Após oito meses de separação, Clara ainda sentia o peso da decepção acumulada em anos de um casamento monótono. Aos 48 anos, ela havia conhecido apenas um homem em sua vida: Marcos, seu ex-marido. Um homem pacato, que fazia tudo dentro do esperado, mas nunca foi além do básico. Clara lembrava das noites em que ela tentava provocá-lo, pedindo algo mais intenso, queria ser xingada, dominada, usada ao máximo. Mas Marcos sempre se limitava ao mesmo ritmo previsível, sem jamais atender aos seus desejos mais profundos. Com o tempo, os orgasmos foram se tornando cada vez mais raros, até que ela decidiu que não poderia mais continuar naquela relação. Agora, separada, Clara se via diante de uma liberdade desconhecida. O fogo que ela havia reprimido por tanto tempo começava a arder com intensidade. Ela se masturbava sempre que podia, usando um sugador de clitóris que havia comprado recentemente, um presente para si mesma. Era uma tentativa de aliviar aquele desejo acumulado, mas ela sabia que precisava de mais. Precisava de alguém que fosse capaz de explorar seus desejos mais obscuros, alguém que a fizesse sentir viva de verdade. Foi então que ela decidiu entrar em uma rede social de encontros. Não era algo que ela imaginaria fazer antes, mas a curiosidade e a necessidade falaram mais alto. Foi lá que ela conheceu Gustavo. Ele era casado, mas isso não parecia importar naquele momento. Gustavo era diferente de tudo que ela já tinha conhecido. Ele era sacana, direto, e não tinha medo de falar o que queria. As conversas entre os dois rapidamente se tornaram intensas, cheias de insinuações e sacanagens. Eles começaram a fazer sexo virtual, explorando fantasias que Clara nem sabia que tinha. Gustavo parecia entender exatamente o que ela precisava. Ele a provocava, a xingava, a fazia sentir-se desejada de uma forma que ela nunca havia experimentado. Clara sentia que finalmente estava encontrando algo que sempre quis, mas nunca teve coragem de buscar. E, enquanto isso, ela começava a se perguntar até onde aquilo iria levar. O fogo que ela havia reprimido por tanto tempo estava começando a incendiar tudo ao seu redor. E ela estava pronta para deixar queimar. O Encontro Virtual Clara estava sentada em sua cama, o quarto iluminado apenas pela tela do laptop. Ela havia acabado de tomar um banho longo, deixando sua pele macia e perfumada. O sugador de clitóris estava ao seu lado, mas ela sabia que não seria necessário naquela noite. Gustavo havia prometido algo especial, e ela estava ansiosa para descobrir o que seria. A chamada de vídeo começou, e Gustavo apareceu na tela. Ele estava em seu escritório, com uma expressão que já deixava Clara um pouco nervosa. Ele sorriu maliciosamente, e ela sentiu um calor percorrer seu corpo. "Pronta para a massagem, amor?" ele perguntou, a voz rouca e cheia de promessas. Clara assentiu, tentando manter a compostura, mas já sentia a umidade entre suas pernas. "Primeiro, eu começaria devagar," Gustavo começou, enquanto suas mãos se moviam no ar, como se estivessem realmente tocando ela. "Eu passaria as pontas dos dedos pelos seus ombros, deixando você relaxar. Mas você sabe que eu não vou demorar muito nisso, né?" Ele sorriu, e Clara sentiu um arrepio percorrer sua espinha. "Depois, eu desceria pelas suas costas, usando as palmas das mãos para pressionar levemente. Você gostaria disso, não é? Sentir minhas mãos grandes e firmes massageando sua pele?" Clara soltou um gemido baixo, já começando a sentir a excitação aumentar. "Mas eu não pararia por aí," ele continuou, a voz ficando mais grave. "Eu desceria até sua cintura, e então começaria a apertar suas nádegas. Eu sabia que você tinha um corpo incrível, mas agora estou vendo o quanto você é perfeita." Clara estava completamente embaraçada, mas também extremamente excitada. Ela nunca havia sido tão elogiada, e a forma como Gustavo falava estava deixando ela completamente molhada. "E então," ele disse, baixando a voz ainda mais, "eu começaria a separar suas pernas. Você estaria de bruços, e eu começaria a massagear suas coxas, chegando cada vez mais perto do seu ponto mais sensível." Clara estava quase sem fôlego, sua mão já estava indo para baixo, mas ela esperou, querendo ouvir mais. "Quando eu finalmente chegasse lá," Gustavo continuou, "eu começaria devagar, apenas tocando você com as pontas dos dedos. Eu saberia exatamente como você gosta, e faria você gemer como nunca antes." Clara não aguentou mais. Ela começou a se tocar, seus dedos encontrando seu clitóris já inchado e úmido. "Mas você sabe que eu não pararia por aí, né?" ele perguntou, e Clara balançou a cabeça, incapaz de falar. "Eu começaria a te usar, amor. Eu faria você sentir cada dedo, cada movimento. Você estaria completamente à minha mercê, e eu não pararia até você gritar meu nome." Clara estava completamente perdida na fantasia, seus dedos se movendo rapidamente, enquanto ela imaginava Gustavo fazendo tudo o que ele estava descrevendo. "E então," ele disse, sua voz quase um sussurro, "eu faria você gozar como nunca antes. Eu faria você sentir cada onda de prazer, até você não aguentar mais." Clara finalmente chegou ao orgasmo, seu corpo tremendo enquanto ela gritava o nome de Gustavo. Ela estava completamente exausta, mas também extremamente satisfeita. Gustavo sorriu para ela, sua expressão cheia de orgulho. "Você foi incrível, amor. Eu nunca vi algo tão sexy." Clara finalmente se permitiu olhar para ele, e viu que ele estava completamente excitado. Ela nunca havia visto um homem tendo uma ereção antes, e a visão a deixou ainda mais excitada. "Você quer me ver?" ele perguntou, e Clara assentiu, incapaz de falar. Gustavo então começou a se tocar, sua mão movendo-se rapidamente enquanto ele olhava diretamente para ela. Clara estava completamente hipnotizada, nunca havia visto algo tão íntimo antes. "Você é tão sexy, amor," ele disse, sua voz rouca. "Eu quero que você veja o quanto você me excita." E então, Gustavo finalmente chegou ao orgasmo, seu corpo tremendo enquanto ele gritava o nome de Clara. Ela estava completamente embaraçada, mas também extremamente excitada. "Você foi incrível, amor," ele disse, sua voz cheia de admiração. "Eu nunca vi algo tão sexy." Clara finalmente se permitiu olhar para ele, e viu que ele estava completamente satisfeito. Ela nunca havia sentido algo assim antes, e sabia que isso era apenas o começo de algo incrível. O Encontro no Motel O coração de Clara batia acelerado quando ela estacionou seu carro em frente ao motel. O lugar era discreto, com luzes baixas e um ar de mistério que só aumentava sua excitação. Ela havia combinado tudo com Gustavo: um quarto com espelhos, cama grande e, principalmente, privacidade. Ao entrar, ela já o viu sentado na cama, apenas com uma toalha enrolada na cintura. Seu corpo era mais musculoso do que ela imaginava, e aquele olhar predador fez suas pernas tremerem. — Chegou, putinha? — ele disse, com um sorriso sacana. Clara sentiu um choque de prazer ao ser chamada daquela forma. Nunca ninguém a tratara assim, e ela adorou. — Cheguei… — ela respondeu, a voz quase sumida. Gustavo se levantou e se aproximou, segurando seu queixo com força. — Tira essa roupa. Agora. Quero ver a puta que ficou me provocando esses dias. Com mãos trêmulas, Clara obedeceu, deixando cair cada peça de roupa no chão. Quando ficou completamente nua, Gustavo deu um passo atrás, olhando-a de cima a baixo com um olhar de posse. — Caralho, você é mais gostosa do que eu imaginava. Vai ser um prazer arrombar você hoje. Ela sentiu um calafrio percorrer seu corpo, a umidade entre suas pernas aumentando ainda mais. Gustavo puxou-a pelos cabelos, levando-a até a cama. — De quatro. Agora. Clara se ajoelhou, expondo-se completamente. Gustavo passou a mão em suas nádegas, apertando com força. — Já experimentou anal, puta? — Nunca… mas prometi que tentaria… — ela respondeu, ofegante. — Vai ser a primeira vez que você goza tomando no cu, então. Ele cuspiu em seus dedos e começou a massagear seu ânus, fazendo-a gemer. A sensação era nova, intensa, e ela sentia uma mistura de dor e prazer. Gustavo não esperou muito. Ele lubrificou seu membro já duro e pressionou a ponta contra seu orifício apertado. — Respira, putinha. Vai doer, mas você vai adorar. Com um movimento firme, ele a penetrou, fazendo Clara gritar. A dor era aguda, mas logo se transformava em algo diferente, algo que a deixava completamente submissa. Gustavo começou a bombear, cada movimento mais profundo, enquanto puxava seus cabelos. — Toma, sua vadia. Isso que você queria, não é? Ser usada como um brinquedo? — Sim! — ela gemeu, sentindo o corpo pegar fogo. Ele a puxou para trás, fazendo com que ela sentasse em seu colo, seu pau ainda enterrado nela. Com uma mão, ele apertou seu pescoço, enquanto a outra desceu até seu clitóris, estimulando-o com força. — Vai gozar, sua puta. Goza enquanto eu te fodo no cu. Clara nunca havia sentido algo tão intenso. A pressão em seu pescoço, a dor do anal, os dedos rápidos em seu clitóris… tudo explodiu em um orgasmo avassalador. Ela gritou, seu corpo tremendo incontrolavelmente enquanto Gustavo continuava a empurrar dentro dela. — Isso, sua vagabunda! Toma! — ele rosnou, antes de explodir dentro de seu ânus, encharcando-a com seu sêmen quente. Quando ele finalmente a soltou, Clara caiu de lado na cama, completamente exausta, mas com um sorriso de satisfação. Gustavo deitou ao seu lado, passando a mão em seu corpo suado. — Gostou, putinha? Clara olhou para ele, ainda ofegante. — Foi… incrível. Ele sorriu, puxando-a para um beijo selvagem, fazendo-a sentir o gosto de si mesma em seus lábios. — Isso é só o começo. Ainda tenho muito mais pra te ensinar. E Clara sabia que, depois daquela noite, nunca mais seria a mesma. O Sabor de Gustavo Clara ainda respirava pesadamente, o corpo marcado pelas mãos de Gustavo, quando ele se levantou da cama. Seu pau ainda estava duro, levemente brilhante da mistura de lubrificante e seu próprio sêmen. Ele a puxou pelos cabelos novamente, arrastando-a até a beirada da cama. — Agora, puta, você vai provar o que é uma porra de verdade. Ela olhou para ele, os olhos ardendo de desejo e curiosidade. O marido dela nunca havia gozado em sua boca—sempre foi tímido, sempre recuou no último momento. Mas Gustavo não era homem de recuar. Ele posicionou-se na frente dela, segurando seu pau com uma mão enquanto a outra apertava sua nuca. — Abre essa boca, vagabunda. Clara obedeceu, seus lábios se separando, e Gustavo enfiou seu membro até o fundo de sua garganta. Ela engasgou, mas ele não deu trégua, segurando sua cabeça enquanto começava a bombear. — Isso, chupa direito, sua puta. Você queria saber como é? Então toma. O gosto era salgado, intenso, completamente diferente do que ela imaginava. Ela sentia o peso dele em sua língua, a pulsação da veia contra seus lábios. Gustavo puxou seu cabelo, forçando-a a olhar para cima enquanto ele usava sua boca sem piedade. — Vai engolir tudo, entendeu? Não quero ver uma gota perdida. Clara fechou os olhos, concentrando-se na sensação, na submissão, no prazer de ser usada assim. Ela sentiu quando ele ficou ainda mais rígido, os músculos de suas coxas tensionando. — Toma, sua cadela! O primeiro jato foi quente e espesso, enchendo sua boca de um sêmen mais amargo do que ela esperava. Ela engoliu rapidamente, mas Gustavo continuou jorrando, forçando-a a beber cada gota. Quando ele finalmente a soltou, ela ofegou, os lábios brilhantes, o queixo manchado. — Como foi, putinha? Melhor do que o seu trouxa do ex? Clara limpou os lábios com o dorso da mão, ainda sentindo o gosto dele em sua língua. — Muito melhor. Gustavo riu, puxando-a para cima e jogando-a de volta na cama. — Então se prepara, porque eu ainda não acabei com você. E Clara sabia que aquela noite ainda reservava muito mais prazer—e muito mais submissão. A Noite dos Quatro Orgasmos Gustavo não tinha pressa. Ele sabia que Clara estava completamente entregue, e agora era hora de explorar cada centímetro do corpo dela, de maneiras que ela nem imaginava serem possíveis. Primeiro Orgasmo: O Dominador Ele a jogou de bruços na cama, prendendo seus pulsos com uma das mãos enquanto a outra deslizava por suas costas, até chegar à sua bunda ainda marcada pelas pegadas dele. — Você é minha agora, puta. E eu vou te fazer gemer até perder a voz. Com um movimento brusco, ele a penetrou por trás, sem aviso, fazendo-a gritar. Cada socada era calculada para atingir o ponto mais profundo, enquanto sua mão livre apertava sua nuca, mantendo-a imóvel. — Goza, sua vadia. Goza enquanto eu te fodo como você merece. E ela não teve escolha. O orgasmo a atingiu como um choque, seu corpo arqueando enquanto ele continuava a bombear dentro dela, prolongando cada onda de prazer até ela ficar fraca. --- Segundo Orgasmo: O Sugador de Clitóris Humano Antes que ela pudesse recuperar o fôlego, Gustavo a virou de costas e afundou o rosto entre suas pernas. Diferente do sugador de plástico que ela usava sozinha, sua língua era quente, viva, e sabia exatamente como alternar entre pressão e suavidade. — Não para… não para… — ela gemia, os dedos se enterrando em seus cabelos. Ele sorriu contra sua pele, aumentando o ritmo, sugando seu clitóris como se quisesse arrancar cada gota de prazer dela. Quando sentiu seu corpo começar a tremer, ele enfiou dois dedos dentro dela, curvando-os naquele ponto perfeito. — GOZA! — ele ordenou. E ela explodiu novamente, as pernas tremendo incontrolavelmente enquanto ele a bebia, prolongando o orgasmo até ela chorar. --- Terceiro Orgasmo: O Anal que Arranca Gemos Gustavo não deu tempo para ela pensar. Ele a puxou para a borda da cama, levantou suas pernas e, sem cerimônia, enterrou-se novamente em seu ânus, agora mais relaxado após a primeira vez. — Toda vez que eu te fodo no cu, você goza, não é, puta? Ela não conseguia responder, apenas gemia, sentindo cada centímetro dele rasgando-a por dentro. Dessa vez, ele a puxou pelos cabelos, forçando-a a se olhar no espelho enquanto ele a arrebentava. — Olha como você está sendo comida. Olha que vadia você é. Ver a si mesma sendo possuída daquela forma foi o estímulo final. O terceiro orgasmo veio como um furacão, seu corpo contraindo-se violentamente enquanto Gustavo ria, orgulhoso de seu trabalho. --- Quarto Orgasmo: A Ordem Impossível — Agora, você vai gozar de novo. Sem eu te tocar. Clara olhou para ele, confusa. Ele estava de pé, apenas se masturbando lentamente, olhando para ela com olhos ardentes. — Fica de quatro e se masturba. Mas não pode gozar até eu mandar. Ela obedeceu, os dedos encontrando seu clitóris inchado, mas Gustavo parou ela com um olhar. — Não tão rápido, puta. Devagar. Quero ver você implorar. Minutos se arrastaram, com Clara se contorcendo, à beira do orgasmo, mas sem permissão para cair no abismo. Quando ela já estava suplicando, ele finalmente deu a ordem: — Agora. Ela explodiu em um grito abafado, o quarto orgasmo mais intenso de todos, seu corpo caindo na cama, completamente esgotado. --- O Final Gustavo deitou ao seu lado, passando a mão em seu corpo suado e trêmulo. — Então? Melhor que o seu ex? Clara riu fraco, ainda ofegante. — Ele nunca chegou nem perto. Ele sorriu, puxando-a para um abraço. — Durma, putinha. Amanhã a gente repete. E pela primeira vez em anos, Clara adormeceu com um sorriso nos lábios, sabendo que finalmente encontrara o prazer que sempre desejou.
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