Carro da pamonha

Era uma sexta-feira, dia 10 de abril, e eu voltava do trabalho cansado pra caralho. O ônibus me deixou no ponto de sempre por volta das quatro e meia da tarde, o corpo pesado, a camisa grudada na pele por causa do calor úmido de São Paulo. Caminhei devagar pela rua, já pensando no banho e em descansar um pouco, quando ouvi o motor baixo de um carro de pamonha se aproximando. “Que merda, odeio esse bagulho”, resmunguei baixinho, mas quando levantei os olhos o motorista me fez esquecer o cansaço na hora.
Ele era lindo pra caralho. Branco, loiro, uns trinta anos, ombros largos e braços grossos de quem trabalha duro o dia inteiro. Estava só de bermuda de moletom cinza, sem camisa, o peito definido brilhando levemente de suor. O carro parou um segundo na esquina e eu vi ele apertando o pau por cima do tecido, devagar, como se estivesse ajustando algo que já estava ficando duro. Meu olhar grudou ali sem querer. Ele percebeu, mas eu desviei rápido e continuei andando, coração acelerado.
Minha rua é sem saída, então eu sabia que ele ia ter que dar a volta. Entrei correndo em casa, subi as escadas de dois em dois degraus e fui direto pra janela do quarto. Fingi que estava abrindo a veneziana, o coração martelando no peito. O carro apareceu de novo, devagar, farol baixo. Ele parou bem na frente da minha casa, olhou pra cima e me viu. Sorriso safado. A mão dele voltou pro volume na bermuda e apertou com mais força. Agora estava meia bomba, o pau marcando o tecido grosso, a cabeça quase aparecendo pela barra da perna da bermuda.
Não pensei duas vezes. Desci, saí pela porta da frente e fui até o carro.
Uma pamonha, por favor, falei, voz um pouco rouca.
Ele me olhou de cima a baixo, lambendo o lábio inferior.
Claro, rapaz. Quer subir pra pagar? Tá calor aqui fora.
O pau dele já estava duro pra valer, empurrando o moletom pra cima, uma barraca óbvia. Eu concordei com a cabeça e ele desligou o carro, pegou uma pamonha quente enrolada no papel alumínio e me seguiu. Subimos as escadas em silêncio, só o barulho dos nossos passos e a respiração pesada dele. Quando entramos no quarto, fechei a porta e acendi só o abajur da mesa de cabeceira, deixando o ambiente meio escuro e quente.
Ele não esperou. Puxou a bermuda pra baixo num movimento só e o pau saltou pra fora, grosso, pesado, veias marcadas. A cabeça estava toda coberta pelo prepúcio macio, brilhando de pré-gozo que já escorria pela fresta. Exatamente do jeito que eu gosto. Sem pele esticada demais, sem glande exposta. Perfeito.
Caralho, murmurei, caindo de joelhos na frente dele.
Segurei aquela rola com as duas mãos, senti o calor, o peso. O cheiro dele era forte, mas limpo, aquele aroma natural de homem suado depois do dia de trabalho, sem fedor nenhum, só macho puro e gostoso. Puxei o prepúcio devagar pra trás, só o suficiente pra ver a cabeça rosada e molhada aparecer, depois deixei ele voltar, cobrindo tudo de novo. Ele gemeu baixo, segurando minha cabeça. Eu abri a boca e engoli tudo de uma vez, sentindo o pau deslizar quente pela língua, o prepúcio macio roçando no céu da boca. Chupei devagar no começo, saboreando cada centímetro, lambendo por dentro da pele, sugando o pré-gozo que não parava de vazar.
Porra, garoto, assim, chupa gostoso, ele sussurrou, quadril mexendo devagar, fodendo minha boca com calma.

Eu chupei com vontade, enquanto mamava mais fundo, até o pau bater no fundo da garganta. Ele segurou meu cabelo com força e começou a meter mais rápido, o saco batendo no meu queixo. O quarto encheu do som molhado e obsceno dos meus gemidos abafados e dos grunhidos roucos dele.
Depois de um tempo mamando com gosto, levantei, tirei a roupa correndo e ele me empurrou na cama. Eu fiquei de joelhos, bunda empinada, mas ele não tentou me foder. Em vez disso, ele se ajoelhou atrás de mim, segurou meu quadril e encostou o pau entre minhas coxas, bem apertado. Cuspiu na mão, passou no pau e começou a meter entre minhas pernas, roçando a cabeça coberta bem na minha entrada sem entrar, só pressionando e deslizando quente e molhado. Eu sentia cada veia, o prepúcio macio roçando na minha pele sensível enquanto ele metia cada vez mais rápido.
Ele me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo entre as coxas, agora olhando meu rosto, a mão dele segurando meu pau e batendo no mesmo ritmo. O quarto cheirava a sexo e suor limpo. Ele acelerou, o suor pingando do peito dele no meu corpo. Eu sentia o pau dele inchar ainda mais entre minhas pernas, o prepúcio deslizando pra frente e pra trás, molhado.
Vou gozar, ele avisou, voz entrecortada.
Goza, eu respondi, apertando as coxas com mais força.
Ele meteu fundo entre minhas pernas uma última vez e explodiu. Senti o jato quente, grosso, escorrendo pelas minhas coxas e pela minha bunda enquanto ele gemia alto, corpo tremendo inteiro. Isso me levou junto. Gozei forte na mão dele, no peito, no lençol, o cu apertando de tesão mesmo sem ele ter entrado.
Ele ficou ali mais um minuto, respirando pesado, o pau ainda pulsando entre minhas pernas, depois saiu devagar. O prepúcio ainda cobria a cabeça, agora brilhando de porra e saliva. Ele sorriu, passou o dedo na cabeça do pau dele e me ofereceu pra lamber. Eu chupei gostoso, limpando tudo.
A gente ficou um tempo suados, respirando juntos. Ele me deu um beijo demorado, língua quente, depois se vestiu. Antes de descer, anotou meu número no celular dele.

Amanhã passo aqui de novo, se você quiser outra pamonha, disse, piscando.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario casadobiabc

casadobiabc Comentou em 10/04/2026

Adoro pamonha

foto perfil usuario coroagordobh

coroagordobh Comentou em 10/04/2026

Putz.. que delícia de conto... parabéns...




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


252716 - Uma terça feira no cinema - Categoria: Gays - Votos: 5
252263 - Reencontrando o amigo safado da adolescência - Categoria: Gays - Votos: 12
252136 - SAFADEZA FIM DE ANO - Categoria: Gays - Votos: 6
244374 - MAMADA NO BANHEIRO DO MERCADO - Categoria: Gays - Votos: 16
239536 - UMA DAS POUCAS VEZES QUE FUI PASSIVO (FINAL) - Categoria: Gays - Votos: 8
239508 - UMA DAS POUCAS VEZES QUE FUI PASSIVO - Categoria: Gays - Votos: 17
239093 - Uma troca de roupa virou uma foda maravilhosa - Categoria: Gays - Votos: 14
239090 - Sexo na agência - Categoria: Gays - Votos: 15

Ficha do conto

Foto Perfil whattheguimas
whattheguimas

Nome do conto:
Carro da pamonha

Codigo do conto:
259064

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/04/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0