Eu não sei vocês, mas a cada dia que passa eu vou ficando mais tarado por cacete. Quero todos, seja branco, rosado ou negro. Ah, os negros são fantásticos. Não se passou nem dez dias da minha experiência com minha esposa, sua prima e meu comedor fixo ( conto anterior), recebi uma mensagem no meu zap do Rodrigo: olá sumido? tá me devendo um boquete, lembra? Rodrigo (nome fictício) trabalha num hospital próximo daqui e havia me indicado um remédio pra alergia e eu disse que pagaria o favor com um boquete. Tinha saído com ele uma vez só, foi uma foda inesquecível e tínhamos combinado de repetir, só não tinha tido a oportunidade certa. Pois bem, na sexta passada minha esposa precisou ir a BH fazer compras e ia ficar por lá o dia inteiro e o zap do Rodrigo veio no momento certo. Rodrigo, um negro com o corpo bem definido, músculos de academia, estatura mediana, pernas torneadas, entre essas pernas uma pica de uns 18 cms, macia, cabeça bem roliça. Marcamos às 15 hrs no sítio aonde ele mora, pois ele estava de folga e sozinho em casa. Fui já com o coração acelerado imaginando tudo o que ia rolar. Rodrigo, de todos os caras que me foderam e fodem é o único que meche comigo de uma forma diferente. Posso dizer que sou apaixonado por esse cara e, se um dia deixasse minha esposa seria por esse macho delícia, pensem num comedor maravilhoso, em todos os sentidos. Quando o vi meus olhos já brilharam e fiquei todo arrepiado. Um abraço apertado e beijo de te deixar mole da cabeça aos pés. Sem muitas palavras, nos jogamos na cama. Rodrigo estava só de cueca que ressaltava seu cacete. Seu corpo exalava um perfume de banho recém tomado. Eu, já nu, fui beijando seu pescoço e descendo minha boca pelo seu peitoral e por sua barriga. Tirei sua cueca com os dentes e abocanhei sua rola que terminou de enricesser dentro da minha boca. Essa sensação do pau enricesssendo dentro da boca e maravilhosa, não é mesmo mamadores? Então vocês sabem como me senti. Comecei a pagar o boquete que eu devia de uma maneira frenética, engolia tudo até engasgar, cuspia na rola, engolia as bolas, passava a língua no cuzinho dele, que gemia de prazer. Rodrigo dava tapas na minha cara e na minha bunda, arranhava minhas costas, gemia e gritava dizendo que estava uma delícia e que era pra eu não parar. Ficamos assim por um longo tempo. Então ele me colocou de bruços sobre a cama, abriu minha bunda, melou meu cu de cuspe, deu um beijo grego e ouviu de mim um "Eu adoro sentir dorzinha de dar meu cu pra vc, eu te amo meu macho". Ele foi enfiando, primeiro os dedos da mão. Enfiou um, dois, três. Passou a cabeça da rola na entrada do meu cu, se deitou sobre mim e enfiou, sem dó, os seus 18 cms, tudo de uma vez. É a dor mais gostosa de se ter. Só consegui gemer alto de prazer e gozo, arrebitei minha bunda, mordi o lençol da cama e deixei ele fazer o resto. Foi um vai e vem frenético, mudando de posição: frango assado, de lado, de quatro. Eu sentava em cima, cavalgando. Ele gritou que ia gozar, daí eu pedi que queria na boca e ele me serviu o leite mais delicioso desse mundo, que eu engoli com gosto. Lambi o resto, deixando o pau dele limpinho. Exaustos, fomos tomar um banho juntos, entre beijos e um passando o sabonete no corpo do outro.
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