Uma semana depois, Wellington voltou do trampo, bronzeado e animado. Eu ainda sentia o gosto da Natália na boca – o cheiro do cuzinho dela arrombado pelo meu pau ficava na memória. Ela me mandava nudes diários, cuzinho piscando com plug anal que comprei pra ela, treinando pro próximo round. "Vem me foder de novo antes dele chegar", ela pedia. Mas o destino foi melhor.Cheguei na casa pra "visitar o brother", e lá estavam eles: Wellington contando as viagens, Natália na cozinha de vestidinho curto, sem calcinha – eu via o brilho da buceta dela de onde estava. Ela piscou pra mim, lambendo os lábios. Durante o papo, ela "acidentalmente" derrubou cerveja na calça dele, e insistiu em limpar com a boca. Wellington riu, mas eu vi o pau dele endurecer.Não demorou: Natália ajoelhou, chupando ele ali na sala, olhos fixos em mim. "Ei, brother, junta aqui", Wellington disse, surpreso mas de pau duro. "Eu já comi ela toda a semana", confessei, abrindo a calça. Os olhos dele brilharam de tesão, não raiva. "Então mostra como arrombou meu cu?", Natália provocou, já nua, empinada no sofá.Wellington ficou de queixo caído quando eu cuspi no cu dela e enfiei o pauzão de uma vez – ainda mais frouxo agora, escorregadio de tesão. "Porra, você esticou ela toda!", ele gemeu, masturbando enquanto assistia. Natália gemia alto: "Ele me fodeu melhor que você, amor... agora lambe minha buceta!". Wellington obedeceu, debaixo dela, chupando o clitóris enquanto eu metia no cu, bolas batendo na cara dele.Troquei: mandei ele meter na buceta dela enquanto eu arrombava o cu de novo. Dobrada no meio, Natália virava sanduíche – pau do noivo na frente, meu no fundinho. "Fode a gente junto!", ela gritava, gozando bagunçado, molhando os dois paus. Wellington urrou: "Goza no cu dela comigo!". Sincronizamos: ele encheu a buceta de porra quente, eu inundei o cu até transbordar, leite escorrendo misturado pelas coxas dela.Natália, ofegante, chupou nós dois limpos, engolindo o resto. "Melhor volta ", Wellington disse, batendo na minha mão. Agora somos brothers no pau – toda sexta, arrombamos ela juntos.
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