Para a lua de mel, Pedro decidiu que o cenário seria a nossa própria mansão, para que eu sentisse a humilhação em cada cômodo que eu mesmo pagava. O convidado de honra era o meu pai, o velho Lourival, que veio da roça para celebrar o novo "macho oficial" da casa.
No momento em que o meu pai entrou na suíte, Pedro me agarrou pelo pescoço e me jogou de joelhos no centro do quarto. Eu estava nu, exibindo minha insignificância para os dois.
— Olha aqui, papai — Pedro disse, com um sorriso cruel, enquanto a Júlia observava deitada na cama, nua e com as pernas abertas. — Veja em que eu transformei o seu herdeiro frouxo. Ele não serve para ser homem, mas descobri que ele é uma excelente ferramenta de preparo.
Pedro abriu a calça, libertando seu pau enorme e latejante. O meu pai fez o mesmo, revelando aquela virilidade rústica e pesada que iniciou tudo isso.
— Ajoelha e trabalha, Carlos! — Pedro ordenou. — Prepara o seu irmão e o seu pai. Deixa a gente bem babado e pronto para destruir a sua ex-mulher.
Eu mergulhei na tarefa com uma fome desesperada. Eu alternava entre o pau do meu pai e o do meu irmão, sentindo o gosto da virilidade da minha própria linhagem inundar minha boca. Eu era o suporte para os dois, limpando e estimulando os machos que iam fecundar a Júlia. Ela assistia a tudo, masturbando-se com ferocidade.
— Isso, Carlos! — Júlia gritava, a voz carregada de desprezo e tesão. — Deixa eles bem duros! Eu quero sentir o peso de um homem de verdade de novo!
Quando eles estavam no ápice da prontidão, Pedro me chutou para cima da cama.
— Agora, clitóris, mergulha aí e deixa o caminho brilhando. Deixa a sua dona ensopada para a gente.
Eu me enfiei entre as pernas da Júlia, lambendo-a com uma fúria submissa enquanto meu pai e Pedro se posicionavam. O impacto veio logo em seguida. Pedro entrou por trás e meu pai pela frente, usando a Júlia como o território de conquista da família. Eu fui esmagado entre os corpos deles, servindo de apoio para os joelhos do meu pai enquanto ele a possuía com violência.
— Tá vendo, frouxo? — meu pai rosnava a cada estocada que fazia a Júlia revirar os olhos. — É assim que se faz o próximo herdeiro! Sente o cheiro do sêmen da sua família invadindo o que você nunca soube cuidar!
O ato foi uma sinfonia de humilhação. Eu era obrigado a manter a língua nela durante as estocadas, sentindo o pau do meu pai esfolar meu rosto enquanto ele entrava e saía. Pedro, por trás, batia o quadril contra o meu, rindo da minha nudez ridícula.
— Bebe tudo, Carlos! — Pedro gritou no momento do ápice.
Os dois gozaram simultaneamente, inundando a Júlia por dentro e por fora. O sêmen fértil deles escorria pelas coxas dela e caía sobre mim. Eu limpei cada gota com a língua, por ordem deles, garantindo que nenhuma semente da linhagem superior fosse desperdiçada.
— Agora vai para o seu quartinho no fundo, Carlos — Pedro sentenciou, abraçado à Júlia e ao meu pai. — Amanhã você acorda cedo para limpar a nossa sujeira e cuidar dos meus filhos.
Eu saí do quarto trêmulo, coberto pelo rastro dos homens da minha família, sentindo o êxtase absoluto de saber que a minha única função na terra era ser o tapete para a glória do meu pai e do meu irmão.