Reencontrando o amigo safado da adolescência

Desde os tempos de adolescência, eu e o Lucas éramos inseparáveis na quebrada de Osasco. Eu, o moleque falante que vivia zoando tudo; ele, o quietão com corpo já definido aos 17, olhos castanhos que me deixavam sem graça toda vez que cruzavam os meus. A gente jogava bola na quadra, ficava na rua até tarde, trocava ideia safada sobre mina, mas sempre tinha um duplo sentido que ficava no ar, pesado, sem ninguém ter coragem de falar.
Lembra quando eu zoava “vou te dar um choque daqueles” e ele respondia “vem então, aguenta o tranco?” com um sorriso torto que me fazia engolir seco? Ou quando ele me chamava de “meu puto” apertando minha nuca com força, o polegar roçando a pele devagar demais, quase uma carícia? Eu brincava que ele tinha “pau de rolo compressor” porque era alto e grosso nas pernas, e ele devolvia que o meu era “pau de obra” porque eu vivia “construindo” treta. A gente ria alto, mas eu saía dali com o pau meia-bomba na cueca, imaginando o que rolaria se a zoeira virasse real.
Anos depois, o direct esquentou rápido. “Tô com saudade da tua zoeira, cara.” “Saudade de te zoar ou de te ver suado?” Ele mandou foto sem camisa, pau marcando forte no short. “Vem ver de perto se ainda é pau de rolo compressor.” Marquei direto no apê dele em Osasco pro fim de semana inteiro. Cheguei sexta à noite, coração acelerado.
Ele abriu a porta sem camisa, short folgado, corpo maduro e grosso, suor leve na pele. Abraço demorado, pau dele já duro roçando na minha barriga, mão descendo e apertando minha bunda com vontade.
“Porra, finalmente...” Voz rouca no meu ouvido, respiração quente me arrepiando inteiro.
Sentamos no sofá, cerveja na mão. O papo começou leve, relembrando as zoeiras, mas o clima pesava a cada frase.
“Tu ainda zoa que meu pau é de rolo compressor?” Ele abriu as pernas devagar, o volume crescendo visível, tecido esticando.
“Quero ver se ainda é verdade. Mostra aí, sem vergonha.”
Mão dele apertando o pau por cima do short, olhando fixo nos meus olhos. “E o teu? Ainda pau de obra?”
“Construindo vontade de te comer faz anos.” Minha mão subiu pela coxa dele, dedos roçando a pele quente.
Ele gemeu baixo. “Tô esperando isso desde os 17. Tu sabe quantas vezes bati uma pensando em tu me comendo?”
Meu pau pulsou forte. “Eu também... imaginava teu cu apertado me engolindo todo.”
Ele lambeu os lábios devagar. “Então me mostra como tu imaginava.” Apertou meu pau por cima da calça, massageando lento. “Tá duro pra caralho... quer que eu chupe primeiro?”
“Quero te chupar primeiro.”
Abri o zíper dele. Puxei o short pra baixo. O pau saltou grosso, veiudo, cabeça vermelha inchada, babando pré-gozo em fio grosso. Uns 20 cm pulsando na minha frente. Toquei devagar, traçando as veias, sentindo o calor. Ele gemeu, quadril empurrando. “Chupa, vai... me deixa louco.”
Ajoelhei, lambi da base até a cabeça, chupei devagar, língua rodopiando na glande, depois engoli fundo. Saliva escorrendo pelos cantos. Ele segurou minha nuca, fodendo minha boca devagar. “Porra, que boca gostosa... engole esse pau veiudo, vai.”
Chupei mais forte, dedo roçando a entrada do cu dele. Ele tremia. “Isso... mexe aí, prepara teu terreno. Quero sentir teu pau me abrindo.”
Levantei, tirei a roupa rápido. Meu pau babão, duro pra caralho. Virei ele de quatro no sofá, cuspi na mão, lubrifiquei e encostei na entrada apertada. “Relaxa, amor, vou te comer devagarinho.” Entrei só a pontinha, provocando, saindo e voltando.
“Vai logo, porra... me enche”, ele pediu, empinando a bunda.
Empurrei devagar, cabeça abrindo, ele gemendo alto. Fui até o talo, bolas batendo na bunda dele. Meti forte, rápido, pau veiudo escorregando fundo, acertando o ponto que fazia ele tremer. “Tá gostoso, né? Sente meu pau te arrombando, seu safado.”
“Mete mais forte, caralho... me fode como sonhei a vida toda!”
Sofá rangendo, barulho molhado enchendo o apê, suor voando. Ele se masturbava louco. “Vou gozar... goza dentro de mim!”
Ele explodiu jatos grossos na minha mão, corpo convulsionando. Acelerei, gozei forte dentro dele, leite quente enchendo o cu apertado, escorrendo pelas coxas.
Caímos ofegantes, abraçados. “Eu sempre quis que tu me comesse assim”, ele sussurrou rouco.
“E eu sempre quis te encher de porra, seu puto.”
Beijei devagar. “Isso é só o começo do fim de semana.”
Vote no meu conto, porque esse fogo de Osasco merece a parte2

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario realiza2021

realiza2021 Comentou em 16/01/2026

Adorei cara, no começo achei que ele ia te comer.

foto perfil usuario chaozinho

chaozinho Comentou em 16/01/2026

Cara esse teu conto desperta boas lembranças.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252136 - SAFADEZA FIM DE ANO - Categoria: Gays - Votos: 6
244374 - MAMADA NO BANHEIRO DO MERCADO - Categoria: Gays - Votos: 16
239536 - UMA DAS POUCAS VEZES QUE FUI PASSIVO (FINAL) - Categoria: Gays - Votos: 8
239508 - UMA DAS POUCAS VEZES QUE FUI PASSIVO - Categoria: Gays - Votos: 17
239093 - Uma troca de roupa virou uma foda maravilhosa - Categoria: Gays - Votos: 14
239090 - Sexo na agência - Categoria: Gays - Votos: 13

Ficha do conto

Foto Perfil whattheguimas
whattheguimas

Nome do conto:
Reencontrando o amigo safado da adolescência

Codigo do conto:
252263

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0