PARTE 15 – OS SEIOS DE JULIANA

PARTE 15 – OS SEIOS DE JULIANA

Continuando...

Ju: PAI... eu quero beber... de novo, deixa eu beber?

Heitor: E o que mais você quer?

Ju: Eu quero que me chupe no cuzinho também, e quero chupar suas bolas, se mandar eu vou chupar até esse pintão todinho

Heitor: Isso, quero ouvir isso de você... safada! Tira a roupa, quero que fique peladinha agora (Ela obedeceu, e já desceu uma das mãos na bucetinha)
_Não toca sua bucetinha, você não pode tocar ela sem a minha permissão, só pode tocar quando eu mandar, se sentir muita vontade você pede...

Ju: Sim Sr. - Essa era a resposta mais gostoso que eu podia ouvir naquele momento

Heitor: Vem me ajuda a tirar minha roupa... (Eu me sentei, e encostei minhas costas na cabeceira da cama) agora sobe em mim – Era a primeira vez que a gente estava totalmente pelado, e com total contato de um corpo no outro

Ju: Pai, toma cuidado, olha só - Ela apontou para o meu pau, roçando a barriga dela, ela estava literalmente com a buceta em cima das minhas bolas

Heitor: Xiiiu, caladinha, só confia em mim... disse que queria minha boca nos seus peitinhos, agora eu vou mamar eles, hoje vai aprender o que é se sentir uma mulher de verdade, vai se sentir usada, e vai gozar aqui, sentindo meu pau encostado no seu corpo – Ela lambeu as mãos e agarrou meu pau, eu ia repreender ela, mas gostei da atitude, então deixei ela sentindo ele, na maioria das vezes que ela agarrou meu pau assim com tesão ela não fazia movimentos de masturbação, ela acariciava, passava a ponto dos dedos em torno da cabeça, brincava com a babinha que saia, já eu devia estar igual um bobo olhando os peitos dela, fazendo carinho nos mamilos com a ponta dos dedos, acho que ela entendeu que também tinha que ser mais ativa as vezes, então disse;

Ju: Pode beijar eles pai, o quanto você quiser

Heitor: Então diz, diz que esses peitinhos são meus...

Ju: Esses peitos são seus, SÃO DO MEU PAI!

Era a primeira vez que aquela garota vivenciava esse tipo específico de carinho, aquela forma de contato ainda era nova para ela, e por isso tudo acontecia de maneira cuidadosa e atenta, o ambiente era tranquilo, sem pressa, e tanto eu quanto ela estávamos conscientes de que se tratava de uma descoberta para ela, não de uma ação automática

Eu me aproximei devagar, observando as reações dela antes de qualquer movimento, quando usei a boca para tocar os mamilos, o gesto foi contido e respeitoso, mais próximo de um contato exploratório do que de algo impulsivo, não havia força nem urgência, o toque era leve, eu não mordi muito menos suguei, queria deixar claro pra ela que meus lábios estavam acariciando aquela área do corpo dela que nem um outro homem tinha ousado tocar, pensado, quase como um teste para entender como o corpo dela reagiria àquela sensação inédita, eu não era a amiguinha dela sem experiencia em chupar e provocar, eu queria extrair ao máximo dessa experiencia com ela, depois de viver isso comigo eu queria ela implorando por mais

Para ela, a experiência trouxe uma mistura de surpresa e curiosidade, os mamilos são áreas sensíveis, e o estímulo que eu fazia gerou uma percepção diferente do que ela conhecia até então, sem contar que em comparação direta com a Monica, ela tinha muita, muita sensibilidade nos seios e pelo visto até aquele momento, mais sensibilidade ainda no biquinhos de cada peito, não se tratava apenas de uma sensação física, mas também de consciência corporal — perceber como uma parte do corpo, até então pouco explorada, respondia ao toque direto da boca de outra pessoa, e aquela pessoa sendo tão próxima como eu havia me tornado dela

Ao longo do tempo, ela foi se acostumando com o contato, a novidade deixava de causar estranhamento e dava lugar a uma sensação de confiança, construída pelo cuidado com que eu mantinha o gesto, eu ajustava a intensidade de acordo com as reações dela, respeitando limites e permitindo que aquela primeira experiência fosse compreendida, e não simplesmente vivida

O momento não era marcado por exageros ou dramatizações, era uma troca simples, baseada em atenção, consentimento e aprendizado mútuo, para ela, ficou a sensação de ter conhecido algo novo sobre o próprio corpo dentro de um espaço seguro, em que o carinho vinha antes de qualquer outra intenção, eu fiquei por mais de 10 minutos chupando delicadamente cada biquinho, alternando-os, escolhendo qual seria o meu preferido dali em diante, ela se movimentava e se esfregava em mim, dava para ver que ela estava ficando no limite, com o toque... da minha boca em seus mamilos

Ju: MEU DEUS DO CÉU, PAAAI, SE CONTINUAR ASSIM EU VOU GOZAR, CHUPA, CHUPA ELES, SÃO SEUS PAI, SOU SUA... AINNN...

A reação dela não foi imediata nem exagerada, no primeiro momento, me deixou surpreso, não pensei que ela podia gozar só com estímulos nos mamilos assim. O corpo respondeu antes mesmo que ela formulasse um pensamento claro sobre o que estava acontecendo, um leve enrijecimento dos ombros e uma respiração um pouco mais contida indicavam que aquela sensação era nova e inesperada, não era desconforto, mas um reflexo natural diante de algo que ela nunca havia experimentado daquela forma

Emocionalmente, a reação era marcada por curiosidade e consciência, ela não se sentia invadida, mas observadora de si mesma, a experiência despertava pensamentos simples, como a descoberta de uma sensibilidade que ela não costumava notar. Isso gerava uma sensação de vulnerabilidade leve, porém segura, sustentada pela confiança no próprio pai e pelo contexto de intimidade construída ao longo do relacionamento

Parei de chupar eles por um momento e ela voltou sua atenção para o meu rosto, subi um pouco beijando-a inteira e chupei o pescoço dela, fui beijando até perto da orelha e disse em tom de ordem;

Heitor: Goza pra mim, goza pro seu dono, pro seu pai... goza MINHA vagabunda! - Voltei a mamar eles, digo mamar, porque nessa altura eu já não estava mais controlando a mim mesmo, estava mamando como um homem faminto precisando de alívio, e quando minha boca voltou a ter contato com o biquinho do peito direito dela ela se derreteu em cima de mim, e eu estava decidido, era esse o meu favorito

Ela sentiu a sensação crescer de forma gradual, como um acúmulo silencioso de percepção e emoção, o corpo relaxou quase por completo, a respiração ficou mais profunda e, por alguns instantes, tudo pareceu se concentrar naquele contato simples, foi aí que pude perceber, já não notava sua mão segurando forte meu pinto, fui perceber que era um grande estimulo para ela quando senti que o orgasmo dela estava claro, pela forma que ela apertou ele, e se lambuzou com a lubrificação que insistia em sair sem parar, ela esfregava tão intensamente que seu clitóris que até esse momento só entrava em contanto com as minhas bolas, chegou a encostar no meu pinto, era o que faltava pra ela gozar, era puro prazer sexual, um ponto máximo de conforto e entrega, semelhante a um alívio intenso

Ju: AAAAAAAAAAAAAAAAIN, AIN... AIN – Era um orgasmo diferente, ela nem mesmo se comunicava como fez das outras vezes, acho que de fato seus seios eram seu segundo ponto G

Quando passou, restou uma calma profunda e a sensação de ter vivido algo novo de maneira segura e acolhedora, tive que segurá-la, seu corpo todo ficou mole, e ela ia cair em cima de mim na cama, então mesmo morrendo de vontade de ser o próximo a gozar e ter um orgasmo tão intenso assim, eu me mantive no controle e deitei ela, um orgasmo tão intenso assim leva tempo pra acontecer, e tempo pra voltar a ter consciência de tudo ao seu redor, a Ju não iria voltar ao normal imediatamente, eu precisava dar um tempo pra ela, a única reação que ela teve quando a gente voltou a ficar deitados nus foi me abraçar, senti que ela usou as últimas forças que tinha pra demostrar esse carinho e disse;

Ju: EU AMO VOCÊ PAI

Heitor: Eu também amo você minha filha!

Mesmo respondendo assim, tudo aquilo para mim não era suficiente ainda, eu precisava de mais, queria gozar, era como se a parte mais animalesca de mim estivesse gritando para enfiar meu pau na boca dela e fazer ela chupar, mesmo naquele momento em que ela estava tão entregue

Não resisti e voltei a chupar o biquinho do peito dela, eu sabia que estava sensível, mas talvez tenha sido o estímulo que faltava para ela procurar contato de novo com meu pau, ele estava ali, jogado em cima dela, babando, deixando a barriguinha dela toda lambuzada, o que nem a incomodava mais nessa altura da situação, ela não tinha o menor nojo mais de algo assim

Quando chupei o biquinho, os seios responderam de maneira automática, a pele ficou um pouco mais sensível ao contato, e os mamilos apresentaram um leve enrijecimento, era a coisa mais linda que eu podia ver naquele momento, os biquinhos tão pequenos crescendo e ficando durinhos, um reflexo comum causado pela estimulação direta e pela

Não era uma mudança exagerada, mas perceptível para quem estivesse atento: os seios pareciam ligeiramente mais elevados e reativos ao toque, como acontece quando o corpo responde a frio. Após algum tempo, à medida que o corpo relaxava, essa reação diminuía gradualmente, retornando ao estado habitual, ela foi voltando a lucides

Heitor: Tá na hora de beber seu leite quente e doce filha!

Ju: Eu quero pai, deixa eu tirar de você!

Ela se levantou e veio para o meio das minhas pernas, eu me sentei para ela ficar em uma posição mais confortável, deixei ela seguir e guiar a situação dessa vez, já tinha dado todo prazer possível para ela, e o pensamento de que não precisava fazer ela gozar novamente me trazia uma paz, nesse momento iria saber o quanto ela era agradecida em uma situação assim, iria saber se ela iria dar tudo que podia para me dar o máximo de prazer, conhecer cada detalhe dela de uma forma lenta e progressiva me deixava nas nuvens, a vida de todos nós acontece de uma forma tão automática, passamos por experiencias que não são tão marcantes na nossa adolescia, mas dessa vez não, eu queria fazer tudo da forma mais lenta possível, aprender cada detalhe dela, passar por cada situação com ela, por isso tentava a todo custo não pular nem uma etapa sexual com ela

Ela me segurou nas mãos, dessa vez com um objetivo, me fazer gozar, queria ver se eu já tinha rompido o limite do que fazia ela não tomar a iniciativa de ela mesma colocar a boca sem eu ordenar, ela masturbava com força meu pau, era nítido que ela não queria fazer a situação perdurar, mas também não tinha tanto conhecimento de como acelerar o processo

Heitor: Coloca sua boca nas bolas, chupa elas, quero sentir sua boca de novo

Ela se abaixou e começou a beijar elas, ela tinha aprendido coisas novas só olhando como eu chupei seus peitos, ela repetia os movimentos que eu acabara de fazer com ela, mas dessa vez eu estava do outro lado da situação, eu não ia aguentar muito tempo assim, ela esfregando e esfolando a cabeça do meu pau daquela forma e beijando e lambendo as bolas, alternando entre chupadas, aquela chupadinha que faz barulho de molhado, agora quem iria se derreter era eu, e iria lambuzar ela toda

Heitor: Ei filha, eu estou quase gozando, como você vai fazer para beber?

Ela tirou o rostinho do meio das minhas pernas e ficou olhando fixamente na cabeça do meu pau babando enquanto o movimento persistia, ela estava entrega a situação tanto quanto eu, ela encarava sem piscar, concentrada demais, forçando o foco até que os olhos pareciam lutar para permanecer alinhados, ela olhou com tanta intensidade que ficou até meio zarolha, estava burrinha olhando, e esperando para beber toda minha porra

Ju: Se você quiser eu vou enfiar ele na boca e deixar sair tudo, vou tentar engolir...

Heitor: Você quer? Quer colocar ele na boca?

Ju: Se o senhor mandar eu coloco pai...

Eu não ia mandar, mas não ia deixar de alimentar ela

Heitor: Abre a boca, coloca a língua para fora, vou te ajudar a pegar o máximo, não precisa acertar tudo na boca, pode deixar gozar no seu corpo também, agora pede, pede porra para mim!

Ju: Me dá sua porra pai, eu vou beber tudo, se me mandar eu coloco esse pintão na boca, chupo a cabeça todinha - Ela falava isso olhando para a cabeça e lambendo os próprios lábios, dava para ver que ela também estava no limite, mais cedo ou mais tarde ela iria chupar, mesmo sem receber minha ordem

Heitor: Toma sua recompensa então, abre a boca MINHA VAGABUNDA!

O meu corpo chegou a um ponto máximo de tensão por alguns instantes, seguido por contrações involuntárias e uma respiração irregular, em seguida, houve uma liberação rápida dessa tensão, joguei toda a porra na boca dela, acertei também seu queixo e os jatos mais fracos foram direto nos peitos dela, depois veio o meu momento de relaxamento profundo, deixando uma sensação de alívio

Pronto, eu estava mais leve, e mais uma vez ela buscava a porra nos lábios com a língua, veio e lambeu a cabeça do meu pau como se não fosse um movimento altamente sexual por parte dela

Heitor: Isso lambe, lambe tudo, você gosta né, já não consegue esconder... me diz ainda doce?

Ju: Tá sim, tá doce, tá morna, sua porra tá boa, gostosa, eu bebi tudo que foi na minha boca, mas você derramou, não foi culpa minha

Heitor: Não tem problema, você bebeu a maioria, e lambuzar seu corpo também é gostoso

Ju: Achei que tivesse que beber tudo, toda vez... eu posso usar seu banheiro pai?

Heitor: Podemos... vamos tomar banho juntos. Hoje você vai dormir junto comigo aqui!

A noite não tinha terminado, era a primeira vez que a gente ia tomar banho juntos, porém eu já não tinha muito mais energia para nada, então o que veio a seguir ao banho foi mais conversa, a gente ainda estava muito agitado e sem sono, acabamos conversando bastante

Foto 1 do Conto erotico: PARTE 15 – OS SEIOS DE JULIANA

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Comentários


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gatabisolteira Comentou em 16/01/2026

Muito bom! Votado! Beijinhos




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Ficha do conto

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Nome do conto:
PARTE 15 – OS SEIOS DE JULIANA

Codigo do conto:
252292

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/01/2026

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2

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