Minha Primeira Vez
Eu era novo, naquela época morava em uma casa, com meus pais e minha irmã e tinha uma funcionária, Cristina.
Cristina era uma menina ainda, cabelos longos e pretos, enrolados, pele de uma índia, olhos escuros, peitos que eram difíceis de esconder, magrinha, com seus 1,60m possivelmente.
Ela era nova e virgem. Naquela época eu espiava ela por um buraquinho na porta do quarto dela, tive a oportunidade de ver aqueles peitões e a bucetinha cabeludinha, mas ficava apenas na imaginação.
Em um certo dia, eu espiava ela assistindo TV, usava so uma camisola, e não aguentei, toquei uma bela de uma punheta na porta do quarto dela e deixei escorrer um pouco na porta e no chão e fui embora. No dia seguinte, aproveitei que ela foi para a casa do meu amigo e vizinho fofocar com a funcionária de lá e não pensei duas vezes, entrei no quarto e vasculhei cada cantinho e encontrei uma calcinha branca, de rendinha. Parecia nova, segurei no nariz e toquei outra punheta deitado na cama dela, levei a calcinha até o meu pau, enrolei deixando aquela parte onde cobre a buceta bem em cima da cabeça e toquei até gozar. Limpei cada gota de porra minha naquela calcinha e fui para o banheiro dela e coloquei a calcinha mistura nas roupas sujas dela.
No dia seguinte, percebi ela de mau humor comigo, mas deixei quieto, assim que meus pais saíram para trabalhar, ela me enquadrou na cozinha e disse que viu o que eu tinha feito e que se eu fizesse de novo ela contaria tudo para os meu pais. Fiquei gelado, sem reação, literalmente com medo, mas sai de perto assim que ela parou de falar e fui direto para o banho.
Dentro do banheiro, ainda pensativo, comecei a tomar um banho e não parei de pensar naquela calcinha, naqueles peitos, naquela bucetinha cabeludinha, na hora meu pau ficou duro.
O banheiro daquela casa tinha uma janela, que era possível ver uma parte do banheiro e ver quem estava dentro, bastava subir em uma cadeira ou escada, mas eu ainda não sabia disso, então me encostei em uma parte do banheiro, deixei a água caindo e comecei a me masturbar novamente, de olhos fechados e imaginando o que eu faria com ela, atingindo o auge, gozei como se nunca tivesse gozado antes, era muito tesão que eu tinha naquela garota.
Logo que terminei, olhei pra janela e vi que ela estava vendo, e logo que ela percebeu se escondeu. Terminei meu banho e me deparei com ela na porta, dizendo que ia sair com a funcionária do meu vizinho para irem ao mercado e que se visse as coisas dela revirada de novo que eu já estava avisado.
Assim que ela saiu, eu fiz exatamente o oposto, fui direto para o quarto dela e vi que estava lá pendura no registro do banheiro a calcinha de rendinha, ela tinha lavado, ainda estava úmida, então pensei, vou tocar de novo! Ali dentro do banheiro dela, encostado na parede, com a calcinha enrolada no meu pau, toquei até gozar. Limpei tudo na calcinha, joguei uma água e espremi para tirar o excesso. Pendurei no mesmo lugar e fui pra casa do meu vizinho.
Naquele dia, forcei a barra pra ficar na casa dele e tentar dormir por lá, por que podia me encrencar se ela me dedurasse.
Estavamos jogando vídeo game quando a funcionária dele chegou, Bertolina era uma mulher magra, com um 1,70m, negra, peitos pequenos mais firme, magra com uma bundinha arrebitada, deveria ter seus 28 anos, nunca soube exatamente.
Ela usava uma vestido tubinho com alcinha, vermelho, que cobria metade da coxa e realçava aquela cor de pele, tinha olhos escuros, um pouco puxadinhos.
Assim que eu vi ela chegando e indo pra cozinha, disse ao meu amigo que iria pegar um copo de água, ele continuou jogando de forma inocente, enquanto eu ia lá só pra espiar aquele corpinho. Ela também era uma das minhas imaginações no banheiro.
Na hora que cheguei na cozinha, Bertolina na hora me viu, olhou pra mim e sorriu. Aquele sorriso era a prova viva de que ela sabia o que eu tinha feito com a calcinha da amiga.
Bertolina: Rapaz...você ta muito novo pra essas coisas! Não acha não?
Eu: Não entendi...novo como?
Bertolina: Cristina me falou o que você aprontou...
Eu: Ahh...você também vai me ameaçar contando pros meus pais ou vai guardar segredo?
Foi então que ela sorriu, nunca tinha visto uma sorriso de uma mulher com tesão, mas na hora eu já entendi. Ela se aproximou e por cima da minha bermuda encheu a mão, segurando firme meu pau, me deu um beijinho, olhou bem de perto e disse:
Bertolina: Agora, você vai guardar o nosso segredo?
Sem reação, mas tentando parecer relaxada e experiente, levei minha mão até a cintura dela e apenas disse que sim.
Voltei para o quarto, de pau duro, pensando no que tinha acabado de acontecer e pensando o que teria acontecido se estivéssemos apenas eu e ela naquela casa.
Naquele mesmo dia, já era noite. Meu amigo estava de costas, concentrado no computador, enquanto eu permanecia sentado no sofá atrás dele, jogando. Foi então que Bertolina chegou, ainda com o mesmo vestido. Sentou-se, cruzou as pernas e segurava uma revista, ficando levemente de lado enquanto lia.
Quando me aproximei e tentei puxar conversa, percebi algo curioso dentro da revista. Aquilo me surpreendeu, mas mantive a expressão discreta e continuei observando com cuidado, para que ninguém mais notasse.
O clima me deixou inquieto, e acabei ficando até mais tarde. Os pais do meu amigo me convidaram para comer uma pizza com eles e passar a noite ali. Aceitei prontamente.
Tentei controlar a ansiedade enquanto as horas passavam, até que, por fim, todos foram dormir.
Esperei acordado até ter certeza que todos estavam dormindo, me levante, fui até a cozinha, peguei um copo, coloquei água, fiquei quieto parado esperando e lembrando daquela cena e torcendo pra ninguem acordar, tomei coragem e fui para o quarto dos fundos onde sabia que encontraria Bertolina.
Quando cheguei lá, a bosta estava encostada, a luz do banheiro ligada, espiei um pouco e empurrei a porta.
Bertolina: Que susto garoto! Entra...
Entrei no quarto e ela veio logo na minha direção, fechou a porta e disse
Bertolina: Você é muito apressadinho! Hoje não posso fazer nada com você...alias...não posso fazer tudo o que eu quero.
Ela tava de pijama, dava pra ver que estava sem sutiã, me aproximando, comecei a beijar ela, segurando a cintura e tudo o que eu queria era sentir aquela buceta, quando infelizmente percebi que ela usava um absorvente.
Bertolina: Eu disse que hoje não! Mas...
Ela me empurrou contra a parede, se ajoelhou e puxou meu short pra baixo, meu pau duro, ela olhando pra mim, sorrindo, segurando bem firme nele, fechou os olhos e começou a mamar, ela chuvapa muito meu pau, aquela chupada com certeza foi a melhor que eu já ganhei.
Segurei a cabeça dela, acompanhava ela me chupando, quando ela parou, tirou a blusa de pijama dela, mostrando aqueles peitinhos, sentando no chão de perna aberto e se encostando na cama e disse
Bertolina: Cristina vai ficar tão brava em saber que eu vou ganhar leite primeiro...goza aqui.
Ela passava os dedos pelos peitos, pela boca, me aproximei, meio sem jeito, fiz ela me chupar um pouco mais quando não resisti e soltei tudo nos peitos dela, ela esfregava minha porra pelos bicos do peito enquanto olhava pra mim. Se levantou um pouco e chupou o que ainda tava saindo.
Bertolina: Volta pro quarto...vai dormir...amanhã todos viajam no final da tarde.
No dia seguinte, eu acordei sabendo de duas coisas. A primeira que com certeza eu comeria a Bertolina durante minhas férias, a segunda, que as duas estava disputando.
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