Férias de Janeiro O ar dentro da casa parecia espesso, carregado de umidade e de algo mais perigoso. Janeiro em São José dos Campos castigava com 38 graus às 16h, mas o verdadeiro incêndio estava acontecendo dentro de Angela desde que Sofia cruzou a porta. Angela usava um vestido de linho branco tão fino que a luz da tarde atravessava e desenhava cada curva do corpo nu por baixo. Sem calcinha. Sem sutiã. Os mamilos endurecidos roçavam o tecido a cada movimento, como se implorassem por atenção. Sofia chegou com o short jeans desfiado que mal cobria a metade da bunda, a regata preta colada pelo suor da viagem, os seios pequenos e firmes marcando o tecido fino, sem nada por baixo. O cheiro dela — protetor solar, suor jovem e um leve perfume doce — invadiu Angela como uma droga. O abraço de boas-vindas durou tempo demais. Angela apertou Sofia contra si, sentindo os bicos duros roçarem nos seus, a barriga lisa colada na sua, as coxas quentes se encaixando. Quando se afastou, deixou a mão deslizar devagar pela lombar nua da cunhada, descendo até a borda do short, os dedos roçando a pele quente logo acima da bunda. — Você cresceu, cunhadinha… — murmurou Angela, voz rouca, os lábios quase tocando a orelha de Sofia. — Tá uma delícia. Sofia corou, mas não recuou. Seus olhos grandes passearam pelo decote de Angela, desceram até onde o vestido marcava a ausência de calcinha, e voltaram para cima, brilhando. — Você também… tá diferente. Mais… safada. Vagner viajou no dia seguinte. Nove dias inteiros. Só elas. Os primeiros dias foram tortura lenta. Piscina à tarde: Sofia de biquíni minúsculo vermelho, o tecido encharcado marcando cada detalhe do sexo depilado, os lábios inchados visíveis quando se inclinava para pegar a garrafa d’água. Angela de maiô preto cavado até o umbigo, os seios quase escapando a cada respiração. Elas se esfregavam “sem querer” na água, coxas se entrelaçando debaixo da superfície, dedos roçando “acidentalmente” por cima do tecido molhado. À noite, sofá, vinho gelado, filme esquecido na TV. Pernas entrelaçadas. Mãos que começaram inocentes nas coxas e foram subindo. Angela sentia o calor emanando entre as pernas de Sofia, o tecido do short já úmido. No quarto dia, depois da terceira taça, Angela não aguentou mais. Virou o rosto. Seus lábios roçaram os de Sofia ao falar: — Eu sonho com você toda noite. Acordo molhada, imaginando sua boca chupando meu clitóris até eu implorar pra parar. Imaginando meus dedos dentro de você enquanto você rebola e geme meu nome. Sofia respirou fundo, os olhos escurecendo. — Eu também… me toco pensando em você. Imagino você me abrindo com a língua, me fazendo gozar na sua cara. Mas achava que era só loucura minha. Angela deslizou a mão por dentro do short de Sofia sem pedir permissão. Encontrou a calcinha de renda fina encharcada, os lábios grandes e inchados pulsando sob o tecido. Passou o dedo médio devagar por cima do clitóris, sentindo ele saltar. — Quer que eu pare? — perguntou, voz baixa, quase cruel. Sofia agarrou o pulso de Angela, mas não para afastar. Para pressionar mais forte contra si. — Se você parar agora, eu te mato. O beijo que veio depois foi violento. Bocas se chocando, línguas brigando, dentes mordendo lábios até doer. Angela arrancou a regata de Sofia com um puxão. Os seios pequenos saltaram livres, bicos rosados duros como pedrinhas. Angela atacou um deles com a boca, chupando com força, mordiscando, enquanto a outra mão rasgava o short e a calcinha de uma vez. Sofia ficou nua da cintura para baixo, pernas escancaradas no sofá, o sexo exposto: lábios grossos e rosados abertos, clitóris inchado e vermelho, entrada brilhando de tanto mel. Angela gemeu alto só de olhar. — Caralho, Sofia… olha como você tá molhada pra mim. Desceu de joelhos entre as coxas abertas. Cheirou primeiro — o aroma doce e animal de excitação pura. Depois lambeu devagar, da entrada até o clitóris, língua achatada coletando todo o mel. Sofia gritou, as mãos agarrando o cabelo de Angela com força. Angela enfiou a língua inteira dentro dela, fodendo com movimentos longos e profundos, enquanto o polegar pressionava círculos rápidos no clitóris. Sofia rebolava, empurrando o quadril contra a boca da cunhada, o corpo tremendo inteiro. — Mais… mais fundo… por favor… Angela substituiu a língua por três dedos. Entrou devagar no começo, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrindo, depois acelerou, curvando os dedos para cima, batendo exatamente no ponto que fazia Sofia se contorcer. — Isso… aí… caralho, Angela… vou gozar… vou gozar na sua mão… Angela chupou o clitóris com força ao mesmo tempo, sugando, vibrando a língua. Sofia explodiu. As coxas se fecharam em torno da cabeça de Angela, o corpo inteiro convulsionando, um jato quente escorrendo pelos dedos dela enquanto gritava rouco: — Angela! Porra… Angela! Não parou. Continuou lambendo devagar, prolongando os espasmos até Sofia choramingar de sensibilidade, puxando-a para cima. Sofia estava ofegante, rosto vermelho, olhos vidrados. Beijou Angela com desespero, lambendo o próprio gosto na boca dela. — Minha vez — sussurrou, voz trêmula de tesão. Empurrou Angela para trás no sofá. Arrancou o vestido dela com violência. Angela ficou nua, seios fartos balançando, mamilos escuros e duros, sexo depilado brilhando de excitação. Sofia desceu a boca pelo pescoço, mordendo forte o suficiente para deixar marca, depois atacou os seios — chupando, mordendo, puxando os bicos com os dentes até Angela gemer alto. Desceu mais. Abriu as pernas de Angela com as mãos, admirando. — Você tá pingando… olha isso… Enfiou a cara entre as coxas sem preliminares. Língua voraz, lambendo tudo: entrada, clitóris, lábios, até o períneo. Angela agarrou o cabelo dela, empurrando contra si, rebolando na boca da cunhada. — Chupa meu clitóris… forte… assim… caralho, Sofia… Sofia obedeceu. Chupou com força, vibrando a língua, enquanto enfiava dois dedos bem fundo, fodendo rápido. Angela gozou em menos de dois minutos, gritando, o corpo arqueando, um jorro quente molhando o queixo e o pescoço de Sofia. Elas não pararam. Passaram a noite se devorando. No sofá, no chão, na cozinha, no chuveiro. Dedos, línguas, tesourinha até as duas tremerem de tanto gozar. Mordidas, tapas na bunda, puxões de cabelo. Gemidos que ecoavam pela casa vazia. Na manhã seguinte, acordaram nuas na cama de casal de Angela e Vagner. Sofia deitada sobre o peito dela, uma perna entrelaçada nas dela, os sexos ainda úmidos colados. — Ainda temos oito dias — sussurrou Sofia, mordiscando o lóbulo da orelha de Angela. Angela sorriu, passando a unha de leve pelas costas da cunhada, descendo até apertar a bunda com força. — Então a gente não vai dormir mais. E assim começaram as férias mais pecaminosas, mais molhadas, mais intensas que qualquer uma das duas jamais imaginou.
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