Durante a semana, pensando no sábado seguinte, já sabia que tudo o que precisava para dar certo era, Carol tinha que sair, o padrasto tinha que sair, Ana Lucia tinha que ficar.
Durante a semana, Carol me disse que precisaria sair as 8h da manhã para trabalhar e que voltaria as 14h, perguntou se eu ficaria na casa dela dormindo ou se sairia junto com ela para voltar pra minha casa. Obvio que minha resposta foi que ficaria por la.
- Ta bem, meu padrasto deve sair pra trabalhar, minha mãe disse que se sair, vai ser coisa rápida e voltaria pra casa, você pode ficar dormindo.
Na hora que ela disse isso, pensei que não teria a minha oportunidade, mas se minha sogra não estivesse la, mexeria nas coisas dela de novo e provocaria ainda mais se possível.
Na sexta a noite, com o tesão explodindo, esperamos todos dormirem pra começar nossa brincadeira. No quarto, acendemos o abajur e começamos com a nossa putaria, na manhã seguinte, acordei com o pau duro, olhando para o lado, vendo Carol pelada, não pensei muito, acordei ela já metendo, meu pau deslizou fácil pra dentro, tava cheio de porra escorrendo, deixando aquela buceta molhadinha, dei uma cuspida na mão e já empurrei pra dentro, comi ela de ladinho, sem fazer barulho.
Ela se levantou, foi tomar banho, eu continuei na cama. Sabia que era só esperar, quando vi o padrasto saindo, em seguida, Carol veio se despedir e saiu fechando a porta do quarto, esperei uns 20 minutos e me levantei. Fui até a cozinha, fui até a área externa e não encontrei Ana Lucia. Então na hora eu pensei, vou lá na gaveta e vou revirar outra lingerie dela.
Quando estava indo para o quarto, me deparei com Ana Lucia, estava com uma camisola de cetim preta, até os joelhos, amarrado na cintura, os cabelos estavam presos, com o prendedor de cabelo quase caindo.
- Bom dia Sogra! Parece que ficamos sozinhos...
Na hora que falei isso, ela se encostou no batente da porta, fui em sua direção e fiquei muito próximo, a perna dela abriu, aos mãos dela vieram no peito.
- Isso vai ser um erro terrível....por favor...não vamos deixar isso ir pra frente...
- Prometo! Mas com uma condição...
- Qual? – Perguntou me olhando nos olhos.
Minha mão foi em direção as pernas dela e já colocando meus dedos naquela buceta...
- Se você não estiver molhada...eu paro...
Meu dedos colocaram a calcinha dela de lado e empurrei meu dedo pra dentro.
- Parece...que não temos um acordo...olha como você tá molhada...você quer me sentir...
Ela fechou os olhos, apertou as pernas ainda com meus dedos la dentro e soltou um gemido dizendo
- Voce é o namorado da minha filha...eu sou casada...sou mais velha que você...
- Aposto que o fato de você ser mais velha...vai poder me ensinar algo – respondi me aproximando mais do ouvido dela.
- E aposto que por ser casada a tanto tempo, ele nunca mais tocou em você...me aproximei ainda mais do ouvido dela
- E o fato de eu ser o seu genro... empurrando meus dedos mais fundo dentro dela, completei.
- Deixe você com muito tesão...e tudo o que você quer agora e sentir o meu pau dentro de você...
Aos mãos que estavam no meu peito subiram pra minha nuca, uma perna abriu mais me envolvendo e a outra ficando na ponta do pé, ela gemeu dizendo
- Quero...quero muito...
Beijei o pescoço dela, e começamos a nos beijar, enquanto nos beijávamos eu tirava e colocava meus dedos dentro dela, quando percebi que ela estava cada vez mais intensa, me afastei, encostei no outro batente da porta, olhando para os meus dedos muito melados.
Ela me olhou, olhou para os meus dedos. Segurei com uma mão meu pau por cima do short e lambi meus dedos.
- Que delicia esse melzinho...vem cá.
Ela desamarrou o roupa e deixou cair, e foi quando eu vi, ali estava a mesma lingerie que eu tinha mexido, os mamilos visíveis, a bucetinha lisinha, me olhou, virou de costas ficando na ponta do pé e empinando a bunda e mostrando as letrinhas na calcinha – Me come.
Na hora, sem pensar muito fui pra cima, abaixei meu short e posicionei meu pau bem no meio da bunda dela, puxei o cabelo dela, cheguei no ouvido dela e mandei ela dizer.
- Me diz...o que você quer...
- Você sabe.... – respondeu gemendo.
- Eu quero ouvir...fala!
- Me...come!
Me afastei um pouco, colocando a calcinha dela de lado, esfreguei meu pau e empurrei pra dentro. A sensação foi incrível, ver ela gemer com a primeira metida, ver aquele sorriso de canto , me deixou maluco, segurando na cintura dela, comecei a tirar e a colocar, bem devagar, aproveitando cada momento, e quando eu voltei pra perto do ouvido dela dizendo
- Essa bucetinha ta muito molhada...ta muito apertada...me diz, o pau dele é pequeno ou é por que tem anos que ele não te come?
Ela sorriu, mexeu aquele rabo como se quisesse posicionar melhor meu pau dentro e respondeu.
- Os dois...pequeno e não me come.
Aquilo me deu ainda mais tesão. Na hora eu não tinha nem pensado, mas logo veio a lembrança e eu não pensei duas vezes.
- Sua filha ganhou leite ontem e hoje de manhã...
- Agora é a minha vez de ganhar...
- é so você pedir...onde quer? Nesse rostinho ou aqui...no fundo?
- No fundo, empurra tudo no fundo!
Voltei a meter ainda mais forte, ainda estávamos na porta entre o corredor e a cozinha, ela começou a gemer cada vez mais alto, sem medo, quando começou a tremer e ali eu soube, era igual a filha
- Tal mãe...tal filha...voce acabou de gozar no meu pau....safada!
- Caralho que pau gostoso...
Eu tirei, me afastei e esperei ela se virar. Ela olhou pra baixo, aqueles olhos verdes brilhando, não conseguindo segurar o sorriso, veio na minha direção, segurou firme meu pau e disse de novo
- Caralho...que pau gostoso!
Começamos a nos beijar, ela começou a tocar enquanto me beijava, quando parou, se afastou, ajoelhando, jogando os cabelos pra frente, tirando o prendedor, reorganizando o cabelo, olhando pra mim já de joelho. Aqueles olhos verdes, aquela cena, era incrível, foi quando eu ouvi.
- Lembra que eu quero dentro...
Em um movimento rápido, começou a me chupar, era incrível, era impossível segurar por muito tempo, mas eu precisava, eu não parava de pensar em comer ela de 4 na cama, então segurando os cabelos dela, observando ela mamando com vontade
- Sua filha tem tanto que apreender...que chupada deliciosa! – continuei.
- Ta gostando de chupar o pau do seu genro....safada!
Ela parou, colocando pau no rosto, com um sorriso e me olhando...
- E você ta gostando de comer sua sogra...
Voltando a chupar, fazendo garganta profunda até engasgar, tirando e falando varias vezes.
- Que delicia...que pau gostoso... quero meu leitinho tambem...
Puxei ela pelos cabelos, fazendo ela ficar de pé, levei ela em direção aos quartos, quando eu pensei rápido e passando pelo quarto dela, fui em direção ao quarto da filha.
Joguei ela na cama e coloquei ela de pernas abertas, colocando a calcinha de lado, olhei pra ela e disse.
- Agora você também é minha...minha puta!
Cai de boca naquela buceta, meu objetivo era um só, fazer ela gozar de novo. Enquanto chupava, lembrei que na gaveta da cama tinha um brinquedinho que tinha comprado pra brincar com a filha dela. Então procurei, ela não entendeu muito na hora, mas logo eu voltei a chupar, quando então parando e afastando minha boca, empurrei o consolo pra dentro dela.
Assustada, imóvel, me olhando com aqueles olhos verdes, comecei a tirar e colocar, até que apertei a chavinha e liguei o consolo dentro dela, quanto eu brincava, voltei a chupar, quando notei que a postura começou a mudar até que ouvi e senti o corpo todo dela tremer.
Tirei o consolo e mostrei pra ela
- Olha isso... mostrando pra ela
- Você gozou de novo...olha como ta melado!
Ela estendeu as mãos, pegando o consolo e levando em direção a boca, lambeu, chupou, olhou pra mim, deixando o consolo de lado, me chamou usando os dedinhos e quando já estava em cima dela, posicionado, escutei
- Quero ser sua....sua puta!
Em uma única metida, empurrei meu pau bem la no fundo, escutei em seguida
- Isso caralho! Come sua puta...empurra esse pau dentro da sua sogrinha...
Com o tesão explodindo, sabendo que aquilo era tudo o que eu queria, metia, com força, cada estocada parecia que ia mais fundo, quando avisei
- Sogra.....eu vou gozar...
- Goza, empurra esse leitinho bem no fundo....
- Ahhh...
- Isso gostoso....goza dentro da sua putinha...
Saindo de dentro dela, deitando ao lado, peguei meu celular.
- São 10:30 e ela me mandou diversas mensagens...preciso responder.
Ela se levantou da cama, saiu do quarto e foi até a cozinha. Assim que entrou no quarto eu estava na ligação, pedi a ela com uma gesto que não fizesse barulho, na conversa, era Carol, estava no intervalo, dizendo que havia conseguido o emprego, que seria contratada na segunda.
- Sua mãe? Disse falando alto.
- Mais cedo fui na cozinha pegar água, acho que ela estava dormindo, mas voltei para o quarto e acabei dormindo.
- Entendi, as vezes ela acordou má disposição e por isso ficou em casa. Quer que eu bata na porta e acorde ela?
Nesse momento, Ana Lucia estava parada na porta, com o copo de água em uma mão, me olhando. Eu estava deitado, pelado na cama, quando ela veio na minha direção, subiu na cama, e ficando de frente começou a me chupar. Meu pau ainda mole, mas ela não desistiu.
Parava, me olhava enquanto eu continuava no telefone, pegou o consolo, cuspiu na cabeça dele e posicionou ele pra colocar pra dentro, enquanto fazia isso, voltou a me chupar.
- Ta bom, espero você chegar, que horas? 14:30? Ta bom, to por aqui...
Desliguei o telefone, coloquei na bancada ao lado e segurei a cabeça dela seguindo o movimento que fazia enquanto me chupava. Ela parou, sem puxar saliva, apenas abriu a boca e veio levando olhando pra mim. Aquele fio de saliva grudado no meu pau e na boca dela era demais.
Ela veio pra cima, se posicionando em cima e tirando o consolo de dentro, de novo ela chupou ele como se quisesse sentir o sabor dela própria, e sentou no meu pau.
- Então temos até as 14h?
- Sua filha chega as 14h....e o corninho?
Sorrindo, respirou de forma curta, como se estivesse impressionada com o deboche, respondeu.
- Ele chega só as 16h...
Nessa hora ela começou a rebolar, começou a se esfregar cada vez mais em cima de mim, os cabelos ainda presos, resolvi soltar e deixar por cima do ombro dela, com uma mão na cintura, a outra buscou a presilha do sutiã, e com uma mão soltei.
- Delicia! – Disse ela enquanto se arrumava melhor e tirar o sutiã, jogando ao chão.
Fui de boca naqueles peitinhos, o mamilo tava durinho, ela segurando o outro peito, segurando minha cabeça com mais pressão enquanto eu chupava os peitos dela, comecei a escutar os gemidos cada vez mais intensos quando ela parou, se jogando e relaxando em mim cima de mim.
- Ahhh...que delicia...quanto tempo que eu não gozava assim....
- Ta gostando do pau do seu genro? Ta gostando de saber que a partir de hoje você é ...minha putinha?
Ela se jogou em cima de mim, me beijou, voltando a se esfregar no meu pau respondeu
- Ae?? Vou ser sua putinha? Mas...voce vai dar conta de nos duas?
Aquela perguntou me acendeu, levantei e mandei ela ficar de quatro. Ela se posicionou rápido, e em uma estocada firme, puxando o cabelo dela, mostrei o que eu queria que ela visse.
Ela estava de 4, na cama da filha, de frente para os espelhos do armário. Me olhou através dos espelhos, aquela expressão no rosto foi única, ela sabia que naquele momento eu estaria comendo ela da mesma forma que sempre comi a filha dela.
- O que você é minha? Perguntei puxando mais firme os cabelos dela e empurrando mais meu pau pra dentro
- Sua sogra...falou gemendo
Eu tirei e empurrei com mais força e perguntei de novo.
- O que você é minha?
- Sua putinha...sua sogra putinha...me fode gostoso...e me da leitinho na cara.
- Incrivel...sua filha adora ganhar leite na cara também...
- Ela é sabe o que é bom...foi que fiz...
- Já ganhou leite do corno nesse rostinho?
- Nunca...quando me comia era muito fraco...
Então eu comecei, a meter, puxando ela pelos cabelos, dando tapa na bunda, catei o consolo, deixando mais perto de mim, com as duas mãos abri a bunda dela e cuspi no meio daquele cuzinho. Peguei o consolo, liguei e fiquei esfregando, forçava um pouquinho pra dentro, mas ela dizia não, mas entendi até onde ela aceitava, então metendo, deixando so a cabeça do consolo na portinha daquele cuzinho, comecei a falar
- Eu vou comer esse cú...talvez não hoje, mas eu vou comer!
- Sua filha vai ficar brava hoje a noite quando perceber que tem pouco leite...
- É só você falar que me deu – ela respondeu seca e em seguida gemeu alto me xingando.
Eu já não aguentava mais, puxei o cabelo dela, dei um tapa na bunda dela e disse
- Vem rápido...ajoelha na minha frente.
Em um rápido momento, me afastei, segurando meu pau e tocando uma punheta, ela veio, ajoelhando olhou pra mim dizendo
- Me dá leitinho...goza na cara da sua putinha...
- Ahhh Sogra...caralho Ana Lucia que puta gostosa!
Gozei, era pouco, mais era o suficiente que eu precisa naquele momento e ela fez o mesmo que a filha. Olhando pra mim, puxando com os dedos, levou para boca, puxou o pouco que tinha no meu pau com mais uma chupada abriu a boca mostrando o leite e, engoliu.
- Quero mais...quero muito mais...guarda um dia só pra mim? – perguntou com uma voz doce e ao mesmo tempo safada.
Deitei na cama e parei pra relaxar, eram quase meio dia. Ela se levantou, pegou tudo o que era dela do quarto, e saiu. Quando ela voltou, eu ainda tava deitado, mexendo no celular e vendo algumas mensagens quando ela volta para o quarto, usando o roupão de cetim.
Subiu na cama e sentou ao meu lado.
- Temos que ter muito cuidado pra não descobrirem...
Dali em diante, comia Ana Lucia quase todos sabados, e consegui comer aquele cuzinho em uma ida ao motel que tivemos.
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