Christian, nervoso e envergonhado, mudava o peso de um pé para o outro, os olhos saltando entre sua mãe e a mulher sentada rigidamente no sofá. Clarissa, irmã de Andressa, tinha 40 anos e era linda, usando um vestido soltinho que realçava sua figura madura. Ela ajustou os óculos, seus cabelos louros e lisos presos em um coque frouxo na nuca. Ela sempre fora uma mulher severa, conhecida por suas rosas premiadas e sua desaprovação das crianças do bairro.
"De qualquer forma", continuou Andressa, "a Clarissa me pediu o favor de surrá-lo pessoalmente. Então, você vai pedir perdão a ela por pisotear suas flores enquanto jogava bola e depois vai se deitar em seu colo."
O rosto de Christian ficou profundamente corado pois a perspectiva de ficar nu na frente da tia era muito mais humilhante do que fora alguns anos antes. Ele realmente fora descuidado com sua bola de futebol ontem, mandando-a voar para o jardim impecável de Clarissa e esmagando várias de suas roseiras premiadas em sua pressa de recuperá-la.
Com dedos trêmulos, Christian começou a desabotoar a camisa, seus movimentos lentos e relutantes. Andressa observava sem comentários enquanto ele removia cada peça de roupa até ficar completamente nu diante delas, as mãos movendo-se instintivamente para se cobrir, uma nova e desconhecida consciência de seu corpo fazendo-o arder de vergonha.
"Mãos ao lado, Christian", instruiu Andressa. "E cumprimente a Clarissa adequadamente."
Christian aproximou-se da tia, os olhos fixos no padrão floral de seu vestido em vez de seu rosto. "Sinto muito por pisotear suas flores, titia", ele murmurou, a voz um pouco trêmula. "Não quis estragá-las."
Clarissa assentiu secamente. "Desculpa aceita, jovem. Mas ações têm consequências." Ela deu um tapinha em seu colo. "Vem cá, deita."
Christian posicionou-se desajeitadamente sobre seus joelhos, suas nádegas nuas expostas e vulneráveis. Ele podia sentir a textura macia do vestido dela contra seu pintinho e o frescor do ar ambiente em sua pele. Ao se acomodar na posição, uma sensação confusa e indesejada começou a se agitar em sua virilha, uma resposta traiçoeira ao atrito e à intimidade da posição.
Clarissa começou a surrá-lo com um ritmo constante, sua mão conectando-se à sua carne com palmadas afiadas que ecoavam na sala silenciosa. Christian apertou os olhos, determinado a não gritar. A surra continuou pelo que pareceu uma eternidade, cada palmada doendo mais que a última até que toda seu bumbum latejava com uma ardencia insuportavel. Com cada palmada, seu pintinho se esfregava contra o tecido macio do vestido da tia, e a ereção traiçoeira ficava mais pronunciada, preenchendo-o com uma tesão que superava a dor da própria surra.
"Você precisa aprender a respeitar a propriedade dos outros", disse Clarissa entre as palmadas. "Aquelas rosas levaram meses para cultivar."
"Sim, senhora", Christian conseguiu ofegar, a voz tensa e grossa de mortificação.
Andressa observava do outro lado da sala, sua expressão ilegível. Ela sempre acreditara na disciplina tradicional, e a disposição de Clarissa de administrá-la pessoalmente era um favor que ela apreciava.
Até que chegou um momento que Christian nao conseguiu se controlar mais e começou a ter um orgasmo e a ejacular em profusão. Para disfarçar o orgasmo ele começou a gritar entre as palmadas: "AAAIII.....AAAIII...AAAIII"
Finalmente, após o que pareceu uma eternidade, mas provavelmente foram apenas cinco minutos, Clarissa parou. "Agora sim", disse, ajudando Christian a se levantar. "Espero que tenha aprendido a lição."
Christian levantou-se rapidamente, tentando se manter de costas para as duas mulheres. Mas era tarde demais. Sua ereção era impossível de esconder, destacando-se rígida e óbvia de seu corpo. Ao se afastar, Clarissa olhou para seu colo e soltou um grito agudo.
"Oh meu Deus!" ela exclamou, sua voz cheia de choque. "Ele está de pinto duro!" Depois, olhando para o vestido, notou que estava toda esporrada. " Christian, seu moleque safado, veja o que você fez! me esporrou toda!"
Christian congelou, seu sangue virando gelo. Ele olhou para baixo e viu a evidência da traição de seu corpo - uma mancha leitosa e translúcida se espalhando no tecido do vestido de Clarissa e também em suas coxas. Lágrimas de vergonha escorreram por seu rosto enquanto ele estava lá, exposto e humilhado de uma maneira que nunca imaginara possível.
O rosto de Andressa endureceu. "Christian! Não consigo acreditar—"
Mas Clarissa a interrompeu, sua voz perigosamente quieta. "Não. Isso é inaceitável. que garoto safado!." Ela olhou da mancha em seu vestido para o rosto aterrorizado de Christian. "Isso exige uma lição adequada. Volte para o meu colo. Agora."
Os olhos de Christian se arregalaram em descrença. "Clarissa, por favor, eu—"
"Agora!" ela comandou, sua voz afiada o suficiente para fazê-lo sobressaltar.
Tremendo, Christian tropeçou de volta ao sofá e deitou-se novamente sobre seus joelhos. Desta vez, não havia confusão de excitação em seu corpo, apenas puro terror. Ele se preparou.
A mão de Clarissa desceu com uma força que o fez gritar. Esta surra não era nada como a primeira. Sua mão era como uma pá, cada palmada descia com um estalo que fazia todo o seu corpo saltar. A dor era ardente, muito pior do que antes, e ele não conseguia parar as lágrimas e soluços que escapavam dele.
"Você vai aprender a se controlar, jovem", disse ela, sua voz fria como gelo enquanto continuava a lascar palmadas sobre o bumbum já pegando fogo. "Você não vai se comportar como um safado na minha presença. Você não vai se esporrar de novo!"
Cada palavra era pontuada por outra palmada, mais forte que a anterior. Christian estava chorando abertamente agora, pedindo perdão, prometendo ser bom, mas Clarissa era implacável. Ela o surrou até que ele estivesse com o bumbum todo roxo, parecendo estar em chamas.
Quando finalmente parou, ela exclamou com um sorriso triunfante: "Levante-se", ordenou.
Christian lutou para se levantar, o rosto inchado de chorar, o corpo tremendo. Sua ereção há muito havia desaparecido, substituída por nada além de dor e humilhação.
"Aonde está aquele pinto duro? Ficou mole com a surra, nao foi? Agora saia da minha vista", disse Clarissa, levantando-se e examinando seu vestido para ver se nao tinha mais porra. "E não me deixe pegá-lo perto do meu jardim novamente."
Christian não precisou que lhe dissessem duas vezes. Ele fugiu da sala, nem se preocupando em juntar suas roupas, e bateu a porta do seu quarto, desmoronando-se na cama em uma tempestade de lágrimas e autocompaixão.
Na sala de estar, Clarissa ainda estava olhando para seu vestido com horror. "Bem, eu nunca! A absolute ousadia desse garoto! Na idade dele!"
Andressa suspirou, passando a mão pelos cabelos. "Sinto muito, Clarissa. Ele está nessa idade difícil. Vou garantir que o vestido seja limpo profissionalmente, é claro."
Clarissa levantou-se, segurando cuidadosamente a parte suja de seu vestido longe dela. "Veja que faz. E talvez no futuro, você encontre uma maneira diferente de discipliná-lo. Isso dificilmente é apropriado."
Depois que Clarissa saiu, Andressa foi à porta de Christian e bateu suavemente. "Christian? Precisamos conversar."
Mas não houve resposta, apenas o som de soluços abafados. Ela sabia que era uma conversa que teriam que ter eventualmente, mas por enquanto, ela decidiu deixá-lo ter sua privacidade. Criar um garoto estava se provando muito mais complicado do que ela havia antecipado.
Naquela noite, o jantar foi silencioso e tenso. Christian desceu apenas quando sua mãe o chamou, vestindo um pijama de flanela que parecia duas vezes maior do que ele. Ele se sentou à mesa, evitando o contato visual, e empurrou a comida pelo prato sem apetite.
"Christian," disse Andressa finalmente, quebrando o silêncio pesado. "Precisamos conversar sobre o que aconteceu hoje."
Christian encolheu os ombros, seu rosto ficando vermelho novamente. "Não há o que conversar."
"Há sim," insistiu sua mãe, sua voz suave, mas firme. "O que aconteceu com seu corpo... é normal para um menino da sua idade. É parte de crescer."
"E a tia Clarissa? Ela ficou chateda comigo?"
"Clarissa está chateada, sim," admitiu Andressa. "Mas ela não odeia você. Ela apenas não entende. E o que ela fez... bem, talvez ela tenha sido muito dura."
Christian olhou para sua mãe, surpreso. Ele esperava que ela o defendesse, mas não esperava ouvi-la admitir que Clarissa estivera errada.
"Mas isso não muda o fato de que você pisoteou as flores dela," continuou sua mãe. "E você precisa se desculpar novamente. Apropriadamente."
Christian suspirou, enxugando os olhos com as costas da mão. "Eu sei."
"No dia seguinte," disse Andressa. "Você irá até a casa dela e se desculpará. E você se oferecerá para ajudar a cuidar do jardim dela como compensação."
Christian assentiu lentamente. "Tudo bem."
Na manhã seguinte, Christian se arrastou até a casa de Clarissa, seu coração batendo forte em seu peito. Ele bateu na porta, suas mãos suando. Clarissa abriu a porta, sua expressão fria quando viu quem era.
"O que você quer?"
"Minha mãe... ela pediu que eu me desculpesse de novo com a senhora," disse Christian, baixando a cabeça. Ele fez uma pausa, respirando fundo antes de continuar. "Mas o que eu quero mesmo é apanhar de novo da senhora."
Clarissa fez uma expressão de surpresa, mas em seguida abriu um sorriso que iluminou o ambiente. "Mas é claro, meu querido, você merece outra surra. Tire toda a roupa e deite aqui no colo da titia."
Christian não hesitou. Ele se despiu rapidamente, deixando suas roupas em uma pilha no chão, e deitou-se de bruços, peladinho, no colo de Clarissa. Suas nádegas estavam roxas das duas surras que levara no dia anterior, uma visão de punição passada.
Clarissa começou a surrá-lo com uma força ainda maior do que da vez anterior. Cada palmada era como um raio, fazendo Christian gritar de dor. As lágrimas escorriam por seu rosto, mas ele não pedia para parar. A dor era intensa, mas havia algo nela que ele ansiava, uma liberação que ele não conseguia explicar.
"Você pode se soltar meu querido, eu não vou mais ficar zangada", disse ela, sua voz agora amorosa, enquanto continuava a lascar palmadas sobre o bumbum de Christian. Já morrendo de tesão enquanto apanhava, com o pinto completamente duro, Christian teve um orgasmo mais forte do que o do dia anterior e começou a se esporrar no colo da tia.
Quando finalmente parou, ela viu o pinto duro de Christian, suas coxas todas esporrada, e abriu o maior sorriso. Christian por sua vez estava sorrindo entre as lágrimas, mostrando seu pênis com uma tremenda ereção. Clarissa enão disse: "Christian, sempre que você quiser apanhar de novo é só vir aqui e pedir pra mim. Mas primeiro espere seu bumbum ficar bom porque agora está todo roxo!"

