Houve uma época em que residi em um conjuntos de blocos e apartamentos antigos, alguns quartos são colados um no outro. Morava no segundo andar, da minha janela era possível ver a janela da sala do apartamento do bloco ao lado. Meu quarto, pela lógica dos apartamentos, é de costas para o quarto do outro bloco, ou seja, barulhos são audíveis quando intensos. Vou iniciar esse conto dizendo a vocês, tenho sorte! Certa noite, levei uma garota que conheci na balada, comi ela no meu apartamento como se tivesse em um motel, a garota gemia alto sem medo, sem vergonha e sabendo que aquela seria a única vez que faríamos sexo daquele jeito e como sabia que nunca ninguem iria saber quem era ela, se soltou e deixou a multa por barulho chegar pra mim. Gabriela era a garota que vivia no apartamento ao lado, era possível vê-la andando as vezes pela sala, sempre com a janela aberta. Da cintura pra cima ela era magra, peitos minúsculos, cabelo curto, do meio da coxa pra baixo, pernas finas, agora a cintura, era imensa, uma bunda gigante, não sabia como algo servia naquele rabo, até que percebi que ela sempre usava roupas de malhar. Gabriela ficava atoa em casa, os pais mais velhos sempre saiam pra trabalhar e ela sempre sem fazer nada. Acredito que tinha seus 33 anos, mas nunca perguntei e nem queria saber. So ficava impressionado com o tamanho daquele rabo todas as vezes que via. Todas as vezes que saia de manha e voltava no fim do dia, ela estava na janela de acesso a entrada, sempre observando. Comecei então, silenciosamente apenas olhar, não falava, não cumprimentava, quando me peguei uma vez no banheiro pensando o que eu faria se um dia tivesse a oportunidade de comer aquela garota. Era sábado de manhã, eu sabia que ela estaria sozinha em casa, então arrisquei e fiz uma certa loucura “planejada”. Sabendo que ela estaria na janela, contrarei uma garota de programa e trouxe pra dentro do apartamento, ela viu, ela sabia exatamente o que iria acontecer aquela manhã. Deixei a cortina da sala metade aberta e ali mesmo na sala, comecei a cobrar pelo o que eu paguei. Deixando a puta em parte do sofá, deixei apenas a sombra do meu corpo e a puta mamando. Eu sabia que Gabriela estaria bisbilhotando na janela de acesso. Sabendo disso, arrisquei ainda mais, assim que coloque a puta de 4, me posicionando no sofá, ela com o rabinho empinado, a cara no sofá, puxei a cortina e ali estava. Gabriela na hora ficou paralisada, ela tava quase pulando a janela pra ouvir, ver, e saber o que eu fazia com a garota de programa. Pegando ela no pulão, ela se deparou com uma cena única. A puta de 4 e eu atrás enfiando meu pau todo pra dentro dela, sem parar, entrando e saindo e olhando fixamente nos olhos da Gabriela. Ficamos nos encarando por segundos, mas o suficiente pra completar meu plano maluco. Ela logo saiu e sumiu pra dentro do apartamento. Deixei a cortina aberta até acabar o meu tempo, quando a puta foi embora, fui para a cozinha e fiquei espiando pra ver se via algum movimento, quando percebi que Gabriela mexia na cortina em uma das pontas como se quisesse ver o que ainda podia estar acontecendo. Percebendo isso, voltei pra sala completamente pelado, ficando parado mexendo no celular sabendo que ela estaria ali analisando cada centimetro do meu corpo. Depois daquele dia, ela passou a me espiar, dia a pos dia, sempre me espiando, até um dia que sentando na sala, ela apareceu como se quisesse pegar apenas um ar, olhei pra ela pela janela e disse perguntando - Ei....sozinha em casa de novo? - Sim... - E sobre aquele dia? Situaçao complicado a nossa... Ela me olhou, sorriu e apenas respondeu. - Complicada? Não...só senti pena da garota... - Pena? Por que? Ela voltou a sorrir de novo e disse - É so isso que você faz com as garotas que vão ai... - Algumas voltam... e se um dia quiser ser uma dessas garotas... Olhei fixamente pra ela, me levantei e sai da sala. Passaram-se dias sem ver Gabriela nas janelas, até que certo dia ficou nítido o que ela queria, mas não sabia como pedir. Ela usava um short de malhar preto, uma camiseta bem solta, era possível ver pela abertura dos braços que não usava sutiã ou outra blusa por baixo, andava e parava na sala, as janelas e cortinas completamente abertas, quando parei na janela e perguntei. - Ta tudo bem por ai? Perdeu algo? Ela sorriu, se encostou na janela e disse algo bem inesperado, mas bem direto. - Essas garotas devem voltar por algum motivo...voce paga elas? - Hahaha...não! Mas...se você quiser descobrir o motivo...vem ca...eu te mostro! - Vamos ver... Foi quando ela deu as costas, saiu pela porta e o destino era o meu apartamento. Corri no quarto, preparei as camisinhas preparei o quarto e voltei pra sala, logo escutando ela batendo na porta. Assim que entrou, senti um frescor leve, como se estivesse acabado de sair do banho, ela entrou no apartamento, naquele mesmo momento estavam chegando no apartamento ao lado e vendo ela entrar minhas vizinhas, Luciene e Julia, mãe e filha que moravam sozinhas no apartamento ao lado. Cumprimentando ela sem graça e logo fechando a porta. - Então... é aqui que você trás aquelas garotas... - Alguns não passam do sofá...outras eu levo no meu quarto... Ela me olhou nos olhos e foi quando eu notei. Ela tinha olhos verdes claro e logo já imaginei aqueles olhos me olhando enquanto mamava ajoelhada na minha frente. - Seu quarto? Essas devem ser as que as vezes voltam... - Pois é...agora resta saber qual delas você quer ser...as que ficam apenas no sofá, ou as que conhecem o meu quarto. Gabriela então se aproximou, chegando muito perto, demonstrando que queria ser tocada disse sem medo e sem vergonha. - Posso ser as duas...depende apenas de como voce vai me tratar... Toquei nos braços delas, dei um leve selinho e fui até o ouvido dela dizendo - No sofá...todas são putas...na minha cama...se tornam as minhas cachorrinhas...qual delas você quer ser agora? Ela então me empurrou contra a porta, fazendo um barulho alto como se estivesse batendo a porta. - Você acha que eu sou qualquer uma dessas suas vagabundas? Na hora ela mordeu os lábios e veio me beijar, nos foi intenso e então aproveitei, minhas mãos foram direto naquela bunda imensa. Parando de beijar ela, virando ela de costas pela cintura e trazendo pra perto de mim de novo, no ouvido dela disse - Esse seu rabo deixa qualquer um de pau duro... Ela se esfregou e empurrou como se estivesse dando pra primeira estocada ali mesmo. Se afastou, foi até o sofá, fechou a cortina, tirou a camisa e logo abaixou o short de malhar e mostrou usar uma calcinha simples, branca de algodão, virou de costas se apoiando no sofá e olhando pra trás e perguntou. - Quero saber se você ta de pau duro... Era impossível não estar! Abaixei meu short na hora, meu pau pulou estalando e apontando pra ela. Fui na direção dela e quando tava quase chegando perto ela se virou rapidamente e sentou no sofá ficando na altura exata, continuei me aproximando quando senti as mãos dela na minha coxa, ela olhou pra cima sorriu e abrindo a boca me encarando, fez meu pau todo entrar naquela boquinha. Minhas mãos logo foram na cabeça dela, outra no peitinho segurando o mamilo durinho e querendo provocar disse. - Nenhuma vagabunda minha chupa tão gostoso assim... Ela então engoliu meu pau em uma bela garganta profunda e se afastou olhando pra mim com aqueles olhos marejados e claros dizendo. - Mas agora eu sei por que algumas voltam...esse pau...é delicioso. Empurrei ela no sofá coloquei a calcinha de lado e cai de boca, notei que o pouco que mexia naquela bucetinha ela se segurava ou me afastava, o tesão so aumentava, quando ela me puxou pra cima, segurou meu pau com uma das mãos, a outra me puxando pra cima como se quisesse me beijar, olhou pra mim e disse. - Quero sentir... Ela já tinha mirado meu pau, ela sabia exatamente o que queria e eu, sem pensar muito, o tesão falando mais alto, empurrei! Quando a cabeça passou eu sentia muita resistência, tentei forçar mais até que finalmente entrou. Ela tinha uma das bocetas mais apertadas que já tinha metido. Na hora que me pau entrou todo dentro dela, ela disse que por algum motivo, era assim natural e que eu tinha que ir com cuidado, por que as vezes machucava. Meu pau tava todo dentro dela, pra tirar e empurrar de novo era muita pressão, mas no meu ritmo e sentido ela, comecei devagar, quando consegui colocar um certo ritmo, no ouvido dela eu disse - Fica tranquila...hoje eu alargo essa bucetinha apertada... Ela comeceu a gemer mais alto, eu estocava meu pau cada vez mais, até que senti aquela vontade louca de gozar, no desespero, tirando pra fora toquei e jorrei leite, um tiro que percorreu a barriga, os peitos e acertou no rosto, aquele desespero, acompanhado da cara de assustada foi incrível. - Caralho! Qe delicia essa buceta Gabriela! - Porra...voce so pode ta brincando...leite na minha cara? - Como disse...nenhuma vagabunda consegue fazer o que você ta fazendo comigo... Ela se limpou com a mão e em seguida pegou minha camisa pra se limpar. Ela me explicou com calma que ela tinha a buceta apertada daquele jeito, que não forçava pra pressionar nem nada. Disse que descobriu isso quando colocou o DIU. Na hora me acalmei, sabia que engravidar era o de menos, e logo entendi que tava tranquilo, que podia comer ela no pelo e por ai foi. Levantei, chamei ela e levei para o meu quarto. - Agora eu mereço o seu quarto? - E eu mereço você de quatro? Me colocando atrás dela, empurrando ela pra cima da minha cama, estava em pé e ela ajoelhada no colchão, eu fiquei impressionado, aquele rabo de quatro era ainda maior. Dei um tapa e disse: - Que rabo! Meu pau duro, apenas posicionando a calcinha de lado, empurrei. A buceta era extremamente apertada, voltei a ter uma certa dificuldade mais finalmente consegui entrar. Mas agora o que me impedia de ir até o fundo era aquela bunda. Me sentia pequeno perto daquele rabo empinado, mas ao invés de forçar, meu objetivo era me satisfazer, afinal, era uma imaginação virando realidade. Ela gemia tão alto, que na hora eu sempre diminuía o ritmo. - Shhh...as vizinhas vão ouvir você! - Ainnn caralho...é difícil...esse pau...é uma delicia... Voltei a meter e cada vez mais ela gemia. Mudamos de posições algumas vezes, até que finalmente percebi ela gozar. - Muito bem...agora você é oficialmente uma das minhas cachorras! - Caralho....que gozada gostosa! Ela estava de pernas abertas, deitada na minha cama, eu por cima, meu pau estava fora, apenas encostado na buceta dela. - O condomínio inteiro ouviu você gozando no meu pau... - Eu preciso ir antes que percebam que eu sai de casa... - Ta bom....mas antes de ir... Empurrei meu pau pra dentro dela, metendo, chupando aqueles peitinhos minúsculos, os biquinhos duros, ela gemendo, minha cama começou a bater contra a parede, quando veio a minha vontade. Eu jorrei porra pra dentro dela, bem no fundo, a buceta apertou ainda mais, parecendo que ia cortar meu pau pra fora, mas deixei ele no fundo. - Agora sim...pode ir...o que é meu ta marcado... - Seu? Nunca será! - Já é...ou já foi...não importa...alem de leite na cara...vc ganhou leite bem la no fundo...igual as minhas putinhas... Ela me empurrou, me tirando de cima, colhendo as roupas delas, se vestindo, quando antes de sair do meu apartamento eu disse. - Quando você quiser voltar...é só pendurar uma calcinha na janela. Dei um tapa na bunda dela e ela saiu, parecia estar brava, mas sinceramente? Que se foda! Era tudo o que eu queria, comer aquele garota com o rabo pra cima. Gostaram? Curtam, comentem, votem...tenho outras historias graças a essa foda!
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