Minha Primeira Vez - Final

Bertolina me esperava. Seus olhos me perfuravam com uma intensidade que ia além da simples fúria; era desprezo puro, frio e cortante, como se a simples visão do meu rosto fosse a coisa mais repulsiva que ela poderia ter encontrado. O calor da madrugada com Cristina se esvaiu, substituído por um calafrio que me atingiu até a medula.
"Então você veio", ela cuspiu as palavras, sem me deixar sequer cumprimentá-la. A voz era baixa, mas carregada de uma gravidade que me fez parar no lugar.
"Bertolina, o que foi?", perguntei, tentando manter a calma, embora um nó apertasse minha garganta. O que Cristina havia dito? Teria ela contado tudo?
Ela deu um passo à frente, diminuindo a distância entre nós, e a cada passo, a temperatura do ambiente parecia cair. "O que foi?", ela repetiu, a ironia pingando de sua voz. "Eu passei a manhã toda com a Cristina. Ela me contou... tudo."
Meu coração deu um salto. Meu corpo gelou por completo. Era isso. O pior havia acontecido. Ela sabia. Teria Cristina traído nossa confiança, nosso segredo? Mas a forma como Bertolina me olhava sugeria algo mais, algo que Cristina jamais contaria.
"Ela me contou sobre a camisola...", começou Bertolina, a voz embargada, os olhos marejados de uma raiva contida. "Sobre a calcinha suja..." Ela fez uma pausa, respirando fundo, e quando seus olhos se fixaram novamente nos meus. "Ela me contou sobre as coisas que você disse... sobre o que você fez com ela a madrugada toda."
Meu sangue gelou de uma forma diferente agora, um pavor paralisante. Percebi, com uma clareza dolorosa. Cristina contou a Bertolina sobre o que tínhamos feito naquela madrugada, e Bertolina, em sua raiva e ciúme, havia misturado tudo.
A raiva nos olhos de Bertolina era genuína, e a dor em sua voz era um punhal em meu peito. "Então", ela continuou, a voz tremendo, "você se aproveitou, não foi?
Meu mundo desabou. Eu tinha perdido as duas. Aliás, tinha perdido a minha primeira, Bertolina, e, talvez, a chance de ter uma "segunda" em Cristina. A cena com Cristina, que até então havia sido um ápice de prazer e cumplicidade, agora se tingia de um cinza amargo e cruel. Aquele beijo que Cristina me dera, o "quero mais", agora ganhava um novo e perverso significado. Ela não sabia que eu tive algo com Bertolina...?
"Bertolina, você contou para ela sobre a gente?", arrisquei, tentando me aproximar, mas ela recuou, os olhos faiscando, um brilho que não era de dor, mas de algo mais complexo.
"Não!", ela riu, um riso curto e sem alegria, mas carregado de uma intensidade estranha. "Eu ouvi o suficiente. E parece que eu ainda não ensinei você o suficiente." Seu corpo, que parecia se afastar em direção à porta da casa do meu amigo, fez uma pausa. Ela virou-se, não para ir embora, mas para seguir em frente, em direção à porta do quarto dos pais do meu amigo, que ficava um pouco mais adiante no corredor. Parou ali, na soleira, e estendeu uma mão para mim, um convite irrecusável. "Vai ficar aí parado, ou vai vir aqui?"
O ar ao meu redor estalou com a virada repentina dos acontecimentos. Meu coração, que antes estava afundado em desespero, agora batia um ritmo alucinado de pura antecipação. Entramos no quarto, e pude ver que tudo já estava planejado. A luz suave do banheiro acesa iluminava uma parte do ambiente, criando um contraste com a penumbra. Ela se aproximou de mim, seus olhos fixos nos meus, e chegou no meu ouvido, sua voz um sussurro rouco que me arrepiou da cabeça aos pés: "Cristina me contou tudo, exatamente tudo, e agora... eu quero que você faça exatamente o que fez com ela, comigo. Da mesma forma como você fudeu ela no quarto dela."
O cheiro dela, misturado ao nosso próprio cheiro de desejo, me embriagou. Bertolina se afastou um passo, a cada movimento, uma nova provocação. Levantou as mãos e, com uma lentidão calculada que quase me fez implorar, tirou a blusa. Revelou um torso escultural, sem sutiã, os seios firmes e empinados, mamilos duros me encarando. Em seguida, desabotoou o shortinho e o deixou cair aos seus pés, revelando uma minúscula calcinha de rendinha branca, que mal a buceta já inchada. Olhou para mim, a face em chamas, mas com um sorriso sedutor. "Estou parecida com ela agora?"
"Não!", eu respondi, minha voz um rosnado animal, "Você é muito melhor! Vem aqui, ajoelha na minha frente!"
Enquanto ela vinha na minha direção, seus quadris balançando de um jeito que prometia o inferno, comecei a tirar minha bermuda, libertando meu pau, que já pulsava e latejava, ávido por ela. Quando Bertolina se ajoelhou na minha frente, seus olhos fixos no meu membro endurecido, ela sorriu, um sorriso que era puro desejo e malícia. Sem hesitar, abocanhou-me, e em segundos, a maciez quente de sua boca me fez esquecer qualquer dúvida, qualquer culpa. Eu estava ali, entregue, nas mãos da minha primeira, e ela sabia exatamente o que fazer.
Ela parou, a boca ainda úmida e brilhante, segurando meu membro pulsante com uma das mãos, os dedos ágeis atiçando-o. Ergueu o olhar para mim, os olhos penetrantes e um sorriso malicioso brincando em seus lábios. "Ela chupou gostoso?", perguntou, a voz rouca, quase um sussurro provocante.
A pergunta me pegou de surpresa, mas eu respondi sem hesitar, a honestidade brotando junto com o desejo. "Sim, ela chupou..." Bertolina cerrou os olhos, a mão apertando um pouco mais meu pau. "Melhor que eu?", ela exigiu, o tom desafiador. Olhei para ela, nos seus olhos que prometiam fogo, e respondi com a certeza que só a experiência podia dar. "Não!"
Um sorriso de triunfo se abriu em seu rosto, largo e cheio de autoconfiança. "Sabia...", ela sussurrou, e então se inclinou, sua boca roçando meu ouvido. "Antes de tudo começar, eu dei algumas dicas para ela, e hoje... dei outras... acho que você vai gostar!" A confissão me pegou de jeito, uma onda de choque que misturava surpresa e uma excitação inesperada. Bertolina não só sabia, ela arquitetava.
Ela voltou a me chupar, o ritmo mais intenso agora, a língua e os lábios trabalhando com uma maestria que me fez gemer. Olhei para baixo, para a cabeça dela, seus cabelos escuros se movendo ritmicamente, e minha mente começou a processar tudo. Bertolina não contou para Cristina. Cristina não sabe sobre a Bertolina. E Bertolina, além de saber de tudo que aconteceu, quer continuar a me ensinar, a me moldar, e ainda por cima... gostou de saber dos detalhes do que eu fiz com a Cristina. Aquele pensamento fez meu pau pulsar ainda mais forte em sua boca.
De repente, ela parou de me chupar. Levantou-se, meu membro agora livre, mas latejando de puro desejo. Deu-me um beijo nos lábios, um beijo úmido e quente que selava nossa cumplicidade e o jogo perverso que se iniciava. "E agora? O que você fez com ela?", perguntou, os olhos faiscando de expectativa.
Respondi rápido e firme, a voz carregada de uma urgência que não podia ser contida: "Fica de quatro."
Bertolina se afastou um passo, pegou uma camisinha que eu nem havia notado em cima da cômoda, e me entregou, os olhos fixos nos meus, um desafio silencioso. Em seguida, caminhou até a cama de casal, posicionando-se de quatro, a bunda empinada, a calcinha de renda branca agora um mero enfeite na iminência do que estava por vir. "Ela ficou assim para você?", sua voz era um convite rouco, um jogo de espelhos com a cena de mais cedo.
Enquanto terminava de colocar a camisinha, meus olhos fixos nela, na perfeição de suas curvas, no jeito como a calcinha de renda se perdia entre suas nádegas, percebi algo. Não tinha nem percebido a posição dela antes, imerso em meu próprio desejo. Agora, me posicionei atrás dela, afastando a calcinha de lado, e a visão da buceta molhada e convidativa me fez arfar. "Sim, ela ficou desse jeito para mim...", respondi, a voz rouca. E sem mais delongas, empurrei meu pau para dentro.
O encaixe foi perfeito, um gemido de prazer escapou dela enquanto meu corpo invadia o seu. Quando me dei conta, Bertolina tinha se posicionado estrategicamente em frente a um espelho de corpo inteiro que adornava a parede. Seus olhos se encontraram com os meus através do reflexo, e um sorriso de triunfo, carregado de pura posse, se abriu em seus lábios. "Agora...", ela sussurrou, a voz ecoando no quarto e no meu subconsciente, "agora me fode muito... e lembra que esse pau é meu... e não dela!" A visão dela, no espelho, cavalgando meu pau, seus seios balançando, o reflexo do meu rosto contorcido de prazer, era a cena mais erótica e selvagem que eu já havia presenciado.
A cada metida, Bertolina gemia. Não eram gemidos contidos, mas explosões selvagens, como se quisesse que cada som ecoasse por toda a casa, que a própria Cristina pudesse ouvir. Era uma entrega sem medo, sem vergonha, prazer que me impulsionava ainda mais fundo.
Seus quadris se moviam em um ritmo viciante, rebolando contra os meus, a buceta apertada sugando meu pau com uma força que me enlouquecia. Através do espelho, nossos olhos se encontraram. Ela sorriu, um sorriso predatório que me lembrou de suas palavras mais cedo: "Você vai gostar do que ela vai fazer". Minha mente, já turva de desejo, captou a indireta. "Quer saber?", ela provocou, a voz um sussurro rouco que mal chegava aos meus ouvidos em meio aos gemidos.
"Sim!", eu respondi, diminuindo o ritmo das estocadas, ansioso por sua confissão, pela chave que ela tinha para o meu prazer.
Bertolina sorriu ainda mais, um brilho diabólico nos olhos refletidos. Ela empinou a bunda, elevando-a em minha direção, um convite irrecusável para uma penetração ainda mais profunda. Com um som abafado, o colchão gemeu sob seu peso enquanto ela se forçava contra mim. "Não goza dentro...", ela sussurrou, a ordem soando como uma promessa de algo ainda mais perverso.
Metia cada vez mais forte, meu corpo em êxtase, a mente nublada. Estava à beira, o prazer escalando a um pico insuportável. "É agora...", avisei, a voz rasgada, "Não aguento mais!"
Em um movimento rápido e fluido, antes que eu pudesse sequer processar, ela inverteu a posição. Com uma agilidade surpreendente, desceu da minha frente, tirou a camisinha com um puxão firme e, em um piscar de olhos, estava ajoelhada à minha frente. O espelho, agora, refletia a imagem da sua buceta, úmida e entreaberta, convidativa, enquanto ela abocanhava meu pau. O choque e a surpresa foram esmagadores. A visão da minha virilidade afundando em sua boca, era demais. O controle se desfez. Não aguentei. Um tremor incontrolável percorreu meu corpo, e jorrei leite quente, uma explosão de gozo, direto para o fundo de sua garganta. Ela sugou cada gota, engolindo ruidosamente, sem hesitação, seus olhos fixos nos meus, uma expressão de posse selvagem em seu rosto.
Ela parou, deitou na minha frente de perna aberta, deixando os dedos passarearem pela buceta, olhou pra mim e disse...Disse a ela que todo homem gosta quando a mulher implora por leite quente...uma pena que ela vai ganhar apenas um pouco...
Aquele comentário me pegou desprevinido, Bertolina sabia o que tinha acabado de fazer, sabia que Cristina receberia menos leite na boca que ela, tudo por que momentos antes drenaria tudo o que eu tinha produzido.
Vem cá! Disse ela apontando para o meio da perna...mas também disse a ela que para o homem receber isso...ele primeiro precisa saber chupar...deixa eu te ensinar.
Me pocionei em frente a ela e usei minha boca, Bertolina dizia exatamente o que queria, como era pra ser feito, até que chego ao auge e tremula, apertando minha cabeça com as pernas, gemeu.
Ficamos um tempo tempo deitados na cama. Ela me disse que não contaria nada para Cristina nunca. Mas que eu não poderia falhar com ela – você vai ter que dar conta das duas, dizia sorrindo.
Meu tempo ali terminou, voltei para a casa, chegando lá, meus pais estavam na sala vendo TV, fui direto para o banho e ao sair, vejo meu pai ao telefone. E logo dizendo, a minha mãe que precisavam sair novamente. Eu entedia e já era acostumado com aquela situação. Chamaram a Cristina e informaram que precisavam ir, na hora ela me olhou, sabia que teríamos uma nova oportunidade.
A noite chegou, minha irmã já estava dormindo, sai do meu quarto e fechei a porta, e fui sorrateiramente para o quarto da Cristina.
Chegando lá, a porta estava aberta, a luz do banheiro acesa, disse em um tom baixo – Cristina...
Ela se virou, acordando – Sua irmã está dormindo? Sim, respondi. Entrei e fechei a porta.
Fui pra cima, comecei a beijar ela, sabendo que ela jamais saberia sobre a Bertolina. Comecei a descer, tirei um dos peitos dela para fora da camisola, chupei, desci, mais, ela estava sem calcinha. Me deitei na frente dela e comecei a chupa, ela segurando minha cabeça, deixando pequenos gemidos escaparem, durante todo o tempo eu pensava exatamente em tudo que eu aprendi. Ela me afastou, me puxou e disse... tenho uma surpresa pra vc.
Pegou uma camisinha que estava escondida embaixo do travesseiro, se moveu para eu deitasse, coloquei a camisinha e ela veio pra cima. Sentou e começou a se esfregar, quando então começou a quicar, ritmado, me olhando, deixando os peitos pularem, assim que ela cansou, chegou no meu ouvido e disse – me come de 4 de novo...mas dessa vez...não goza dentro de mim – na hora eu sabia, ela queria beber meu leite. Colocando ela de 4, em metidas cada vez mais firme, ela abafando os gemidos com o travesseiro, eu cada vez mais no ápice, avisei...- não aguento mais, me afastei, ela se virou, desajeitada tentou tirar a camisinha, ajudei, quando em seguida começou a me chupar, e veio, segurando a cabeça dela, sentindo meu pau pulsar dentro da boca dela, esperei, até que ela se afastou, olhou pra mim, abriu a boca e mostrou meu leite, segurando os peitos, fechou a boca e engoliu.
Sem tirar os olhos de mim, disse – a partir de hoje – é so aqui que eu quero!
Aquele ano que se seguiu foi um turbilhão de segredos e descobertas. Em todas as oportunidades que surgiam, eu me esgueirava para o quarto de Bertolina na calada da noite. Nossas madrugadas, no entanto, nunca mais atingiram a intensidade selvagem daquela primeira vez. Era como se a memória daquele gozo descarregado em sua boca, e as confissões e o jogo de poder que o precederam, tivessem estabelecido um limite, uma dinâmica diferente. Ainda havia toques, beijos roubados, a excitação da proibição, mas o furor incontrolável daquela noite de férias não se repetiu da mesma forma.
Mas Cristina... ah, Cristina foi a principal estrela daquele palco secreto. Durante todo o ano, ela foi a minha cúmplice nas madrugadas silenciosas, e, às vezes, em finais de semana inteiros em que a casa ficava só para nós. Nossos corpos se tornaram um livro aberto, um para o outro. Bertolina, com sua mente afiada e seu desejo por controle, continuava a ser minha mentora. Era ela quem me ensinava novas posições, me dava dicas sussurradas sobre como extrair mais prazer, e eu, como um aluno aplicado, testava todas elas com Cristina. Em cada movimento, em cada gemido de Cristina, eu via a influência de Bertolina, e a excitação era duplicada.
Bertolina chegou a prometer, com aquele sorriso enigmático que só ela possuía, que se um dia tivéssemos tempo suficiente, ela me daria "algo que um dia eu iria comer sempre". Eu sabia, no fundo da minha alma, que ela se referia àquele cuzinho apertado que eu tanto desejava explorar. Infelizmente, a oportunidade nunca veio. Nem o dela, nem o da Cristina. O pensamento de possuir aquele espaço proibido em ambas as garotas era uma fantasia que se manteve ardente, mas inatingível.
Meu tempo naquela cidade, inevitavelmente, chegou ao fim. As circunstâncias nos forçaram a mudar. Cristina precisou ser "dispensada", um adeus agridoce, cheio de promessas não ditas e a certeza de que algo tão intenso seria difícil de replicar. Partimos, levando conosco apenas as memórias clandestinas de noites roubadas e corpos entrelaçados.
Hoje, anos depois, essas lembranças ainda me visitam. Sei que Cristina casou e teve filhos, construiu sua vida longe dos nossos jogos. Bertolina... dela, nunca mais soube. Ela se dissolveu nas brumas do passado, uma figura enigmática que me ensinou sobre desejo, poder e os perigos de uma confissão mal interpretada. Aquela paixão insana nas férias de verão, e o ano de segredos que se seguiu, moldaram-me de maneiras que eu só comecei a entender muito tempo depois.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico wjuniorpvd

Nome do conto:
Minha Primeira Vez - Final

Codigo do conto:
252091

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
14/01/2026

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