A Mulher Do Meu Colega De Cela

A mulher do meu colega de cela.
Um conto erótico de Sr.º Tufão 16x6,5cm

Publicado Por By: Tuga069

Data: 02/01/2026

Última revisão: 06/01/2026

A mulher do meu colega de cela no presídio.

No presídio elas visitas íntimas nas galerias A,B,C e D, eram quarta feira, nos domingos eram pra família .

A regra era que cada preso que receber a sua visita tem que subir prás selas separadas das íntimas , ou ficar esperando nos corredores.

Olá pessoal tudo bem?

Sou o Tufão, tenho 39 anos, branco, magro falso, 1 metro e 74, 89 quilos, uso cavanhaque, me acho um cara bonito, tenho um pau na média nacional, é muito grosso e tem um cabeção enorme.

Foi na quarta feira passada, o meu colega de cela, o Carlão teve que ir em uma audiência, a situação foi que a GISP enviou um e-mail pra administração, e eles não mandaram a notificação pra galeria.

Quando a

sua mulher vinha visitá-lo fica com a minha na nossa cela, as duas se tornaram amigas dentro do presídio.

Nós ficávamos esperando desocupar cela pra íntima.

Eu e o Carlão éramos colegas na mesma empresa quando fomos presos, foi por um desfalque e roubo de materiais do gerente, e como nós éramos os Seguranças de serviço naquela noite, tudo caiu nas nossas costas.

Nós pegamos uma cadeia de 3 anos.

Quando chegamos na prisão ,ficamos na mesma cela e na mesma " JEGA, cama de concreto".

Já fazia seis meses que estávamos presos.

(Ele é um cara muito tímido, não tinha a malícia que eu tinha, somos primários).

Na quarta feira passada, o Carlão e eu estávamos esperando as nossas visitas no pátio, como nós temos celulares camuflados, o plantão me chamou avisando que o meu pessoal ligou e não poderia vir porque tinha visitas a fazer ela era agente imobiliária , fiquei chateado comigo mesmo, estava lixado a minha mulher, eu ia passar necessidades.

Voltei pro pátio pra falar pro Carlão que a minha mulher não viria.

Quando estava descendo as escadas pro pátio, o campana do portão estava gritando o seu nome, achei que era a sua mulher chegando, fiquei feliz por ele, ele realmente é um cara muito legal, meu bruxo mesmo, quando passei por ele falei rápido.

- Bha Carlão a Ana não vem hoje, só fez uma cara de deceção e foi pro portão.

Segundos depois ele voltou correndo pra falar comigo.

- Ei vagabundo, deu merda irmão, tenho uma audiência agora no Tribunal do Porto, se a Débora chegar fica com ela até eu chegar.

Quando fui dizer que ele poderia ficar tranquilo, ele saiu correndo, quando liberaram o Carlão pra ir pra audiência, o cara do portão gritou seu nome:

- Eiiiii Carlão, visita no portão!

liga o Carlão, visita pra ele!

me levantei fui receber a Débora.

Ela estava com uma sacola cheia de coisas ,me olhou sorriu perguntou onde estava o Carlão, falei que antes tínhamos que sair do portão, peguei a sua sacola fomos pra área de visitas no pátio, disse pra ela que o Carlão teve que sair pra uma audiência, e que ele pediu pra mim ficar esperando com ela.

Ela ficou muito chateada, mas a acalmei dizendo que ele voltaria em três horas.

Ficamos conversando em cima do meu colchão, era muitos casais sentados, nós sempre levamos nossos colchões pro pátio no dia de visitas.

Ela falou que já que ele não iria poder comer o que ela trouxe pro almoço me ofereceu, falei que não poderia comer a comida dele, ela insistiu e nós dois acabamos comendo juntos, era só uma colher de plástico que eu tinha, e acabamos comendo na mesma colher, ficamos conversando e acabamos dando risadas juntos, ela estava mais tranquila por eu ter ficado com ela.

Eu falei que iria buscar um suco, ( eles vendem sucos em garrafas pet, é suco de saquinho).

custa 2 euros, era o que eu tinha de moedas em dinheiro.

O almoço da cadeia no dia de visita é um pouco melhor, tem arroz, feijão e salsicha com milho.

É festa este dia por causa da comida.

Ela entrou as 9 e trinta, e já era 12 horas da manhã.

O plantão me avisou que os guardas tiram ele muito cedo, que a sua audiência é as 16 horas.

Fiquei pensando, (acho que não vou falar nada pra ela, sabia que ela ficaria muito chateada).

Nisso começou a chover, era muita água, tivemos que subir pra galeria, todas as vistas subiram juntos, peguei a sacola, o meu colchão, falei pra ela não falar nada que eu não sou o seu marido, fomos pra minha cela, ela falou que estava com sede, pedi pra ela esperar prás visitas entrar nas celas.

Ficamos deitados conversando, o campana me chamou dizendo que tinha uma cela íntima liberada pra nós, (ele não sabia que ela não era a minha esposa), ela deu uma olhada pra mim, sorriu falou que queria ir pra cela da íntima que ficaria mais tranquilo pra nós conversar e que ela estava cansada e queria se deitar, fiquei pensando no que ela sugeriu, a minha cabeça de baixo ficou em alerta..

Perguntei se realmente ela queria ir pra uma cela íntima comigo mesmo, ergueu os ombros falou qual era o problema de ir, que é uma cela normal, só é um lugar mais tranquilo.

Se levantamos entramos na última do corredor, quando estava entrando, o campana me falou que não tinha mais ninguém pra revezar, que nós poderíamos ficar até o final da visita.

(Era 13 horas).

O dia estava muito quente, abafado demais, não tinha ventilador, ela estava suando, perguntou porque eu não ficava sem camisa, falei que era por sua causa, que era por respeito, deu uma gargalhada falou que eu era muito bobo, que por ela eu poderia até ficar pelado, é claro, se eu quiser, e ela não iria se importar nem um pouco.

Fiquei olhando pra ela, percebi um sorriso malicioso no seu rosto.

Tirei a camiseta, quando fui me sentar, ela diz:

- Tá, e a bermuda não vai tirar, por favor, na vai me deixar chateada por estar te fazendo ficar com calor.

Não falei nada só sorri, sentei na outra cama na sua frente.

perguntou se alguém poderia entrar na cela onde estávamos, disse que nunca, sequer ficar na frente da porta.

Ela me olhando com um sorriso safado, se levantou ficou na minha frente, tirou a sua blusa e bermuda, ficou só de calcinha e sutiã, falou que não estava mais aguentando o calor.

Olhando pra ela, praticamente peladinha na minha frente e em um lugar ideal pra fuder sem ninguém atrapalhar,

na hora vi que iria rolar alguma coisa com nós.

Mas na verdade eu não poderia fazer nada com a mulher do meu amigão.

Ela me olhando com uma cara safada, cruzou as pernas a rachinha da sua bucetinha estava saliente, era uma bucetinha bem pequenininha,

ela me olhando como se estivesse pedindo pra mim tirar a sua calcinha e fuder ela muito, eu não tinha certeza do que realmente ela queria fazer, se era apenas pra me provocar ou era mesmo pra fuder ela, ela se ajeitou ficou de ladinho, a sua calcinha estava molhada, eu sei que o que eu iria fazer era errado, mas não tinha como sair daquela situação, sentei no seu lado, ela segurou a minha mão e colocou na sua bundinha.

- Bha, bha Débora, desculpa mesmo pelo meu amigão, mas não tenho como ficar te olhando tentando me seduzir, e eu não fazer nada, não vou conseguir deixar você ir embora sem fuder comigo.

- hunm, você está querendo fuder a mulherzinha do seu melhor amigo mesmo?

como você é safado, eu sei que não vou conseguir me livrar de você..

kkkk.

Porra mulher como você é safada, atrevida, trapaceira atentando um homem sem uma mulher a três semanas.

- para de falar e vem aqui, nos agarramos feito uns selvagens ela me beijando e com a mão no meu pau, eu fiz o mesmo mas meti a mão dentro da calcinha e meti o dedo fiquei com dedilhando, ela estava enlouquecida, me empurrou falou pra mim tirar a roupa que ela iria me chupar até eu encher a sua boca de porra, tirei a bermuda e cueca juntas, ela olhou pra ele, deu um sorriso tão bonito, mordeu o lábio falou que ela não imaginava que eu tinha um pau tão grande, bonito, grosso.

Que o Carlão iria sentir diferença se eu fuder ela, mas eu não iria escapar sem ela me chupar até eu gozar pelo menos três vezes.

Dei uma risada

sentei de pernas abertas, ela de joelhos e começou chupar, meu senhor que chupada ela faz, chupava só a cabeça passando a língua na uretra e engolia tudo, dava umas mordidinha quando engolia tudo e voltava chupando e mordendo bem suavemente, quando eu achava que ela iria parar, voltava até o troco, eu estava quase gozando em menos de 5 minutos, quando percebi que iria gozar, falei pra ela parar um pouco, a putinha não fez , ficou chupando e batendo punheta ao mesmo tempo, eu não estava mais aguentando e tinha que gozar, ela chupando e me olhando com aquela carinha safada, falou que queria saber o gosto da minha porra e não iria parar de chupar, eu me ajeitei, ela segurou ele com muita força e chupava só a cabeça, eu falei em um tremor.

Sua puta, você é foda mesmo safadinha .

E comecei gozar ela chupando passando a língua por tudo aproveitando toda porra, eu tremia enquanto gozava, a safada não me dava trégua e continuava chupando ,eu nunca gozei tanto, e a putinha não parava, acabei dando um urro.

Ahhhh! chupaaa!!

Ohhh! mulher que tu tá fazendo comigo!!

Uau! uaumu!!

vai putaaa!!

Hmmmm! chupa!!

Ehhhh! hummm!

que loucura mulher vadia!!

- humm, parece que não gostou!

Que, tá louca, meu senhor, você é demais, nunca senti tanto tesão..

- humm, e agora?

Agora você decide, tenho muita resistência ainda, basta você falei que eu faço pra você!.

- Humm, na verdade eu quero chupar mais um pouco.

Não seja por isso, fiquei de pé na sua frente, ela voltou chupar, mas com seus dedos na buceta, ela estava chupando muito melhor que a primeira, chupava as minhas bolas, segurando a minha bunda e me puxando pra mais perto, ela engolia todo e me puxava pra eu meter tudo, pessoal que loucura essa mulher..

Quando ela começou gozar, eu me inclinei e comecei a fazer pra ela enquanto me chupava, em segundos ela inundou os meus dedos, eu não resisti e gozei novamente na sua boca e a safada não desperdiçou nem uma gota.

ficamos abraçados deitados.

- Tufão, você não imagina como foi maravilhoso este dia com você, cara você é muito gostoso, que pau em, foi o maior orgasmo que eu já tive com um homem, espero quando vir, ele tenha que audiência, kkk.

foi embora as 17 horas ficou olhando pra trás enquanto ia embora, eu realmente fiquei louco pra fuder aquela bucetinha, mas ainda vou conseguir, é claro com a sua permissão.

Era quase 18 horas, ele chegou, perguntou se eu ficara fazendo companhia pra ela, falei que sim, que ela ficou deitada na sua cama enquanto eu ficava conversando com o Renato e a sua mulher.

Ele me olhando com um sorriso animado falou que tinha uma coisa muito legal pra me falar.

- Amigão fomos absolvido de tudo, amanhã tu vai ter uma audiência e em três dias estaremos fora deste inferno.

Se abraçamos gritando:

- Cantou a "Lili".

cantou a "Lili"..

Todos da cela vieram nos abraçar.

Ele me falou que eu não iria pra minha casa no dia da nossa liberdade, ele queria fazer uma festa na sua casa pra comemorar, e eu só iria embora três dias depois.

O campana entrou na cela ficou me olhando com uma cara que sabia o que eu tinha feito com a mulher do Carlão, me chamou pra conversar, pediu pra mim pagar um bagulho pra ele esquecer a visita íntima, eu não tinha nada de dinheiro, chamei o Carlão e pedi pra ele me conseguir uma grana, ele falou que ele não poderia negar nada pra mim pelo que fiz por ele e pra sua mulher, me deu o dinheiro.

Quatro dias depois, nós saímos, a sua mulher veio nos buscar.

Como tínhamos algumas mochilas, ele colocou no banco do carona, eu e ela ficamos atrás, ficamos conversando sobre a nossa situação horrível que tivemos no presídio, ela começou a acariciar a minha perna, eu fiquei nervoso, mas ele estava tão animado que nem percebeu, ela foi subido a mão, eu peguei uma camisa e coloquei em cima da minha cintura, a safada tirou o meu pau pra fora e ficou batendo uma punheta bem de leve.

Ele falou pra ela que eu iria ficar uns dias na sua casa e faríamos um churrasco pra comemorar, perguntou se ela se importava, ela deu um sorriso dizendo que nunca iria se incomodar com um amigo tão especial pra ele.

Quando chegamos ele falou que tinha que tomar um banho bem demorado em um banheiro decente, falou pra ela preparar o meu quarto.

Quando ele saiu, ela me falou que hoje eu iria fazer o que eu queria fazer, mas teria que ser mais tarde depois que ele fosse dormir.

Hoje a nossa amizade se tornou mais íntima, ele descobriu o que nós fizemos e aceitou de boa, as vezes ficamos juntos o final de semana todo, ele não gosta de assistir ela comigo.


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
A Mulher Do Meu Colega De Cela

Codigo do conto:
252150

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
15/01/2026

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