Chegou e logo perguntou por ela, está no Trabalho, respondi e pra provocar, tirei a toalha e mostrei a calcinha vermelha enterrada no meu rabo.
Seu puto, vou te foder como se estivesse fodendo ela. Caralho, sabe que sou louco pra foder ela de novo. Tudo bem, hoje quero seu cuzinho que eu tbm amo.
Chegou suado da obra, mas logo começou a me dar tapas na bunda, colocou a calcinha de lado e enfiou a língua no meu cu, cuspiu a lambeu como se fosse uma buceta.
Enfiou um dedo da mão, depois dois, eu gemi de prazer. Dedos grossos de pedreiro.
Quando botou o terceiro senti meu cu rasgando, só consegui gritar, mas não era de dor, sim de um prazer inexplicável, fiquei imaginando se conseguiria engolir a mão inteira.
Hoje ele estava com uma vontade insana, pelo que me disse, sua esposa estava fazendo greve de sexo, ia descontar em mim. Amei!
O safado parou com os dedos e me jogou de quatro na cama, enfiou sem dó sua pica até as bolas, entrou tudo de uma vez, deitou seu corpo sobre o meu e mexia só o quadril.
Começou a morder meu pescoço e minhas costas e não parou de tirar e enfiar o cacete no meu cu.
Virou meu corpo, me colocando de frango assado, de lado, de todo jeito, como sempre faz.
Por último pediu pra eu tirar a calcinha vermelha e cair de boca na sua pica. Fiz com prazer, pois adoro mamar uma rola.
A mamadeira estava cheia, senti que ia me saciar da porra quente do Valter. Abriu a calcinha e jorrou seu gozo sobre ela.
A calcinha ficou bem melada. Ele então esfregou com gosto na minha cara e pediu pra eu lamber. Lambi, mordi, enfiei toda na minha boca e chupei tentando aproveitar o que podia daquela porra deliciosa que eu tanto amo.
Estou aqui todo dolorido, mas satisfeita, contando pra vocês o que aconteceu. Caralho, que felicidade!