Amamentando Patrão submisso

Amamentando o Patrão Submisso
O relógio da sala de jantar de João marcava sete da noite. O som do meu sapato baixo ecoava no piso de madeira enquanto eu terminava de organizar a papelada do escritório. João estava sentado na sua poltrona de couro, mas não parecia o empresário imponente de Vila da Lagoa. Ele estava inquieto, os olhos fixos na mancha úmida que começava a marcar o tecido do meu uniforme, bem na altura dos meus mamilos.

— Você está atrasada com o meu serviço, Beatriz — ele disse, com a voz falha, tentando manter uma autoridade que nós dois sabíamos que ele não possuía mais.

Eu parei na frente dele, cruzei os braços e deixei o peso dos meus seios lactantes se destacar.
— O serviço da casa está em dia, João. O que está atrasado é o seu "extra". E vai continuar assim. Lembra de hoje de manhã? Você foi um desastre. Tentou ser rápido demais e não me fez gozar. O trato é claro: sem o meu prazer, a sua fonte seca.

— Eu estava ansioso... por favor... meus ouvidos estão zumbindo de tanta vontade — ele confessou, caindo da poltrona para os joelhos aos meus pés. — Eu pago o dobro pela sessão de agora. Só me deixa sentir o seu cheiro.

Eu sorri, sentindo o poder correr pelas minhas veias junto com o leite.
— O dobro? Acho que a minha inflação subiu, patrão. Mas vamos ver se você merece. Deita no chão.

Ele obedeceu no ato, esticado no tapete como um tapete humano. Eu levantei a saia, revelando que a minha buceta já estava brilhando, pronta para ser servida. Sentei sobre o rosto dele, mas mantive o peso suspenso, forçando-o a esticar a língua para me alcançar.

— Trabalha, João. Se eu não sentir que vou explodir de prazer, você não encosta a boca no meu peito hoje. Usa essa língua como se sua vida dependesse disso.

Ele mergulhou na minha intimidade com um desespero controlado. A língua dele era firme, submissa, traçando círculos no meu clitóris enquanto as mãos dele permaneciam presas atrás das costas, como eu havia ordenado. Eu sentia meus seios pulsando, a pressão do leite aumentando a cada lambida dele.

— Isso... chupa essa buceta com vontade... — eu arquejava, sentindo as ondas de choque me atingirem. — Mais fundo! Eu quero sentir você me limpando por dentro!

Depois de dez minutos de uma tortura deliciosa, eu travei as coxas no rosto dele e gozei pesado, sentindo meu mel escorrer pelo queixo dele. Só então, eu me levantei e abri os botões do uniforme. Meus seios saltaram, pesados, veias aparentes, com gotas de leite já brotando nos bicos.

— Agora você tem permissão. Bebe tudo. Não quero sentir uma gota de peso quando você terminar.

João avançou como um homem no deserto. Ele envolveu meu bico e a primeira sucção foi tão forte que eu soltei um gemido de alívio. O leite jorrou quente na boca dele. Enquanto ele drenava o primeiro seio, eu o guiei para dentro de mim. O pau dele entrou latejando, mas ele não ousava se mexer.

— Fica quieto. Só me serve de bomba enquanto eu dito o ritmo — ordenei.

Passamos quase meia hora naquela simbiose. Eu cavalgava devagar, sentindo o pau dele pulsar desesperado dentro da minha estreiteza, enquanto ele esvaziava o primeiro, e depois o segundo seio. Quando ele finalmente sentiu que o segundo mamilo estava murcho e o leite tinha acabado, ele soltou a boca, mas continuou imóvel dentro de mim, tremendo.

— Beatriz... por favor... — ele implorou, a voz saindo como um ganido, as lágrimas quase brotando. — Eu não aguento mais... eu vou morrer se não soltar... me deixa gozar dentro de você. Eu dobro o valor de novo, eu faço o que você quiser... mas me deixa te encher de porra... por favor!

Eu segurei o rosto dele, olhando bem no fundo dos seus olhos injetados de desejo e submissão.
— Você implora bem, João. Pode ir. Me enche agora!

Foi uma explosão. Ele rosnou como um animal, perdendo o controle e metendo com uma força bruta, buscando o fundo do meu útero enquanto descarregava jatos e jatos de porra quente dentro de mim. Ele pulsou por quase um minuto, se esvaziando por completo enquanto eu sentia o calor dele me inundar.

Quando ele desabou exausto, eu apenas apontei para a minha intimidade, onde o sêmen dele começava a escorrer.
— Você sabe o que falta. Limpa. Quero a minha buceta brilhando.

Sem dizer uma palavra, o patrão voltou para o seu lugar de direito. Ele lambeu cada gota de porra e prazer, limpando a sua bagunça com uma devoção que nenhuma conta bancária poderia pagar. No final, ele me olhou, ainda sujo de mim, esperando pela conta.

— Ótimo serviço, João. Agora, vai preparar o meu jantar, meu horário de expediente ta encerrado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amamentando Patrão submisso

Codigo do conto:
255190

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
21/02/2026

Quant.de Votos:
1

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