A mãe do meu amigo.


Durante anos de amizade, o maximo que conhecia a mãe desse meu amigo era por redes sociais ou um evento ou outro que íamos juntos. Ela sempre elegante, educada, sempre ao lado do marido.
Erika, uma mulher madura, com seus 49 anos, era baixinha, talvez uns 1,63m, cabelos castanhos escuros, uma pele sempre bronzeada.
Certo dia, recebi uma mensagem do meu amigo, dizendo que a mãe dele tinha me convidado para jantar, aceitei prontamente e quando chegou o dia, era dia de jogo, tanto meu amigo quanto o padrasto dele era viciados, já eu, não ligava muito. Foi servido um salmão ao molho de maracujá, estava uma delicia e logo que terminamos de comer, os dois levantaram e foram correndo para o sofá assistir a partida, me chamaram e eu percebi que largaram Erika na mesa, com diversas louças a serem retiradas.
Eu nunca tinha visto ela com aqueles olhos, talvez era o vinho batendo, mas ali estava. Erika usava uma blusa cavada, era possível ver parte do sutiã preto de bojo, os peitos, nítidos que eram durinhos de mais para a idade, logo sabia que eram siliconados, a cinturinha fina, pernas finas mas torneadas de quem se cuidava, exalava um perfume marcante, mas o que mais me impressionava era a legging preta que usava, marcava cada curva, sim, era possível ver o corte naquele bucetinha, um capozinho de fusca, com sabemos.
Comecei a ajudar Erika em retirar a louça, em diversas vezes ela dizia para deixar com ela, que já estava acostumada com estar “sozinha”. Ajudei ela com tudo, em retirar a louça, enquanto ela lavava, enquanto eu secava, eu continuava com minha taça de vinha, vez ou outra o filho ia até a cozinha pegar mais uma cerveja e me chamar para ir assistir o jogo, sempre respondia dizendo que logo logo estaria lá, mas continuava ali, foi quando ela mudou comigo. Começou a se expor de uma forma que nunca havia imaginado.
Começou a me contar que sempre fica só em casa, que o marido ou está trabalhando, ou sai pra beber com os amigos ou viaja pra ver jogos de futebol com o filho dela. De uma certa forma eu sabia de tudo isso, mas nunca imaginei que ela ficaria sozinha, pensei que ela tivesse as amizades dela e faria coisas pra ocupar o dia e os finais de semana. Foi quando com todas as intenções do mundo e deixando de uma certa forma bem claro o que poderia acontecer, pelo menos era o que eu acreditava que o tom e o jeito que disse suava.
- O dia que você estiver sozinha...com eles viajando para ver jogo de futebol e se você quiser continuar essa conversa, tomar um vinho comigo...me chama. Eu venho visitar você...
- Garoto! Eu sou casada e bem mais velha que você...como explicaria que um rapaz bonitão veio me visitar só pra um vinho e uma conversa?
- Não acho que você seja velha, pelo contrario, uma mulher linda, madura, elegante, certeza que é cobiçada por quem tem bons olhos...quanto a ser casada e ter que explicar...existem coisas que só duas pessoas precisam saber...mais ninguem.
- Menino! Que isso! Ai ai...se um deles escuta você falando assim comigo, jogam você desse prédio.
- Pois é...por isso espero que sejamos discreto nessa conversa...o que me diz?
Ela estava sorrindo e era possível ver que os olhos dela também sorriam, mas com intenções secretas e imaginações que apenas ela saberia. Foi quando achei melhor deixa-la com aquelas imaginações, servi minha taça de vinho, enquanto me direcionava para a sala, disse a ela
- Se realmente quiser...me liga.
Dei as costas e fui para a sala, era possível vê-la me observando da cozinha, era possível ver ela com uma certa inquietação, mas nada mais podia ser dito ou feito. O jogo terminou, Erika apareceu na sala, me olhou se despedindo, dizendo que já ia dormir. Me levantei, abracei e respirei fundo aquele perfume, em seguida, disse que já era tarde, que precisava também ir. Agradeci pela hospitalidade e pelo jantar e fui embora.
Eu aguardava o elevador, quando ouvi uma porta abrindo e Erika dizendo
- Vou descer com o lixo, organizem a sala...
Ela fechou a porta e me olhou, sorriu e veio em minha direção. Segurei a porta do elevador, ela entrou e eu aproveitei para dar um espiada naquela bunda, assim que eu entrei, assim que a porta fechou a primeira coisa que ela disse me arrancou um sorriso estantaneo.
- Para ligar pra vc, preciso do seu numero...seria estranho pedir ao meu filho..não acha?
Na hora ela tirou o celular da cintura, desbloqueou e me entregou, digitei, salvei e dei um toque.
- Pronto, agora eu tenho o seu também.
A porta então se abriu no andar da garagem, ela saiu, olhou pra mim e disse
- Não me envia mensagem ou me liga ein...vai ser difícil explicar qualquer coisa.
- Ok.
A porta então se fechou. Passei pela portaria do prédio sorrindo, imaginando que o que tinha acabado de acontecer e, se realmente fosse acontecer algo, seria incrível.
Cheguei em casa, tomei banho, entrei na rede social dela, meu pau ficando duro só de imaginar, quando cansado, apagando o celular, ele logo vibra, com uma notificação – “Depois de ler, apaga! Seguinte, eu sou casada, sou mais velha que você e apesar de ter gostado muito da forma como você falou comigo, não tenho coragem de fazer nada. Então, acho melhor não existir nada além dessa amizade. Afinal, meu casamento poderia acabar e sua amizade também.
Na hora eu respondi – Novamente, o que acontece entre duas pessoas, fica entre elas e se você gostou do que ouviu, eu posso dizer muito mais no seu ouvido, pensa com carinho, as vezes uma taça de vinho pode dar um pouco mais de coragem. Boa noite – encerrei e realmente fui dormir. Não esperava uma resposta e muito menos iria manter a conversar.
Na manhã seguinte quando acordei, tinha uma mensagem, simple e clara – Vou pensar sobre o vinho e será apenas sobre isso. – Ali eu já tinha certeza que iria comer ela. Só não sabia o dia, a hora, mas na minha cabeça já tinha planejado até o que diria pra ela quando a gente estivesse juntos.
Passaram-se dias, encontrei com meu amigo diversas vezes depois daquele jantar, até que em uma sexta a feira a noite, estávamos bebendo quando ele me perguntou se eu toparia ir com ele e com o padrasto assistir o jogo no estádio em outra cidade e ficar por lá. Disse a ele que infelizmente, não poderia, inventando que encontraria com uma garota e que não poderia perder a oportunidade. Mas a verdade é que eu apenas tive uma pequena esperança de receber uma ligação ou mensagem.
Era um sábado, por volta das 15h, meu celular notificou, uma mensagem simples mas que já dizia muito do que poderia acontecer – “Acho que você sabe que eles viajaram, posso preparar um jantarzinho e tomamos aquele vinho?”. Respondi – “Não precisa se preocupar com comida, pedimos algo se for o caso, mas quanto ao vinho, pode manter...algum preferência?”.
Conversamos por mensagem por uns 15 minutos, combinando e então fui me arrumar, tomei banho, catei as camisinhas, reforcei o perfume, passei no mercado e fui direto para o apartamento dela. Era umas 17h quando cheguei, a ansiedade e um nervosismos batiam forte dentro do elevador, ao abrir a porta e tocar a campainha, ali estava ela.
Erika usava um pijama de seda azul escuto, a parte de cima era segurado por duas alcinhas, um shortinha solto nas coxas mais que definia aquela bunda, os cabelos estavam soltos, o perfume que ela exalava era incrível. Assim que passei pela porta e ela fechando a porta, me olhando de uma forma delicada e envergonhada apenas disse
- Eu ia começar a me arrumar agora, não imaginei que você viria tão rápido...
- Não precisa se arrumar, você está em casa e...
Nessa hora eu me aproximei para dar um beijo no rosto dela, apenas um cumprimento inocente, mas aproveitei.
- e...quanto maior for meu tempo perto de você...mais posso sentir esse perfume e quem sabe...ganhar um sorriso.
Ao me afastar, ela me olhou de forma terna, jogando os cabelos para trás e em seguida sorrindo.
- Acho que o sorriso eu já ganhei...
- Garoto! Você....hmm...vou preparar o vinho, me espera ali na sala.
Entreguei a garrafa de vinho pra ela, ela foi para a cozinha e eu sentei no sofá da sala, a TV ligada, muda, mas era possível ver que estava na chamada do jogo, assim que ela reapareceu, me virando pra ela, abrindo espaço para ela sentar ao meu lado, perguntei:
- Então os dois foram para esse jogo...voltam hoje?
- Não...eles vão encher a cara e depois beber mais em algum lugar e vão ficar por la, fiz a reserva do hotel...devem voltar amanha, por volta das 16h.
Brindamos aquilo, rimos, conversamos, eu não conseguia tirar os olhos dela, era possível ver os pelinhos na pela bronzeada dela, loirinhos, quando a primeira taça acabou, ela se levantou para buscar mais e eu olhei aquela bundinha definida. Já era impossível segurar a vontade, meu pau latejava e a calça apertava ele, uma briga constante entre ele querer sair e a calça não deixar.
Quando ela voltou, eu estava assistindo o jogo, ela se sentou e eu pude ver uma certa mudança, o que antes parecia estar escondido, agora se destacava. Eu sabia que ela usa um sutiã por baixo do pijama, mas agora, já não estava mais lá, os mamilos saltavam da blusinha, fazendo aquela curvinha que deixa qualquer um louco, meus olhos fixaram ali fiquei, paralisado, impressionado, foi quando ela disse
- Coloquei tem 2 anos...
- Oi? Que? – respondi atordoado.
- Meus silicones...ganhei de presente de aniversario de casamento.
- São lindos...mas me perdi em uma outra imaginação aqui...
- Me conta?
Tomei uma dose generosa, ela tomou um gole, me levantei e deixei minha taça no móvel próximo a TV, peguei a taça dela e fiz o mesmo e em seguida voltei, me sentando mais perto, grudando minha perna na perna dela, vendo ela se recuar um pouco, mas aceitando uma mão minha em uma das coxas, outra abraçando a cintura e sem se defender, apenas aceitando quando puxei ela para cima de mim.
Ela deixou as mãos no meu peito, estava com os dois joelhos no sofá, sentada em mim, sorrindo com o que eu tinha acabado de fazer e enquanto arrumava os cabelos jogando-os para trás disse
- Era isso que você imaginou?
- Não...imaginei isso...
Uma das minhas mãos foi direto na nuca dela, a outra estava descendo em direção a bunda dela quando, nossas bocas se colaram, um beijo intenso, natural, como se já nos conhecêssemos aconteceu, as mãos delas seguravam meu rosto, rodeavam meu pescoço apertavam meus peitos, ela começou aos poucos se entregar, minha boca descia pela rosto dela até o pescoço, o perfume mais forte, mais intenso me deixava com mais tesão, continuei descendo, com ela se inclinou completamente, minhas mãos seguravam ela pela cintura, mas logo subiram. Os peitos dela preencheram por completo minha mão, podia sentir os mamilos duros entre os dedos, eu observava ela se entregando, quando ela se aproximou novamente e com beijos intensos pude perceber que ela, ali, seria minha.
Parando de me beijar, olhando intensamente pra mim, ela permitiu que minhas mãos fossem até os ombros, deixando as alcinhas da blusa do pijama cair, ela encolheu um braço depois o outro, a blusa de pijama de seda estava sendo sustentada apenas pelas peitos siliconados, quando em um movimento simples, como se ela apenas relaxasse, tudo escorregou revelando aqueles peitos firmes, duros, os mamilos durinhos, era possível ver que ela estava arrepiada, minha boca foi de encontro aqueles mamilos sentindo eles com a língua.
Era incrível. Passando na minha cabeça que estava ali, com a mãe do meu amigo, semi nua, sentada no meu colo, deixando eu mamar naqueles biquinhos. Sentindo as mãos dela abraçando minha cabeça, ouvindo um gemido leve, parando as vezes só pra a gente se beijar de novo.
Ela então se jogou no, saindo de cima de mim, se levantando rapidamente, ficando de frente pra TV, pegando a taça de vinho, se virando pra mim, os braços tentando tampar os seios, tomou um gole e me olhou como se estivesse pronta para deixar aquela noite ainda melhor.
Dando um passo pra frente, me entregou a taça com vinho, se ajoelhando na minha frente, entendi o que ela queria, ajudei como pude mas ela fez a maior parte do trabalho, tirando minha calça, se aproximou mais e puxou minha cueca fazendo com o que meu pai pulasse pra fora e logo em seguida voltasse batendo na minha barriga e ouvi ela dizendo
- Nossa!
Usando as unhas, ela pecorreu meu pau, das bolas até a cabeça, segurou e me olhando fez com que eu soltesse um suspiro, um gemido por aquilo. Ela me chupou como se soubesse exatamente como fazer, como eu gostava de sentir, tocando uma punheta e chupando meu pau, permitindo que eu segurasse a cabeça dela com uma mão, enquanto eu tomava um gole de vinho e assistia aquela partida e sem querer, mas de forma espontânea soltei o comentário.
- E pensar que tem que gente que prefere viajar pra ver um monte de homem correndo atrás de bola, com uma mulher gostosa em casa e que sabe chupar desse jeito...
Nessa hora ela fazendo um garganta profunda, engasgando e voltando sorrindo pra mim e dizendo.
- Garoto...você é safado!
- Falei mentira? Com um mulherão desses....com uma boquinha igual a essa...preferiu deixar você sozinha....pode deixar...que vou cuidar de você hoje...
Puxei a cabeça dela para baixo e fiz ela me chupar de novo, terminei o vinho e coloquei a taça o mais longe que pude no chão. Juntei os cabelos dela, puxei fazendo com que ela parasse de me chupar, dei um beijo e disse
- Minha vez!
Puxei ela pelos cabelos, estávamos em pé, cabeça do meu pau encostava nela, beijei com intensidade, sentido que a boca dela estava babada de tanto que havia me chupado, deitei-a no sofá, me ajoelhei e puxei o shortinho de pijama, ela usava uma calcinha branca de rendinha, delicada, sexy. Fui até a boca dela, beijei, desci, chupei os mamilos, desci beijando a barriga ela, enquanto colocava as pernas dela aberta sobre os meus ombros, beijando por dentro das coxas delas, ao mesmo meu polegar massageava aquela buceta, já era possível sentir através da calcinha que ela estava molhada, usando meus dedos, coloquei a calcinha de lado, segurando com uma da mãos a calcinha, fui de boca aberta sentir aquele mel, ela estava cheirosa até la, cada lambida, cada chupada, fazia com que ela se remexesse no sofá, gemendo baixo, segurando minha cabeça, passando a mão no meu rosto, quando ouvi um gemido longo, cheio de prazer.
Naquele momento eu sabia, consegui! Erika gozou! A mãe do meu amigo acabou de gozar na minha boca. Ela colocou a mão na minha testa, me afastou, sorrindo pra mim disse
- Nossa...quanto tempo eu não sinto isso...que gostoso!
Nessa hora, eu lembrei o que eu tinha planejado, então disse pra ela.
- Voce me perguntou o que eu queria comer...lembra?
Ela me olhou sorrindo, enquanto eu me levantava, tirando a calça toda me abaixando pra pegar uma camisinha, cueca, puxando ela, fomos em direção a mesa de jantar. Ali era uma mesa de alto padrão, feita em madeira maciça, polida, em L, a parte que encostava na parede era acompanhada de um espelho comprido, sendo possível ver tudo o que estava sob a mesa. Virando ela contra a mesa, segurando pelas cintura, fiz ela sentar sob a mesa. Beijei. Voltei a me deliciar naqueles mamilos durinhos enquanto apertava aqueles peitos siliconados, então empurrei, fazendo com que ela se deitasse completamente. As pernas dela encostadas no meu corpo, esticadas e semi abertas, meu pau estava por cima da calcinha apenas roçando, nossa tesão era tanto, eu estava rasgando a camisinha quando ela colocou a calcinha de lado, com a outra mão esfregava meu pau na própria buceta, e fez algo que eu não esperava, arrumando meu pau e se posicionando, mirou a cabeça na entrada da buceta e disse
- Vem...ta na mesa....pode comer....
Era tudo o que eu queria ouvir, o tesão já explodia, a camisinha nem tinha saido ainda do pacote quando joguei no chão, segurei as coxas dela e empurrei meu pau todo dentro, no fundo, ouvindo algo que sonho até hoje e escuto ao fechar meus olhos, ela gemeu de forma longa e em seguida devagar e ainda gemendo escutei meu nome e em seguida
- Come...pode comer tudo...não deixa sobrar nada!
Ali, estava Erika, mãe do meu amigo, com uma calcinha de renda branca de ladinho, de pernas aberta, em cima da mesa de janta, gemendo meu nome e implorando pra ser comida. O que eu fiz? Empurrei meu pau em diversas velocidades, rápido, devagar, continuo, as vezes parava bem no fundo só pra dizer pra ela o quanto era gostosa, o quanto aquela buceta era uma delicia, quando então resolvi arriscar em dizer
- Pelo visto...tem muito tempo que você não serve esse bucetinha...
- A ultima vez, foi so pra ele brincar com os novos peitos...depois...nunca mais...
Comecei a socar forte e rápido, meu nome era a única coisa que eu escutava, quando de novo, ali estava, Erika tremia, a buceta fazia barulho, olhava o meu pau, ele estava completamente molhado. Deixando ela se recompor, eu apenas esfreava ele por fora, fazendo ele ir e vir, as vezes empurrava a cabeça e tirava, ela então disse
- Quer repetir? Ou acha que eu já posso ganhar minha sobremesa?
Ali eu entendi tudo.
- Sobremesa? Só você implorar e escolher...
Ela então segurando os dois peitos, descendo apenas uma mão, empurrando a cabeça do meu pau pra dentro, empurrei até o fundo quando ela disse
- annnn....isso...quero ai!
Meu pau latejou só de ouvir aquele pedido e o mais impressionante ela puxou as pernas para trás, abrindo ainda mais a buceta pra mim e demonstrando uma incrível flexibilidade, era possível empurrar meu pau mais fundo e com cada vez mais pressão, eu sabia que já não durar tanto, foi quando avisei que iria gozar e empurrando meu pau o maximo que deu, segurando o maximo que podia até explodir dentro dela um jato de porra
- Caralho Erika...caralho!
- Nossa! Que delicia...voce realmente jogou bem no fundo...
- Voce implorou por isso...e so fez isso por que o corno não faz...
Nessa hora, ela se ajeitou e me deu um tapa muito forte no rosto. Me beijou e em seguida outro tapa. Meu pau ainda dentro dela, amolecendo com o susto dos tapas, mas ela não me afastava. E quando ela se afastou, foi para sentar melhor na mesa, minha porra chegou a escorrer e empossar sob a mesa enquanto nos abraçávamos e beijávamos, mas não tinha entendido do tapa até ouvir.
- Não chama meu marido de corno...Ele que me deixou gostosa assim...pra você.
Ela segurava os peitos, me beijava, as mãos agora segurando meu pau e tocando levemente pra mim. Sentindo meu pau ficando duro, olhou pra mim, chegou no meu ouvido e disse.
- Quer repetir?
Era lógico que eu queria e com certeza eu chamaria o marido dela de corno aquela noite de novo. Eu me afastei, era possível ver minha porra ainda escorrendo e empossando sob a mesa, quando fiz ela ficar de pé e depois se virar de costas, segurei os cabelos dela, posicionei meu pau e empurrei pra dentro de novo e em seguida disse
- Ali na mesa...tem sobremesa pra você...
Empurrei a cabeça dela e vi ela lambendo pelo reflexo do espelho o pouco do meu leite que tinha escorrido, fez biquinho pra chupar e em seguida eu disse de novo
- Tem que deixar essa mesa bem limpinha...imagina...voce servir leite para o corno?
Ela me olhou com um olhar furiosa, mas em seguida comecei a empurrar, comendo ela de 4 em pe. Cada empurrada eu ouvia ela gemer mais, meu nome ecoava pelo apartamento, quando ali, de novo, mas dessa vez juntos, gozamos. Era possível ver ela com as pernas bambas, meu pau todo lambuzado, tinha porra nossa escorrendo pela buceta dela e caindo no chão e pelas pernas dela.
Puxei uma cadeira, a cadeira onde o marido tinha sentado no dia do jantar e fiquei ali vendo ela se recompor. Ela apenas ajeitou a calcinha e foi em direção a sala, pegou a minha taça e a dela de vinha e voltou para a mesa, deixando a minha e indo para a cozinha servir mais. Quando voltou, pensei que se sentaria em outra cadeira, ou fosse para o sofá, mas não, abrindo as pernas, sentou sob mim, bebíamos um pouco de vinho enquanto nos beijávamos e conversávamos ali.
Quando nos demos por conta, o jogo estava acabando e assim que acabou, passados alguns minutos, o celular dela toca. Ainda sentada sob mim, ela apenas atendeu o telefone no viva voz, enquanto ela conversava com o marido, eu estava ali, chupando os mamilos dela, em seguida, pude ouvir o filho falando com ela e novamente o marido, ela dizendo que estava pensando em pedir algo pra comer, mas o que ela disse naquele momento para o marido fez meu pau subir na hora.
- Estou pensando em pedir um lanche mais tarde...por agora só tomei um leite quente...
Meu pau na hora subiu, e ela percebendo isso, antes de desligar o telefone, já tinha se posicionando em cima de mim e sentando no meu pau, fazendo com que ele entrasse todo dentro dela. Ele sugeriu que ela pedisse uma pizza e em seguida se despediram como qualquer casal. Assim que desligou o telefone, mas não parando de cavalgar, e eu não parando de mamar naqueles mamilos, ela ligou para a pizzaria que eles tinham costume de pedir, enquanto fazia o pedido, ela fez um pedido simples e logo desligou e ao fazer isso disse em seguida
- Naquela noite...fiquei com tanto tesão que teria dado pra voce na cozinha...
Me levantei, fazendo com ela ficasse colada e mim, ela no colo meu pau saindo, fui até a cozinha, chegando lá, parei próximo a pia, ela se segurou na bancada com as duas mão, voltei a enfiar meu pau pra dentro dela, e ali, em pé na cozinha metemos muito, um de frente para o outro, ela gemia meu nome, comecei a sentir o mel dela e possivelmente o meu leite anterior escorrendo na minha perna, quando já não aguentando mais, quase urrando de tesão, avisei ela.
- Vou gozar de novo....
Ela apenas sorriu enquanto me olhava e deixando tudo no fundo, jorrei mais uma vez pra dentro dela, ela se aproximou ainda colada em mim, nos beijamos durante um tempo até que meu pau amolecendo dentro dela, escorregou pra fora.
- Nossa...que delicia! E sentir minha bucetinha escorrendo enquanto to aqui...assim, com vc....que delicia!
Nos arrumamos, voltamos para a sala, eu estava novamente de cueca e calça, ela já estava com o pijama, estávamos deitados no sofá, as vezes nos beijávamos, até que finalmente a pizza chegou. Jantamos ali mesmo no sofá, era quase meia noite, disse a ela que nossa noite tinha passado muito rápido e a resposta me impressionou
- Ainda temos a madrugada...e a manhã todinha...
Ela se levantou, pediu para que eu levasse as coisas da pizza para a cozinha e que desse a ela uns 15 minutinhos. Enquanto eu limpava as coisas na sala e na cozinha, tomava um pouco mais de vinho, arrumei minhas coisas na sala para ficar fácil de colher na hora de ir embora e ouvi ela me chamando.
- Voce pode vir agora...to aqui esperando você.
Estava indo em direção ao quarto dela, vendo a por encostada, abri e lá estava. Uma cama king, lençóis, cobertor travesseiros todos brancos, o quarto exalava o perfume dela e, no meio cama, me esperando, com uma lingerie preta, extremamente sexy, os cabelos soltos acima de um dos ombros, era uma obra de arte.
- Eu ficaria aqui todos os dias vendo você desse jeito....
Eu arranquei minha calça e cueca tudo junto, fui em direção a ela e ela acabou vindo na minha direção de joelhos, me beijou, chegou no meu ouvido e disse
- Deita...minha vez de fazer tudo.
Eu me deitei no meio da cama dela, na mesinha de canto era possível ver a foto do casal, deitei e deixei ela fazer o que quisesse.
Ela estava montada, me beijando, se esfregando, minhas mãos foram direto no sutiã, ela deixou eles caírem sob meu peito, ela foi um pouco mais pra cima e me deu aqueles mamilos pra chupar, o tesão cada vez maior, meu pau já latejava e ela percebendo isso, no meu ouvido disse
- Aqui nessa cama...apenas aqui nessa cama...voce pode chamar ele de corno e...pode me comer igual uma puta.
Ela rapidamente desceu, lambendo minhas bolas até a cabeça e sorrindo empolgada, em seguida, engoliu, ela me chupava como se quisesse que eu lembrasse daquele chupada pelo resto da minha vida. De tempos em tempos ela parava para respirar, puxar a baba e sorria pra mim, até que sem eu pedir, ela apenas se afastou, virou de 4 pra mim e me chamou
- Vem...come sua puta na cama do corno...
Eu estava tão focado vendo ela de 4 e com aquela bundinha empinada, colocando a calcinha de lado e assim que eu enfiei meu pau todo pra dentro dela, eu percebi. Estava de frente para o closet dele, e um espelho gigante estava ao fundo, era possível me ver comendo ela de 4, era possível ver os sorrisos que ela mostrava todas as vezes que eu empurrava mais fundo, todas vezes que eu dava um tapa na bunda via aquele rostinho mudando e se demonstrando o quanto ela estava se sentido safada.
Se aproximando do clímax, eu já avisando ela que queria gozar, ela deixou bem clara onde queria e eu não pensei duas vezes em aceitar. Naquele momento, Erika deitou esticada de barriga pra cima, me pedindo pra ficar em pe ao lado da cama e mirar meu leite naquele rostinho, quando soltei, era um jato modesto, o que ainda sobrava depois de ter deixado dentro dela nas outras vezes, ela deixou escorrer pelo rosto, pegando com os dedos e espalhando pelo buceta.
Confesso que naquela noite, naquela madrugada e até na manhã eu tentei comer o cuzinho, mas todas as vezes que começava a brincar ali perto ela me tirava, entendi que ela não queria. Então me conformei com o que tinha, já era mais que o suficiente, na hora de ir embora, lembro dela dizer
- Espero que tenha gostado de jantar aqui em casa...
Lembro que se passaram semanas antes da gente repetir, ela combinou comigo de encontrar e me pegou próximo de casa, estávamos no carro dela, em uma rua sem movimento e transamos no banco de trás do carro do corno. Outras vezes, ela chegou a ir no meu apartamento, fomos em motel e até mesmo repetimos na cama dela. O dia que tivemos mais adrenalina, foi quando o marido estava no apartamento, tinha acabado de chegar de viagem dizendo que ia dormir, ela desceu e nos encontramos na garagem do prédio e transamos no banco de trás do carro. Aquilo foi o auge da nossa loucura juntos.
Hoje, infelizmente, ela se divorciou e iniciou uma nova trajetória e, nesse novo caminho, não estou mais presente. Mas, o que posso deixar pra vocês é...foi uma maravilha!

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico wjuniorpvd

Nome do conto:
A mãe do meu amigo.

Codigo do conto:
257370

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/03/2026

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