Luz dourada de fim de tarde entra pelas janelas altas de vitrais. Silêncio quase palpável, quebrado apenas pelo leve arrastar de sandálias no piso de pedra.
Lourdes (30 anos), loira, pele clara, olhos azuis intensos, corpo voluptuoso que mal é contido pelo hábito preto justo, caminha com passos lentos e seguros. Seios fartos tensionam o tecido a cada respiração. Parece uma pintura renascentista que ganhou vida e desejo.
Ela olha e vê, parada na porta, uma menina linda e aparentemente assustada.
LOURDES
(suave, voz aveludada)
Você deve ser a nova postulante. Ana, não é?
Ana (19 anos) vira-se assustada. Morena, cabelos longos e lisos quase até a cintura, olhos grandes castanhos cheios de insegurança e curiosidade. Corpo esguio, seios médios que se insinuam discretamente sob o vestido simples de noviça. Rostinho angelical.
ANA
(baixinho, envergonhada)
Sim, irmã… Irmã Lourdes, certo?
LOURDES
(sorriso lento, quase predatório)
Só Lourdes quando estivermos sozinhas.
Aqui ninguém nos ouve… ainda.
Ana engole em seco. Lourdes dá um passo mais perto. O perfume leve de jasmim e incenso que emana dela envolve a noviça.
QUARTO DAS NOVIÇAS – NOITE
Pequeno quarto austero. Cama estreita, crucifixo na parede, uma vela acesa sobre a mesinha. A janela dá para o pátio interno escuro.
Ana está sentada na beirada da cama, mãos no colo, nervosa. Lourdes fecha a porta com cuidado. O clique da tranca soa alto no silêncio.
LOURDES
Você não consegue dormir, não é?
Eu também não conseguia… no começo.
ANA
É tudo tão… diferente.
Sinto que estou traindo alguma coisa o tempo todo.
Lourdes se aproxima devagar, senta-se ao lado dela. As coxas quase se tocam.
LOURDES
(sussurrando)
E se eu te disser que o maior pecado
não é desejar… mas negar....
Ana olha para baixo. Lourdes levanta suavemente o queixo da menina com dois dedos.
LOURDES
Olha pra mim, Ana.
Os olhos delas se encontram. Há um longo momento de silêncio carregado. A respiração de Ana acelera visivelmente.
Lourdes se inclina devagar. Seus lábios roçam os de Ana — um toque leve, quase inocente.
Ana treme, mas não recua.
O beijo seguinte é mais fundo. Línguas tímidas que logo se encontram com mais fome. As mãos de Lourdes sobem pelas costas de Ana, desfazendo os primeiros botões do vestido de noviça com habilidade.
ANA
(entre beijos, voz trêmula)
Isso é pecado… nós vamos para o inferno…
LOURDES
(sorrindo contra a boca dela), continua a beija -la...
O hábito de Lourdes já está no chão. Ela usa apenas uma combinação branca fina que mal cobre os seios fartos e os mamilos endurecidos. Ana está deitada de costas na cama estreita, o vestido aberto até a cintura, calcinha branca simples já puxada para o lado.
Lourdes beija o pescoço da noviça, desce até os seios médios, chupa os mamilos com devoção lenta, depois mais forte. Ana arqueia as costas, um gemido baixo escapa.
ANA
(choramingando)
Lourdes… eu nunca… nunca senti isso…
LOURDES
Eu sei, amor.
Deixa eu te mostrar como é bom ...
Lourdes desce mais. Beija a barriga, a virilha. Separa as coxas de Ana com cuidado quase religioso. Quando a língua encontra o clitóris, Ana solta um grito abafado, mãos agarrando os lençóis.
A língua experiente de Lourdes trabalhando em movimentos circulares lentos, depois rápidos; rosto de Ana em êxtase puro, olhos marejados; mãos de Ana apertando os próprios seios; dedos de Lourdes entrando devagar, dois, depois três, enquanto a boca não para.
ANA
(entre soluços de prazer)
Vai… por favor… não para… eu vou… eu vou…
Ana goza forte, corpo convulsionando, coxas tremendo ao redor da cabeça de Lourdes. Um gemido longo e rouco ecoa no quarto pequeno.
Lourdes sobe, beija Ana com gosto, deixando-a sentir o próprio sabor na boca.
LOURDES
Agora é sua vez de aprender.
Ela guia a mão trêmula de Ana até seu próprio sexo, já molhado e inchado. Ana hesita apenas um segundo antes de começar a acariciar, tímida no início, depois mais decidida.
Lourdes se senta sobre o rosto de Ana. A noviça, hesitante, começa a lamber — primeiro com medo, depois com avidez crescente.
LOURDES
(voz rouca, controlando o ritmo)
Isso… assim, enterra a língua na minha buceta,
mais fundo… usa a língua inteira…
Lourdes cavalga o rosto de Ana com movimentos cada vez mais rápidos. Seios balançando pesadamente. Mãos apertando a cabeceira da cama.
LOURDES
(quando está quase lá)
Não para… não ousa parar agora…
Ela goza com um gemido longo e grave, corpo tremendo, esfregando-se com força contra a boca da noviça.
As duas deitadas lado a lado, suadas, ofegantes. A vela quase no fim. Ana aninha a cabeça no peito farto de Lourdes.
ANA
(sussurrando)
E agora? O que acontece com a gente?
LOURDES
(acariciando o cabelo dela)
A gente continua, esse é o nosso segredo, será seu aprendizado diário,
Elas se beijam lentamente, com ternura misturada a promessas de mais noites assim.
VOTOS QUEBRADOS, PARTE 2:
A vela já se apagou. Apenas o luar pálido entrando pela janela ilumina os corpos entrelaçados na cama estreita.
Lourdes e Ana dormem coladas, pele contra pele. O lençol está embolado nos pés da cama. A respiração delas é lenta, satisfeita.
De repente — um leve rangido.
A porta da cela se abre devagar. Uma silhueta alta entra. O hábito preto do clero. Padre Vitor (38 anos), alto, ombros largos, barba bem aparada, olhos escuros que brilham com algo entre culpa e fome antiga.
Ele fecha a porta sem fazer barulho. Fica parado alguns segundos, observando as duas mulheres nuas.
VITOR
(sussurro grave, quase divertido)
Lourdes… você nunca muda, não é?
Lourdes abre os olhos imediatamente. Não há surpresa — apenas um sorriso lento, preguiçoso.
LOURDES
(baixo, provocadora)
Vitor… sempre entrando sem bater.
Ana acorda assustada, tenta cobrir o corpo com o lençol. Olhos arregalados de pânico.
ANA
(voz trêmula)
Padre…! Eu… nós…
Lourdes coloca um dedo nos lábios de Ana, silenciando-a com carinho.
LOURDES
Calma, minha menina...
Vitor dá alguns passos para dentro do quarto. Tira o colarinho clerical com um movimento lento e deliberado, deixando-o cair no chão.
VITOR
Eu vim porque ouvi gemidos…
e reconheci os seus, Lourdes.
Alguns sons a gente nunca esquece.
Ele se aproxima da cama. Ana ainda está tensa, mas não consegue desviar os olhos do padre. Há curiosidade misturada ao medo.
Lourdes se senta, os seios fartos balançando levemente. Ela estende a mão para Vitor.
LOURDES
Você sempre soube onde me encontrar quando precisava… descarregar.
Vitor tira a batina preta. Por baixo, só uma cueca boxer preta que já está visivelmente esticada.
VITOR
E você sempre soube como me receber.
Ana olha de um para o outro, o coração disparado.
ANA
(baixinho, quase para si mesma)
Isso… isso é loucura…
Lourdes se vira para ela, acaricia seu rosto.
LOURDES
É loucura, sim.
Mas é a nossa loucura.
Você quer que ele vá embora?
Ana hesita. Olha para o corpo forte de Vitor, para o volume evidente. Depois olha para Lourdes — e balança a cabeça devagar. Não.
LOURDES
(sorrindo)
Então vem cá, minha santa.
Lourdes puxa Ana para um beijo profundo, enquanto Vitor se aproxima por trás. Ele beija o pescoço de Lourdes, mãos grandes deslizando pelos seios dela, apertando com firmeza.
Ana observa, fascinada. Vitor se inclina e beija Ana também — um beijo lento, dominante, diferente do de Lourdes. Ana solta um gemidinho surpreso contra a boca dele.
Os três na cama estreita, quase sem espaço.
Vitor está deitado de costas. Lourdes cavalga o rosto dele, rebolando devagar enquanto ele a chupa com vontade. Ana, de joelhos ao lado, observa hipnotizada.
Lourdes pega a mão de Ana e a guia até o pau duro de Vitor.
LOURDES
Toca nele, Ana…
sente como ele está quente por nossa causa.
Ana hesita, depois envolve o membro com a mão pequena. Começa a masturbar devagar, fascinada com o tamanho e a pulsação.
Vitor solta um grunhido abafado contra a buceta encharcada de Lourdes.
Lourdes desce, posicionando-se sobre o pau de Vitor. Desliza devagar, engolindo-o inteiro com um longo gemido.
LOURDES
(olhando para Ana)
Vem… senta no rosto dele enquanto eu monto.
Ana, trêmula, obedece. Senta-se com cuidado sobre a boca de Vitor. Ele a segura pelas coxas e começa a lamber com fome, sua xota inchada.
Ana arqueja, mãos apoiadas na parede. Lourdes e Ana se beijam por cima do corpo de Vitor — línguas se encontrando enquanto ambas são fodidas e chupadas.
Vitor muda de posição. Coloca Ana de quatro na cama. Lourdes deita-se de costas abaixo dela, rosto entre as pernas da noviça.
Vitor penetra Ana por trás, devagar no início. Ana solta um grito abafado de prazer e surpresa.
ANA
(choramingando)
É… grande… muito…
VITOR
(rouco)
Relaxa, pequena… você aguenta.
Lourdes, por baixo, chupa o clitóris de Ana enquanto Vitor a fode com força a bucetinha ,e com o dedo alisa seu cuzinho que pisca a cada estocada do pau na buceta. A combinação é intensa demais.
Ana goza primeiro — corpo tremendo violentamente, quase caindo sobre Lourdes.
Vitor sai de Ana e volta para Lourdes, penetrando-a com força, estocadas profundas. Lourdes geme alto, sem se importar mais com quem possa ouvir.
LOURDES
(entre gemidos)
Mais forte… me fode como antigamente…arromba essa buceta sem dó....
Ana, ainda ofegante, se aproxima. Beija Vitor enquanto ele fode Lourdes. Depois desce e começa a chupar os seios fartos de Lourdes.
O ritmo aumenta. Vitor está perto.
VITOR
(grunhindo)
Vou gozar…
LOURDES
(ordem suave)
Dentro de mim… como sempre.
Vitor acelera, estocadas brutais. Goza com um gemido rouco e longo, enchendo Lourdes. O excesso escorre, e Ana, curiosa, desce e lambe devagar, limpando os dois com a língua.
Os três caem na cama, suados, ofegantes, entrelaçados.
Silêncio por alguns segundos.
ANA
(sussurrando, quase rindo de nervoso)
Eu… nunca mais vou conseguir rezar direito...
VITOR
(sorriso cansado)
Rezar nunca foi o nosso forte mesmo.
LOURDES
(acariciando o rosto dos dois) apenas sorri, e imaginando as próximas noites que terão pela frente....

Delícia, votado! Continue.
Conto muito excitante! Me acabei na siririca!
Menina, que conto super excitante esse seu, fiquei molhadinha lendo a Lucia pegando a noviça Ana, e depois entrou o Padre! Homem é bom, mas o meu negócio é mulher, sou lésbica!