Desejos Entrelaçados: Ana era uma mulher de 45 anos que carregava a elegância madura de quem sobreviveu a uma vida intensa. Viúva há dois anos, ela visitava frequentemente a filha Carla, de 25, e o genro Rafael, de 28, no apartamento deles em São Paulo. Rafael, com seu corpo atlético esculpido na academia e um sorriso malicioso, sempre a tratava com uma atenção especial – um elogio aqui, um toque casual no braço ali. Ana sentia um formigamento proibido toda vez que seus olhos se encontravam.Tudo começou sutilmente numa tarde chuvosa de verão. Carla estava no trabalho, e Ana ajudava Rafael na cozinha, preparando um almoço simples. Ele se aproximou por trás para pegar um copo no armário, seu peito roçando as costas dela. "Desculpa, Ana, mas você cheira tão bem", murmurou ele, a voz grave e baixa. Ela congelou, sentindo o calor do corpo dele contra o seu. "Rafael... isso não é certo", sussurrou ela, mas não se afastou. Ele riu baixinho, as mãos pousando levemente na cintura dela. "Só um abraço inocente, sogra. Você merece ser desejada."O abraço durou mais do que o inocente. Ana sentiu a ereção dele pressionando sua bunda, dura e insistente através da calça jeans. Seus mamilos endureceram sob a blusa fina, e ela mordeu o lábio para conter um gemido. Rafael beijou seu pescoço devagar, a barba rala arrepiando a pele sensível. "Eu penso em você à noite, sabia? Enquanto fodo Carla, imagino você assistindo." Ana tremeu, a boceta umedecendo involuntariamente. Ela se virou, os lábios quase se tocando. "Pare... Carla pode voltar." Mas ele a beijou mesmo assim, um beijo profundo e faminto, a língua invadindo sua boca enquanto uma mão subia para apertar um seio cheio.Eles pararam ali, ofegantes, prometendo discrição. Naquela noite, durante o jantar, os olhares trocados eram elétricos. Carla, intuitiva como sempre, sorriu maliciosamente. "Vocês dois parecem conspiradores hoje. Rafael me contou que te achou linda na cozinha." Ana corou, mas Carla continuou: "Mãe, eu sei que ele te deseja. E eu também. Que tal nós três? Sem ciúmes, só prazer puro."Ana hesitou, mas o vinho tinto ajudou a dissolver as barreiras. Eles migraram para o quarto amplo, com a cama king size e lençóis de seda preta. Rafael começou devagar, como no início da tarde: beijando Ana enquanto Carla assistia, despindo-se devagar. "Deixa ele te preparar, mãe", incentivou Carla, tocando-se enquanto via o marido tirar a blusa de Ana, expondo os seios grandes e firmes, com auréolas escuras. Rafael chupou um mamilo, sugando com fome, enquanto a outra mão deslizava para dentro da saia dela, encontrando a calcinha encharcada."Que molhada, sogra", provocou ele, enfiando dois dedos na boceta quente e apertada de Ana, que arqueou as costas gemendo. Carla se juntou, beijando a mãe nos lábios pela primeira vez – um beijo doce e pecaminoso, línguas dançando como amantes antigas. Ela desceu, lambendo os seios da mãe enquanto Rafael tirava a própria calça, revelando o pau grosso, veias pulsantes, pré-gozo brilhando na ponta.Ana caiu de joelhos, impulsionada pelo desejo. "Eu quero provar", disse ela, engolindo o membro de Rafael até a metade, a boca esticada ao redor da grossura. Carla se posicionou ao lado, lambendo as bolas dele e depois se beijando com a mãe ao redor da glande, dividindo o gosto salgado. Rafael gemia, mãos nos cabelos das duas. "Porra, que delícia de boquete familiar."Ele as levou à cama. Primeiro, Rafael deitou Ana de costas, abrindo suas coxas grossas e maduras. "Vou comer essa buceta deliciosa", anunciou, enfiando a língua primeiro, chupando o clitóris inchado enquanto dois dedos fodiam para dentro e fora. Ana gritava de prazer, as unhas cravadas nas costas dele. Carla montou o rosto da mãe, rebolando devagar, esfregando a boceta raspada no nariz e boca de Ana. "Lambe mamãe, lambe sua filhinha safada."O ritmo acelerou. Rafael penetrou Ana com força, o pau esticando-a completamente, batendo no fundo a cada estocada profunda. "Tão apertada, melhor que a de Carla", provocou ele, e a filha riu, agora cavalgando o rosto do marido enquanto assistia. "Fode ela mais forte, amor!" Ana gozou primeiro, o corpo convulsionando, esguichando um pouco no pau dele, gritando "Rafael! Meu genro... me fode!"Eles trocaram posições fluidamente. Carla sentou no pau de Rafael, quicando com vigor, os peitos balançando, enquanto Ana sentava no rosto dele, sentindo a língua experiente lamber seu cu e boceta. "Agora o seu cu, sogra", pediu Rafael, lubrificando com cuspe e gozo. Ana nunca tinha experimentado anal, mas cedeu, gemendo alto quando a cabeça grossa entrou devagar, esticando o anel apertado. Carla beijava a mãe, apertando seus seios, enquanto Rafael fodia o cu dela ritmado.O clímax veio em ondas. Rafael puxou para fora e gozou nas duas, jatos quentes cobrindo os peitos e barrigas delas. Carla e Ana se lambuzaram no sêmen, lambendo uma à outra em um 69 final, bocetas se esfregando até gozarem juntas, gemidos ecoando pelo quarto.Segunda Etapa: A Noite Sem FimExaustos, eles descansaram por uns 20 minutos, bebendo água e se acariciando preguiçosamente na cama suada. Rafael recuperou o fôlego primeiro, o pau endurecendo de novo ao ver Carla e Ana nuas, corpos entrelaçados. "Ainda não acabou, minhas putinhas", disse ele com um sorriso predatório. Ele puxou Carla para si, posicionando-a de quatro. "Vou foder você agora, amor, enquanto a mamãe da gente assiste."Rafael enfiou o pau na boceta de Carla com uma estocada só, fodendo-a com força bruta, as mãos agarrando os quadris dela. Carla gemia alto, empurrando para trás, "Mais forte, Rafael! Me arromba!" Ana observava de perto, tocando o clitóris da filha e beijando suas costas, excitada pelo espetáculo. Rafael alternava tapas na bunda dela com puxões de cabelo, o som de pele contra pele preenchendo o quarto. "Você é tão gulosa, Carla... goza no pau do seu marido pra sua mãe ver." Carla obedeceu, gozando com um grito, a boceta apertando ele como um torno.Sem perder o ritmo, Carla pegou um acessório da gaveta de brinquedos – um strap-on realista, preto e grosso, com 20 cm, preso a uma cinta de couro. "Agora é a vez da mamãe levar dupla", anunciou ela, os olhos brilhando de safadeza. Elas posicionaram Ana de quatro também, lado a lado com Carla. Rafael lubrificou o pau e mirou a boceta de Ana, penetrando devagar para ela se acostumar. "Relaxa, sogra, vai ser inesquecível."Enquanto Rafael fodia a boceta de Ana ritmado, esticando-a com estocadas profundas, Carla se posicionou atrás, enfiando o strap-on no cu dela. Ana gritou de prazer e dor inicial, mas logo se entregou: "Sim! Me encham, filhinha e genro... me fodam as duas buracos!" As duas penetrações sincronizadas eram devastadoras – Rafael batendo no fundo da boceta, Carla bombeando o cu com o strap, as bolas falsas batendo contra a pele. Ana tremia inteira, os seios balançando, suor escorrendo.Carla se inclinou para beijar Rafael por cima do corpo da mãe, enquanto apertava os mamilos de Ana. "Sente isso, mãe? Dupla penetração pra você gozar como nunca." Rafael acelerou, grunhindo: "Vou encher essa buceta de porra enquanto você fode o cu dela." O orgasmo de Ana veio explosivo, esguichando no pau dele, o corpo convulsionando entre os dois. Rafael gozou em seguida, enchendo a boceta dela de sêmen quente, que escorria pelas coxas. Carla continuou fodendo o cu até Ana implorar por misericórdia, gozando mais uma vez só com o atrito.Terceiro Round: A Manhã ProibidaPela manhã, o sol filtrava pelas cortinas, iluminando os corpos nus entrelaçados. Carla acordou primeiro, piscando devagar. Seus olhos se arregalaram ao visualizar a cena: Rafael, com o pau grosso atolado até o fundo no cu de Ana, que estava de lado, uma perna erguida, gemendo baixinho no sono agitado. Ele bombeava devagar, acordado há pouco, as mãos apertando as nádegas carnudas da sogra. "Bom dia, amor", sussurrou Rafael para Carla, sem parar o ritmo. "Ela acordou pedindo isso... disse que sonhou comigo arrombando seu cuzinho a noite toda."Ana, agora totalmente acordada, virou o rosto para a filha, os olhos vidrados de tesão. "Filhinha... ele tá me fodendo tão bom no cu. Imploro, Rafael, goza dentro... enche meu cu de porra quente pro resto do dia!" Carla riu excitada, aproximando-se para beijar a mãe e depois Rafael. "Vai, amor, dá pra ela o que quer. Eu cuido da buceta."Carla deitou sob Ana em um 69 invertido, lambendo a boceta dela enquanto Rafael acelerava as estocadas anais, o pau brilhando de lubrificante e resquícios da noite. Ana chupava o clitóris da filha com desespero, gemendo na boceta de Carla: "Goza no meu cu, por favor! Me marca como sua puta!" Rafael grunhiu, as bolas contraindo, e explodiu – jatos grossos de porra enchendo o cu apertado de Ana, escorrendo para fora quando ele puxou devagar.Ana gozou na boca de Carla, esguichando forte, enquanto a filha se masturbava até o orgasmo. Eles riram, suados e felizes, começando o dia com café e promessas de mais. "Todo fim de semana assim", decretou Ana. Ninguém discordou...
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