O vapor ainda se dissipava de mim quando saí do chuveiro, meu corpo pulsando com uma energia contida. O destino parecia traçado: o quarto de Cristina. A porta, silenciosamente fechada, guardava segredos. Me aproximei com a respiração suspensa, o coração martelando no peito. Pela fresta, um vislumbre quase proibido: Cristina, sentada na beira da cama, os ombros curvados em uma pose de íntima introspecção. Uma mão acariciava um dos seios, a outra deslizava com curiosidade sobre a fina barreira de sua calcinha. Naquele instante, uma onda de audácia me varreu, e soube que precisava arriscar.
Com movimentos deliberados, tirei minha ropa, a pele ainda úmida e quente. Permiti-me mais alguns segundos de observação e desejo crescente, a tensão no meu próprio corpo se tornando quase insuportável. Então, com um nó na garganta, bati levemente na porta, a voz rouca ao chamá-la: "Ei... Cristina..."
Ouvi o sobressalto abrupto, um movimento rápido, e em segundos a porta se abriu. Ali estava ela, arregalando os olhos em choque ao me ver: nu, meu desejo evidente e pulsante, a mirada fixa na sua. A pergunta, mais um desafio do que um inquérito, escapou de meus lábios: "Você vai contar isso para alguém? Ou será capaz de guardar nosso segredo?"
O espanto deu lugar a uma fúria repentina em seu rosto. "Que isso, garoto... você enlouqueceu!" A porta fechou com um estrondo que ecoou pelo corredor, um muro impenetrável entre nós. A mensagem era clara, cortante. Ela não me queria, não naquele momento. A vergonha e a adrenalina se misturavam. Eu sabia que ela não revelaria nada aos meus pais, mas imaginei que ela contaria para Bertolina.
Arrastando-me de volta ao meu quarto, liguei a TV em busca de uma distração. O sono demorava a chegar, a imagem dela gravada na retina. Quando o sono finalmente começava a me envolver, uma voz sussurrante e hesitante quebrou o silêncio: "Acordado?"
Abri os olhos. Era Cristina. A pequena luz do abajur iluminou seu contorno enquanto desliguei a TV. Ela estava ali, parada na soleira da porta, envolta em uma camisola azul que mal roçava suas coxas. Sem sutiã, a transparência sutil do tecido revelava a silhueta generosa de seus seios, os mamilos discretamente marcando a seda. Seus olhos, antes furiosos, agora carregavam uma mistura de apreensão e curiosidade.
"Estou sim", respondi, minha voz um sussurro. "Aconteceu algo?"
Ela hesitou, ajeitando os cabelos encaracolados que caíam sobre um ombro. "Não vou contar para ninguém", começou, a voz baixa, "mas você também terá que saber guardar segredo... pode ser?"
Um "Sim" firme escapou de mim, carregado de expectativa. Ela se moveu, vindo em minha direção e sentando-se na beira da cama. Seus olhos, antes distantes, agora buscavam os meus com uma intensidade que incendiava o ar. Naquele instante, a lembrança da máxima que me acompanhava veio à mente: "Não seja apressadinho".
Aproximei-me devagar, o contato inicial um beijo leve nos lábios dela. Repeti o gesto, uma, duas, três vezes, cada toque um convite mais profundo. Logo, o beijo se tornou ardente, faminto, um turbilhão de desejo que nos consumia sem medo ou vergonha. Minha mão deslizou pela coxa dela, subindo timidamente, mas ela a conteve com um gesto suave. Eu continuei o beijo, aprofundando a entrega, e com um movimento calculado, a guiei até que estivesse deitada na cama, sob mim.
Recostei uma perna sobre as dela, sentindo a tensão sutil em seu corpo, a prova de seu nervosismo. Detive-me, nossos olhares conectados. "Você nunca fez isso... né?", perguntei, a voz suave, buscando a verdade.
"Não...", ela confessou, a palavra quase inaudível.
"Então", murmurei, a proximidade inebriante, "esta será nossa primeira vez... Vamos descobrir isso juntos?"
Seus olhos se arregalaram levemente. "Sério? Você nunca fez isso antes?"
"Não...", respondi, a pequena mentira soando surpreendentemente convincente.
Percebi o relaxamento em seu corpo, uma entrega sutil que só a cumplicidade de uma "primeira vez" compartilhada poderia proporcionar. Ela se jogou novamente no beijo, com uma paixão renovada. Nossas bocas se encontraram e desencontraram em um ritmo próprio. Minhas mãos começaram a explorar, mapeando a geografia de sua pele. Subiam pelas pernas, parando um centímetro antes de invadir sua intimidade, para depois segurar seus seios fartos, seus bicos agora mais protuberantes, antes de descer pela barriga lisa.
"Eu tenho uma curiosidade...", sussurrei, a voz embargada pelo desejo. "Quero saber qual é a sensação de sentir ele... na sua boca..."
Gentilmente, segurei suas mãos e as guiei até o meu membro, que saltava de ereção. Ela hesitou por um segundo, os olhos fixos na minha virilidade, antes de finalmente envolver-lhe os dedos com uma firmeza surpreendente. Retirei-o da cueca, expondo-o por completo, e deixei que ela o segurasse novamente.
"Nossa!", ela exclamou, os olhos faiscando. "Ele está muito duro..."
Deitei-me na cama, e com um movimento suave, puxei-a para cima de mim. O corpo dela deslizou, e ela se viu sentada sobre no meu pau, sentindo o calor e a rigidez pulsante através de sua calcinha. Um arrepio correu por ela, visível em seus olhos. Aproximei meu rosto do dela, a voz em um sussurro rouco. "Posso sentir ele na sua boca?"
Os olhos dela baixaram para o meu membro, a respiração presa. "Desce um pouco", eu incentivei, e ela obedeceu, ajoelhando-se mais abaixo, os joelhos macios afundando no colchão ao lado dos meus quadris. A distância encurtou, e a tensão entre nós se tornou quase palpável. "Segura ele de novo", pedi, a voz firme, "e vem. Começa com um beijinho, depois... coloca ele todo na sua boca."
Foi então que ela atendeu ao meu pedido, com uma mistura de curiosidade e apreensão em cada movimento. Seus lábios delicados envolveram-me, em um beijo úmido e hesitante que se transformou em uma exploração tímida. Ela me sugava devagar, sem pressa, como se cada toque fosse uma descoberta, um aprendizado. Meus dedos enredavam-se em seus cabelos macios enquanto eu pedia, sussurrando, para que sua língua deslizasse, que explorasse cada contorno. Aquela inexperiência dela era, em si, um convite à entrega mais profunda, um misto de inocência e audácia que me incendiava.
Com um suspiro rouco, sem quebrar o ritmo de sua boca, estendi a mão para a gaveta do criado-mudo. Meus dedos tatearam entre papéis e objetos banais, até encontrar uma única camisinha.
"Só tenho uma", revelei, a voz um fio, entrecortada pelo prazer.
Ela parou, erguendo os olhos para mim, o lábio inferior brilhando. "Eu... eu tenho outra no meu quarto", confessou, a respiração ofegante. "Não achei que iríamos tão longe..." A frase era um reconhecimento da vertigem em que nos encontrávamos, uma entrega mútua a um território desconhecido.
Com mãos ligeiramente trêmulas, rasguei o pacote, desvelei a camisinha e, com um olhar carregado de promessa, deslizei-a sobre mim. Em seguida, com um gesto que visava aprofundar a intimidade, pedi que ela se deitasse ao meu lado. Enquanto ela se acomodava, com a ansiedade dançando em seus olhos, elevei gentilmente a barra de sua camisola azul, que ainda envolvia parte de suas coxas.
E então, um detalhe familiar e inesperado se revelou, disparando um sorriso em meus lábios e um calor renovado em minha pele.
"Ei...", eu disse, o tom misturando surpresa e fascínio, "você está usando a calcinha... aquela que eu sujei aquele dia, não está?"
Ela encontrou meu olhar, um rubor subindo por seu pescoço, mas a resposta veio carregada de uma confiança súbita e provocadora, os olhos brilhando. "Sim", sussurrou, a voz quase inaudível, mas carregada de intenção. "Gostou?" Era mais que uma pergunta; era um convite para o que estava por vir, um sinal de que ela também estava disposta a ir além.
Meus dedos ágeis e curiosos deslizaram pela beirada da calcinha de renda branca, um tecido tão delicado que quase cedeu ao meu toque. Com um movimento decidido, mas gentil, afastei-a, revelando a fenda úmida e pulsante entre suas coxas. Sem hesitação, introduzi um dedo, sentindo imediatamente a quentura e a umidade que denunciava o tesão já transbordando. Enquanto a beijava com fervor, minha boca faminta explorando cada canto da dela, meus dedos massageavam e esfregaçam aquele montinho já inchado e escorregadio, provocando gemidos contidos que mal escapavam de seus lábios.
A excitação me impulsionou. Ergui meu corpo um pouco mais, posicionando-me sobre ela, e com um suspiro rouco, empurrei a calcinha de lado por completo. Alinhei a cabeça do meu pau, agora duro e latejante sob a camisinha, na entrada de sua abertura apertada. O atrito suave na pele sensível foi o primeiro aviso.
Lentamente, com a maior gentileza que pude reunir, comecei a empurrar. A ponta deslizou um pouco, encontrando resistência. Ela se encolheu, seus pequenos dedos apertando meus ombros com uma força surpreendente, os olhos fixos nos meus, cheios de medo e uma excitação quase dolorosa. Mas eu não parei. Nossos lábios se uniram novamente em um beijo profundo, abafando qualquer som que pudesse escapar. Durante o beijo, que se tornou mais urgente e desesperado, fui enfiando meu pau cada vez mais.
Sentia a pele esticar, a entrada ceder com uma lentidão agonizante. O tecido interno, apertado e virgem, mas a cada pequeno avanço, o prazer e a dor se mesclavam em sua expressão. Finalmente, com um empurrão final e um gemido abafado que escapou dela direto para a minha boca, senti a barreira se romper.
Meu pau afundou, preenchendo-a completamente, até que tive a certeza inegável de que ele estava bem lá no fundo, aninhado naquela bucetinha virgem que agora me pertencia. A primeira vez dela havia se concretizado, uma explosão silenciosa de sensações que nos selava naquele momento.
Deixei meu pau, agora completamente dentro dela, parado por um momento. Era um preenchimento total, uma sensação que me arrebatava. Nossos lábios se mantiveram unidos, o beijo lento e profundo, uma forma de acalmá-la e de me conectar ainda mais. Podia sentir seu corpo se ajustando ao meu, a respiração ofegante, o coração batendo descompassado contra o meu.
Então, com um esforço suave, afastei-me um pouco, reposicionando meu corpo sobre o dela para ter mais liberdade de movimento. Fixei meus olhos nos seus, buscando permissão silenciosa, e quando encontrei um vislumbre de aceitação misturado à excitação, comecei a me mover.
Primeiro, um empurrão bem devagar, uma penetração lenta e profunda que parecia se estender no tempo. Eu queria sentir cada centímetro, cada nova textura. Meus olhos alternavam entre o rosto dela, onde a paixão e um leve pânico se misturavam, e o ponto onde nossos corpos se uniam.
Podia ver a pele esticada em torno da base do meu pau, a cada movimento, a cada empurrada cuidadosa. Seus seios, fartos e pesados sob a camisola azul, balançavam suavemente com o ritmo dos meus quadris. Era uma visão inebriante. O tecido fino da camisola esvoaçava, revelando e escondendo, adicionando uma camada extra de erotismo à cena. O ritmo se tornava um pouco mais constante, mas ainda controlado, cada investida uma descoberta.
A cada investida, o encaixe se tornava mais perfeito, o ritmo mais urgente. Comecei a meter com mais força, cada estocada mais profunda e rápida, o atrito úmido e quente gerando uma fricção deliciosa que nos consumia. Trabalhava furiosamente, empurrando meu pau até o limite, sentindo o caminho apertado se alargar ligeiramente para me receber. Foi então que, com a voz rouca e a respiração falha, avisei: "Vou gozar... essa sua buceta é apertadinha demais, que delícia!"
O gemido dela se misturou ao meu, um coro de prazer selvagem. E no auge daquela penetração funda, cravei meu corpo no dela, parei bruscamente e deixei meu pau, ainda pulsando e latejando, ali, bem no fundo da sua intimidade, sentindo cada contração de seus músculos internos.
Com um suspiro exausto e satisfeito, desencaixei-me com suavidade e me deitei ao lado dela, nossos corpos colados, a pele úmida e o cheiro de sexo preenchendo o ar. Acariciei seus cabelos molhados de suor e murmurei: "É muito melhor que só imaginar."
Ela virou o rosto para mim, os olhos brilhando com uma nova compreensão e um sorriso malicioso. "Também acho", sussurrou. "Ver você no banho e depois ir para o meu quarto, hoje, foi difícil de me controlar."
Um sorriso se abriu em meu rosto, e a proposta veio carregada de promessa: "A partir de hoje, a porta do meu banheiro estará sempre aberta. Se quiser entrar, estarei esperando você."
Cristina se aconchegou mais, os seios macios roçando em meu braço. "E a porta do meu quarto também", respondeu, com um tom provocador. "Você me visita de madrugada?"
"Com certeza", respondi, beijando o topo de sua cabeça. Conversamos por um tempo, ali deitados, a adrenalina começando a ceder lugar a uma intimidade recém-descoberta. O desejo, porém, não tardou a acender novamente.
"Você disse que tem outra camisinha no seu quarto, não disse?", perguntei, a voz já com um novo tom de urgência. "Acha que podemos fazer de novo?"
Ela hesitou, a razão tentando se impor. "Temos que ver a hora... se seus pais já estiverem por voltar...?"
"Não podemos perder tempo então", cortei, já me levantando.
Com um pulo ágil, ela se levantou também, seus olhos marejados de excitação. Peguei minhas roupas, e saímos do meu quarto em um silêncio cúmplice, mas apressado, em direção ao dela. Chegando lá, ela acendeu as luzes, fui direto para a cama, me jogando nela e esperando, o coração batendo forte.
Ela encontrou a camisinha, a exibiu com um sorriso triunfante, e a entregou em minha mão. Em seguida, encostou a porta, mas antes que pudesse desligar as luzes, eu a interrompi.
"Ei! Não desliga!"
Ela parou, o dedo no interruptor, um brilho de surpresa e curiosidade nos olhos. "Por que?"
"Quero ver você!", respondi, minha voz um pouco rouca, o desejo explícito. "Tira sua camisola, deixa eu te ver só com essa calcinha."
Um rubor subiu por seu rosto, mas o sorriso que se formou em seus lábios era de pura sedução. Com um movimento lento e calculado, ela puxou a camisola pela cabeça, e ficou ali, parada na porta, iluminada, exibindo um corpo que me roubava o fôlego. Aqueles seios eram de uma beleza estonteante, grandes, fartos, os mamilos já rígidos e escuros.
A calcinha de rendinha branca, um fio delicado, contrastava com a pele. Era uma visão de pura luxúria, um quadro que me fez suspirar.
"Não desliga a luz e agora vem!", ordenei, minha voz rouca de desejo, "Me chupa de novo!"
Ela veio, um sorriso travesso nos lábios, os olhos fixos na minha virilidade que, mesmo recém-esvaziada, já começava a pulsar novamente. Ajoelhou-se à minha frente, os cabelos cacheados caindo sobre o rosto enquanto ela se inclinava. Meus olhos se fecharam em antecipação. Em segundos, a maciez quente de sua boca me envolveu, e o milagre se fez: em instantes, eu já sentia meu pau duro e enrijecido, pulando de vida dentro daquele úmido e sedoso santuário. Seus lábios trabalhavam com mais confiança agora, a língua deslizando e provocando, o prazer se intensificando a cada movimento.
Com a mão livre, rasguei o segundo pacote de camisinha. Puxei a cabeça dela para cima com carinho, e com um empurrão suave em seu ombro, guiei-a para sentar-se sobre a cama. Ela obedeceu, os olhos curiosos, sem saber o que fazer a seguir.
"Vem cá, senta!", murmurei, a voz um convite irrecusável, enquanto eu mesmo me erguia um pouco, ajeitando-me para recebê-la. Com uma mão, afastei novamente a rendinha branca da calcinha, sentindo ela molhada. Posicionei a cabeça do meu pau bem na entrada.
Ela se inclinou sobre mim, hesitando, mas com um incentivo silencioso no meu olhar, começou a descer. Devagar, com uma lentidão que parecia testar os limites da minha paciência, ela se deixou cair. Senti meu pau deslizar, a pele úmida cedendo. Um gemido baixo escapou de seus lábios enquanto ela se sentia preencher. Antes que percebesse completamente o que estava acontecendo, meu pau estava lá dentro, inteiro, pulsando em seu corpo quente e apertado.
Com as mãos apoiadas no colchão ao lado dos meus quadris, ela se inclinou para me beijar, mas permaneceu imóvel, paralisada pela sensação, sem se mover. A inexperiência era visível em cada fibra de seu corpo.
"Eu não sei o que fazer", ela sussurrou, a voz carregada de uma vergonha adorável.
"Calma!", eu respondi rapidamente, buscando seus olhos. "Seu corpo vai fazer as coisas sozinho. Fecha os olhos e faz comigo o que você sempre imaginou."
Ela fechou os olhos, um suspiro profundo escapando. E então, lentamente, suas mãos se moveram para o meu peito, e ela começou a se mover. Primeiro, um balanço tímido, depois, com mais confiança, começou a ir para frente e para trás, se esfregando contra mim, sentindo meu ritmo e encontrando o seu próprio. Minhas mãos, então, subiram para aqueles peitos fartos e deliciosos. Apertei-os, acariciei-os, e depois, com um beijo voraz, abocanhei um de seus mamilos rígidos e inchados. Ela gemeu alto, as mãos vindo para a minha cabeça, não para me afastar, mas para me segurar ali, como se quisesse que eu nunca parasse de chupar, de morder, de beijar seu seio. O prazer era inegável, a cada movimento de seu corpo sobre o meu, a cada sugada em seu peito, uma onda elétrica nos atravessava.
Foi então que ela, em um rompante de coragem recém-descoberta, me empurrou com as mãos firmes em meu peito, e começou a quicar. Um gemido sôfrego escapou de seus lábios, o som do meu nome, sussurrado baixinho em meu ouvido, um hino de prazer que me impulsionou ainda mais. Cada quicada era uma investida profunda, meu pau afundando e roçando, o atrito úmido e inebriante, a cada vez mais forte, mais rápido.
Eu respondia com palavras sujas, palavras que nunca pensei que diria. "Está gostando do meu pau, não está, Cristina...? Era isso que você tanto queria... agora é seu." Minhas mãos agarraram sua cintura com força, ajudando a ditar o ritmo, mantendo-a presa àquele movimento selvagem. "E essa bucetinha molhada vai ser para sempre minha, entendeu? Minha." Ela gemia, o corpo tremendo sob minhas mãos, o rosto contorcido em uma expressão de êxtase puro. Os gemidos se intensificaram, até que, subitamente, ela parou, seu corpo inteiro tremendo, ofegante. Respirou fundo, os pulmões cheios de ar, os olhos se abriram devagar e ela se afastou um pouco, olhando para mim, o rosto em brasa.
"Que delícia!", ela exclamou, a voz rouca, quase um sussurro. "Como você é tão gostoso!"
Um sorriso malicioso se abriu em meus lábios. "Quero tentar uma posição nova. Você topa?" Ela apenas gesticulou com a cabeça, um consentimento silencioso, mas cheio de antecipação.
"Levanta", eu disse, com um tom de comando que ela obedeceu prontamente. Virei-a de costas para mim, afastando seus cabelos molhados de suor do pescoço com as duas mãos. Meus dedos apertaram seus seios fartos, que transbordavam em minhas palmas, enquanto eu me inclinei e sussurrei em seu ouvido, minha voz carregada de intenção: "Quero comer você de quatro."
Com um empurrão gentil, guiei-a para a cama. Ela se posicionou de imediato, apoiando-se nos cotovelos e joelhos, a bunda empinada, a rendinha branca da calcinha já deslizava para o lado. Aproximei meu corpo do dela, e sem mais delongas, esfreguei a cabeça do meu pau, agora vibrante de desejo, na entrada úmida. O atrito suave fez um gemido baixo escapar dela. Então, com uma única estocada decidida, entrei.
Segurei sua cintura com uma mão, senti o encaixe perfeito, a buceta apertando meu pau como uma luva. Comecei a entrar e sair, sem pressa inicial, mas com uma firmeza que anunciava o que estava por vir. Com a outra mão, ajeitei seus cabelos e os segurei com firmeza, puxando sua cabeça delicadamente para trás, expondo a curva de seu pescoço, onde deixei um beijo úmido e selvagem. No auge daquela intensidade, enquanto meus quadris batiam furiosamente contra sua bunda, dei um tapa estalado naquela bunda, que ecoou no quarto, e a apertei com força, sentindo a carne macia e quente sob meus dedos.
Ali, naquele contato mais íntimo e dominador, comecei a ir mais forte, mais rápido, sem vergonha alguma, meus quadris batendo contra sua bunda, os sons de nossos corpos se chocando preenchendo o ambiente. A cada estocada, ela arqueava as costas, seus gemidos se tornando mais altos e incontroláveis. Senti o prazer se acumular em mim, uma onda incontrolável que me puxava para o limite. "Cristina...", a voz rouca e gutural, "eu vou gozar de novo dentro de você...."
Com um último esforço, segurando firme sua cintura, empurrei meu pau o máximo que pude, enterrando-o o mais fundo possível. Um grito abafado escapou dela enquanto meu corpo se contorcia em um espasmo delicioso. Deixei aquela sensação invadir nossos corpos, os músculos se contraindo em ondas de prazer compartilhado. Assim que relaxei, desabei ao lado dela na cama, ofegante. Ficamos ali, lado a lado, em silêncio por um tempo, sentindo os ecos do que acabara de acontecer.
Aos poucos, a respiração se acalmou, e começamos a conversar, em sussurros. Planejamos como seriam nossos encontros, a urgência de ter um estoque de camisinhas dentro de casa, as desculpas que daríamos para nossos pais. Fomos à cozinha juntos beber água, a adrenalina ainda correndo em nossas veias. O relógio marcava 5 da manhã. O dia já estava quase amanhecendo, e a necessidade de fingir que nada havia acontecido naquela madrugada era crucial. Trocamos um beijo intenso, um último selo de nosso segredo, e cada um seguiu para seu quarto.
Na manhã seguinte, acordei tarde, o sol já alto no céu. Meus pais já estavam em casa, os sons habituais da manhã preenchendo a casa. Ao passar pelo quarto dela, percebi que estava vazio. Perguntei sobre ela e me disseram que tinha saído cedo, para conversar com Bertolina.
Um calafrio me percorreu. Sabia que, naquele momento, eu poderia ter perdido as duas. O pensamento de Bertolina, com sua natureza observadora e seus comentários afiados, me deixava apreensivo. Tomei meu café em silêncio e fui para o banho, tentando afastar a preocupação. Enquanto me arrumava para sair, planejando fazer hora até poder encontrar Bertolina no final da tarde, a porta do meu quarto se abriu.
Cristina apareceu. Seus olhos, antes cheios de desejo e excitação, agora carregavam uma expressão fechada, quase dura. Meu coração acelerou. Sem saber o que tinha acontecido na conversa com Bertolina, imaginei o pior. Ela se aproximou, a tensão no ar palpável. De repente, segurou minha nuca com ambas as mãos e puxou-me para um beijo profundo e urgente. Quando nossos lábios se separaram, ela sussurrou, com um brilho intenso nos olhos: "Quero mais. Acordei querendo mais e preciso que você faça algo por mim."
Consenti, dizendo que faria o que ela quisesse. Combinamos de tentar novamente na manhã seguinte, quando a casa estaria mais vazia. Saí, fui ao clube para passar o tempo, a expectativa do encontro com Bertolina pesando sobre mim. Voltei próximo da hora combinada. Chegando à casa do meu amigo, entrei sorrateiramente, o coração batendo forte. Bertolina me esperava, com uma expressão que não era apenas furiosa, mas carregada de desprezo, como se a simples visão do meu rosto fosse insuportável para ela.
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