Quando o Felipe chegou, foi um choque. Ele era alto, barba bem feita, perfume forte... Minha buceta encharcou na hora. Eu conhecia a Patrícia há uns três anos e nunca tinha visto o Felipe na vida. Mas o que realmente importa é que, naquela época, todo mundo frequentava lan houses. Era o início das redes sociais, Orkut, MSN... Eu costumava postar fotos nos fins de semana e conversar com minhas irmãs em Porto Alegre.
Certa vez, eu estava na lan house e me deparei com o Felipe lá. Ele me cumprimentou, e os outros rapazes que estavam com ele ficaram todos ouriçados. Apesar da idade, eu sou uma galega bonita, seios fartos, bunda grande e firme, de deixar qualquer homem doido. Eles tentaram pegar meu número, cantadas baratas e tal, mas quem me chamava atenção era o Felipe: rapaz posturado, educado, não era emocionado.
Depois de algumas semanas se esbarrando, aquilo foi me consumindo. Então, mandei uma solicitação de amizade pra ele no Orkut. Ele aceitou na hora, não só aceitou como já mandou mensagem.
" Oi, Samara. Tudo bem? Vi você na lan house outro dia. Legal te encontrar por aqui."
Meu coração acelerou. Eu, com 39 anos, me sentindo como uma adolescente. Mas eu tinha medo, muito medo. Medo de me envolver com o filho da minha amiga, medo de ser julgada, medo de me machucar de novo. Ainda assim, respondi, tentando ser sedutora, mas com as mãos tremendo no teclado.
" Oi, Felipe. Tudo ótimo. Você é mais bonito pessoalmente do que nas fotos. O que anda fazendo online?"
Ele riu com um emoji. " Rsrs, obrigado. Nada demais, jogando um pouco, conversando. E você? Sempre tão elegante."
Começamos a trocar mensagens todos os dias. Eu quebrava a postura dele aos poucos, com piadinhas leves, elogios que o deixavam sem graça. "Você tem um sorriso que ilumina a tela, sabia?" Ele respondia tímido: "Ah, para com isso, Samara. Você que é linda." Mas eu via que ele estava cedendo, respondendo mais rápido, mandando fotos dele sem camisa "acidentalmente".
Eu comecei a frequentar mais a lan house, fingindo que precisava checar e-mails, mas na verdade era pra vê-lo. Uma noite, era madrugadão – aquelas promoções de horas mais baratas durante a madrugada, o lugar quase vazio, só uns gatos pingados jogando. Eu me sentei do lado dele, o ar condicionado gelado contrastando com o calor que subia entre nós.
" Oi, bonitão. Veio jogar ou veio me ver?" Eu disse, inclinando-me pra perto, meu decote generoso quase encostando no braço dele. Meu coração batia forte, medo de rejeição, mas eu queria dominar aquilo.
Ele corou, mas sorriu. " Um pouco dos dois. Você tá linda hoje."
Começamos um jogo de sedução ali mesmo. Eu tocava no braço dele "sem querer", ria das piadas dele, e aos poucos, via a postura dele se quebrando. "Me conta, Felipe, o que você faria se eu te beijasse agora?" Eu sussurrei, os olhos nos olhos dele.
Ele gaguejou: " Eu... eu não sei. Mas acho que ia gostar."
O lugar estava escuro, as cabines separadas por divisórias finas. Eu me levantei, puxei ele pra dentro da minha cabine. "Vem cá, então." Meu medo era imenso – e se alguém visse? E se a Patrícia soubesse? Mas o desejo venceu. Eu o empurrei contra a cadeira, ajoelhei entre as pernas dele, e desabotoei a calça devagar. "Shhh, fica quietinho."
Ele gemeu baixo quando eu o peguei na boca. Chupei devagar no início, depois mais forte, dominante, controlando o ritmo. Ele segurava meu cabelo, ofegante: "Samara... isso é loucura... ah, fode." Eu olhava pra cima, vendo a postura dele se desfazer, o rapaz educado virando putinho nas minhas mãos. Gozou na minha boca, e eu engoli tudo, limpando os lábios com um sorriso vitorioso.
Mas depois, a culpa veio como um soco. Saí dali correndo, bloqueei ele no Orkut, evitei a lan house. "O que eu fiz? Ele é filho da minha amiga, sou uma vadia." Tentei me afastar.
Dias depois, nos esbarramos na rua à noite. Chovia forte, um temporal daqueles que alaga tudo. Eu estava esperando o ônibus, ensopada. Ele apareceu, de guarda-chuva quebrado.
"Samara? Por que você sumiu?"
Meu coração doeu. "Foi um erro, Felipe. Eu sou mais velha, você é jovem..."
Ele se aproximou, o cheiro dele misturado à chuva. "Não foi erro nenhum. Eu quero você."
O ponto de ônibus estava vazio, a chuva caindo como cortina. Eu o puxei pro canto escuro, beijei ele com fome. "Então me fode aqui, agora." Tirei a calcinha por baixo da saia, empinei a bunda contra o vidro embaçado. Ele entrou em mim de uma vez, forte, as mãos nos meus seios. "Você é tão gostosa, Samara... me domina." Eu rebolava, mandando: "Mais forte, caralho. Me faz gozar." Transamos ali, debaixo do temporal, a água escorrendo pelos nossos corpos, gemidos abafados pelo barulho da chuva. Gozamos juntos, exaustos.
Naquela noite, em casa, liguei pra ele desesperada, chorando. "Felipe, me ouve. Eu nunca vou te abandonar. Você me faz sentir viva de novo, me faz querer dominar o mundo com você do meu lado. Eu te amo, caralho. Te amo como nunca amei ninguém. Não me deixa ir embora."
Ele ficou em silêncio, depois: "Eu também te amo, Samara."
Mas a culpa veio de novo. Tentei me afastar mais uma vez, ignorei mensagens. Dias de distância, eu sofrendo em silêncio.
Então, ele se declarou. Mandou uma mensagem no MSN: "Samara, eu não aguento mais. Você me quebrou, me fez querer ser seu. Eu te amo, sua galega safada. Volta pra mim, me domina como só você sabe."
Aquilo me empoderou. Voltei mais forte, dominante, sedutora. Começamos a trocar mensagens picantes no MSN toda noite.
Eu: "O que você tá fazendo agora, putinho?"
Ele: "Pensando em você, Samara. Meu pau tá duro só de lembrar da sua boca."
Eu: "Então bate uma pra mim. Me manda foto."
Ele mandava, obediente. Eu respondia: "Bom menino. Agora imagina eu sentando na sua cara, te sufocando com minha bunda grande."
Ele: "Porra, Samara... eu quero lamber você inteira."
Mais um madrugadão na lan house, promoção de novo. Dessa vez, saímos dali e fomos pro cemitério perto dali, um lugar escuro e abandonado à noite, com o vento sussurrando entre as lápides. "Vem, vamos fazer as pazes direito." Eu o empurrei contra uma árvore velha, mandei ele se deitar no chão úmido, montei nele, cavalgando forte. "Me fode, mas sou eu quem manda." Transamos no cemitério inteiro – contra as lápides frias, no gramado molhado, até em cima de um banco de pedra, suados, gozando um no outro. Eu o dominava, mordendo o pescoço, arranhando as costas, e ele pedia mais: "Me usa, Samara. Eu sou seu."
E assim, o medo foi virando poder. Eu, a costureira de 39 anos, conquistei o garoto posturado, e ele me conquistou de volta. Nos anos 2000, entre Orkut e MSN, viramos um furacão de desejo.
Depois daquele transa louca no cemitério, as coisas entre mim e o Felipe viraram uma rotina viciante, mas perigosa. Eu me sentia no topo do mundo, dominando ele nas mensagens noturnas no MSN, mandando fotos ousadas – eu de lingerie costurada por mim mesma, com os seios quase pulando pra fora – e ele respondendo com áudios ofegantes: "Samara, você me mata assim. Meu pau tá latejando só de ver isso. O que você quer que eu faça agora?"
Eu: "Tira a roupa toda, putinho. Bate uma devagar, gravando pra mim. E geme meu nome no final."
Ele obedecia, sempre. "Sim, senhora. Eu sou seu brinquedo." Aquilo me empoderava, mas o medo ainda mordiscava: e se a Patrícia descobrisse? Ela era minha amiga, cliente fiel. Eu via ela toda semana, arrumando roupas pra ela, e fingia que nada acontecia com o filho dela. "Como vai o Felipe?", eu perguntava casualmente, e ela respondia: "Ah, aquele moleque, sempre na lan house jogando. Precisa arrumar uma namorada decente."
Uma noite, no MSN, a gente marcou de novo. "Vem pra minha casa hoje? Minha mãe saiu pra uma festa." Meu coração acelerou – medo de ser pega, mas o tesão venceu. Cheguei lá de táxi, saia curta, sem calcinha. Ele abriu a porta, olhos famintos. "Entra logo, antes que alguém veja."
Dentro do quarto dele, eu o empurrei na cama. "De joelhos, agora." Ele obedeceu, lambendo minha buceta como um cachorrinho sedento. "Assim, Felipe... lambe devagar, me faz gozar na sua cara." Eu puxava o cabelo dele, controlando o ritmo, gemendo alto: "Você é tão bom nisso, caralho. Me adora direito." Ele murmurava entre lambidas: "Eu te adoro, Samara. Sua buceta é o paraíso." Depois, eu montei nele, cavalgando reverso, a bunda grande batendo nas coxas dele. "Me fode forte, mas não goza até eu mandar." Ele aguentou o quanto pôde, suando, implorando: "Por favor... deixa eu gozar dentro de você." Eu ri, malvada: "Não hoje. Goza na minha bunda."
Mas o inevitável aconteceu. Dias depois, a Patrícia apareceu na minha casa sem avisar, com uma cara de quem tinha visto um fantasma. "Samara, precisamos conversar. Achei mensagens no computador do Felipe. Vocês...?"
Meu estômago revirou. Medo puro. "Patrícia, eu... foi sem querer. Ele é adulto, eu sou adulta. Mas eu entendo se você me odiar."
Ela sentou, chorou um pouco, depois riu nervosa. "Eu não odeio você. Só fiquei chocada. Meu filho com minha amiga? Mas ele parece feliz, mais maduro. E você... você merece alguém que te valorize depois daqueles casamentos ruins."
Não foi briga, não foi drama de novela. A gente conversou como adultas, bebendo vinho. Ela até brincou: "Só não me contem detalhes, pelo amor de Deus." Aquilo aliviou o peso, mas me fez refletir. O medo de perder tudo virou uma conversa honesta.
Com o tempo, o Felipe e eu crescemos juntos. Ele começou a trabalhar, saiu da lan house pra vida real, e eu o incentivei: "Você é mais que um garoto posturado. Vai conquistar o mundo, mas sempre volta pra mim." Nosso sexo virou mais que dominação – era parceria. Uma noite, no meu apartamento, depois de uma transa lenta, com ele me comendo de lado, sussurrando: "Eu te amo, sua galega safada", eu respondi: "Eu também, Felipe. Mas vamos devagar, sem pressa de rótulos."
O final? Não casamos, não tivemos filhos pra completar o pacote. Em vez disso, nos anos seguintes, com o Orkut virando Facebook e o MSN sumindo, a gente viajou pra Porto Alegre pra conhecer minhas irmãs – elas adoraram ele, chamando de "o novinho da Samara". Eu continuei costurando, mas abri uma lojinha online com ajuda dele, vendendo lingeries sensuais que eu mesma desenhava. Ele virou designer gráfico, e a gente colaborava: eu dominando as ideias, ele executando com aquele jeitinho obediente.
Hoje, olhando pra trás, foi um furacão que se acalmou num vento constante. Feliz? Sim, porque a gente se escolheu todo dia, sem promessas eternas ou anéis. Só desejo, respeito e uma pitada de dominação que nunca some. "Me usa quando quiser, Samara", ele ainda diz. E eu uso, com um sorriso.




