Era domingo de manhã, e Larissa e eu ainda estávamos imersos na intensa conexão da noite. Ela disse que precisava ir ao banheiro tomar um banho. Fiquei deitado na cama, esperando por ela. Quando voltou, os cabelos ainda molhados, foi em direção ao armário, vasculhou no fundo de uma gaveta e me mostrou um pequeno frasco.
Um brilho malicioso em seus olhos acompanhou a insinuação que veio em um sussurro, e eu entendi que ela desejava explorar um novo território, algo mais ousado e íntimo.
Com uma franqueza que me pegou de surpresa, ela expressou seu desejo de uma entrega mais profunda e sem reservas, dizendo – come meu cuzinho... Igual você come o dela?
Durante algumas carícias, ela me explicou que eu teria que ir devagar, com paciência. Com toques cuidadosos e o lubrificante que ela aplicou, preparou o caminho para uma experiência completamente nova para mim. Ela se ajeitou de lado, convidando-me a avançar com suavidade. Foi uma iniciação intensa, e minha primeira vez nessa particular forma de intimidade foi com ela, minha cunhada, Larissa.
Depois de uma certo tempo, e forçando um pouco, consegui finalmente colocar ele todo dentro dela e logo que consegui disse no ouvido dela. Não tem como eu comer seu cuzinho igual...sua irmã nunca me deu.
Naquele dia, uma ideia perigosa e tentadora plantou-se em minha mente: a curiosidade de explorar essa mesma profundidade de intimidade também com a irmã dela. Era certo, precisava também comer o cuzinho da Simone.
Eu me entreguei completamente ao momento, movido pela paixão que nos envolvia. Permaneci conectado a ela, ouvindo seus suspiros e palavras de entrega, à medida que o prazer escalava. Ela me chamava pelo nome, se dizendo completamente minha, me entregando-se sem reservas. Quando o ápice chegou, liberei todo o leite que tinha, sentindo meu pau pulsar dentro daquela bundinha.
Nosso tempo juntos se esgotou. A inevitável volta de Simone pairava no ar, mas, ao me despedir de Larissa, havia um entendimento silencioso, um olhar que prometia que aquilo não seria um fim, mas um prelúdio para futuras oportunidades. Saí do apartamento com a mente turbulenta, o corpo ainda vibrando com a intensidade do que havia vivido, mas com a certeza de que a história com Larissa ainda estava longe de terminar.
Simone chegou na cidade e, assim que pôs os pés em solo conhecido, veio direto para minha casa. Havia uma saudade explícita em seu olhar, a ânsia de alguém que precisava mais do que um abraço e um beijo. Assim que entramos, a porta do meu quarto se fechou, e o reencontro foi marcado pela urgência e pela paixão acumulada. Nossos corpos se uniram novamente, em uma dança familiar, mas agora com um novo matiz de complexidade em minha mente.
Meu tesão ficava maior todas as vezes que eu pensava na irmã, Larissa, no final de semana que tivemos, na lingerie, naquele cuzinho. Foi então, que ao colocar Simone de 4, enfiei um dedo dentro daquela bunda. Ela me olhando com um ar de quem sabia o que queria, se afastou e rapidamente buscou na bolsa, era o mesmo tubinho, mas lacrado, nunca usado antes.
Pedi pra ela ficar de lado e me preparei, assim que só metade já estava dentro, eu já não estava mais me segurando, mas, mesmo sabendo que estava quase gozando, não parei.
Empurrei meu pau fundo naquela bunda, a cada estocada eu falava na minha cabeça, no meu mundo – Isso! É isso! Comi o cú ta sua irmã e agora to comendo o seu...
Naquele dia, nunca imaginei que teria tido uma oportunidade de poucos e o um sonho de muitos.
Durante anos eu namorei Simone, em diversas oportunidades escondidas ficava com Larissa. Até que, por questões da vida, o relacionamento acabou, tudo foi se perdendo e elas foram embora.
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