Sempre nos falávamos por ali, conversas banais sobre o clima, mas meus olhos sempre faziam o mesmo trajeto: ele costumava circular de sunga branca, e a peça não deixava nada para a imaginação. Mesmo em repouso, o volume ali era algo que me tirava o fôlego. Eu o desejava com uma intensidade que chegava a doer, imaginando como seria sentir aquele calor de perto.
Naquela tarde, eu estava no quintal tentando alcançar uns cocos, quando ouvi a voz grave dele vindo do muro. — “Pula para cá e pega no meu coqueiro”, ele soltou com uma risadinha maliciosa. “Acho que te falta algo para alcançar esses aí.”
Pulei o muro na hora, o coração batendo na garganta. — “Verdade, vizinho... Seus netinhos não vieram neste verão?” — “Vieram sim. Mas minha esposa foi com eles ao centro de Araruama agora à tarde”, ele explicou. — “Que coincidência... a minha também foi com as meninas para lá agorinha.” — “Eu sei”, ele disse, com um olhar fixo que me atravessou. “Elas se encontraram lá no centro. Estão tomando café juntas enquanto a gente toma conta das casas.”
O ar ficou pesado. A constatação era óbvia: estávamos sozinhos. Ou quase. — “Então somos só eu e você aqui...”, comentei, já imaginando o que viria a seguir. — “Quase. Meu filho também está”, ele rebateu.
A frase caiu como um balde de água fria nas minhas intenções, mas antes que eu pudesse recuar, ele deu um passo à frente, quebrando qualquer protocolo. — “Fica tranquilo”, ele interrompeu, a voz baixinha e firme. “Eu te chamei porque há tempos sei que você me olha. E o meu filho... bom, ele também curte meter num cuzinho. Topa?”
Minha resposta saiu antes mesmo que meu cérebro processasse o choque: — “Agora!”
Mal a porta se fechou, senti a barba de Antônio roçar meu pescoço e as mãos de César, seu filho, tocar meu cuzinho, que piscava de tesão. Fiquei totalmente nu diante deles, ajoelhei e mamei os dois ao mesmo tempo. — “Nossa pai, ele mama direitinho!” — exclamou César. — “Esse viadinho vai ter o que merece hoje, filho”, sentenciou Antônio.
A disputa entre eles começou. “Vou comer ele primeiro, filho! Aqui quem manda sou eu, vou meter!”. Eu, entre os dois gigantes, soltei: “Caralho, vocês são dois cavalos! Vou virar um poço depois de dar para vocês!”. Antônio riu: “Poço você vai virar depois da dupla penetração. Eu e meu filho somos profissionais na arte de comer cu.”
Antônio apontou o pau no meu cuzinho e empurrou. Podia sentir cada um dos 22 centímetros. “Delícia, vizinho, não para! Enfia tudo!”. Ele socava até a base encostar em mim, sem deixar um milímetro de fora. Logo, ele deu a ordem: “Venha agora, filho! É hora da dupla!”.
Me sentei em Antônio enquanto César forçava o pau dele para me completar. Foi uma explosão de dor e prazer; gozei a primeira vez ali mesmo, sem mãos. — “O viadinho gozou, pai!” — “Foda-se! Eu e você não gozamos ainda. Vai continuar levando vara!”
César acelerou: “Pai, vou gozar!”. Antônio respondeu: “Eu também!”. César tirou o pau e o líquido maravilhoso escorreu do meu cuzinho. Puxei César pela nuca: “Põe na minha boca, por favor...”. Enquanto eu limpava o filho, Antônio me colocou de quatro no sofá e socou com força bruta até o limite. Eu já estava na minha segunda gozada, em pleno delírio.
— “Toma, viadinho, bebe meu leite todinho!”
Antônio explodiu em jatos quentes na minha boca e eu engoli tudo. Ficamos ali, ofegantes, sabendo que em pouco tempo nossas esposas chegariam do café, sem imaginar que a verdadeira "reunião de vizinhos" tinha sido um massacre de prazer.





Maravilha adorei
Muito bom, bem sex o texto. E você dá gostoso, como já provei.