Minha Primeira Namorada - Parte 1

Ao me mudar, acabei vindo para uma cidade nova, inexplorada e cheia de mistérios que prometiam novas experiências. Meus pais, agora com mais liberdade, precisavam viajar com maior constância, e tanto minha irmã quanto eu já havíamos atingido um nível de independência que nos permitia explorar nossos próprios caminhos.
No novo colégio, conheci Simone. Ela era uma garota cativante, com uma aura de inocência e uma beleza que se destacava. Tinha um namorado de anos, o primeiro dela, e isso, de alguma forma, a tornava ainda mais intrigante. Morava apenas com a irmã mais velha, Larissa, em um apartamento aconchegante.
Durante meses, me tornei apenas um amigo, um confidente talvez. Nossos encontros se limitavam a bares barulhentos e, ocasionalmente, a sociais mais íntimas na casa delas. Em uma dessas noites, a atmosfera se transformou. Muitos amigos foram embora cedo, deixando-nos apenas eu e Simone no apartamento, envoltos em uma névoa de música baixa, conversas esparsas e o calor residual da festa.
"Você precisa ir", ela disse de repente, a voz um pouco embargada, "Seria estranho se meu namorado chegasse e encontrasse só nós dois aqui. Ele chega amanhã de manhã."
Na hora, brinquei, a ironia flutuando no ar. "Já pensou? Você dizendo... 'não é o que parece'?" Rimos, um riso cúmplice que se perdeu no silêncio da madrugada, e bebemos mais um pouco. Naquele dia, Larissa havia voltado para a cidade de origem da família, e o apartamento era só nosso, um espaço que de repente parecia carregado de possibilidades. Quando finalmente resolvi que era hora de ir embora, já passava das onze da noite.
"Bom, eu vou embora, são 23h. Já está tarde."
"Poxa, já?", ela respondeu, a voz arrastada pelo álcool, mas com uma doçura que me fisgou. "Você pode ficar, mas ele deve chegar por volta das 8h. Só mais uma, prometo que deixo você ir."
Era difícil dizer não para aquele sorriso, para aqueles olhos verdes hipnotizantes, para o emaranhado de cachos loiros que emolduravam seu rosto. Simone era branquinha, de pele leitosa que parecia implorar por toques, e tinha peitos fartos que se insinuavam sob a blusa fina.
Aquela "última cerveja" tornou-se mais três, depois cinco. A conversa foi morrendo, e quando me dei por conta, estávamos apenas nos olhando nos olhos, as palavras desnecessárias, a tensão crescendo entre nós. Resolvi tentar. Partí para cima, roubando um beijo. Esperava um tapa, um afastamento, talvez um choque, mas o que recebi foi um abraço intenso, um beijo de volta com uma intensidade que rivalizava com a minha. Seus lábios se moveram contra os meus com uma urgência que me arrebatou. Em segundos, Simone estava sentada de pernas abertas no meu colo, nossos corpos colados, as mãos dela nos meus cabelos enquanto nos beijávamos com mais ferocidade, mais vontade.
Quando ela se afastou, ofegante, seus olhos verdes encontraram o relógio na parede. "São 2 da manhã", ela sussurrou, a voz carregada de uma mistura de alarme e desejo. "O que é isso que está acontecendo? Precisamos parar." A frase mal saiu de seus lábios antes que ela se jogasse de novo para cima de mim, seus beijos cobrindo meu rosto, meu pescoço, o hálito quente em minha pele.
Foi quando tomei a atitude de rasgar o tempo. Puxei a blusa dela para cima, e sem desabotoar o sutiã, puxei seus peitos para fora, revelando a pele macia e os mamilos já duros. Abaixei a cabeça e comecei a chupá-los, revezando entre um e outro. Ela gemeu meu nome, seus braços apertando-me em um abraço sufocante, suas unhas cravando-se nas minhas costas.
Quando ela se afastou novamente, a respiração ofegante, seus olhos brilhando no escuro, se levantou. Com um gesto rápido, empurrou os peitos de volta para dentro do sutiã e disse, com a voz rouca e a promessa em seus olhos: "Meu quarto, vem."
Ao chegar no quarto, a penumbra era quebrada apenas pelo abajur que ela ligou em um piscar de olhos, revelando o ambiente. Duas camas de solteiro, separadas por uma mesa de estudo, e, ao lado, um armário grande com portas espelhadas, que logo capturaram minha atenção. Aquele espelho... Ela se virou de costas, desabotoou o short jeans com um movimento suave que fez meu olhar seguir cada curva. O tecido deslizou, revelando uma calcinha preta simples, que mal cobria o vale de sua feminilidade. Vendo aquilo, a razão me abandonou por completo. Não pensei duas vezes e arranquei toda a minha roupa, mostrando a ela meu pau, duro, ereto, pulsando e pronto para a ação.
Assim que me aproximei, ela me virou, empurrando-me suavemente contra a cama, onde me deixei cair. Deixei que ela conduzisse, entregue àquele desejo avassalador. E foi sem pedir, sem insinuar nada, que ela se ajoelhou e me chupou. Aqueles olhos verdes, agora semicerrados de prazer, não se desgrudavam dos meus. Seus cabelos cacheados saltitavam com o ritmo de sua boca, enquanto, sem interromper o movimento, ela desabotoou o sutiã e o atirou para longe. Em seguida, com os dedos ágeis, puxou a calcinha preta, libertando-se completamente.
"Camisinha?", perguntei, a voz rouca, quase um sussurro, uma ponta de racionalidade tentando emergir em meio ao caos dos sentidos.
Ela veio para cima de mim, apoiando-se em meu peito, seus lábios quentes em meu ouvido. "Eu tomo remédio", ela sussurrou, a voz carregada de uma promessa de entrega total, de um risco calculado, de uma intimidade sem barreiras.
Fiquei apreensivo. Seria minha primeira vez sem preservativo, uma fronteira que eu nunca havia ousado cruzar. Mas quando a ideia de voltar à sala e pegar a mochila para buscar uma camisinha sequer começou a se formar, ela já estava me puxando para si. Segurou e posicionou meu pau, que latejava e pulsava em sua mão, direcionando-o para sua entrada. Seus olhos se cravaram nos meus, um desafio e um convite. Ela sentou, lentamente, milímetro a milímetro. Quando meu pau entrou todo, um gemido abafado escapou de seus lábios. Ela fechou os olhos, mordeu os lábios com força, o corpo se contorcendo ligeiramente, e soltou um gemido profundo, um som que reverberou em cada fibra do meu ser.
Ela se esfregava em mim, quicava com uma ferocidade hipnotizante, seu corpo uma extensão perfeita do meu.
Invertemos a posição diversas vezes, em um balé de desejo e pele. Até que, em um momento de puro êxtase, eu a coloquei de quatro, a bunda empinada, as costas arqueadas. Aquele foi o instante em que vi nosso reflexo nos espelhos do armário. Eu, por trás dela, a buceta dela me envolvendo, os peitos dela balançando ritmicamente a cada estocada. A visão de nossos corpos entrelaçados, de sua pele suada colada à minha, seus gemidos ecoando e a imagem se multiplicando nos espelhos, levou-me ao limite. Quando não aguentei mais...
"Vou gozar..." A palavra escapou de meus lábios como um aviso, um grito primal. Na hora, a ideia de me retirar passou pela mente, o instinto de proteção, a cautela que Bertolina tanto me incutira. Mas a sensação... ah, a sensação me prendia, me consumia, era um oceano em fúria me arrastando para as profundezas. Eu queria sentir tudo, cada tremor, cada contração. Queria deixar minha marca, pintar ela de branco, reivindicar aquele momento. E então, como se lesse meus pensamentos mais selvagens, sua voz soou, um sussurro urgente e imperativo que cortou o ar: "Goza... goza bem lá no fundo..."
Aquela foi a senha. A explosão veio, avassaladora, descontrolada. Haviam se passado meses, meses, sem eu sequer me masturbar, e aquele desejo reprimido, agora libertado, explodiu em uma torrente. Sem pensar muito, sem controle algum, empurrei com força, meus quadris martelando os dela, cada estocada mais profunda que a anterior, até ter certeza de que ela receberia cada gota do meu leite no fundo daquela buceta. Seus gemidos se misturaram aos meus, o clímax compartilhado, um turbilhão de carne, suor e prazer bruto.
Quando finalmente desmontamos, os corpos exaustos, mas ainda colados, deitamos um sobre o outro na cama desfeita. A respiração ofegante preenchia o silêncio, o cheiro de sexo e suor impregnando o ar. Ela me pediu para ver as horas, a voz ainda rouca, um traço de preocupação se misturando ao êxtase pós-orgasmo. "São 06:30", eu disse, o coração ainda martelando. E ela me lembrou, a realidade batendo à porta, "Meu namorado... ele já já está chegando."
"Eu sei..." respondi, me levantando, o corpo ainda pesado pelo prazer, mas a mente já calculando os próximos passos. Dei um beijo de despedida, rápido e intenso, e comecei a me vestir apressadamente, a roupa amassada testemunha daquela madrugada selvagem. Ela me acompanhou até a saída do apartamento, usando um roupão de cetim que mal disfarçava o corpo ainda quente e marcado. Seus olhos verdes me seguiram, uma mistura de desafio e um pingo de remorso. Ambos sabíamos que ali, naquela soleira, seria o último contato físico por um bom tempo, até o retorno das aulas, até que as máscaras da normalidade pudessem ser novamente usadas. A cidade nova guardava, agora, mais um dos meus segredos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Primeira Namorada - Parte 1

Codigo do conto:
252103

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/01/2026

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