A gente se conheceu no Tinder. Renan, 28 anos: moreno, barba por fazer, alto, porte normal, nem gordo nem magro. Marcamos de ir ao cinema pra assistir a um filme e nos conhecermos melhor. Era uma terça-feira, pegamos a sessão das 14h. O shopping estava quase vazio, com aquela calmaria de dia de semana que deixa tudo mais fácil de rolar sem ninguém prestar atenção. Cheguei primeiro, comprei as entradas e esperei na porta da sala. Quando ele apareceu, meu pau já deu um pulo só de ver: jeans justo marcando as coxas grossas, camiseta preta colada no peito definido e a barba rala deixando o rosto ainda mais safado. Ele deu aquele sorriso de lado, daqueles que dizem "eu sei o que você quer", apertou minha mão firme e demorou um segundo a mais do que o normal, com o polegar roçando na minha palma de leve. Entramos na sala escura. Terça à tarde, o lugar estava deserto, com umas cinco pessoas espalhadas e todas bem distantes. Escolhemos a última fileira, no canto esquerdo, onde a luz da tela mal chegava. Sentamos lado a lado, coxa encostando na coxa desde o primeiro segundo. O filme começou, um suspense qualquer que ninguém estava nem aí. Uns dez minutos depois, ele virou o rosto devagar, me olhou nos olhos e sussurrou rouco: "Tá gostando do filme?". Eu ri baixo e respondi: "Tô gostando mais da companhia". Ele não perdeu tempo. A mão direita dele desceu pro meu colo, com a palma aberta roçando devagar por cima da calça. Sentiu o volume que já estava crescendo, apertou de leve e depois traçou o contorno do pau inteiro com os dedos, devagar, me fazendo soltar um suspiro abafado. Eu abri as pernas um pouco mais, convidando. Desci o zíper lentamente, o som do metal quase sumindo no barulho da tela. Ele ajudou, puxando a cueca boxer pra baixo junto. Meu pau saltou pra fora, duro pra caralho, veias pulsando, cabeça inchada e brilhando daquele pré-gozo que já escorria em fio grosso. Ele lambeu os lábios olhando fixo, depois baixou a cabeça sem hesitar. Primeiro veio só a língua: quente, molhada, achatada, passando devagar pela glande, lambendo todo o líquido que pingava, coletando com a pontinha e fazendo um "hummm" baixinho que vibrou direto no pau. Depois abriu a boca e engoliu a cabeça inteira, lábios bem apertados fazendo uma sucção forte enquanto a língua girava rápido em círculos em volta de tudo. Mordi o lábio pra não gemer alto, com uma mão agarrando o encosto da poltrona e a outra indo pro cabelo dele, só pra sentir o couro cabeludo quente. Ele desceu mais, centímetro por centímetro, boca quente e apertada envolvendo tudo. A saliva escorreu pelos cantos da boca dele, pingou na minha coxa e no banco de couro falso. Quando chegou na metade, subiu devagar, deixando o pau escapar com um estalo molhado e brilhante, depois desceu de novo, mais fundo, garganta se abrindo pra engolir. A barba rala dele roçava na minha virilha, coçando gostoso, me deixando louco de tesão. A mão direita dele segurou a base, apertando firme e girando devagar, masturbando o que não cabia na boca. A esquerda foi pros meus ovos: segurou os dois com uma pressão gostosa, massageou rolando eles entre os dedos, puxou a pele de leve e depois apertou só o suficiente pra eu sentir aquele choque que sobe pela espinha e faz o saco subir. Ele alternava sem dó: chupava rápido e rasgado, cabeça subindo e descendo furiosamente, fazendo um barulho de sucção que o filme mal conseguia abafar. Depois desacelerava, lambia a vara inteira de baixo pra cima, língua comprida percorrendo cada veia inchada, dava beijinhos molhados na cabeça, enfiava a pontinha da língua na fenda e chupava só a glande com força enquanto levantava os olhos pra me encarar, pupilas dilatadas, com cara de quem estava adorando cada segundo. Eu sentia o gozo subindo rápido, o saco apertando forte. Sussurrei rouco no ouvido dele: "Renan… porra, vou gozar na tua boca…". Ele não tirou. Pelo contrário: desceu tudo que conseguia, nariz encostando na minha virilha, garganta se contraindo em volta da cabeça, engasgando de leve mas sem parar de chupar. Eu explodi. O primeiro jato saiu grosso, quente, batendo direto na língua dele. Ele gemeu com o pau na boca, uma vibração insana me fazendo tremer inteiro na poltrona, e continuou chupando enquanto eu esvaziava tudo dentro dele. Jato atrás de jato, enchendo a boca quente; ele engolia fazendo barulho guloso, o resto escorria pelos cantos, pingava na barba rala, no queixo e manchava a gola da camiseta preta. Quando parei de pulsar, ele subiu devagar, limpando cada centímetro com a língua, lambendo da base até a cabeça, coletando o que sobrou. Deixou o pau brilhando de saliva e limpo. Levantou o rosto: boca vermelha e inchada, barba melada de porra e saliva, um fio branco ainda pendurado no canto do lábio. Passou a língua devagar, coletou tudo, engoliu olhando nos meus olhos e deu um sorriso safado, daqueles que dizem "ainda tem mais". Ele se ajeitou na poltrona, pau dele duro marcando forte no jeans, mas não pediu nada. Só ficou ali, lambendo os próprios lábios, ainda com gosto de porra na boca, enquanto o filme continuava rolando como se nada tivesse acontecido.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.