Olá amigos. É difícil vcs sentirem tudo o que se passou apenas pelo escrito aqui. Vou tentar transmitir, em palavras escritas, o que rolou nessa putaria gostosa com o Valter.
Valter, como sabem, é o cara que sempre vem me foder, semana sim, semana não. Pedreiro, meio bruto, tanto é que minha esposa não quer fazer sexo a 3 com ele. Achou ele muito bruto, mas não se importa que eu continue dando o cu pra ele, mesmo que seja na nossa cama lá do sitio.
Fiquei pelo menos um mês sem ser fodido por ele, pois estava em viagem de férias lá por sampa, onde não rolou nada. Tanto eu quanto Valter estávamos sem meter e cheios de vontade.
Nem bem seguei de viagem e já recebo a seguinte mensagem: -Quero meter em vc hoje e agora, estou indo pro nosso lugar de sempre. Hoje estou com tempo, vai ser uma hora, só de rola enfiada no seu cuzinho.
Eu não tinha esse tempo todo, mas dava pra matar a vontade e o tesao, então fui.
Foi na manhã de ontem, 27 de janeiro.
Cheguei primeiro e esperei ansioso e pensando em tudo o que podia fazer pra deixá-lo saciado.
Tomei um banho rapidinho, só me cobri com a toalha e logo ele bateu na porta. Minhas pernas tremeram e meu corpo ficou todo arrepiado. Senti tudo o que uma putinha sente quando sabe que vai ser arrombado pelo amante.
Valter entrou bastante animado ao me ver só de toalha, tirou sua roupa e se jogou nu, no sofá da sala.
- Vem cá minha puta é me faz feliz, como só você sabe.
Isso é verdade. Sou muito puta e safada. Eu sei deixar um macho louco e todo pronto pro coito, ainda mais quando a química é forte.
Eu e Valter temos uma química do caralho. Quando nos tocamos, nossos corpos ficam arrepiados. Os cacetes ficam durissimos e cada um sabe muito bem o que fazer. Nem com nossas mulheres é assim.
Comecei beijando e mordendo os bicos dos mamilos dele e passando a mão no seu cacete.
Passando levemente a mão por sua bolas, o saco todo arrepiado. Fui descendo a boca por sua barriga bem devagar e seus gemidos só afirmaram que estava gostando, então continuei.
Como se estivesse morrendo de fome, abocanhei sua rola é mamei com toda experiência que adquiri em todo esse tempo de safada, e são muitos anos. Se tem algo que eu sei fazer bem é um bom boquete. Ainda mais com o Valter, e sei que eu serei recompensado.
Ergui suas pernas e enfiei a língua no seu cuzinho, ele adora um beijo grego, o que fez o seu cacete inflar e crescer ainda mais e ficar durissimo.
Enfiei sua rola na minha boca e chupei como nunca. Cuspi no seu cacete e deixei bem babado. Fomos para o quarto e deitamos na cama. Encapei sua rola com uma camisinha, virei de lado e mandei ele enfiar seu cacete, mas devagar, fazia um mês que não dava. Ele abriu meu rabo com as mãos e cuspiu na entrada do meu cu. Enfiou seu cacete devagar até estar todo dentro do meu rabo, depois foi uma loucura, bombou com força e sem dó. Não reclamei pois já estava acostumado com a sua brutalidade. Me fodeu com gosto e com gana mesmo.
- Minha esposa não me dá o cu, então desconto em vc. Falou ofegante.
- Então me arromba seu puto, pedi sem sentir dor, só prazer intenso.
Me colocou de quatro, depois de frango assado. Pediu pra eu deitar de bruços, deitou-se sobre mim e atolou com força, jogou todo o seu corpo sobre o meu é se esfregou gostosamente sobre as minhas costas. No meu ouvido gemia palavras de putaria, me deixando completamente entregue.
Eu aguentei por uns 30 minutos, mas como eu não podia ficar muito pedi pra ele gozar dentro do meu cu, já todo arrombado nessa hora.
Encheu meu rabo de porra. Tirei a camisinha e derramei toda a gala dentro da minha boca. Afinal de contas, não podia sair de lá sem minha recompensa: o cu arrombado e o leitinho do meu macho delícia dentro da minha boca.
Até agora estou em êxtase. Logo vamos repetir.