Tudo começou com o meu pai, um velho bruto que não aceitou que sua linhagem morresse no meu corpo seco. Ele tomou a Júlia na minha frente, plantando o primeiro neto com a força de um animal. Quando ele voltou para a roça, o vazio que deixou nela foi devastador. Eu, em minha insignificância, liguei para ele implorando por socorro. Ele nem sequer me respondeu; apenas enviou o Pedro, meu irmão mais velho, como quem envia um reprodutor para uma fazenda vizinha.
No momento em que o Pedro entrou, a casa mudou de dono. Ele exalava uma virilidade moderna e agressiva. Ele não falou comigo; ele falou sobre mim, dirigindo-se apenas à Júlia.
— Olha só o estado desse frouxo, Júlia — Pedro disse, segurando o queixo dela com força enquanto me ignorava completamente. — O papai tinha razão. Isso aqui não é um homem, é um estorvo. Tira a roupa dele. A partir de agora, ele fica nu o tempo todo. Quero que você olhe para esse pauzinho ridículo dele todo dia para lembrar que ele é incapaz de te dar o que eu vim trazer.
Eu fiquei nu, encolhido no canto da sala, enquanto Pedro puxava a Júlia para o sofá. Ele não me pediu nada; ele me usou. Com um gesto brusco, ele me puxou pelo cabelo para o meio das pernas dele.
— Abre a boca, Carlos — ele ordenou, mas seus olhos estavam fixos nos de Júlia. — Ele vai chupar o meu pau agora, Júlia. Vai preparar o caminho. Quero que você veja o seu marido servindo o homem que vai te possuir.
Eu mergulhei no pau do meu irmão — enorme, escuro e latejante. Eu trabalhava com a língua desesperadamente, sentindo o gosto da virilidade que me faltava, enquanto Pedro, com a outra mão, já desnudava a Júlia e começava a morder os seios dela com uma fome rústica.
— Deita aí, Júlia. De quatro — Pedro comandou, e ela obedeceu no ato, os olhos brilhando. — E você, clitóris, entra aqui embaixo dela.
Eu fui posicionado como um suporte orgânico. Deitado de costas no sofá, eu recebi o peso do corpo da minha esposa sobre o meu rosto. Minha única função era lamber a buceta dela sem parar, mantendo-a encharcada para o meu irmão. Pedro se posicionou atrás dela e entrou com uma estocada tão violenta que o som da pele batendo ecoou pela sala toda.
O impacto fazia a cabeça da Júlia bater contra o meu peito. Eu sentia cada centímetro do pau do Pedro entrando nela, esfolando as paredes que eu nunca alcancei, enquanto eu continuava a servi-la com a língua. De propósito, em movimentos bruscos, Pedro deixava o pau escapulir da Júlia e o enterrava na minha boca, forçando a minha garganta, para logo em seguida voltar a rasgar a minha esposa.
— Tá vendo, Júlia? — Pedro rosnava, suado, socando o quadril com um ódio prazeroso. — É assim que se faz. O seu marido não passa de uma almofada pra gente. Ele gosta de sentir a porra do irmão escorrendo de você pra cima dele.
O ato foi uma maratona de humilhação. Pedro a usou em todas as posições, sempre me mantendo como um apoio passivo, um degrau para o seu prazer. No ápice, ele a agarrou pelos cabelos e despejou jatos massivos de sêmen fundo no útero dela. O excesso escorreu pelas coxas de Júlia e pingou diretamente no meu rosto.
— Limpa ela, Carlos — Pedro ordenou, já se levantando e pegando uma cerveja, falando apenas com ela. — Júlia, esse bosta vai cuidar de tudo agora. Ele vai ser o seu escravo. E eu não vou embora. Eu vou ficar aqui para ser o macho oficial. Não vou deixar o meu sobrinho e esse próximo que acabei de plantar serem criados por um frouxo.
A Júlia sorriu para ele, ignorando a minha presença enquanto eu limpava a sua intimidade com a língua, bebendo o tributo do meu irmão. Eu não era mais o dono da casa, nem o marido, nem um homem. Eu era apenas o serviçal daquela linhagem superior, e a exitação de ser reduzido a nada era o único oxigênio que me restava.