Minhas Vizinhas - Parte 1

Leia - Grabriela, a dona do maior rabo, antes de iniciar essa leitura.


Graças as Gabriela e o escândalo que fez quando gozou no meu pau, tive as maiores surpresas que poderia sonhar.
Certa noite, resolvi sai para uma balada e lá, entre uma cerveja ou outra vi de longe Julia, magrinha de tudo, peitos pequenos, bunda pequena, cabelos cacheados longos e pretos, branquinha, estava comemorando seu vigésimo aniversario. Usava um vestido preto tubinho que era possível notar que não usava sutiã. A calcinha levemente marcava o contorno da cintura, mas quase invisível.
Julia se divertia com as amigas e todos os rapazes que chegavam nela, recebiam um “não” bem claro, até que nossos olhares se cruzaram, ela me viu, sorriu, passou os dedos nos cabelos escondendo-os atrás da orelha e com aquele ar de vergonha e encanto.
Nunca imaginei e não seria eu que chegaria nela aquela noite, achava muito nova e não me imaginava com uma garota tão nova. Contudo, a mãe dela já seria possível imaginar muita coisa.
Na hora que resolvi ir embora, já não vendo mais Julia e acreditando que a mesma já tinha ido embora. Acertei minha conta e fui em direção ao estacionamento. Quando a vi entrando em um taxi com uma amiga. Ao chegar no condomínio, estacionei o carro e fui em direção ao corredor para acesso aos apartamentos quando ali estava, descalça, vindo na mesma direção. Assim que me viu, já estávamos próximos a escadas quando disse.
- Feliz aniversario...voce ta linda. Parabens!
- Obrigada!
Ela prendeu novamente jogou os cabelos para trás da orelha e dessa vez mordeu os lábios. Estava na porta do meu apartamento, ela ainda um pouco recuada, abrindo a minha porta disse
- Boa noite Julia...Feliz aniversario.
Foi quando ela ao invés de ir em direção a porta da frente e entrar no apartamento dela, ela parou na minha porta. Me olhou, sorriu um pouco tímida e assim que eu abri mais a porta e dei espaço, ela entrou esperando eu fechar a porta.
Na hora eu fiquei surpreso. O coração acelerado, um silencio dentro de casa sendo quebrado pelos saltos caindo no chão quando de uma forma simultânea eu e ela nos aproximamos e nos beijamos de forma intensa.
Empurrei ela contra a porta, puxando o vestido tubinho pra cima, segurando as duas coxas, fiz com que ela se agarrasse em cruzando as pernas logo atrás. Então ela tomando iniciativa, abriu os botões da minha camisa até onde pode e puxou pra cima dizendo em seguida.
- O que você fez com a Gabriela...eu quero melhor!
Na hora tinha entendido, possivelmente, meu quarto e o dela compartilhavam a parede. Levando ela no meu colo, indo em direção ao meu quarto, sentei na beira da minha cama, ela sentou em cima de mim, não parávamos de nos beijar. Puxei o vestido dela todo pra cima, revelando, uma calcinha lisa sem detalhes preta e como foi possível ver ver, sem sutiã.
Na hora minha boca foi nos peitinhos, nos mamilos, revezando entre cada um, Enquanto isso, abrindo minha bermuda, ela se levantou, deixou eu tirar toda a bermuda e a cueca, em pé na minha frente, fez de novo. Com os olhos fixos no meu pau, colocou um lado dos cabelos atrás da orelha, em seguida o outro, me olhou enquanto eu colocava a camisinha e em seguida deu um passo quando eu chamei.
Ela apenas desceu a calcinha, ficando completamente pelada na minha frente e veio sentar. Meus dedos foram na bucetinha, tava molhada, se apoiou nos meus ombros, eu deitei ela sentou, em uma única sentada meu pau entrou todo, na hora eu senti as unhas cravadas nos meus ombros, o beijo intenso veio em seguida, e logo ela começou a se movimentar em cima de mim.
Eu deixei ela trabalhando, ela se esfregava, mudava o ritmo, minhas mãos segurando aquela bundinha, meu pau cada vez mais duro dentro dela, a velocidade aumentou e de repente parou, um gemido longo, alto e cheio de prazer impossível de não se ouvir no prédio preencheu o quarto. Assim que ela acalmou, virei a posição e fiquei por cima, minhas estocadas eram firmes, em velocidade, quando ela passou a agarrar minhas costas e em seguida eu senti aquelas unhas cravadas e escorrendo nas minhas costas, deixei meu pau la no fundo, olhei pra ela
- Safada! Quer deixar sua marca e mim?
Ela sorriu, jogou os cabelos pra cima deixando os braços acima da cabeça, segurei, melhorei minha posição em cima dela, ela se abriu mais e comecei a socar forte, com vontade e sem dó. Ela gemia muito e os mais me dava tesão era todas as vezes que ela dizia
- Aiiinn caralho...esse pau ta me rasgando...não para...me fode gostoso...não para..
Em seguida veio mais uma gozada, longa, cheia de tremor, liberando os braços dela, mandei ela virar.
- Fica de 4...a aniversariante precisa ser uma boa cadelinha hoje...
Assim que ela virou, meu pau entrou, macetando cada vez mais a bucetinha dela, segurando na cinturinha, ela gemendo alto, tampando o rosto e abafando o som na cama, implorando pra eu fuder mais e mais ela e já não me aguentando, avisei.
- Vem ganhar seu presente...
Me levantei, ficando em pé na cama arrancando a camisinha, ela se ajoelhou na minha frente prendendo os cabelos para tras com as mão, toquei uma punheta leve e jorrei leite. Ela de olhos fechados, abrindo assim que parou de sentir minha porra esguichar, segurei os cabelos dela com uma única mão e puxei ela na minha direção. A boca dela abriu automaticamente e começou a me chupar.
Passamos o resto da noite nos acariciando, até que dormimos. Na manhã seguinte, o celular dela toca, ela dizendo para a mãe que tinha dormido na casa da amiga, que chegaria em no maximo 1 hora e assim que desligou, transamos de novo.
Ela tava terminando de se arrumar, estávamos já na sala, quando minha campainha toca, ela parou me olhando, olhei no olho mágico e empurrando ela para trás e dizendo:
- Sua mãe...
Eu usava um short de pijama, daqueles que o pau balança e da pra ver, estava sem cueca e abrindo a porta, estava ali Luciene, mãe da Julia.
- Bom dia vizinho! Preciso te pedir uma gentileza...
- Sendo possível...com certeza!
Luciene, diferente da filha, tinha peitos fartos e nitidamente naturais, devia ter seus 45 anos, cabelos escuros e era possível ver que Julia era sua filha, traços semelhantes coincidiam ao olhar pra ela. Luciene usava um vestido longo, um decote que era impossível de evitar, exalava um perfume marcante que preencheu a minha sala.
- Ontem...essa madrugada e ainda pouco...
- Eu não tenho nada a ver com a sua vida pessoal...principalmente a sexual...
- Mas...seria possível...elas fazerem menos barulho? Essa noite vocês não...
Ela não sabia, mas a garota que gemeu alto era a própria filha e que estava atrás da porta escondida.
- Eu vou fazer o possível...mas não posso prometer...
Na hora que eu tava dizendo isso, meu pau acordou, e ao invés de me esconder atrás da porta, me posicionei um pouco mais pra frente pra evitar que a Julia visse meu pau duro de frente pra mãe dela. E vendo o silencioso embaraçoso tomando conta do ambiente, Luciene olhou fixamente para o meu short agora sendo possível ver a barraca armada e dizendo.
- Ahh...eu entendo...e acredito que ela tem um grande motivo pra isso...mas...
Olhou nos meus olhos, sorriu e fez exatamente o que a filha havia feito quando entrou no meu apartamento, um traço genético possivlemente. Jogando um lado dos cabelos atrás da orelha, olhou rapidamente pra baixo e em seguida pra mim e completou dizendo.
- Pelo menos...afasta a cama da parede...fica batendo e da ouvir no meu quarto.
Ela se despediu, fechei a porta e me virei pra Julia.
- Puts! O quarto da sua mãe é colado no meu? Achei que era o seu...
- Não..é o dela. Naquele dia eu tava guardando algumas coisas no armário dela e ouvi você e vizinha estranha...ouvi tudo!
Ela viu meu pau duro e em seguida completou.
- Nem pensar...já deu por hoje...não aguento mais e preciso ir pra casa, aproveitar que ela foi ao mercado.
Me beijou, colocou a mão no meu pau e disse se despedindo.
- Obrigado pelo meu presente de aniversario...
Assim que fechei a porta do apartamento, pensei no que tinha acontecido, abri a janela e vi uma calcinha na janela da Gabriela, chamei, ela apareceu, e logo estava no meu apartamento, sem saber que momentos antes eu tive uma visita do apartamento da frente.
Gabriela estava indo embora, peguei meu celular, entrando no insta, solicitações e mensagens. Julia e a mãe dela agora eram minha amigas e a mensagem da Julia dizia:
- “ Acabei de sair daí e você já ta comendo essa puta?”
- Podia ser você...mas resolveu ir embora. Vou dormir...se quiser a porta vai estar aberta.
Tomei banho e cai no sono. Acordei com Julia me acordando. Assustei mas lembrei que tinha combinado com ela.
- Achei que não ia vir...
- Não sou puta igual aquela piranha estranha...
Passamos a noite metendo, gemidos altos, cama batendo. E sem imaginar o que viria acontecer no decorrer da semana, apenas me contive para dar o meu melhor pra duas vizinhas....bom...tres vizinhas.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minhas Vizinhas - Parte 1

Codigo do conto:
256469

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/03/2026

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