Fabinho empurrava em mim segurando pela camiseta que não havia tirado em nenhum momento, além de também estar de tênis. Levei uns tapas na bunda, coisa que era novidade até ali e após um tempo me "estocando", Fabinho me puxou pela camiseta em sua direção e continuou a me foder segurando meus braços para trás enquanto fiquei apenas com os joelhos apoiados na cama. Não demorou muito pra ele gozar enquanto tapava minha boca com uma das mãos. Após eu sentir os espamos de seu corpo encostado em minhas costas, segurando no meu pau ele me perguntou se havia gozado. Balancei negativamente a cabeça e rapidamente ele me deitou e começou a chupar minha rola. A boquete foi uma delícia com o Fabinho demonstrando que sabia o que estava fazendo. Quando avisei que iria gozar ele tirou a boca e finalizou batendo uma punheta até que eu atingisse o ápice. Assim como na foda de antes, não senti atração pelo físico (quando digo físico, quero dizer bunda kkkk) de nenhum dos dois, o que não me despertou vontade de ser ativo em ambas situações. O que tenho certeza é que gostei mais da segunda sem sombra de dúvida. Respondi as várias mensagens do meu amigo que enfim estava indo pra boate e após nos ajeitarmos seguimos ao nosso destino. Desde então eu lembro dessa viagem como uma de minhas poucas experiências de não hétero até aqui, e realmente foram pouquíssimas oportunidades que eu tive de explorar algo mais além do convencional. Espero que tenham gostado.
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