Capítulo 1: A Chegada Inesperada Carlos abriu a porta de casa depois de um dia exaustivo no trabalho. O silêncio da casa o acolheu, mas logo foi quebrado pelo som suave de água pingando no banheiro do andar térreo. Ele franziu a testa — Amanda, sua esposa, havia dito que trabalharia até tarde hoje. Quem diabos estava tomando banho ali? Ele largou a pasta no chão da entrada e caminhou pelo corredor. A porta do banheiro estava entreaberta, vapor escapando pela fresta. Antes que pudesse chamar, a porta se abriu completamente. Lá estava Ana, sua cunhada. A irmã mais nova de Amanda, com 25 anos, corpo escultural e uma beleza que sempre o deixava desconfortável. Ela saiu do banho enrolada apenas em uma toalha branca pequena, que mal cobria suas coxas grossas e os seios fartos. Gotas d'água escorriam pela pele morena, pingando dos cabelos pretos molhados que colavam no pescoço. — Carlos! — ela exclamou, surpresa, mas sem fazer menção de se cobrir melhor. Um sorriso malicioso surgiu nos lábios carnudos. — Não sabia que você chegaria tão cedo. Amanda me deixou entrar, disse que eu podia tomar um banho enquanto esperava vocês. Carlos engoliu em seco. Seus olhos traíram-no, percorrendo o corpo dela: a toalha apertada nos seios, o vale entre eles, as pernas longas e depiladas. Ele sentia o pau endurecendo dentro da calça. — Ana... tudo bem? — ele gaguejou, virando o rosto. — Vou... vou esperar na sala. Mas Ana deu um passo à frente, bloqueando o caminho. — Não precisa fugir, cunhadinho. — Ela se aproximou, o perfume de sabonete misturado ao cheiro natural do corpo dela invadindo as narinas dele. — Faz tempo que não nos vemos sozinhos, né? Capítulo 2: A Rendição Na sala de estar, Carlos sentou no sofá, tentando se controlar. Ana seguiu-o, ainda só de toalha, e sentou ao lado dele, cruzando as pernas de forma que a toalha subisse, revelando a curva da bunda. — Você está tenso — ela murmurou, colocando a mão na coxa dele. — Deixa eu te ajudar a relaxar. — Ana, isso não é certo. Você é irmã da minha esposa... — ele protestou, mas a voz saiu fraca. O toque dela queimava através do tecido da calça. Ela riu baixinho e se inclinou, os seios quase escapando da toalha. — E daí? Amanda não precisa saber. Só uma vez... eu sempre quis saber como você é na cama. Antes que ele pudesse responder, Ana puxou a toalha, deixando-a cair no chão. Nua, completamente exposta: seios grandes com mamilos escuros e eretos, barriga lisa, buceta depilada com lábios inchados e já úmidos. Carlos perdeu o controle. Ele a agarrou pela cintura, puxando-a para o colo. Beijaram-se com fome, línguas se entrelaçando enquanto ele apertava aqueles seios perfeitos, beliscando os mamilos até ela gemer. — Porra, Ana... você é uma putinha safada — ele rosnou, descendo a mão entre as pernas dela. Os dedos deslizaram na buceta molhada, sentindo o clitóris inchado. Ela rebolou no colo dele, abrindo o zíper da calça e tirando o pau duro para fora. Era grosso, veias pulsando, cabeça vermelha de tesão. — Me fode, Carlos. Me fode agora — ela implorou, guiando o pau para a entrada da buceta. Ele empurrou para cima, penetrando-a de uma vez. Ana gritou de prazer, cavalgando com força enquanto ele bombava de baixo para cima. A sala ecoava com o som de carne batendo em carne, os gemidos altos dela. — Isso, cunhadinho... mete nessa buceta... ahhh, que pau gostoso! Carlos chupava os seios dela, mordendo os mamilos enquanto fodia com violência, sentindo as paredes da buceta apertando seu pau. Capítulo 3: A Surpresa e o Ménage Eles estavam perdidos no tesão quando a porta da frente se abriu. — Cheguei! — gritou Amanda, a voz alegre. Carlos e Ana congelaram. Amanda apareceu na entrada da sala, bolsa caindo no chão ao ver a cena: o marido com o pau enterrado na buceta da irmã, os dois suados e ofegantes. Por um segundo, o silêncio foi absoluto. Carlos esperava gritos, tapas, divórcio. Mas Amanda sorriu. Um sorriso safado, luxurioso. — Que delícia... começaram sem mim? Ana riu, ainda com o pau de Carlos dentro dela. — Mana... vem cá. Junta com a gente. Amanda tirou a roupa rapidamente: blusa, saia, calcinha. O corpo dela era parecido com o da irmã — seios grandes, bunda empinada, buceta raspadinha. Ela se aproximou, beijando primeiro a irmã na boca, depois o marido. — Eu sempre soube que vocês dois tinham tesão um pelo outro — Amanda sussurrou, ajoelhando-se e lambendo a junção onde o pau de Carlos entrava na buceta de Ana. Carlos gemeu alto com a língua da esposa no seu saco enquanto fodia a cunhada. Ana desceu do colo dele, e as duas irmãs se ajoelharam no chão, chupando o pau juntas. Línguas se entrelaçando na cabeça, uma mamando as bolas enquanto a outra engolia fundo. Carlos segurava os cabelos delas, fodendo as bocas alternadamente. — Suas putas... chupem esse pau... ahhh, que boquetes gostosos! Amanda deitou no sofá, abrindo as pernas. — Fode minha irmã enquanto eu sento na cara dela. Ana obedeceu, deitando sobre a irmã em 69. Carlos meteu na buceta de Ana de novo, bombando forte enquanto via Amanda lamber a buceta da irmã e o pau entrando e saindo. As irmãs gemiam alto, línguas trabalhando nos clitóris uma da outra. Carlos trocava: tirava de Ana e metia em Amanda, fodendo as duas bucetas alternadamente, sentindo as diferenças — Ana mais apertada, Amanda mais molhada. — Me fode, amor... fode nós duas... — Amanda gritava. Elas mudaram de posição: Amanda cavalgando o pau de Carlos enquanto Ana sentava na cara dele, rebolando a buceta na boca. Ele lambia vorazmente, chupando o clitóris enquanto bombava para cima. As irmãs se beijavam, apertando os seios uma da outra. O clímax veio juntos. Carlos sentiu o pau pulsar. — Vou gozar... porra, vou encher vocês! — Goza dentro, amor! — Amanda gritou. Ele explodiu dentro da buceta de Amanda, jatos quentes de porra enquanto Ana gozava na cara dele, esguichando. Amanda tremeu em orgasmo, apertando o pau, e Ana gritou alto, o corpo convulsionando. Os três caíram exaustos no sofá, corpos suados e grudados, porra escorrendo das bucetas. — Isso foi alucinante — Amanda riu, beijando os dois. — Vamos repetir sempre que eu vier visitar — Ana piscou. Carlos só sorriu, sabendo que sua vida nunca mais seria a mesma...
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