Minha Sogra - Parte 1

Quando completei meus 26 anos, conheci Carol. Ela tinha seus 24 anos, cabelos lisos e escuros, longos, chegava ate a bunda, os peitos era pequenos, com biquinhos durinhos, barriga sequinha e uma bunda gigante. Era muito gostosa, seus olhos eram castanhos mel.
Durante o inicio desse relacionamento, não conhecia muito bem a mãe dela. Passaram-se quase 1 ano, comecei a ter mais contato com a família. Quando vi, já estava na família uns 4 anos. Durante meu relacionamento com Carol, sempre fazíamos loucuras na cama, sexo de todas as formas, sempre que entravamos no quarto dela e fechávamos a porta, desligávamos as luzes e ligávamos um abajur. O sexo era uma delicia. No quarto dela tinha um armário grande, onde as portas era de espelhos, todas as vezes colocava ela de 4 de frente para o armário só pra ver ela me observando através do espelho enquanto eu comia ela de 4 e ouvindo ela gemer bem baixinho.
Na maioria das vezes eu adorava gozar no fundo daquela bucetinha. Era apertada, molhada e tudo o que eu queria era ver escorrendo meu leite de dentro dela.
Quase todas as sextas a noite, eu percebi um movimento no meio da noite, próximo a porta do quarto, sempre achei que era impressão minha, mas era perceptível que alguém ficava ali na porta ouvindo. Era um sábado, quando acordamos, percebemos que não havia ninguem na casa, então aproveitamos, dentro do quarto metia muito nela, de todas as formas que eu conseguia imaginar, ela, gemia alto, sem medo, sem vergonha, pedindo pra que metesse mais fundo, mais forte e cada vez mais. E eu sabia que todas as vezes que ela se sentia livre ela pedia leite, naquele rostinho. Ficava em pé na cama, ela ajoelhada e pedindo pra que eu gozasse na cara dela. Naquela sábado, quando fiz isso, estava de frente pra porta e percebi que tinha alguém ali, dava pra ver a sombra se mexendo, mas mesmo assim continuei e mesmo sem saber quem era, disse alto pra quem quer que fosse, escutasse.
- Toma...é na cara que você quer leite...então toma!
Na maioria das vezes que eu fazia isso, ela pegava a calcinha ou a me cueca e se limpava, nesse dia não.
- Nada de limpar esse rostinho assim
Levando meus dedos no rosto dela, comecei a levar meu leite todo pra boca dela e dizendo...
- Esse leitinho...é seu....voce tem que beber! Engole!
Assim que terminamos, fomos em direção a cozinha e lá estava, Ana Lucia, a mãe dela arrumando as compras do mercado.
- Bom dia mãe!
- Bom dia sogra!
- Bom dia...acabei de chegar...acordaram agora?
Naquela hora, ela me olhou, e em seguida desviou o olhar para o meu pau. Achei estranho mais continuei tranquilo.
Naquele final de semana, no final do sábado, resolvemos fazer um churrasco, eu, Carol, Ana Lucia e o padastro. Bebemos muito e em determinado momento, o padastro resolveu ir dormir, Carol já estava bem sonolenta e eu fiquei a sós com a minha sogra pra limpar a bagunça do churrasco.
Durante aquele momento, eu sentia que algo diferente estava acontecendo, ela tentava puxar assunto, tentava dançar como se quisesse que eu entrasse na brincadeira, mas fiquei meio envergonhado, nunca tinha pensado em nada com ela, até que escutei...
-Hoje de manhã...eu ouvi muito bem o que vocês fizeram....ta explicado por que minha filha ta tão feliz com você.
Foi quando eu olhei Ana Lucia de uma forma diferente. Ela era idêntica a filha, o que mudava eram a cor dos olhos, eram verdes, e já aparentava a idade com os seus 58 anos. Dava pra ver que estava sem sutiã, os peitos já flácidos do tempo, mas ainda assim eram deliciosos de se ver.
- Ahh...ouviu? Achei que estivéssemos sozinhos em casa...ainda bem que não viu.
Eu ri, e sai em direção a cozinha para deixar a louca suja do churrasco e quando voltei, Ana Lucia estava abrindo mais uma lata de cerveja. Me olhou e disse.
- Sorte dela....já eu...tem anos que não sei o que é ser feliz assim.
Pegando um outro copo, servindo pra mim, me entregou e fixou os olhos em mim, como se estivesse esperando um ataque. Achei que era coisa da minha cabeça, mas tomei aquela copo enquanto terminava de arrumar as coisas, ela sentada, só me olhando, como se estivesse esperando ou imaginando coisas.
No dia seguinte, quando acordamos, antes de sair do quarto, comecei a provocar Carol, deixando ela por cima, fazendo ela quicar, chupando aqueles peitos, foi quando me dei conta que estava imaginando Ana Lucia fazendo tudo aquilo, e quando eu lembrei daqueles olhos, quando eu comecei a imaginar ser a minha sogra fazendo tudo aquilo, não aguentei e explodi dentro da Carol.
- Nossa amor! Que delicia...me senti uma puta desse jeito! Me come mais vezes assim?
Foi quando passei a comer Carol, sempre pensando na mãe dela, era muito tesão. Comecei a perceber que a frequência na porta aumentou, via mais vezes o vulto nas sextas a noite, as vezes no sábado de manhã.
Numa certa manhã de sábado, Carol precisou sair cedo para resolver coisas na rua, me deixando sozinho dentro da casa, Ana Lucia e o marido haviam saído. Aquele pensamento, aquele tesão não saiu de mim, resolvi então bisbilhotar o quarto dos meus sogros e ver o que Ana Lucia gostava de vestir.
Na primeira gaveta, encontrei logo as roupas intimas dela, calcinhas e sutiãs, mas todos simples, aqueles sem graça, mas logo que abri a segunda gaveta, meu coração soltou, meu pau parecia que ia explodir. Era diversas lingeries sexy, de rendinha, sutiãs diferentes, a maioria transparente, alguns calcinhas eram apenas um fio para detalhas, pimentinhas, etc. Mas a que mais me chamou atenção foi uma conjunto dentro de um saquinho. Era um sutião azul, tinha apenas o arco para firmar os peitos embaixo e para cobrir era uma telinha fina, da mesma cor, que daria pra ver os mamilos traquilamente. A calcinha era a que mais chamava atenção, na frente era a mesma telinha transparente, atrás, uma rendinha delicada com as letras formando uma frase inesquecível – Me Come.
Dentro do saquinho tinham outras letras soltas, percebi que dava pra trocar da forma como ela queria. Então resolvi fazer a maior loucura que poderia ter feito na minha vida, ou achava que era. Fechei a gaveta de baixo e reabri a gaveta de cima. Arrumei um espaço e coloquei a lingerie dela posicionada para que quando ela abrisse a gaveta visse que alguém mexeu.
Dentro da gaveta em cima do sutiã deixe as letras posicionadas e deixei a calcinha logo abaixo. Assim que ela abrisse a gaveta iria ver:
Puta
Me Come
Fechei a gaveta e fui direto para o banheiro e toquei uma pensando nela, tomei uma ducha e fui para o quarto. Estava vendo filme quando eu vi que Ana Lucia tinha chegado, ela foi ao quarto, perguntou sobre a filha e eu disse que tinha saído.
Durante o dia, eu notei ela nervosa, as vezes me olhava com uma cara furiosa como se quisesse dizer algo, foi quando eu tive certeza que ela sabia. Durante o jantar, o marido dela disse que precisaria trabalhar no domingo. Na manhã de domingo, assim que notei a saída do meu marido da Ana Lucia eu comecei a provocar a filha dela, dentro do quarto, transei com Carol e fazendo com ela tudo o que eu queria fazer a mãe dela. Saimos do quarto e Carol foi direto para o banheiro, tomar banho e limpar meu leite que escorria de dentro dela.
Na cozinha, Ana Lucia teve a oportunidade que queria.
- Olha só! Não adianta mentir, por que eu sei que foi você que mexeu nas minhas lingeries! Seu safado!
- Ninguem mandou você me provocar aquele dia do churrasco, agora não paro de imaginar você...e quando vi o que você usa com o maridão...imaginei ainda mais...
- Seu vagabundo! Eu sou a mãe da sua namorada! Imagine essas coisas com ela!
- E você? Vai imaginar comigo? Afinal, o maridão não comparece já tem tempo..não é?
- Tanta lingerie em uma gaveta...fiquei imaginando mesmo. Ainda mais aquela...
- Aquela? Nunca usei! Perda de tempo...
Me aproximando dela, espremendo ela contra a mesa da cozinha, muito perto, disse:
- Usa comigo...
Em um movimento único, levei minha mão direto na buceta dela, ela usava um pijama soltinho, um shortinho simples. Deixando dois dedos por cima, voltei perguntei
- Vai usar comigo? Ou vai ficar atrás da porta ouvindo o que eu faço com a sua filha...
Na mesma hora ela segurou meu pulso, como se quisesse tirar minha mão, mas não fez força, apenas disse
- Eu sou casada....minha filha...
Soltou um leve gemido e disse:
- Você é maluco!
Escutei chuveiro desligar, pressionei firme meus dedos, esfregando um pouco eles por cima do shortinho e me afastei dizendo.
- Sabado que vem, ela vai sair de novo...quem sabe não continuamos daqui.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico wjuniorpvd

Nome do conto:
Minha Sogra - Parte 1

Codigo do conto:
253347

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/01/2026

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