Minha tia - Final

Minha tia, parada em frente a porta do banheiro, perguntou se eu estava cansado, na hora respondi que não, minha memória ainda vivida da noite, ouvindo no fundo meu tio roncando muito. Sob o meu short foi perceptível, meu pau na hora voltou a ficar duro, ela olhou pra mim, olhou pra ele e disse:
- Que bom que você não ta cansado...tenho uma surpresa pra você...me espera no quarto?
Avisei que iria descer, beber água e voltar, aproveitei e dentro da minha calça peguei mais um comprimido e engoli. Voltando para o quarto, deixei minhas coisas, coloquei meu celular para carregar e assim que me voltei para a porta, lá estava.
Ela tinha deixado os cabelos soltos sob o ombro, usava uma camisola preta de telinha transparente dando pra ver o que usava por baixo, era a lingerie preta em renda, a meia subindo até a metade das coxas, em seguida, veio aquele perfume inesquecível e vendo ela vestida daquele jeito eu sabia...vou comer aquele cuzinho.
Entrando no quarto, fechou a porta, ligou um ajabur que estava mais próximo a porta e desligou as luzes. Vindo em minha direção, eu já estava explodindo de tesão, minha vontade aumentava cada vez que ela se aproximava, quando chegou perto do meu ouvido disse
- Ele levou pra conhecer aquela namoradinha dele...não foi?
- Sim...
- E qual tia você prefere?
Aquilo mexeu comigo, como se ela soubesse se algo. As mãos vieram firmes segurando meu pau por cima do short.
- Voce acha que ela faria isso?
Ela esfregou um pouco e se ajoelhou na minha frente, puxando meu short e expondo meu pau pra fora. Chupando minhas bolas e em seguida escorregando a língua ate a cabeça do meu pau, engoliu de uma única so vez, voltando e iniciando uma bela mamada.
Na minha cabeça a vontade de responder – “ela não so fez igual, como me fez comer a amiga na frente dela e depois as duas dividiram meu leite” – mas apenas saiu...
- Nunca...esse pau é só seu tia...
Juntei os cabelos dela, fiz um rabo de cavalo e segurei enquanto acopanhava o movimento dela me mamando.
- Desse jeito...voce vai ganhar leite antes da hora...
Ela foi fundo, deixando meu pau entrar ate a garganta e voltou, sem limpar ou subar a babada que deixou no meu pau. Ela se levantou, me empurrando, sentei na cama, me posicionei um pouco melhor e ela veio pra cima, sentando em cima de mim, afastando a calcinha dela de lado, segurando meu pau, antes de sentar, no meu ouvido disse
- Hoje...voce vai encher o cu da titia de leite....
Sentando calmamente, meu pau escorregou com muita facilidade pra dentro dela, gemendo com um tesão que era nítido sentir, ela levantou e sentou de novo, fazendo com que o meu pau entrasse e saísse algumas vezes, se esfregando, abraçou minha cabeça, em seguida no meu ouvido gemeu gozando e com as unhas cravadas na minhas costas me arranhou.
Respirando fundo, ela ainda sentada mim, levantou a camisola jogando para o chão, em seguida tirando o sutiã, se jogou ao meu lado, abrindo a perna e dizendo sem medo
- Vem... não para...fode a titia...me faz gozar de novo nesse pau...
Me joguei pra cima dela, arrumei a calcinha pra ficar mais de lado possível e com a outra mão mirei e empurrei, assim que entrou um pouco, comecei a chupar os bicos duros dos peitos siliconados, passava a língua rodeando eles e depois puxava com os lábios, afundando mais dentro dela, fui até o ouvido e disse
- Ela não chega nem aos seus pés...você é muito mais gostosa!
E comecei com vontade, em cima dela metendo cada vez mais forte, virando ela de 4 comecei a socar e com vontade dei um tapa na bunda dela, com as mãos, abri a bunda e joguei um pouco de cuspe, fazendo com que o meu dedo em seguida rodeasse e entrasse, foi quando me deitei de lado, fazendo ela me acompanhar e ali de ladinho, continuei empurrando, até que parei. Molhei minha mão com cuspe, meu pau estava muito melado, então me arrumei eu empurrei bem devagar, no inicio forcei até que senti entrando e ela gemendo e me segurando.
- Devagar...devagar...devagar...
Segurei os peitos dela, meus dedos circulavam os mamilos durinhos, segurava com a mão cheia um dos peitos, e voltei a forçar pra dentro dela, meu pau entrando um pouco mais ouvi ela gemendo e peidndo pra ir devagar, tirei e coloquei de novo, fiz isso algumas vezes até que finalmente percebi que ela já aguentava um pouco mais.
A cada estocada ia mais fundo, a velocidade era lenta, mas sabia que tudo era tempo, até que finalmente comecei a aumentar o ritmo.
- Caralho...que cuzinho apertado...
- Ta gostando do cuzinho da titia?
Cada vez mais intenso, cada vez com mais vontade, eu sabia que tava quase chegando a hora.
- Esse cu é muito apertado tia...vou gozar...
- Então fode....alarga o cuzinho da titia e enche ele de leite...
A vontade então explodiu, empurrando o Maximo que consegui pra dentro, veio o jato de porra. Ficamos ali deitados um pouco, meu pau ainda dentro dela, mas era tudo o que eu tinha, já estava cansado e ela percebeu isso.
Ela se virou de frente, montou em mim, me beijou durante uns minutos e disse
- Vou deixar você dormir...
Ela se levantou, pegou apenas o roupão no chão e foi embora, deixando sutiã perdido no quarto.
No dia seguinte, quando acordei, a ressaca era leve, mas já estava disposto, não parava de lembrar em tudo o que tinha acontecido. Assim que sai do quarto, meu tio aparece.
- Eii...o que rolou ontem?
Disse a ele para ficar calmo, que tudo se acertou, que a tia não tinha descoberto nada. Aliviado voltou para o quarto dele, pude notar que minha tia ainda estava deitada. Desci, me sentei a mesa e vi a movimentação dele saindo correndo para o trabalho.
- Estou atrasado, avisa sua tia, cuidado com o que vai dizer...qualquer coisa me manda mensagem.
Ele saiu e ali estava eu, sozinho na mesa, tomando meu café até que senti uma mão no meu ombro.
- Bom dia gatinho...dormiu bem?
Me virei, afastei a cadeira e puxei minha tia pela cintura fazendo com que ela se sentasse de perna aberta no meu colo. Nos beijamos durante um tmepo até que ela se levantou, ela usava um pijama simples de algodão, blusa manga comprida e calça comprida.
- Voce reparou que ele foi sem o carro hoje?
Olhei pra trás e vi que realmente ele tinha saído sem carro.
- Disse a ele que teria uma consulta e se poderia deixar o carro pra mim....mentira!
Não entendi, mas deixei, durante o nosso café ela me explicou que relamente tinha uma consulta, mas que havia cancelado, mas não avisou ele. Ele deixou o carro achando que a esposa iria precisar, foi quando sem muito alarde ela disse
- Pensei....da gente ir pra outro lugar hoje...o que acha?
Disse que toparia, questinonando se não seria perigoso e sendo curioso.
- Vamos sim...o que pensou?
Ela disse para me arrumar, tomar um banho que sairíamos. Nos levantamos, arrumamos a mesa de café, ela foi para o quarto dela, eu para o quarto onde estava, tomei banho, ela se arrumou. Eu estava na sala pronto aguardando quando a vi.
Usava um sobretudo branco, uma bota de cano longo marrom, os cabelos soltos, óculos escuro e uma bolsa de grife grande.
Assim que entramos no carro, ela foi conduzindo, conversávamos, riamos, até que comecei a reconhecer o local e finalmente, estava no mesmo motel da noite anterior. Meu coração gelou, era como se ela soubesse de algo, mas não dizia nada.
Assim que entramos no motel, estava em um quarto repleto de espelhos, poltronas tântricas, quando ela apenas mandou.
- Tira a roupa, deita na cama!
Obedeci como um bom sobrinho. Foi quando ela olhou pra mim, com um olhar de que sabia de tudo.
- Eu sigo o rastreador do carro...voces estavam aqui ontem a noite...
- E eu vi a fotinha da amiga daquela vagabunda....voce comeu ela e depois arrombou meu cu?
- Precisei...como eu iria dizer não...estragar a noite e ainda me passar por viado?
Ela jogou o celular no meu peito, era um foto do celular do meu tio com uma mensagem – “amor...seu sobrinho é incrível...gostamos de sair com ele...” – Eu sorri desconcertado, lembrando que tinha comido as duas, mas sabia que só precisava dizer que fiquei com a amiga.
Minha tia então abriu o sobretudo e assim que jogou no chão, a única coisa que usava era a bota, ela estava completamente nua na minha frente. Subiu na cama, sentou na minha barriga, colocando uma mão para trás, apertando meu pau e minha bola juntos, pegou o celular e trocou a foto e mostrando a outra mensagem – “Eu bem que poderia ser a tia dele ein amor...”
- Quer ela como tia?
- Logico....que não...
A pressão no meu pau e bola era grandes até que aliviou, a mão então veio com um tapa.
- Eu sou sua tia...e é so a minha bucetinha que você vai comer...
Se virou, se posicionando em um 69, esfregou abrindo as pernas e sentando na minha cara, se inclinou e começou a me chupar enquanto deixava eu chupando e lambendo aquela boceta melada. Se virando, sentando fazendo meu pau ir o mais fundo possível dentro dela e dizendo.
– quem você prefere...a titia ou a vagabunda de ontem?
Eu virei ela por cima, invertendo a posição.
- Quem é a minha cadelinha?
- Nossa! A titia que é sua cadelinha...
Eu empurrava muito meu pau dentro dela, os gemidos eram incrivelmente altos, ouvia ela gemer e me chamando de vagabundo, cachorro, ouvia ela emplorando pra encher a buceta dela de leite, até que o celular dela tocou.
Era meu tio. Ela logo me empurrou, respirou fundo, mandou eu ficar em silencio, ficou sentada na cama, quando ouvi dizendo que ela estava na recepção do consultório, que estava aguardando a vez dela, colocou o celular no viva voz e ficou me olhando. Levantei, levei meu pau até a boca dela, ela chupava toda vez que ele começava a falar, até que me afastei um pouco e comcei a tocar punheta. Ela ainda conversando com ele minha vontade de gozar veio, puxei ela pela nuca, posicionei meu pau perto do rosto dela e jorrei leite naquela carinha de vagabunda. Assim que ela desligou o celular, segurei ela pelos cabelos puxando a cabeça dela pra trás e disse.
- Safada! Ganhou leite na cara enquanto falava com o corno...
- Nossa...me senti muito safada fazendo isso...que delicia!
Naquele resto de manhã, comia minha tia de todas as formas, uma hora com ela de 4 eu revesava entre a boceta e o cu. Nosso tempo no motel acabou, voltando pra casa, na cama dela, voltamos a meter.
Durante a semana que fiquei lá, comi a titia tantas vezes que perdi as contas, as vezes, ligamos por vídeo só pra falar algumas putarias um para o outro e já deixei planejada a minha viagem para esse final de ano, minha sorte? Ela disse que eles vão vir me visitar, então espero poder comer ela durante a estadia dela por aqui.
Minha sorte que mesmo depois de anos, nosso compromisso um com o outro continua. Ela mantem o casamento de mentirinha, sabendo que é corna, mas faz o marido de corno com o sobrinho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha tia - Final

Codigo do conto:
255963

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/03/2026

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