Turno da Noite. Parte 2, A noite seguinte.

A Noite Seguinte
A sexta-feira chegou pesada, com um calor úmido que grudava a roupa no corpo mesmo dentro da portaria climatizada. Suellen chegou meia hora antes do turno, o coração já acelerado só de lembrar da madrugada anterior. Tinha passado o dia inteiro em casa fingindo normalidade: almoço com o marido, conversa fiada sobre o trabalho dele, beijo de despedida na porta. Mas o corpo dela ainda carregava as marcas invisíveis — a leve dor nos músculos das coxas, o formigamento entre as pernas toda vez que se lembrava da mesa balançando.
Ela trocou o uniforme no vestiário minúsculo do subsolo, passou um batom vermelho mais escuro do que o habitual e deixou o cabelo solto, caindo em ondas douradas pelas costas. Sabia que Gustavo notaria. Sabia que ele viria.
Às 23:17 o interfone tocou. Era ele.
— Pode abrir o portão de pedestres? Tô com uma peça do elevador aqui.
Mentira descarada. O elevador estava funcionando perfeitamente. Suellen apertou o botão com um sorriso que ninguém via.
Dois minutos depois a porta da portaria se abriu. Gustavo entrou carregando uma caixa de ferramentas vazia — puro teatro. Fechou a porta, girou a chave na tranca interna e apagou a luz principal, deixando apenas a lâmpada de emergência amarelada e o brilho azulado dos monitores.
Ele não disse nada. Só caminhou até ela, que já estava de pé, encostada na mesa, as mãos apoiadas na borda.
— Você veio preparado hoje? — ela perguntou, voz baixa, provocadora.
— Hoje eu quero começar devagar…, mas não muito — ela murmurou, ja com a buceta molhada,  quis logo sentir o pau dentro dela novamente, e segurando ele pela base e posicionando a cabeça na entrada , revirando os olhos sentiu um tesão incontrolável. 
Gustavo agarrou os quadris dela por baixo da camisa, os polegares roçando a curva da bunda. Suellen desceu devagar, sentindo cada centímetro entrar, o pau abrindo caminho até o fundo. Os dois soltaram um suspiro longo ao mesmo tempo. Ela ficou parada uns segundos, só sentindo ele pulsando dentro dela, preenchendo tudo.
Então começou a cavalgar.
Lento no começo, subindo quase até a cabeça e descendo até encostar os quadris nos dele. O movimento fazia os seios balançarem dentro do sutiã, roçando no peito dele a cada descida. Gustavo puxou a camisa dela para cima, expondo os seios fartos, e abriu o sutiã com um puxão. Os mamilos já estavam duros, rosados, implorando. Ele levou a boca a um deles, chupando forte enquanto a mão livre apertava o outro, beliscando de leve.
Suellen acelerou o ritmo. As coxas grossas flexionavam a cada subida e descida, a cadeira rangendo sob o peso dos dois. Ela apoiou as mãos nos ombros dele, as unhas cravando na pele por cima da camiseta. O pau entrava e saía com facilidade agora, escorregadio de tesão, o barulho molhado misturado aos gemidos baixos dela.
— Porra, Gustavo… assim… bem fundo… — ela gemia, jogando a cabeça para trás, o cabelo loiro grudando no pescoço suado.
Ele segurou a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto ela cavalgava, ajudando no movimento, empurrando para cima toda vez que ela descia. O clitóris dela roçava na base do pau dele a cada encaixe, mandando choques de prazer pelo corpo inteiro. Suellen começou a rebolar, girando os quadris em círculos lentos, sentindo a cabeça do pau massagear pontos diferentes lá dentro.
Gustavo soltou o mamilo da boca com um estalo e olhou para ela, os olhos escuros de desejo.
— Tá molhada pra caralho… quer mais forte?
— Quero… me fode por baixo agora.
Ele plantou os pés no chão, firmou as mãos na cintura dela e começou a meter para cima com estocadas curtas e rápidas. A cadeira balançava perigosamente, mas nenhum dos dois parou. Suellen se inclinou para frente, colando a boca na dele num beijo desleixado, línguas se enroscando enquanto os quadris se chocavam. Os seios dela esmagavam contra o peito dele, os mamilos roçando no tecido áspero da camiseta.
Ela sentiu o orgasmo se aproximando rápido. Apertou os músculos internos em volta dele, apertando o pau como se quisesse sugar tudo. Gustavo grunhiu contra a boca dela.
— Caralho, Suellen… assim eu gozo…
— Ainda não… segura… quero gozar primeiro.
Ela acelerou o rebolado, esfregando o clitóris com mais força contra ele. Dois, três movimentos fortes e veio: o corpo inteiro tremeu, as coxas fecharam em torno da cintura dele, a buceta pulsando em espasmos longos e quentes. Ela mordeu o ombro dele para abafar o gemido, gozando forte, molhando os dois ainda mais.
Quando os tremores diminuíram, ela parou de cavalgar, ainda sentada no colo dele, o pau enterrado até o talo. Respirava pesado contra o pescoço dele.
— Agora… — ela sussurrou, voz rouca. — Agora quero você por trás… fode meu cuzinho....
Gustavo sorriu contra a pele dela, já sentindo o pau pulsar de expectativa.
— Então vira de costas, vigilante… 
Ela desceu devagar do colo dele, o pau saindo molhado e brilhante. Virou-se de costas, apoiou as mãos na mesa outra vez, empinando a bunda alta, as pernas ligeiramente abertas.
Primeiro ele esfregou a glande na entrada apertada, sem forçar, só provocando. Suellen soltou um gemido baixo, empurrando o quadril para trás, pedindo mais.
— Vai devagar no começo… — ela sussurrou.
Ele obedeceu. Empurrou só a cabeça, sentindo a resistência inicial, o anel apertado cedendo aos poucos. Suellen mordeu o lábio com força, os olhos semicerrados, o corpo tenso e ao mesmo tempo entregue. Quando a cabeça passou inteiro, Gustavo parou, deixando-a se acostumar. As mãos dele acariciavam as costas dela, desciam até os seios, apertando-os por cima da camisa ainda abotoada.
— Tá gostando? — ele perguntou, quase sem voz.
— Porra… sim… continua.
Ele avançou mais alguns centímetros, devagar, sentindo o calor apertado envolver cada centímetro. Suellen gemia baixo, um som misturado de dor e prazer, as unhas cravadas na fórmica da mesa. Quando ele estava todo dentro, os dois ficaram imóveis por alguns segundos, só respirando juntos.
Então ele começou a se mover. Estocadas curtas, lentas, deixando-a se abrir mais a cada ida e volta. Suellen levou a mão entre as pernas, esfregando o clitóris em círculos rápidos, o que fazia o corpo dela relaxar ainda mais. O ritmo aumentou. Gustavo segurou os quadris dela com mais força, metendo mais fundo, mais rápido. O som dos corpos se chocando era abafado pela chuva que voltara a cair lá fora, batendo no vidro da portaria.
— Me fode mais forte… — ela pediu, a voz entrecortada.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais brutas, o pau entrando e saindo quase inteiro agora, o lubrificante facilitando tudo. Suellen gozou primeiro, o corpo tremendo violentamente, a buceta pulsando sem ser tocada, o ânus apertando em espasmos em torno dele. O orgasmo foi tão intenso que ela quase caiu para frente, mas Gustavo a segurou firme pela cintura.
— Caralho… assim eu vou gozar — ele grunhiu.
— Goza dentro… quero sentir tudo.
Ele meteu mais três vezes, com força, e gozou profundamente, o pau pulsando dentro dela, enchendo-a com jatos quentes. Ficou parado alguns segundos, ofegante, ainda enterrado até o fundo, sentindo os últimos espasmos dela ao redor dele.
Quando finalmente saiu, devagar, Suellen sentiu o sêmen escorrer devagar pela dobra entre as nádegas. Ela se virou, ainda ofegante, e puxou Gustavo para um beijo lento, suado, com gosto de sexo e cumplicidade.
— Você tá ficando perigoso, coordenador — ela brincou, limpando o canto da boca dele com o polegar.
— E você tá ficando viciante, vigilante.
Os dois riram baixo. Ela subiu a calcinha e a calça com cuidado, sentindo a umidade entre as pernas e o leve ardor que ainda pulsava. Gustavo ajeitou o macacão, pegou a caixa de ferramentas vazia e deu um último beijo na testa dela.
— Amanhã ....repeteco?  Plantão dobrado?
— É. E eu vou estar aqui… esperando você “verificar o gerador” de novo.
Ele sorriu, aquele sorriso torto e malicioso. 
A porta fechou com o clique familiar.
Suellen sentou na cadeira, pernas ainda trêmulas, e olhou para o monitor. O hall continuava vazio. A chuva continuava caindo.
Mas o sorriso no rosto dela dizia que a madrugada ainda tinha muito o que oferecer, assim como os próximos plantões....
Foto 1 do Conto erotico: Turno da Noite. Parte 2, A noite seguinte.


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Comentários


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lozo Comentou em 18/01/2026

Conto gostoso demais, que maravilha uma esposa assim, com esse nível de excitação, com essa vontade louca de está sempre fodendo, fodendo e fodendo, não importa com quem ou como, o importante mesmo é gozar e gozar bastante, bem farto, que delicia de mulher. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Turno da Noite. Parte 2, A noite seguinte.

Codigo do conto:
252459

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/01/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1