Wellington, meu brother de anos, viajou por uma semana pro trampo. Ele me pediu pra "cuidar" da Natália, a noiva dele – uma morena gostosa de 25 anos, bundão redondo que balança a cada passo, peitos firmes e um sorriso safado que sempre me deixava de pau duro. Eu sabia que ela era tarada; já tinha pego ela me olhando no churrasco, mordendo o lábio enquanto eu contava piadas pesadas.Cheguei na casa deles à noite, com uma desculpa qualquer. Natália abriu a porta de shortinho colado, sem sutiã, os biquinhos marcando a blusa fina. "Entra, amorzinho do Wellington", ela disse, mas os olhos dela devoravam meu volume na calça. Conversamos no sofá, cerveja gelada, e logo ela confessou: "Saudade de pau grande... o do Wellington é bonzinho, mas...". Não precisarei de mais. Puxei ela pro colo, beijando com língua, mãos apertando aquela bunda perfeita.Tirei a roupa dela rápido, admirando o corpo nu – buceta raspadinha já molhada, cuzinho rosadinho piscando pra mim. "Quero arrombar esse cuzinho hoje", eu disse, cuspindo no dedo e enfiando devagar. Ela gemeu alto, empinando: "Vai, me fode o cu! Wellington nunca faz direito". Lubrifiquei meu pauzão com a saliva dela, 24,5cm grossos e veiudos, e posicionei na entradinha apertada.Empurrei devagar no começo, sentindo o anelzinho dela ceder, engolindo a cabeça. "Porra, que cu virgem!", grunhi, enquanto ela gritava de prazer e dor misturados: "Arromba tudo, me faz tua puta!". Meti mais fundo, centímetro por centímetro, até o talo sumir na bunda dela. Comecei a bombar devagar, depois forte, o som de pele contra pele ecoando, minhas bolas batendo na buceta dela.Natália rebolava, se masturbando furiosamente, gemendo: "Mais fundo, vai, fode o cu da noiva do teu amigo!". Virei ela de quatro no sofá, segurei pelos cabelos e meti como pilha, esticando o cu dela pro limite. Ela gozou primeiro, tremendo toda, esguichando no chão: "Tô gozando no cu!". Isso me levou ao delírio.Segurei firme nos quadris, bombando selvagem, sentindo o orgasmo subir. "Vou gozar dentro, encher teu cu de porra pra você levar pro Wellington!", avisei. Ela implorou: "Enche sim, me deixa pingando!". Gozei como um vulcão, jatos grossos e quentes inundando as profundezas do cuzinho dela, tanto que escorria quando eu saí. Natália caiu exausta, dedo no cu, empurrando a porra pra dentro: "Delícia... ele nem vai notar".Na manhã seguinte, mandei foto pro Wellington: "Cuidei bem dela". Ele respondeu que bom kkkkk. Segredo nosso.
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