Marcos e Ana passaram a viver em um estado de liberdade primitiva. Marcos andava pelado pela casa, exibindo sua virilidade dominante, e Ana circulava apenas com o robe aberto, com os seios fartos sempre à mostra, pingando leite propositalmente para torturar os sentidos de Paulo.
— Olha, Marcos, como o nosso filhinho está olhando para o lanche da mamãe — Ana disse, com aquela voz suave de ninar, enquanto caminhava pela cozinha deixando um rastro de gotas brancas no piso. — Mas hoje ele foi um menino teimoso, esqueceu de ligar para avisar que ia atrasar. Acho que ele não merece o peito quentinho agora.
— Verdade, mamãe — Marcos respondeu, abraçando Ana por trás e apertando seus mamilos, fazendo o leite jorrar. — Vai lá pra sala, Paulo. A mamãe ordenhou um pouco e deixou na sua mamadeira, na geladeira. Vai tomar seu leitinho gelado enquanto o papai usa a mamãe aqui na mesa.
Paulo, sentindo o volume da fralda e a humilhação de ser privado do contato direto, obedeceu, choramingando baixinho. Mas o verdadeiro "treinamento" acontecia à noite.
— Vem cá, filhão — Marcos chamou, sentado no sofá com Ana deitada de quatro à sua frente. — O papai vai te ensinar como um bom menino deve cuidar da mamãe. Você não tem tamanho pra dar prazer pra ela com esse seu pintinho, então tem que aprender a usar as mãos e a boca.
Marcos posicionou Paulo entre as pernas de Ana.
— Agora, abre bem a boca e pega o bico. Mas enquanto você mama, eu quero ver você trabalhando com os dedos lá embaixo. Faz uma siririca bem gostosa na mamãe, no ritmo que o papai vai meter.
Marcos entrou em Ana com uma estocada lenta, olhando nos olhos de Paulo.
— Isso, filho... olha como a mamãe gosta. Sente o leite vindo mais forte quando você usa os dedinhos? Aprende com o papai... é assim que se serve uma mulher de verdade.
— Isso, meu pequeno... mima a mamãe... — Ana arfava, sentindo a sucção de Paulo no peito e a estimulação dos dedos dele na sua buceta, enquanto Marcos a preenchia por trás. — Que menino talentoso... o papai está te ensinando tão bem...
O cenário era surreal: o advogado mais brilhante da região, de fralda, prestando um serviço duplo de submissão enquanto o leite da esposa inundava sua boca e o sêmen do "papai" inundava a esposa.
Quando Marcos terminou e gozou fundo, ele se afastou e deu um tapinha carinhoso na cabeça de Paulo.
— Bom trabalho, filhão. A mamãe está vazia e feliz. Agora limpa a bagunça que o papai fez e vai pro seu berço. Amanhã você tem que acordar cedo pra ganhar dinheiro pro papai e pra mamãe, tá bom?
Paulo, com a fralda pesada e o rosto sujo de leite e prazer, assentiu com a cabeça, totalmente entregue àquela existência onde o poder do tribunal era apenas uma ferramenta para sustentar sua própria escravidão infantil.