Festinha com a esposa na hora do almoço. Desconhecido fodeu nós dois
Olá amigos. Os dias têm sido agitados por aqui. Semanas puxadas por conta do trabalho, meu e de Maria, minha esposa. Resolvemos ir almoçar fora ontem, domingo. Como fazemos de vez em quanto, fomos almoçar num lugar chamado Lago da Serra, fica numa cidade vizinha, a 30 minutos de onde moramos. Eu de bermuda e camiseta, ela com um vestido largo que a deixa bem a vontade. Esse local fica à beira de uma represa, com muita área verde, quiosques espalhados por todo local, música ao vivo, piscina, chalés pra viajantes que desejam pernoitar, ou seja, muito agradável de passar o dia ou apenas beber e comer. Como o dia estava chuvoso ficamos apenas nas mesas que ficam na área coberta do local, muita gente por ali. Pedimos um prato de tilapia frita e uma cerveja como tira-gosto antes do almoço propriamente dito. Sentamos lado a lado, aproveitando a vista do lugar. Algumas crianças se aproveitando da piscina, um pessoal na represa passeando de jet-ski. Nos comportamos como um casal, carinhos e beijinhos pra cá e pra lá, sabem como é. Na mesa em frente à nossa, sentou-se um homem de meia idade, por volta de uns 50 anos. Pediu uma cerveja e ficou na dele por um certo tempo. Vestia um shorts curto e uma camiseta branca sem estampa bem colada ao corpo. Alto, barba bem feita, cabelos aparados, porte elegante, corpo esbelto. Logo me chamou a atenção a grossura das suas coxas. Ao sentar deixou escapar pela lateral interna do shorts a cabeça da sua pica, pelo jeito não usava cueca. Aquela cena mexeu comigo e eu fiquei meio inquieto, não conseguindo desviar o olhar. Não demorou e minha esposa também olhou pra debaixo da mesa e teve a mesma visão que eu. Ela remexeu na cadeira e sussurrou no meu ouvido perguntando se eu estava vendo o mesmo que ela. Eu respondi que sim. No minuto seguinte, o homem olhou fixamente pra nós, gelamos. Encarou os seios dela e sorriu de um jeito bem maroto. Minha esposa bem safada levantou um pouco o vestido e abriu as pernas. O homem abaixou o olhar, arregalou os olhos e lambeu os lábios. Vi que o cacete dele começou a ficar duro e saltou pra fora do shorts. Minha boca se encheu de água e eu já não conseguia prestar atenção no que acontecia com a minha esposa. Só percebi que ela apertou forte a minha mão e mordeu o canto da boca, seu rosto ficou vermelho. Ela olhava para o rosto do homem, eu pra rola dele e ele pras pernas abertas de minha esposa. Deu pra ver ele pegar um guardanapo, pedir uma caneta ao garoto que o servia, escreveu algo, pagou a cerveja, se levantou e veio ao nosso encontro. Entregou o guardanapo nas mãos da minha esposa e saiu. "Estou no chalé 5, espero vocês, não demorem". Olhei pra ela e pensei naquele volume no shorts dele. - Vamos ou não? Perguntei Ela, ainda com o rosto vermelho, mãos suadas, respondeu: - Hummm, ele é bem bonito, me deixou molhadinha, acho que devemos ir. - Vi o cacete dele endurecendo quando olhava pra suas pernas abertas, vc mexeu com ele tbm. Pode rolar, vamos lá, não custa nada. - Chegamos, batemos na porta. Ele abriu e estava só de shorts. Nós puxou com força pra dentro. Lascou um beijo de língua nela. - Você está sem calcinha putinha, vi sua buceta toda arreganhada pedindo minha rola, sua safada. Quero te fuder com o corninho aí olhando. Depois cuido dele. Eu não sabia que ela tinha ido sem calcinha, mas de qualquer forma, ia ver ela sendo fudida e ao mesmo tempo ia sobrar rola pra mim. Tirou o vestido dela, jogou-se sobre a cama do chalé e pediu pra ela mamar o cacete dele e engulir até a garganta. Ela beijou o seu pescoço e foi descendo lambendo o seu peito, mordeu os seus mamilos e a cena foi ficando cada vez mais interessante. Sua pica foi ficando casa vez mais dura e um líquido foi escorrendo da cabeça roseada, minha esposa lambeu e engoliu, primeiro a cabeça, depois a pica toda, fez cara de safada, dando aprovação pelo gosto e o prazer que sentia. A putinha tinha saído sem calcinha, depois vou fuder o cuzinho dela só pra castigar. Kkkk Fiquei ao lado da cama, com o pau na mão batendo uma punheta. - Quando será minha vez, pensei. Chupo melhor que ela! -Vem corninho me chupar tbm, divide com essa puta minha rola, implorou o macho alfa. - passei a Língua na cabeça, lambi o saco. - Lambe meu cu, enfia a língua lá, pediu pra mim. Ela mamando a rola, eu enfiando a língua no cu daquele macho. Nada poderia estar melhor. - Agora você vai ver ela sentar num pau de verdade. Sentou na cama e puxou-a sobre o seu corpo. Pude ver sua buceta se esfregando em suas coxas grossas e se encaixando, de forma que o cacete entrou de uma vez, até as bolas. Ela gritou de prazer e começou a rebolar o quadril, quicou feito louca e gozou como uma puta. - Sobrou pouco pra vc corninho viado, mas vou dar porra quente pra beber. Vem mamar, vem. Sente o gosto da buceta dela na linha rola. Me coloquei de joelhos e ele ficou em pé. Chupei e senti toda a delícia daquela rola. Ele enfim gozou dentro da minha boca. Minha esposa correu e me beijou dividindo comigo aquele líquido precioso. No fim de tudo foi que nós apresentamos. Victor é o o nome dele, trocamos telefones e fomos almoçar A essa hora estávamos mortos de fome, porém saciados de putaria e tesao.
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