SAFADEZA FIM DE ANO

(O conto vai ser grande pq não gosto de dividir em partes)

Era recesso de fim de ano e a gente alugou uma casa no meio do mato pra passar o réveillon. Éramos oito viados bem safados: eu, o Otto, o Pedro, o Renato, o Lucas, o Thiago, o Gabriel e o Matheus. Todo mundo na faixa dos 25 a 30, corpo gostoso de academia regular, nada de maromba exagerado, mas bunda empinada, barriga com tanquinho discreto, coxa grossa e aquele pau que marca no short. Não éramos modelo fitness, mas todo mundo do tipo que dá vontade de chupar só de olhar.
Os primeiros dias foram aquela farra clássica: música alta, cerveja gelada, piscina, churrasco e álcool batendo forte. A tensão sexual tava no ar desde o primeiro dia. Um aparecia de short folgado com o pau meia-bomba marcando, outro dormia só de cueca boxer apertada, tinha sempre alguém pedindo pra dormir junto “porque tava frio”, e a gente sabia que era só desculpa pra rolar roçada de pica.
Mas quem sempre me deixou louco foi o Otto. Moreno, cabelo bagunçado, barba rala, sorriso de safado, uns 1,78 mais ou menos, corpo definido com aquela carninha gostosa na barriga baixa e uma bunda redonda que pedia tapa. Ele foi o primeiro a chegar em mim quando eu cheguei, me apresentou pros outros, me deu aquele abraço apertado que já roçou a pica. A gente já tinha se pegado antes algumas vezes: beijo com língua, mão na cueca, mamada rápida em banheiro de balada, gozada na boca um do outro. Sempre com a desculpa clássica: foi a bebida, véi.
Na noite do dia 3 de janeiro, a última na casa, a gente tinha comprado bebida pra caralho e sobrou tudo. Começamos cedo, já tava todo mundo bêbado e sem vergonha nenhuma. Qualquer brincadeira virava putaria: beijo na roda, tapa na bunda, sarrada disfarçada, a famosa brincadeira do abraço apertado pra sentir a rola dura do outro. Tinha mão dentro da cueca, pau babando na boxer, gemidinho baixo, tudo liberado.
Eu vi o Otto dando um amasso pesado no Pedro na beira da piscina. Pedro de quatro no chão, Otto por trás esfregando a pica dura no rabo dele, mão enfiada na bermuda. Meu pau ficou duro na hora, latejando dentro do short. Queria me enfiar no meio dos dois, chupar os dois ao mesmo tempo, mas logo o Lucas e o Thiago me puxaram pra outra pegação. Acabei chupando o pau do Lucas enquanto o Thiago enfiava o dedo no meu cu, tudo molhado de saliva e pré-gozo.
Mais tarde vi o Otto saindo do quarto com aquela cara clássica de quem acabou de gozar. Cabelo suado, sorriso de filho da puta, ajeitando a cueca com a pica ainda meia dura marcando. Ele veio direto em mim e falou baixo no meu ouvido que tinha me visto olhando pra ele e pro Pedro. Eu ri, já com a pica pulsando de novo, provoquei dizendo que eles tavam quase metendo ali na frente de todo mundo e perguntei se o Pedro tinha aguentado engolir todo aquele leitinho que ele gozava, porque o Otto sempre se gabava que gozava muito, jato forte, quantidade absurda. Ele só sorriu safado e saiu.
A noite foi ficando cada vez mais louca. Todo mundo já tinha chupado todo mundo, gozado na boca, na cara, na barriga. Quando a putaria deu uma acalmada, fomos nos ajeitar pra dormir. Não tinha quarto certo, era quem achasse cama primeiro.
Entrei num quarto escuro e deitei numa cama vazia. Logo depois vi movimento de gente procurando lugar, fecharam a porta e foram embora. Uns quinze minutos depois a porta abriu de novo. Era o Otto.
Perguntei se ele já tinha achado cama. Ele disse que não, que tava tudo lotado. E o desgraçado entrou com a cueca boxer cinza, pau meia-bomba marcando forte como sempre. Todo mundo zoava que o Otto nunca ficava mole de verdade.
Ele saiu. Eu não consegui dormir. Ficava imaginando ele sem camisa, o tanquinho suado, o volume na cueca, o cheiro de macho. Meu pau ficou duro pra caralho. Tive que me tocar. Bati uma embaixo do lençol pensando no pau dele na minha boca, gozei horrores, melou tudo. Levantei pra tomar banho.
No corredor o Renato me avisou que o Otto tava no último quarto com o Lucas e o Gabriel, os três ainda se pegando.
Entrei no banho. Mal comecei a me ensaboar, ouvi uma batida na porta. Era o Otto pedindo pra entrar porque tava apertado pra caralho pra mijar. Abri. Ele entrou e eu virei de costas pro chuveiro, deixando a bunda bem empinada, fingindo vergonha.
Ele comentou que ia se acabar naquela bundona, já balançando a pica grossa enquanto mijava. Eu provoquei dizendo que bêbado daquele jeito ele não aguentava nem meter o dedo. Ele terminou, deu uma sacudida lenta na pica, me olhou com cara de quem ia me comer ali mesmo e saiu.
Não aguentei. Bati outra ali no banho pensando naquele pauzão grosso, gozei de novo imaginando ele me arrombando.
Quando saí do banheiro, ele tava encostado na parede do corredor, me esperando. Perguntou se eu dormia no quarto dele comigo. Aceitei na hora.
Mal entramos no quarto e a porta fechou, o clima pegou fogo. A gente se agarrou forte. Beijo molhado, língua brigando, mão na nuca, corpo colado. O suor escorria. Meu pau babava tanto que melava a cueca dele. O pau do Otto tava duro como pedra, cutucando minha barriga.
Desci lambendo o pescoço, o peito, mordi os mamilos. Ele gemia alto, segurava minha cabeça e pedia pra eu chupar. Abaixei a cueca dele devagar e o pau saltou: grosso, veias marcadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, pelo na base, cheiro forte de macho quente.
Comecei devagar, só lambendo a cabeça, sentindo o gosto. Depois engoli fundo. Ele gemia feito louco, puxava meu cabelo, pedia pra engolir tudo.
Levei ele pra cama, mandei sentar na beirada. Fiquei de joelho entre as pernas, mamando com vontade, babando tudo, fazendo barulho. Ele se contorcia, empurrava mais fundo.
Depois levantou, olhos vermelhos de tesão, dizendo que precisava meter pra gozar. Eu tava louco pra levar a rola dele. Deitei de costas, pernas pra cima. Ele caiu de boca no meu saco, chupando, lambendo, depois foi pro cu, língua enfiando fundo, me deixando todo molhado.
Ele cuspiu, esfregou a cabeça no meu cu e foi entrando devagar. Cada centímetro era uma delícia. Quando entrou tudo, parou um segundo, gemendo que tava apertado pra caralho. Depois começou a socar, primeiro devagar, depois forte, virilha batendo na minha bunda, som molhado. Eu gemia alto, arranhava as costas dele. Ele falava sacanagem no meu ouvido, dizendo pra eu tomar a rola.
Quando anunciou que ia gozar, senti o pau pulsar dentro de mim. Ele gozou muito, quente, escorreu quando tirou.
Caímos de lado, ofegantes, nos beijando, gosto de suor e porra.
Mas eu ainda queria mais. Meu pau já tava duro de novo. Chupei ele outra vez, fiz voltar, peguei nas bolas, enfiei o dedo no cuzinho devagar. Ele relaxou, gemendo.
Coloquei ele de quatro. Lambi aquele rabo por um bom tempo, deixando bem babado. Ele rebolava, pedia mais. Entrei devagar, depois fui aumentando, socando forte, bola batendo na bunda. Ele gemia rouco, pedia pra eu meter mais, pra encher ele.
Meti até não aguentar mais. Segurei na cintura dele e gozei fundo, sentindo ele apertar enquanto eu gozava.
Caímos na cama, suados, melados, rindo baixo e nos beijando devagar.
Ele sussurrou que tinha sido a melhor noite da casa. Eu disse que não ia ser a última.
Dormimos embolados, com cheiro de sexo no ar e o cu dos dois ardendo de tanto dar e levar rola.


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Comentários


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rotta10 Comentou em 15/01/2026

Uaaaaalllll maravilha adorei e quero que você faça a mesma coisa comigo?!

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chaozinho Comentou em 15/01/2026

Demorou, mas você conseguiu a tão sonhada foda com o Otto. Cara que tesão gostoso eu senti lendo sobre essa foda deliciosa, safada, demorada onde os dois se comiam e se comeram.😍




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Ficha do conto

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Nome do conto:
SAFADEZA FIM DE ANO

Codigo do conto:
252136

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/01/2026

Quant.de Votos:
6

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