Olá queridos! No relato anterior deixei no ar minha história com minha cunhada Fran, esposa do meu irmão João. Sempre tive desejos sexuais com minhas cunhadas, isso desde adolescente. Das três que eu tive, a Fran foi a que me deu mole e tivemos algumas experiências bem gostosas, sem contar o muito que ela me ensinou nessa área da safadeza e putaria, pois era safada e gostava de uma putaria. Cearense, estava a pouco tempo em SP, logo conheceu meu irmão e se casaram, ficaram morando na mesma rua que eu, numa casa a poucos metros que a nossa. Eu, moleque na época, ainda virgem, me acabava na punheta pensando nas minhas cunhadas, sobretudo na Fran, a mais gostosa delas. Sempre demonstrou gostar muito de mim, me dava presentes, fazia agrados cozinhando o que eu gostava de comer, mas o melhor aconteceu uns dois meses depois que casaram. Meu irmão começou a trabalhar a noite como vigia de um banco no Centro de SP, Fran tinha medo de dormir sozinha e pediu pra minha mãe deixar eu dormir na casa deles por algumas noites, até ela se acostumar. Minha mãe deixou e lá ia eu dormir na casa aonde ela é meu irmão moravam. Eu chegava lá e já tinha um colchão no chão da sala todo arrumado pra eu dormir. Minha cunhada usando uma camisola transparente deixando seu corpo visível através da seda. Calcinha marcando o bumbum e o bico dos seios, e que seios, querendo saltar pra fora. Sempre tinha alguma coisa gostosa pra eu comer, um bolo ou pudim que eu amo de paixão. Não demorava e ela ia pro quarto deitar e eu ficava na sala, com meus pensamentos viajando no corpo maravilhoso da minha cunhada. Lógico que meu cacete já endurecia e eu tinha que ir até o banheiro me aliviar. Era mais uma punheta pra conta. Depois de algum tempo, eu percebi que ela deixava, de propósito, a porta do quarto aberta. A tentação foi grande demais e não demorou pra eu levantar de madrugada e ir espiar. Ela deitada de bruços, a camisola no meio do bumbum e a calcinha atolada no rabo. As suas coxas grossas ficavam ressaltadas. Eu me masturbava ali mesmo em pé, gosava na minha mão e ia correndo pro banheiro. Uma noite fui até a porta do quarto e ela estava de camisola preta, só que não usava calcinha, estava de barriga pra cima, com as pernas abertas, e eu fiquei maluco, coração disparou, as mãos suaram frio. Minha reação foi a de correr pro meu colchão e ficar quietinho lá tentando dormir. Na manhã seguinte eu já ia embora pra minha casa, ela me chamou e disse que fez de propósito, ficou sem calcinha porque sabia que eu a espiava. Aquilo também despertou nela uma vontade estranha. Pediu pra eu não contar pra ninguém, o sigilo seria a porta pra experiências maravilhosas, vou te ensinar coisas que você não sabe, mas você tem que ficar de bico calado. Na época eu já era bem safado, via com frequência revista pornografica, já não virgem no meu cuzinho, pois meu primo já tinha me comido umas duas vezes. Eu até já me via como um viadinho, não conhecia o termo bissexual. O dia demorou a passar, fui pra escola ansioso, não comi direito. Esperei a noite chegar e fui pra casa da Fran correndo feito um desesperado. Tinha pudim na geladeira, porém notei que o colchão não estava estendido no chão da sala, fiquei meio apreensivo. Fran perguntou se comi o pudim, pediu pra eu ir até o seu quarto. Hoje você vai dormir aqui comigo. Quando ela disse isso, eu tremi de cima abaixo, porém meus olhos brilharam. O que é pra fazer Fran? Você vai fazer tudinho o que eu mandar. Ok, concordei de imediato. Ela estava de camisola vermelha, uma calcinha branca e dava pra ver que era fio dental. Você vê revista pornografica? Perguntou. Não pude negar. Vamos fazer o que você viu. O que mais gosta de ver nessas revistas, me diga. As mulheres chupando o cacete dos caras, respondi. Então tira a roupa e deita aqui, pediu carinhosamente. Com um pouco de vergonha, me despi e deitei ao lado dela na cama. Ela me deu um beijo na boca e foi descendo lentamente. Deu modinhas nos bicos das minhas tetas e continuou descendo. Meu cacete já estava durissimo e escorrendo mel pela cabeça. Menino, você é tão novo e já tem a rola grossa desse jeito, acho que vou me apaixonar por essa pica. Deu um sorriso maroto e abocanhou de uma vez, engolindo até a garganta. Quando ela começou a mamar feito uma bezerra, eu não aguentei e gozei no fundo de sua garganta. Depois fiquei envergonhado por ter gozado tão rápido, pedi desculpas. Não tem problema, é assim mesmo, com o tempo você aprende a segurar o gozo. Vamos ter momentos maravilhosos, pode acreditar. Assim ela me consolou. Assim começou minha história com minha cunhada. Dormimos caladinho naquela noite. Pela manhã, quando eu ia embora, ela me segurou pelo braço e soltou a seguinte frase: Sigilo é o segredo para os maiores prazeres na cama. Foi assim que começou e foi assim até eu me casar aos 29 anos. Rolou muita sacanagem com a Fran, minha cunhada deliciosa.
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