Reunião Agendada

Júlio reclinava na cadeira de couro preto, o olhar perdido na cidade que se estendia lá embaixo através da parede de vidro do 27º andar. O relógio digital na mesa marcava 15:47. Mais uma tarde morta, reuniões canceladas, e-mails respondidos por reflexo. O tédio pesava mais que o terno Armani.
Abriu o navegador privado, digitou o endereço da agência que um amigo mencionara meses antes — discreta, sem fotos explícitas no site, apenas silhuetas e promessas curtas. “Experiências sob medida. Campinas e região.” Clicou em “Agendar agora”.
No campo de preferências escreveu com uma honestidade quase infantil:
Dois encontros simultâneos.
Loira + ruiva.
Sem pressa.
Apartamento executivo, centro.
Hoje, o mais breve possível.
Pagamento adiantado via Pix.
Enviou. Menos de três minutos depois, a resposta veio com foto de comprovante e mensagem curta:
“Confirmado. Camila (loira) e Nadja (ruiva) saem agora. Chegada estimada: 40–50 min. Código da portaria: 2709. Aproveite seu dia, Sr. Júlio.”
Ele sorriu pela primeira vez em horas. Levantou, abriu o bar embutido na estante, serviu dois dedos de uísque japonês e foi para o sofá de canto, o que ficava de frente para a porta e para a vista.
Quando a campainha tocou, ele já estava no terceiro gole.
Abriu.
Camila entrou primeiro. Loira quase platinada, pele muito clara, batom vermelho escuro que contrastava com o vestido preto justo até meio da coxa. Saltos altos, bolsa pequena de grife falsificada com classe. Olhou nos olhos dele com um sorriso profissional que, de tão bem treinado, parecia genuíno.
Logo atrás veio Nadja. Cabelos ruivos ondulados caindo até os ombros, sardas discretas no colo, vestido verde-esmeralda que parecia feito para ser tirado devagar. Ela carregava um perfume mais quente, oriental, que invadiu o escritório antes mesmo dela cruzar a porta.
— Boa tarde, Júlio — disse Camila, voz aveludada. — Sou a Camila. Essa é a Nadja. Viemos alegrar sua tarde.
— Espero que esteja precisando mesmo — completou Nadja, com um leve sotaque do interior que tornava cada frase mais íntima. — Porque a gente veio com bastante energia.
Ele fechou a porta. O clique soou mais alto do que deveria.
Sem muita conversa inicial, Camila caminhou até a mesa dele, sentou na borda, cruzou as pernas devagar deixando a saia subir exatamente o suficiente. Nadja ficou de pé atrás de Júlio, as mãos pousando leves nos ombros dele, polegares traçando círculos preguiçosos na nuca.
— Você parece tenso — murmurou Nadja no ouvido dele. — Vamos resolver isso.
Camila se inclinou, os lábios roçando a orelha oposta.
— Primeiro a gente te deixa louco… depois a gente te deixa calmo.
Ele sentiu as duas mãos descendo ao mesmo tempo. Camila desabotoando a camisa social com dedos ágeis, Nadja abrindo o cinto dele sem pressa, quase cerimonialmente. Quando a calça caiu aos tornozelos, as duas se ajoelharam juntas, uma de cada lado, como se tivessem ensaiado.
Camila começou com beijos leves na coxa interna, subindo devagar. Nadja envolveu a base do pau dele com a mão quente, depois com a boca, lenta, profunda, sem engasgo. As duas alternavam: uma chupava enquanto a outra lambia as bolas, depois trocavam, línguas se encontrando no meio do caminho, se beijando com ele no centro.
Júlio segurou os cabelos das duas, não para forçar, apenas para sentir o controle ilusório. O escritório inteiro cheirava a perfume caro, uísque e sexo.
Depois de alguns minutos, Camila se levantou, tirou o vestido num movimento só. Sem calcinha. Apenas uma calcinha de renda preta minúscula que ela deixou escorregar pelas pernas. Nadja fez o mesmo com o verde, revelando um corpo mais curvilíneo, seios cheios, mamilos rosados já duros.
Elas o conduziram até o sofá. Nadja sentou primeiro, abriu as pernas, puxou Júlio para dentro dela com um gemido baixo e satisfeito. Camila subiu no encosto do sofá, posicionou o sexo bem na frente do rosto dele. Ele lambeu sem hesitar, sentindo o gosto salgado e doce, enquanto Nadja rebolava devagar, apertando em volta dele a cada descida.
Elas trocaram de posição duas vezes. Em certo momento Camila cavalgava de frente, Nadja de costas, as duas se beijando por cima do ombro dele, gemendo na boca uma da outra. Em outro, Nadja de quatro no sofá, Júlio dentro dela, enquanto Camila se deitava debaixo, lambendo ao mesmo tempo o clitóris da ruiva e a base do pau dele a cada estocada.
O ritmo foi crescendo. Gemidos mais altos, unhas arranhando levemente as costas, respirações entrecortadas. Quando sentiu que estava perto, Júlio avisou com voz rouca:
— Vou gozar…
Camila desceu rápido, ajoelhou ao lado de Nadja. As duas abriram a boca juntas, línguas esticadas, esperando. Ele segurou a base, deu dois movimentos fortes com a mão e gozou forte, jatos quentes que elas dividiram, lambendo uma à outra, limpando os cantos da boca com sorrisos safados.
Depois ficaram ali alguns segundos, os três ofegantes, suados, rindo baixinho da própria intensidade.
Nadja beijou o canto da boca dele.

Segunda Pauta:
Júlio ainda sentia o coração martelando quando as duas se afastaram um pouco, lambendo os lábios com olhares que diziam: isso foi só o aquecimento.
Camila se levantou devagar, os saltos ecoando no piso de mármore polido. Ela caminhou até a mesa dele, pegou o controle remoto do ar-condicionado e baixou a temperatura até o ambiente ficar quase frio — o suficiente para arrepiar a pele nua das três. Depois voltou, puxando Nadja pela mão.
— A gente não terminou — disse Camila, voz baixa, quase um ronronar. — Você pediu sem pressa. Então vamos fazer valer cada minuto.
Nadja sorriu de lado, os olhos verdes brilhando com malícia. Ela se aproximou de Júlio, ainda sentado no sofá, o pau semi-ereto brilhando com a mistura de saliva e gozo recente. Sem dizer nada, ela se ajoelhou entre as pernas dele de novo, mas dessa vez mais lenta, mais deliberada. Passou a língua da base até a glande em uma lambida longa, quase reverente, depois envolveu só a cabeça com os lábios quentes e ficou ali, sugando devagar, ritmada, como se quisesse extrair cada gota que restava.
Enquanto isso, Camila subiu no sofá, de joelhos ao lado dele. Ela pegou a mão direita de Júlio e guiou até o próprio sexo, já molhado e inchado. Fez com que ele a penetrasse com dois dedos, gemendo baixinho quando ele começou a mexer.
— Mais fundo… isso… assim… — ela sussurrou, rebolando contra a mão dele. — Não para.
Nadja ergueu o olhar para Camila, um entendimento silencioso passou entre elas. A ruiva se afastou um instante, só para tirar do fundo da bolsa um pequeno frasco de óleo corporal aquecido. Pingou algumas gotas na palma da mão, esfregou até aquecer e voltou a envolver o pau de Júlio — agora completamente duro outra vez. O óleo escorregava, quente, facilitando cada movimento da mão que subia e descia em punheta lenta e firme, enquanto a boca voltava a trabalhar a cabeça, língua girando em círculos apertados.
Júlio gemeu alto, a cabeça caindo para trás. O contraste era enlouquecedor: a mão escorregadia e quente de Nadja, a boca úmida e insistente, e os dedos dele agora dentro de Camila, sentindo as paredes internas se contraírem a cada estocada.
Camila se inclinou, beijou o pescoço dele, mordeu de leve o lóbulo da orelha.
— Quer ver a gente se comer primeiro? — perguntou, voz rouca. — Ou quer meter em nós duas ao mesmo tempo?
— As duas coisas — ele conseguiu responder, a voz entrecortada.
Elas riram baixo, cúmplices.
Nadja se deitou de costas no sofá comprido, pernas abertas, puxando Camila para cima dela. As duas se encaixaram em posição 69 perfeita: Camila por cima, rosto entre as coxas da ruiva, Nadja por baixo, língua já lambendo o clitóris loiro com movimentos longos e lentos. Elas gemiam na boca uma da outra, os sons abafados e molhados enchendo o escritório.
Júlio ficou de pé ao lado, se masturbando devagar enquanto assistia. O óleo ainda brilhava no pau dele. Ele se aproximou, passou a mão pelas costas de Camila, desceu até a bunda empinada, abriu as nádegas com os polegares e deixou uma gota de óleo escorrer pelo rego até o ânus dela. Camila estremeceu, empinando mais.
— Vai… devagar… — ela pediu, sem tirar a boca de Nadja.
Ele obedeceu. Primeiro só a ponta, pressionando de leve, sentindo a resistência inicial ceder aos poucos. Quando entrou até a metade, Camila soltou um gemido longo e gutural contra o sexo da ruiva, que respondeu lambendo mais forte, mais rápido. Júlio começou a se mover, estocadas curtas e profundas, segurando os quadris dela com firmeza.
Nadja, sentindo o ritmo, enfiou três dedos dentro de si mesma enquanto lambia Camila, sincronizando com as estocadas de Júlio. O sofá rangeu sob o peso e o movimento dos três.
Depois de alguns minutos intensos, eles trocaram. Nadja ficou de quatro, bunda empinada para Júlio. Camila se deitou de costas embaixo dela, cabeça posicionada para lamber ao mesmo tempo o clitóris da ruiva e as bolas dele a cada entrada. Júlio penetrou Nadja com mais força agora, sentindo o calor apertado, o óleo facilitando tudo. Nadja gritava baixo, pedindo mais, pedindo mais rápido.
— Me fode forte… por favor… me faz gozar assim…
Ele obedeceu. Estocadas longas e brutas, o som da pele batendo ecoando no escritório vazio. Camila enfiava a língua no clitóris da ruiva, depois descia para lamber onde o pau entrava e saía, sentindo o gosto dos dois misturados.
Nadja gozou primeiro — corpo tremendo inteiro, unhas cravadas no couro do sofá, um grito abafado contra a coxa de Camila. O orgasmo a fez apertar tanto em volta de Júlio que ele quase perdeu o controle ali mesmo.
Ele saiu dela com cuidado, ainda pulsando. Camila se virou de imediato, deitou de costas e abriu as pernas ao máximo.
— Agora eu… dentro de mim… fundo… não para até eu gozar também.
Júlio se posicionou entre as coxas claras dela, entrou de uma vez até o fundo. Camila arqueou as costas, unhas nas costas dele, marcando. Nadja se recuperava ao lado, mas logo se juntou: sentou no rosto de Camila, esfregando o sexo ainda sensível na boca da loira enquanto Júlio metia com força.
O ritmo virou uma sinfonia de gemidos, respirações pesadas, pele suada colando. Camila gozou logo depois, corpo convulsionando, apertando ele com força rítmica, gritando contra o sexo de Nadja. A ruiva, já excitada de novo, gozou uma segunda vez só de sentir a língua de Camila trabalhando sem parar.
Júlio sentiu o limite chegando outra vez. Avisou com voz rouca:
— De novo… vou gozar…
As duas desceram rápido. Nadja de um lado, Camila do outro. Bocas abertas, línguas esticadas, se beijando com ele no meio enquanto ele se masturbava rápido. O segundo gozo veio mais forte que o primeiro — jatos longos e grossos que elas dividiram, lambendo, engolindo, deixando escorrer pelo queixo e limpando uma na outra com beijos molhados e safados.
Quando finalmente pararam, os três caíram no sofá, ofegantes, suados, pernas entrelaçadas. O ar-condicionado gelado batia na pele quente, criando um contraste delicioso.
Camila passou os dedos pelo peito dele, traçando as marcas vermelhas que as unhas dela deixaram.
— Agora sim… dia resolvido.
Nadja riu, beijando o ombro dele.
— Quer que a gente fique mais um pouco? Banho juntas… massagem… ou outra rodada quando você recuperar?
Júlio olhou para o teto, sorriso exausto e satisfeito nos lábios.
— Fiquem. O dia inteiro se quiserem. Eu cancelo tudo amanhã também.
Elas se aconchegaram nos dois lados dele, corpos quentes contra o dele, prometendo — sem precisar dizer — que a tarde estava apenas começando....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Reunião Agendada

Codigo do conto:
252618

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
20/01/2026

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